X Marca o Local – O Diário De Uma Semana

Durante esta semana que quase finda, eu e mais 35 pessoas participamos no passatempo proposto pelo blog TvDependente.

Posso dizer que foi uma semana muito bem passada graças ao nosso amigo ZB (administrador do blog).

O meu meio de agradecimento é este post, escrevendo uma espécie de diário de toda esta semana que passou, relacionado com o X Marca o Local.

PERÍODO PRÉ-CONCURSO:

6 de Janeiro – As inscrições foram abertas, foi explicado de um modo simples em que consistia o passatempo e também foram divulgados quais os prémios que se disputava:

  • Primeiro Lugar – Um DVD do Lost – Perdidos e para quem já tinha a série, podia escolher outra dentro do mesmo preço.
  • Segundo Lugar – Um DVD do Gato Fedorento – Diz que é uma Espécie de Magazine.
  • Terceiro Lugar – Um DVD do Family Guy – A Extraordinária História de Stewie Griffin.

12 de Janeiro – ZB confirma que iria haver passatempo, pois inscreveram-se 36 participante, quando no mínimo, para o passatempo se realizar, era preciso apenas 15.

Os participantes eram os seguintes: Ana Vogado; André Calado; André Rodrigues; Andreia Carmo; Bernardo Serpa; Catarina Letras; Diogo Teles; Eduardo Cabral; Eduardo Castro Fonseca; Ermelindo Lopes; Fernando Cabral; Gabriel Martins; Hugo Pinho; Joana Augusto; João Amaral; João Costa; João Filipe; Julia Mathias; Luís Cajão; Manuel Reis; Marco Braga; Margarida Semide; Miguel Ferreira; Miguel Reis; Miguel Sanchez; Nuno Lopes; Nuno Pinto; Pedro Alves; Pedro Valente; Ricardo Cardoso; Ricardo Santos; Rui Alves; Simão Freitas; Teresa Laranjeiro; Tiago Toste e Xavier Julião.

AGORA A SEMANA DO CONCURSO

Segunda-Feira:

A imagem reeditada foi a imagem da machadada à série Moonlight, que nos levava ao YouTube para vermos o seguinte vídeo:

Depois tínhamos de responder às perguntas propostas no vídeos e as respostas foram depois disponibilizadas no blog. As Respostas eram as seguintes:

1. The Cost of Living, episódio 5 da terceira temporada.

2. 350 dias, ver aqui.

3. Eva Longoria e Kristanna Loken, ver aqui.

4. Friday Night Lights, ver aqui.

5. Parting Words.

Depois saiu a pontuação do primeiro desafio e depois a pontuação geral do primeiro dia:

Terça-Feira:

Depois foi a ver da solução da primeira parte do desafio:

O segundo desafio foi sobre, imaginem só… Matemática.

Perguntas e Respostas:

1) Nesta frase há _ 1’s _ 2’s _ 3’s _ 4’s _ 5’s _ 6’s _ 7’s _ 8’s _ 9’s e _ 0’s .
Completar os “_”

Resposta: 7 1’s 3 2’s 2 3’s 1 4’s 1 5’s 1 6’s 2 7’s 1 8’s 1 9’s e 1 0’s

Ou 11 1s 2 2’s 1 3’s 1 4’s 1 5’s 1 6’s 1 7’s 1 8’s 1 9’s e 1 0’s .

2) Que letra se segue na sequência? U D T Q C S S O…

Resposta: É o “N” de nove.Tratava-se das iniciais dos números: um, dois, três, quatro…

3) Quem escrever todos os números inteiros de 1 a 100, quantas vezes escreverá o número 9?

Resposta: Pedia-se o número 9 e não o algarismo 9, logo, o número 9 apenas é escrito 1 vez.

4) O Manuel foi à feira para comprar uns animais para a quinta dele. Levava 100€ e queria trazer 100 animais.

Foi ver os preços:

– Galinhas a 0,10€ cada

– Cabras a 1,00€ cada

– Vacas a 5,00€ cada

Quantos animais de cada espécie levou o Manuel?

