Terminator: TSCC (2.04) – Allison from Palmdale

Setembro 30, 2008

Quando foi perguntado a Summer Glau (Cameron), qual o melhor episódio da temporada, até agora, ela respondeu que seria o quarto episódio. Eu simplesmente achei o mais fraco! Não que fosse uma boa história, mas houve partes que foram completamente desnecessárias, partes estas que devem ser evitadas ao máximo numa altura em que esta série precisa de desenvolver para um final decente, onde nenhuma pergunta fique por responder, em que o futuro seja mostrado decentemente.

Se por um lado adorei a história de Cameron no futuro (as duas), a Cameron do presente não estava assim tão bem. Acho que não foi a história em si de ser uma tal de Allison, mas sim a forma como foi descoberta a ‘identidade’ de Cameron. Mas uma coisa eu não tenho dúvidas: Summer Glau é uma das actrizes mais talentosas de séries de acção; ela simplesmente é perfeita no que faz! Algo que detestei neste episódio foi toda a história da grávida com a Sarah (vocês já repararam que a actriz que faz de grávida era uma integrante do elenco de Dawson’s Creek, mas que agora em versão mais ‘fora de forma’? Nem parece a mesma…).

Nota: 7,9


Prison Break (4.06) – Blow Out

Setembro 30, 2008

Tal como em One Tree Hill, a quarta temporada de Prison Break já transmitiu um quarto dos seus episódios que constituem a mesma. O balanço que até agora é possível fazer é que estamos a ver uma série completamente renovada, diferente e muito boa. Contudo, eu não consegui apreciar verdadeiramente este episódio, não sei porquê… Tenho plena consciência que foi mais um óptimo episódio e o facto de não ter apreciado não quer dizer que não tenha gostado; é algo difícil de explicar.

A cena inicial em que eles tentam captar as informações de mais um cartão Scylla e todo o processo envolvido, assim como as novas informações que temos de Gretchen é o melhor do episódio. Contudo, existiu uma coisa que eu não gostei no mesmo: será que Mahone, que tem demonstrado ser muito inteligente, não tinha arranjado outra alternativa a não ser dar um soco no policia quando sai da sala, depois de recuperar o dispositivo?

Nota: 8,5


One Tree Hill (6.05) – You've Dug Your Own Grave, Now Lie in It

Setembro 30, 2008

Já repararam que já foram transmitidos um quarto (1/4) dos episódios que compõem esta sexta e possivelmente última temporada? E qual é o balanço que faço do que aconteceu até aqui? Será que a série está gasta após seis anos? Será que ainda tem força para completar a temporada em grande? Eu acho que a última hipótese é a mais coerente, mas mesmo assim está com falhas… e este episódio é o mais evidente disso. Tal como aconteceu com True Blood, no episódio 4, a primeira parte foi completamente lenta, sem muita que interessasse, contudo, a segunda parte já foi mais rápida, até demais!

Acho que a Nanny Carrie não teve um final tão bom como se esperaria. Depois de quatro episódios a fazer um plano para raptar Jamie, tenho a sensação que este plano poderia ser pensado em, pelo menos, duas horas. estava à espera de mais suspense, acção, e não meros 5 minutos que serviram apenas para salvar um pouco o episódio. Muitos fãs acham que o Lucas já perdeu o protagonismo, e eu sublinho! Ele é chato e um dos piores actores da série (alguém vai-me matar por isso?!) e o Nathan tem uma história mais desenvolvida e interessante de que a dele. Ainda temos duas voltas que deram algo de bom ao episódio: a de Lindsey e a de Millicent.

Nota: 8,1


Heroes (3.03) – One of Us, One of Them

Setembro 30, 2008

Terceiro episódio da temporada mais esperada de Heroes. A série estreou muito bem a terceira temporada e o mínimo que se exigia para este episódio é que ele fosse minimamente bom. Será que cumpriu a missão de o ser? Eu acho que sim. Cada vez estou a gostar mais deste novo volume, Villains, e o único receio é que nos seja dado algo tão bom que depois origine uma season finale e até um quarto volume, Fugitives, intragáveis.

