Finalmente tomei vergonha na cara e acabei de ver os últimos episódios de Dexter que me faltavam. Restava apenas cinco episódios para acabar a temporada e nem mesmo assim consegui viciar rapidamente. Posso dizer que só comecei a gostar cem por cento da série a partir do episódio 11. Mas eu sei perfeitamente o porquê de não me viciar em Dexter: já sabia tudo o que ia acontecer.
Passo a explicar: uma coisa que gosto muito de fazer é ler tudo o que é livro antes ver a adaptação televisiva. Isso acontece com Harry Potter, o Código Da Vinci, entre outras obras, o que revela, após ver a versão da televisão, que estamos perante algo pessimamente criado. Ao ler o livro de Dexter antes de ver a série, confrontei-me com a pior coisa de sempre: spoilers sobre quem é o ITK, a sua relação com Dexter entre outras coisas. Claro que quando decidi ler o livro, sabia o que me esperava, mas hoje arrependo-me perfeitamente.
Mas a verdade é que, ao contrario de Harry Potter, a adaptação para o pequeno ecrã de Dexter está mais bem conseguida que no livro. A complexidade do personagem principal está mais patente e melhor construída na série que seja no livro. As storylines dos personagens secundários também são interessantes (algumas), o que dá um grande fôlego à trama. Uma das storylines que não gostei foi o divórcio de Batista, que nos proporcionava os momentos mais entediantes desta primeira temporada.
Também acho que os palavrões são usados em demasia. Não sou contra isso, pelo contrário, que se f*da tudo isso, mas acho que nem os adolescentes mais ‘mal educados’ dizem tantos palavrões quanto Deb ou LaGuerta. Por falar em Deb e LaGuerta, são ambas uma boa razão para ver Dexter, hein? Sim, eu sou um dos rapazes que acho a actriz Lauren Vélez muito bonita, além da bomba que é Jennifer Carpenter.
Quanto à história do Ice Truk Killer, confesso que fiquei completamente abismado ao ver aquela relação de compreensão entre os dois irmãos: Brian e Dexter. Sabia que isso acontecia (maldito livro!), mas mesmo assim ver essas cenas do último episódio foi realmente algo fora do normal. Aliás, toda a season finale é muito boa, extremamente bem interpretada por todos os actores, e consegue surpreender pelo o psicológico doentio de Dexter.
Quanto às interpretações, a série já ganha por ter Michael C. Hall como protagonistas que faz jus à escolha de ele ser protagonista desta série da Showtime. O restante elenco também é muito bom, desde a Deb até ao Doakes, passando por LaGuerta e Angel Batista. Como já disse anteriormente, não me consegui viciar rapidamente em Dexter, por isso peço que não mandem spoilers nos comentários sobre a segunda temporada. Quero ser surpreendido pela positiva para depois fazer parte do já grande número de fãs que:

Publicado por Marco
Sempre olhei para Kyle XY como uma série de ficção científica mal construída, e não me perguntem porquê. Porém, depois de várias pessoas me a terem recomendado, decidi dar uma oportunidade ao drama-teen-sfi e posso dizer que não me arrependi de ter dado esta oportunidade. Depois de ter terminado ontem Damages, tinha a perfeita noção de que nenhuma série iria, tão cedo, superar o que eu vi no drama judicial do FX, por isso as minhas expectativas não eram muitas. E ainda bem, visto que soube aprecia-la com muita simplicidade, resultando em mais uma série para acompanhar em 2008.
Publicado por Marco
Atenção! Vocês estão a ler algo de uma pessoa que ainda está completamente chocada com o que viu. Por favor, não me ignorem e sigam o meu conselho. E o meu conselho é nada mais, nada menos, que ver Damages. Tenho a certeza absoluta que irão gostar.
Publicado por Marco
O actor que dá vida a Michael em The Office, um remake de uma produção inglesa de grande sucesso, ficará na NBC por mais três anos. Com isto, todos nós podemos concluir que The Office terá, no mínimo, oito temporadas, sendo que o quinto ano começará a 25 de Setembro com um episódio duplo.


Fear Itself começou muito bem mas não tarda até que percebamos que o facto da série estar num canal aberto (que sempre foi a minha preocupação) tem as suas desvantagens (e muitas…). O terror não é bem explorado nem bem conseguido e só por isso a série já peca. Os clichés são muitos, mas a série ganha por ter uma história isolada em cada episódio, obrigando os guionistas consagrados a desenrolar a história mais rapidamente.
A greve que durou três meses, finalizando em Fevereiro de 2008, teve muitos impactos negativos, como a perda de temporadas completas, além dos prejuízos financeiros resultantes da paralisação. Actores como Zachari Quinto (Sylar de Heroes) agradeceram à greve por permitir gravar vários filmes mais calmamente, e agora foi a vez do criador de House, David Shore, que revelou ao TVSquad que a greve foi boa para a série.
Os spoilers da terceira temporada de uma das séries mais aclamadas pela crítica nos últimos tempos voltam a surgir. Depois de se ter sabido a entrada de três novos personagens (dois policiais e um advogado), de se tornar público a entrada de Jimmy Smits e também informações sobre os primeiros episódios, é a vez do site UGO soltar mais algumas informações.
Tanta coisa aconteceu que nem sei por onde começar…! Ha… já sei… e que tal ‘esta foi a melhor temporada de Lost’? É uma boa forma de alguém começar um comentário sobre a melhor série da actualidade (esta frase sim é cliché, o resto da série não é), sendo que esta é a série favorita desse alguém.
Muitos personagens foram subaproveitados nesta temporada como Claire, Sawyer, Juliet (apesar de ter tido um episódio centrado em si) e até Michael (que voltou nesta temporada como o espião de Ben na fragata). Debruçarmo-nos com um dos melhores episódio da série nesta temporada, de seu nome The Constant, que fora centrado em Desmond e trouxe uma narrativa completamente engenhosa e cativante. É nesta temporada que vemos que Lost está cada vez mais a caminhar para um lado científico e verdadeiramente cativante.