Resposta: A solução tinha de incluir as três espécies, logo haviam duas respostas: 40 galinhas, 51 cabras e 9 vacas ou 80 galinhas, 2 cabras e 18 vacas.

5) Para obter a torre de cartas com 5 andares indicada na figura utilizaram-se 40 cartas. Quantas cartas são necessárias para construir, de forma semelhante, uma torre com 100 andares?

Resposta:

Para construir uma torre de 100 andares é necessário colocar no primeiro andar 2 × 100 cartas, seguidas de 99 cartas na horizontal, no segundo andar 2 × 99 cartas, seguidas de 98 cartas na horizontal, e assim sucessivamente, terminando com apenas 2 cartas no 100.º andar. Logo, o número de cartas necessárias é

(2 × 100 + 99) + (2 × 99 + 98) + . . . + (2 × 2 + 1) + 2 × 1

= 2 × (100 + 99 + . . . + 2 + 1) + 99 + 98 + . . . + 2 + 1.

A soma 100 + 99 + . . . + 2 + 1 tem 100 parcelas. Associando a primeira parcela com a última, a segunda com a penúltima, a terceira com a antepenúltima, e assim sucessivamente, obtém-se

100 + 99 + . . . + 2 + 1 = (100 + 1) + (99 + 2) + · · · + (52 + 49) + (51 + 50)

= 50 × 101 = 5050.

Logo, 99 + 98 + . . . + 2 + 1 = 5050 100 = 4950.

Portanto, são necessárias 2 × 5050 + 4950 = 15050 cartas para construir uma torre com 100 andares.

6) Para completar a sua colecção de tazos, o João trocou três quintos dos que possuía por um tazo raro. Como três quintos dos tazos que lhe restaram eram repetidos, resolveu oferecê-los ao seu amigo Miguel, ficando assim com 30 tazos. Quantos tazos tinha o João inicialmente?

Resposta:

Depois de oferecer três quintos dos seus tazos ao Miguel, o João ficou com 30 tazos, ou seja, dois quintos dos tazos que tinha. Desta forma, antes tinha (30/2) ×5 = 75 tazos. Um destes 75 tazos foi trocado por três quintos dos tazos que o João tinha inicialmente, pelo que 74 tazos são dois quintos dos tazos que o João tinha no início. Assim, o João tinha (74/2) × 5 = 185 tazos.

7) Na floresta, o lobo dorme quando a coruja está acordada e está acordado quando a coruja dorme. O lobo dorme tanto numa semana quanto a coruja dorme num dia. Quantas horas dorme cada um destes animais por dia?

Resposta:

Como o lobo dorme tanto numa semana quanto a coruja dorme num dia, a coruja dorme 7 vezes mais do que o lobo. Por cada hora que o lobo dorme a coruja dorme 7 horas, por cada 2 horas que o lobo dorme a coruja dorme 14 e por cada 3 horas que o lobo dorme a coruja dorme 21. Como 21+3 = 24 horas, num dia, o lobo dorme 3 horas e a coruja as restantes 21 horas.

8) O João, o Afonso e o Filipe moram na Rua da Alegria em três casas seguidas e todos têm animais de estimação diferentes. As cores dos animais também são diferentes. Sabe-se ainda que:

o cão mora ao lado do Afonso;

o gato é amarelo;

o João tem um animal cor de laranja;

o peixe vive na casa do meio.

Qual é o animal de estimação do Filipe?

Resposta:

O peixe mora na casa do meio. Logo, o cão vive numa das casas das pontas, e, por isso, o seu único vizinho, o Afonso, mora no meio. Portanto o animal de estimação do Afonso é um peixe.

O animal de estimação do João é cor de laranja e o gato é amarelo. Logo o João não tem um gato e, portanto, o seu animal de estimação é um cão.

Como todos têm animais de estimação diferentes, o animal de estimação do Filipe só pode ser o gato.