A história de Hiro e Ando pela fórmula foi hilariante. Até demais! Eu não gosto da dupla de japoneses pois acho que o tom de comédia que eles transmitem dá outro ar (desnecessário) à essência da história. Também temos a volta do haitiano que, em conjunto com HRG, vão tentar matar Sylar. Por falar em Sylar, foi interessante ver ele a trabalhar com o HRG e com a sua verdadeira mãe, a patriarca Petrelli. A cena entre a mãe da Claire e a própria foi muito forte e bem feita, sendo que as duas actrizes conseguiram transmitir algo muito bem interpretado.

Nota: 8,9


The Simpsons (20.01) – Sex, Pies and Idiot Scrapes

Setembro 30, 2008

Vinte temporada de uma média de vinte episódios cada é obra. Ver uma série mais velha que eu é algo gratificante. Já ter visto os mais de 400 episódios (por televisão e meios ‘alternativos’) é motivo de orgulho. Mas quando algo começa a cair no incerto, onde nem sempre a comédia é suficientemente boa para nos fazer rir muito e algo já está um pouco ou tanto gasto? Será que vale a pena continuar? O último episódio da décima nona temporada foi um dos mais fracos de todas as dezanove season finale que já houveram e quando chega a vez de estreia a vigésima temporada, temos apenas um episódio mediano.

Eu sempre serei um fã incondicional da série, mas sei ver quando um episódio é bom e quando um episódio é mau. E esse não foi nem muito bom, nem muito mau. Foi algo que não passasse de mais do mesmo, dando a sensação de que poderia ser feito algo mais. Não sei se foi por falta de protagonismo de Bart e de Lisa, mas, desta vez, foi mesmo Marge que roubou a cena, com a história de trabalhar numa padaria erótica. Também gostei da crítica aos irlandeses e ao ‘rio verde’.

Nota: 7,7


Desperate Housewives (5.01) – You're Gonna Love Tomorrow

Setembro 30, 2008

Que grande regresso! Não admira que Desperate Housewives seja uma das séries com mais audiência nos Estados Unidos (a estreia da quinta temporada teve mais de 18 milhões de telespectadores). Depois de One Tree Hill ter acertado em cheio ao avançar quatro anos no futuro, chega a vez de Desperate Housewives provar a mesma fórmula do sucesso. Várias mudanças aconteceram na série, seja em história ou em personagens e o balanço que eu posso fazer destas mudanças, é que elas são positivas.

Gabrielle está feia! Eu acho a Eva Longoria feia, por isso prefiro ver que ela agora está apenas no seu estado normal. Gostei da sua história, que ela tem duas filhas que sofrem de problemas de peso. Aliás, cada histórida de cada dona-de-casa foi bem conseguida, desde do acidente de carro de Mike e Susan até à sua separação, passando pelo regresso da Edie com o seu novo e misterioso marido. Um dos pontos fortes de Desperate Housewives é o mistério que sempre envolve Wisteria Lane.

Nota: 8,7


Merlin (1.02) – Valiant

Setembro 29, 2008

Depois de uma grande surpresa que foi o episódio piloto desta minissérie da BBC em parceria com a NBC, chega a vez de analisar este segundo episódio. Muitas pessoas avaliam o potencial de uma série, não pelo seu piloto, mas sim pelo episódio que se segue, constatando se a qualidade continua ou não. Eu sou uma dessas pessoas, e o que posso dizer é que Merlin vale mesmo muito a pena. Diverte, ensina e não cansa, e estes são os ingredientes principais para uma receita de sucesso.

Neste episódio, Arthur tem um novo inimigo. É ele Valiant, um guerreira que usa a magia para ganhar os seus adversários. Como a magia não é permitida em Camelot, Valiant tenta a todo o custo que ninguém saiba do seu segredo, mas Merlin acaba por descobrir, quando vê ele a invocar umas cobras que saem do escudo. A ideia de ter um inimigo por episódio é muito bom e acho que é a melhor forma de contar a história. Há uma coisa que eu não percebi neste episódio: qual a utilidade daquele cão que Merlin ‘transformou’?

Nota: 8,9


True Blood (1.04) – Escape from Dragon House

Setembro 29, 2008

Quando eu já pensava a metade do episódio que este seria o último a ver desta série, Alan Ball troca-me as voltas. Tudo porque o episódio até metade é mesmo muito ruim, mas depois melhora de forma abrupta, parecendo que nem estávamos a ver a mesma série. Esta série está a ficar cada vez mais bizarra! Vejam lá a história do irmão da Sookie. Aquela história de ficar com o pénis erecto durante horas depois de beber um mililitros de sangue de vampiro. E ainda mais aquele final do episódio quando Sam está todo excitado com o lençol onde morreu a amiga de Sookie.

