24 – Primeira Temporada (2001)

Setembro 1, 2008

Há muito tempo que não me empolgava verdadeiramente com uma série. A última vez que me lembro de me sentir assim foi quando assisti as três temporadas de Prison Break numa semana e meia, mais ou menos.  24 fez-me lembrar o porquê de eu ser viciado em séries, veio-me demonstrar e finalmente descobrir que o meu género favorito são séries de acção. Mas, 24, veio demonstrar principalmente que uma série pode inovar, pode cativar, pode viciar.

O seu formato inovador é conhecido por todos: uma temporada de 24 episódios é, no tempo da série, um dia da vida de Jack Bauer, sendo que um episódio corresponde a uma hora desse mesmo dia. Talvez esse era o maior entrave para eu nunca ter pegado na série. Pensava para mim próprio que uma série que, numa tempoada interira, mostrasse apenas a acção de um dia, só podia enrolar. Como eu enganei-me!

O suspense é mantido do início ao fim, contudo houve, na minha opinião, uma queda do ritmo depois do episódio número treze, quando Teri e Kim são resgatadas. Mas foi algo que levou pouco tempo e a adrenalina voltou a partir do momento em que o Esconderijo é atacado. Achei essa trama da amnésia da Teri e pensar que Kim estava morta genial, que acrescentou ainda mais destaque às duas personagens e excelentes actrizes.

Uma das personagens mais aborrecidas do mundo das séries é a mulher do presidente: Sherry Palmer. O seu jeito de ser, a sua mania de ganhar, as suas atitudes contra Palmer… é tudo tão chato que às vezes até me apetecia passar as cenas em que esta aparecia, isto porque ela nem veio a acrescentar nada à história. Já o seu marido foi uma personagem cativante mas tinha mesmo a obrigação de o ser, sendo um dos personagens principais da temporada.

Kiefer Sutherland é, sem dúvida alguma, um dos melhores actores da actualidade. Deu para perceber isso nesta temporada e espero que nas próximas também. Os momentos dele com a família e, principalmente, quando descobre que a mulher está gravida sabendo que se iria entregar e ser morto é algo muito emocionante. Não consigo pensar sequer viver metade do que ele viveu num só dia: ser raptado, a sua família ser alvo de terroristas, salvar o próximo presidente norte-americano e ainda lidar com uma traição completamente avassaladora.

I’m federal agent Jack Bauer, and today is the longest day of my life.

Nota: 9,5

(Escrito a 19 de Julho)


24 e Friends – A Minha Nova Droga

Setembro 1, 2008

Vocês sabem aquela sensação de ter vontade de pregar umas punhadas em nós mesmos por não termos visto uma série anteriormente, apesar das inúmeras recomendações? Eu sinto-me assim, principalmente depois de ter começado a ver 24 à uma semana atrás e Friends, que comecei ontem.

Não! Eu nunca tinha visto Friends de forma regular. Apenas via uns episódios pela RTP 2 e mais recentemente pela Sony. Sim… podem-me humilhar, bater, ‘xingar’, etc, porque eu mereço! Hoje ainda fico a pensar “Como nunca vi essa obra prima antes? Essa obra que é o melhor do que já se fez em comédia!”. Estou completamente entristecido por ter dado prioridade a séries como Dexter, que ao pé de Friends, nem tem comparação (o meu gosto é esquisito, hein?).

Consegui apaixonar-me por aquele grupo de seis amigos imediatamente. Não sei explicar… Friends é… sei lá… diferente! Consegue prender o espectador, aprender a viver mais feliz; dar o verdadeiro valor à amizade. Além do mais, a comédia de Friends é extremamente genial, conseguindo fazer gostar de um género em que sou altamente esquisito. E por favor, não coloquem mais nenhuma vez Friends e The Big Bang Theory na mesma frase. Friends não merece isso, pois a série ‘nerdezinha’ é uma das piores coisas que estreou na temporada passada (pronto, eu coloquei as duas na mesma frase, mas foi apenas para deixar a entender que TBBT é uma autêntica palhaçada, no mau sentido, e o meu ódio pela série é irredutível).

E agora viro-me para 24. Que coisa mais electrizante! Que trama inteligente. Quer protagonista bem interpretado! Estou completamente abismado com essa história, uma história de acção, mas que também mistura mistério, romance e até sentimentos. Não me vou repetir muito, pois o meu parecer sobre a primeira temporada já foi comentado aqui, mas tenho-vos a dizer que estou a adorar a segunda temporada!

Agora vocês, quais são as vossas drogas?

(Escrito a 23 de Julho)


Cinema: The Lion King (1994)

Setembro 1, 2008

Numa época em que a animação da Disney reinava, surge-nos aquele que é a animação mais bem feita da história do cinema. The Lion King (ou O Rei Leão em Portugal) é uma obra prima que nenhum filme de animação conseguirá igualar por mais anos que se passem.

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Man vs Wild – This is Amazing!

Setembro 1, 2008

Hoje decidi pegar em algo diferente e que já me fazia remecher os miolos de curiosidade. Desta vez foi uma série/reality da Discovery Channel (um dos melhores canais que existe no mundo, na minha opinião) que conta uma história de, nada mais, nada menos, sobrevivência.

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Friday Night Lights (1.01) – Pilot

Setembro 1, 2008

Como nunca tinha visto a série, fiquei curioso em dar uma espreitadela pela FOX às dez e um quarto dessa noite de Domingo (isto porque não tinha mais nada de interessante para fazer). A curiosidade que tinha por esta série não era muita, e após ver o episódio piloto, diminuiu ainda mais!

Foras vários os aspectos negativos. Primeiramente, aquele ar de câmara de mão é extremamente irritante (ao nível das risadas de fundo de The Big Bang Theory). Depois foi a história em si que não gostei. Pequena cidade do Texas, futebol americano, jovens adolescentes, enfim… não faz muito o meu género. Para dramas teen prefiro ver repetições de Dawson’s Creek (como estou a fazer este Verão) ou então pegar outra vez em One Tree Hill, assim como a minha paixão de sempre: Roswell.

Um dos aspectos positivos que consegui tirar da série no seu episódio piloto foi o amor que os jogadores têm pelo desporto do futebol americano. Também gostei muito da cena em que eles rezam o ‘Pai Nosso’, demonstrando a sua crença imensa em Deus (estão a ler isso de um cristão não praticante) e toda a sua força de vontade. Quando, no final de episódio, um dos jogadores (não me perguntem os nomes ainda que sou péssimo em decorar no primeiro episódio) se magoa e vai de ambulância para o hospital, é-nos proporcionada uma grande cena de amizade em toda a equipa de futebol.

Para terminar gostaria de dizer que no próximo domingo voltarei a dar uma olhadela na FOX e ver o segundo episódio, mas se não gostar, é o último que eu vejo.

Nota: 7,2

(Escrito a 21 de Julho)