9) Na quinta do Senhor Jaime todos os trabalhadores falam português, inglês ou espanhol. Nove deles falam português, oito inglês e sete espanhol. Cinco trabalhadores falam inglês e português, quatro falam inglês e espanhol e três espanhol e português. Apenas dois falam as três línguas. Quantos trabalhadores há na quinta?

Resposta:

Como há apenas dois trabalhadores que falam as três línguas, há 5 2 = 3 que só falam inglês e português, 42 = 2 que só falam inglês e espanhol e 32 = 1 que só fala espanhol e português. Assim, há 9 3 1 2 = 3 que só falam português, 8 3 2 2 = 1 que só fala inglês e 7 2 1 2 = 2 que só falam espanhol. Logo, o número de trabalhadores é 2 + 3 + 2 + 1 + 3 + 1 + 2 = 14.

10) Ainda a quinta do Sr. Jaime, tem um jardim quadrado com um lago também quadrado no seu centro. O Senhor Jaime dividiu o jardim em quatro canteiros iguais ao indicado na figura. Quanto mede o lado do lago?

Resposta:

O Senhor Jaime dividiu o jardim em quatro canteiros da forma indicada na figura, pelo que o lago mede

8 3 = 5 metros de lado.

 

As tabelas de pontuação do desafio 2 e do dia 2 ficaram, respectivamente:

 

 

Quarta-Feira:

Algoso era um local que nos dava no mapa em questão a frase “descobre os quinze erros”.

Depois isso, íamos a um blog onde tínhamos que descobrir quinze erros num texto.

Texto:

Quando terminaram de cegar o trigo, os camponeses decidiram assar uns enchidos de buxo que trouxeram de casa. Tinham imensa sede, pelo que o maioral deu uma rodada de vinho, após o que quis por a garrafa bem arrulhada, não fosse entornar-se. Mas como não à janta sem um pedaço de pão, criam comer os acepipes acompanhados de broa. O homem teve, assim, de colocar a cela no cavalo e partir à desfilada, na eminência de tombar a cada curva que encontrava pelo caminho. Ao passar o mortal, que já estava bem deferente, muito viçoso, nem tempo teve para se consular com alguns frutos, como era hábito fazer quando por ali passava. Comprou a broa e regressou num ápice. Diante do passo, ainda pensou em parar e convidar o morgado, mas arrependeu-se, pois o patrão ainda se lembraria de o mandar mugir a vaca, e o seu bom censo ditava que se aviasse, pois estava esfomeado, e o pitéu não esperava. Sabia decisão! Assim que o cavalo estacou, estenderam-lhe um prato e, muito lambareiros, puseram-se todos a comer.

1. «Segar» em vez de «cegar».

«Segar» significa cortar o cereal (nas searas), ceifar. E não o verbo cegar, privar da vista. Aceitava o “ceifar”, mas “seifar” é erro.

2. «Bucho» em vez de «buxo».

Enchido utilizando o estômago do animal, e não «buxo», o arbusto da família das Buxáceas.

3. «Pôr» em vez de «por».

O verbo «pôr», que significa colocar, e não a preposição «por».

4.«Arrolhada» em vez de «arrulhada».

Do verbo arrolhar, meter rolha em, e não «arrulhar», soltar arrulhos, cantar como os pombos ou as rolas.

5. «Há» e não «à».

Do verbo haver (com sentido de existir), e não «à» contracção da preposição «a» + artigo definido «a» (ou contracção da preposição «a» + pronome demonstrativo «a»).

6. «Queriam» em vez de «criam».

Do verbo «querer» (sentir vontade de, desejar, tencionar) e não do verbo «crer» (acreditar, ter fé).

7. «Sela» em vez de «cela».

Trata-se de um assento, geralmente de couro, que se coloca no dorso da cavalgadura para a montar, e não «cela», aposento de religioso num convento ou quarto numa penitenciária ou prisão.

8. «Iminência» em vez de «eminência».

Trata-se da qualidade do que está iminente, que está prestes a acontecer, que ameaça cair; e não «eminência», ponto elevado, excelência, título cardinalício.