Neste episódio, além das bizarrices do irmão de Sookie (que foi o pior do episódio, por sinal), temos mais um avanço na relação de Bill e Sookie. Eu adoro este casal, não me perguntem porque, mas eu simpatizei com a química deles, sei lá… Gostei da ida deles ao bar dos vampiros e ainda mais da revelação dos poderes de Bill. Resumindo: foi um episódio bom, que acrescenta algo à trama, mas que peca pelo início do mesmo. Se tivessem feito um episódio de 30 minutos sem a storyline do irmão de Sookie e da Tara, acho que ficaria perfeito. Mas um episódio tem de ser avaliado na sua totalidade…

Nota: 8,2


Dexter (3.01) – Our Father

Setembro 29, 2008

Dexter nunca foi das minhas séries favoritas. Aliás, não acho que seja aquela série que muitos dizem ser. Para mim, ver uma temporada de Dexter toda seguida é chato porque os acontecimentos são desenvolvidos de forma lenta. Contudo, Dexter continua como uma das séries que me fez ver o episódio assim que vazou. E porquê? Porque tem Dexter!

O episódio começa com uma recapitulação de cinco minutos das duas temporadas anteriores. Apesar de se inicar uma nova história na terceira temporada, é sempre bom rever alguns dos momentos importantes que já passaram. Depois, temos uma cena absolutamente sublime: Dexter no dentista. Quando a conversa é sangue, Philips consegue dar um toque de humor negro na cena. Eu com essa série já aprendi um novo adjectivo: Dexter!

Nessa temporada, Dexter continua a ser Dexter, mas por pouco tempo. Quando ele vai atrás de um criminoso, acaba por matar um inocente: Oscar Prado, irmão do personagem de Jimmy Smiths, Miguel Prado. Tal acontecimento afectou Dexter de tal forma que o impediu de raciocinar por momentos, ao saber que tinha quebrado o código de Harry, seu pai adoptivo que se suicidou.

Este é o mote principal desta terceira temporada, já que Miguel e Dexter estabelecem logo uma empatia. Apesar de Miguel não saber, Dexter sabe como ele se sente foi perdera do seu irmão no final da primeira temporada. Algo que também vai ser bastante abordado, é o facto de Dexter ter uma família verdadeira junto com Rita (viciada em sexo?!), teoria que se comprova a 100% com a revelação do final do episódio (que eu não dizer para não estragar a surpresa).

Os outros personagens secundários (para mim, Dexter – a série – vivia só de Dexter – o personagem -, pois sempre considerei as storylines secundárias o que de mais fraco a série consegue transmitir) sofreram algumas mudanças. Deb consegue (aparentemente) recuperar a perda do seu ex-namorado do FBI, Angel sobe de posto no departamento, Masuka continua o mesmo mulherengo que sempre foi, LaGuerta referencia Doakes (problema ultrapassado?) e os miúdos de Rita continuam a ser das crianças mais chatas da televisão (ao pé de Jamie de One Tree Hill, toda a criança da televisão é chata).

Nota: 8,9

Episódio com legenda já disponível para download na secção dos Downloads do Portal.

Californication (2.01) – Slip of the Tongue

Setembro 29, 2008

Como alguns sabem na última semana vazou os dois primeiros episódios da tão aclamada Californication, e eu, Pedro, como bom fã tive que assistir e já que o Marco não acompanha a série eu resolvi fazer a review.

Esta segunda temporada começa de uma forma totalmente não-Californication, pois Hank pára de fumar, não fica sempre bêbado e não vai para a cama com qualquer coisa que respire, mas pelo menos continua resmungar como de costume. Vemos logo no começo que ele faz uma vasectomia por Karen, e pra variar alguma mulher dá em cima dele. De seguida vemos ele a brincar às casinhas com Karen e Becca, querendo mudar-se pra New York, contra a vontade da filha. Além disso, podemos ainda vê-lo no mercado, tentando resistir a uma antiga tentação. Reaparece nesse episódio a surfista que fez sexo com ele e roubou todos os seus discos (e ainda o drogou), a parecer ainda mais sexy e afim de Hank. Será que vai haver química entre eles dois nessa nova temporada?

Após isso, Hank vai buscar Becca na casa de Mia, e podemos ver pela primeira vez duas coisas: a primeira é que Mia não está se atirando a ele e a segunda que é que ela parece ter um coração, e Hank parece se impressionar com isso (outra relação pode surgir?). Ela diz que Becca tem tudo que sempre quis e tem medo de perder tudo, porque todos sabem que ele vai estragar eventualmente.

Agora num bar vemos o grupo reunido e a conversa, até que surge Sonia, a Cientologista (algo assim) que fez sexo com Hank no quarto de Karen e vomitou no quadro dela. Ela então convida todos para uma festa, e revela que está grávida (será que é do Hank?). Na festa vemos que Marcy tinha problemas com drogas e tem uma certa recaída, enquanto que Hank volta a se meter em problemas. No final do episódio podemos ver vestígios do antigo Hank de volta, bêbado e com cheiro a vagina (de acordo com ele mesmo), e ao ser parado por um policia que o ofende ele resolve revidar, apanha e acaba sendo preso.

Nota: 8,2

Escrito por: Pedro, do Agente Tabem
Revisado por: Marco


A volta de '24' à minha vida…

Setembro 28, 2008

Depois de um mês sem a série que tem uma das melhores temporadas de todas as séries, eu voltei a pegar em 24. Eu tinha parado no sexto episódio da segunda temporada, mas hoje decidi que quando tiver um tempo livre, tenho de ver 24, pois esta temporada está sensacional. Com dezenas de séries para ver nesta fall season, posso dizer que só no fim de semana é que tenho tempo para ver algo que não seja pela transmissão pelos Estados Unidos.

24 é uma série tensa, cheia de acção e adrenalina. É uma série que é muitíssimo bem escrita, com actores perfeitos em cada papel, com um nível acima de muitas séries de acção. 24 é um sucesso mundial que é merecidamente reconhecida. A sétima e esperada temporada está a deixar muitos fãs ansiosos, pois já estão à dois anos sem episódios inéditos. O formato inovador faz com que a série seja ainda amis aplaudida pelo público.

Agora, se me dão licensa, vou ver o oitavo episódio da segunda temporada e espero que no final de Janeiro, quando estrear a sétima temporada, já tenha visto até ao final da sexta temporada.


Chuck (2.01) – Chuck Vs. The First Date

Setembro 28, 2008

É facto: Chuck voltou com tudo. Ao contrário de algumas séries, Chuck manteve o bom nível da sua primeira temporada, e promete uma excelente 2.ª temporada, cujo foco será a criação do novo Intersect. O primeiro episódio desta temporada inicia-se logo com a introdução do personagem Colt, interpretado pelo óptimo Michael Clarke Duncan, que está atrás da “Cifra”, a última peça necessária para a construção do novo Intersect. Depois de ser salvo por Sarah e Casey, já em casa, Chuck fica a saber do novo Intersect, e fica entusiasmado com a ideia de ele enfim voltar a ter uma vida normal, e já começa a fazer planos para sair da Buy More, etc.

Mal sabe ele que a CIA não pode se dar ao luxo de ter um computador ambulante com todas as informações que a CIA possui, sobretudo andando pelas ruas de Los Angeles. Em outras palavras, Chuck terá que ser eliminado, e essa tarefa será de Casey. Enquanto isso, na Buy More, Chuck rejeita o cargo de sub-gerente, e como punição do Big Mike, ele fica responsável pelas entrevistas para o cargo, o que nos rende boas cenas de comédia. Em casa, Casey é enganado por um inimigo disfarçado e tem a “Cifra” roubada.

Sarah agora trabalha num novo estabelecimento, também próximo à Buy More, e nesse episódio Chuck consegue enfim, ter um encontro verdadeiro com ela. Os dois saem para jantar, sem armas ou qualquer missão secreta, enfim, um encontro a sério. Mas como na série nada fica bem por muito tempo, o restaurante em que eles estão está cercado por inimigos, e não demora a surgir Colt, em busca da “Cifra”, mas Casey chega a tempo e resgata Sarah e Chuck.

Após um flash, Chuck descobre a localização do esconderijo de Colt e a sua equipa, e Casey e Sarah montam uma força-tarefa para ir ao lugar. Mas chegam tarde, pois Colt já havia trocado de esconderijo, um lugar para onde Chuck estava a caminho sem saber da emboscada que o esperava, pois pensava ir atender alguém por suporte técnico. Após algumas confusões, Casey e Sarah encontram Chuck e o salvam, resgatando a “Cifra” e prendendo Colt e sua equipa.