9. «Murtal» em vez de «mortal».

Trata-se de um terreno onde há murtas e não de «mortal», sujeito à morte, efémero, fatal.

10. «Diferente» em vez de «deferente».

Que difere, diverso, variado, e não «deferente», atencioso, condescendente, acatador.

11. «Consolar» em vez de «consular».

Reconfortar, satisfazer, regalar-se, e não «consular», de cônsul ou a ele referente.

12. «Paço» em vez de «passo».

Trata-se da residência sumptuosa de uma personagem importante e não do acto de mover o pé para andar.

13. «Mungir» em vez de «mugir».

Manda-se alguém extrair leite das tetas da vaca, não se manda que ela solte mugidos.

14. «Senso» em vez de «censo».

«Bom senso» significa critério são, faculdade de ajuizar nas circunstâncias comuns da vida, e não «censo», enumeração estatística dos indivíduos, das empresas, etc.

15. «Sábia» em vez de «sabia».

Prudente, avisada, e não «sabia», pretérito imperfeito do indicativo do verbo saber.

As tabelas ficaram assim depois de ter terminado o desafio:

Quinta-Feira:

A correcção da primeira e segunda parte era, respectivamente:

Além dessas soluções, poderia haver mais. Só bastava haver ligações em série e mini-séries, mas filmes para TV, não, como podem ver a seguir:

E agora, a tabela da classificação geral do dia 4:


Sexta-Feira:

E a resposta pelo que nós todos esperávamos:

Infelizmente, o meu segundo lugar foi por água abaixo e apenas houve três pessoas que acertaram na série, como podem ver…

E A CLASSIFICAÇÃO FINAL:

Parabéns aos três primeiros lugares!

E ainda, o ZB deixou as suas considerações finais:

1. Neste momento, já todos sabem quem são os vencedores, pois só três de vós acertaram na resposta correcta;

2. É verdade que fica no ar um certo sentimento de injustiça para com o João Filipe e o Marco Braga, porque foram os únicos concorrentes que acertaram a totalidade dos primeiros 4 desafios. Contudo, também é verdade que dispunham de, pelo menos, mais uma pista que os restantes. Se pudesse, dava uma lembrança a todos os que participaram. Mas não posso;

3. O facto de o último desafio ter tido os pontos tão díspares dos restantes, prendeu-se essencialmente com o interesse de manter todos os participantes em jogo até ao fim. Talvez não tenha sido a melhor forma de o fazer mas, na altura, foi o que me pareceu que devia ser feito;

4. Eu gostei bastante de organizar o passatempo. Teve momentos em que me deixou algo, digamos, “stressado”. É foi um pouco cansativo planear tudo sozinho, e organizar tudo sozinho. Mas, de um modo geral, acho que foi bastante divertido. Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu;

5. Caso decida organizá-lo de novo existem várias coisas que têm de ser revistas, como por exemplo, a questão dos horários, a questão da pontuação como já referi, a questão de lançar desafios criados apenas por mim, etc. Para saber melhor o que devo fazer para aperfeiçoar o passatempo, vou mandar a todos um inquérito pequenino, que não vos tome muito tempo e que agradecia que respondessem;

6. E resta-me voltar a agradecer a participação de todos e, a quem desta vez não o fez, que possa fazê-lo da próxima.


Obrigado!

E fica assim uma espécie de resumo em forma de diário de uma das semanas mais fantásticas que já tive… apesar de ter tido exame de física!

Para ver as imagens em melhor qualidade, cliquem com o botão direito do rato na imagem e cliquem em ver imagem (básico ;)) e como podem ver fiquei em 5.º lugar, o que não é nada mau, visto que não consegui adivinhar a série final.

Parabéns ZB

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2 Responses to X Marca o Local – O Diário De Uma Semana

  1. ZB diz:

    Obrigado pela participação e quem sabe se qualquer dia não haverá uma nova edição!? 🙂

  2. Uma verdadeiro caixa negra dos ultimos dias 🙂
    cumprimentos

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