Com a recuperação da “Cifra”, o novo Intersect pode enfim entrar em funcionamento. Mas a “Cifra” que eles resgataram era na verdade uma réplica falsa, feita pela organização Fulcrum, e que ao entrar no sistema do Intersect, explodiu toda a sala do novo Intersect, destruindo o próprio, e matando alguns agentes e um dos generais da CIA. Portanto, Chuck está a salvo (por muito pouco). Resta saber quanto tempo demorará para a criação do novo Intersect. E esse parece que será o tema dessa temporada. Que venha o próximo episódio.

Nota: 9,2

Escrito por: Neto, do Agente Tabem
Revisado por: Marco


Ugly Betty (3.01) – The Manhattan Project

Setembro 28, 2008

Não foi só Grey’s Anatomy e ER que regressaram para as suas novas temporada na última quinta-feira. Também a dramédia da ABC, Ugly Betty, estreou a terceira temporada e a pergunta que foi deixada no final da segunda temporada foi respondida. Será que Betty ficaria com Gio ou seria com Henry.  A resposta, para quem não lê spoilers, é inesperada porque Betty não escolhe nenhum dos dois, preferindo construir uma vida sólida, com mais responsabilidade no trabalho e até com um apartamente em New York.

Este episódio/início de temporada é marcado por mudanças. Mudanças numa série podem ser para melhor, coo para pior, contudo, estas mudanças podem acrescentar muita coisa positiva a Ugly Betty. Com uma dose de humor que só America Ferrera sabe dar e com várias storylines interessantes, como o facto de Daniel ser pai e a Mode ser agora da Wilhemina, este episódio foi bem passado e muito bom de se ver. Será que este nível irá manter-se até ao final da temporada? Se, eu estarei sempre aqui para ver e comentar a série!

Nota: 8,6


Grey’s Anatomy (5.02) – Dream a Little Dream of Me – Parte 2

Setembro 28, 2008

Finalmente tive tempo para ver a segunda parte do regresso de Grey’s Anatomy. Se fosse possível dividir esse episódio (5.01 e 5.02) em duas partes, como eu o fiz, devo dizer que essa segunda parte foi muito melhor que a primeira. A banda sonora, que na primeira parte era quase escassa, esteve muito bem nesta parte. Acrescentou-se bons momentos de drama e de comédia melhores que o episódio anterior. E até o caso médico que, como eu já disse, não gostei, melhorou um pouco na sua história.

O melhor de Grey’s Anatomy continua a ser a Yang e a Baley. Eu espero que o soldado não fique muito tempo por Seattle Grace, pois eu gosto de ver a Yang desimpedida e com aquele tom hilariante que só ela sabe fazer. Nunca pensei que as cenas pós-caída do pico de gelo resultassem tão bem. Bailey é a Dr.ª Bailey, e isso basta. Ela é simplesmente a melhor personagem de Grey’s Anatomy! E como não podia deixar de ser, tenho de comentar a volta de Denny, o namorado de Izzie: alguém me explica qual o contexto da sua aparição?! É qu foi completamente fora de sentido e desnecessário.

Nota: 8,7


Grey's Anatomy (5.01) – Dream a Little Dream of Me – Parte 1

Setembro 27, 2008

Como não vou ter tempo de ver a segunda parte do episódio neste momento, decidi fazer a review só da primeira hora de duração e depois farei da segunda hora. Grey’s Anatomy regressou depois de quatro meses de espera. O final da quarta temporada deixou um cliffhanger poderoso: Será que seria desta que Meredith e Derek ficariam juntos? Até agora, sim, com alguns sustos pelo meio. Sr.ª Shonda Rhimes, isso não se faz…!

Brincadeiras à parte, foi um episódio normal, sem nada que lhe destacasse de outros. Tudo bem que o facto de Seattle Grace estar em 12.º lugar no ranking de hospitais-escola foi bem pensado, mas uma coisa boa não pode compensar o resto. E o resto que estou a falar é o fraquíssimo caso médico deste episódio. Grey’s Anatomy costuma trazer casos invulgares e cativantes e, pelo que vi até agora, não tem nada de especial. Uma coisa boa neste episódio foi a cena em que Yang escorrega e um pico de gelo cai-lhe em cima. Engraçado e dramático ao mesmo tempo.

Nota: 8,2