Fringe (1.01) – Pilot

Setembro 10, 2008

Fringe era uma das séries mais esperadas da temporada. Pode ter sido baixa a audiência, mas a qualidade não o foi. A segunda versão do piloto foi muito melhor que o primeiro, principalmente o final quando nos deparamos com aquela folha misteriosa que aparece nos cartazes da série. Fringe é uma série a seguir atentamente, não pelo facto de ter a assinaturam de J.J. Abrams, mas sim por ter uma boa história e é um dos meus géneros favoritos.

O episódio começa com o voo 627 que parte de Hamburgo com destino a Boston. Lá, um dos passageiros injecta um liquido em si próprio e provoca uma infecção em todos os passageiros. Todos morrem de forma bizarra: o corpo derrete, excepto os ossos! Olivia e John são dois agentes que namoram. Ela, do FBI, é chamada para ir ao local onde o avião aterrou de forma segura. Lá começam os mistérios: Será uma espécie de terrorismo?

Depois, Olivia e John acham um suspeito, o qual o perseguem. essa perseguição resulta numa explosão que atinge John, que fica completamente desfigurado. A única alternativa de Olivia é chamar o Dr. Walter Bishop, que só consegue com a ajuda do seu distante filho, Peter Bishop, pois Walter está num manicómio há quase duas décadas. Walter volta ao seu laboratório em Havard na procura de mais informações para que John fique curado. A alternativa que este arranja é fazer com que Olivia entre em coma, de modo a que esta estabeleça uma ‘ligação’ com John, para que este mostre a cara do seu atacante. A missão resulta num sucesso e o suspeito é preso por Olivia e Peter.

Entretanto, Walter encontra a cura para John que vem a revelar-se o mau da fita, matando o suspeito que entretanto estava no hospital. Olivia deseja sair do que se meteu, pois o medo começa a assombrar-lhe. O final do episódio consiste na chegada do corpo morto de John, após uma perseguição com Olivia que descobre a verdade, a Nina, uma misteriosa mulher que tem um braço de ferro.

Nota: 9,1


Fringe e Privileged não estreiam bem e 90210 desce 33%

Setembro 10, 2008

Fringe não começou da melhor maneira para a FOX. Não sei se será pelo facto do episódio já estar disponível para download desde Junho ou é mesmo a história em si que não cativou, mas a verdade é que 9.047 milhões de espectadores é muito baixo para uma estreia. Lembrando que Terminator: The Sarah Connor Chronicles estreou com 18 milhões e agora está com pouco mais que 6 milhões. Esperemos que Fringe siga o caminho contrário senão o cancelamento será inevitável.

Privileged é a nova série da CW que também não estreou muito bem. Não conseguindo sequer alcançar os três milhões de espectadores, a série conseguiu apenas 2.929 milhões como média. Também devemos pensar que a série não recebeu muita atenção por parte da sua emissora, algo que se tivesse acontecido, poderia melhorar a audiência da estreia.

E como é na segunda semana que se vê o feedback que os telespectadores dão à série (se gostam ou não), vamos analisar 90210. Tal como disse no título, a série desceu 33% em relação à sua estreia, atingindo apenas 3.314 milhões de média, pouco mais que Gossip Girl e One Tree Hill. É caso para dizer que 90210 não é, definitivamente, a salvação da CW? Eu tenho grandes dúvidas…


Legenders portugueses estão de parabéns!

Setembro 10, 2008

Criei este artigo apenas para dar os meus parabéns aos ‘legenders’ (pessoas que fazem legendas) portugueses. Sempre foram os brasileiros em termos de rapidez a colocar as legendas primeiro (parabéns também aos nossos vizinhos do Brasil), mas nada como ver uma série na nossa língua oficial.

Ainda mais gratificante é ver que têm saído primeiro legendas em português que em brasileiro, demonstrando o duro trabalho de algumas pessoas que merece ser reconhecido. Por exemplo, a semana passada saiu primeiro legenda de One Tree Hill primeiro que no Brasil. Ontem foi a vez de Gossip Girl (foto acima) sair primeiro no nosso país.

Continuem com o óptimo trabalho e com a qualidade que têm demonstrado (a legenda de Gossip Girl estava perfeita). Parabéns!


Terminator estreia mal, Prison Break continua de forma péssima e as séries da CW estão com boa audiência!

Setembro 10, 2008

Terminator: The Sarah Connor Chronicles não passa desta temporada. Fazer uma série como essa tem custos elevados e se nem mesmo com a grande publicidade que houve a rondar a série, está consegue apenas uns míseros 6.343 milhões de espectadores, não há volta a dar. Só de pensar que desceu 12 milhões em relação à estreia da primeira temporada…

Também outra série da FOX continua mal. Prison Break voltou com tudo (boa história, acção, a Dr.ª Sara), menos audiência aceitável e que não faz jus à qualidade dos episódios até agora transmitidos. Eu desejo que Prison Break termine nesta temporada para não haver o risco da série cair ainda mais e termos um final decente, mas a FOX é que decide e por enquanto vamos disfrutar os 22 episódios encomendados. O terceiro episódio da quarta temporada teve um média de 6.478 milhões de telespectadores.

Por fim, as séries da CW. A emissora está mesmo a melhorar um pouco as audiências. One Tree Hill ultrapassa Gossip Girl, mesmo sendo a diferença muito pequeno. Quero ver é como se saiu 90210 ontem, já que One Tree Hill conseguiu 3.246 milhões e Gossip Girl 3.158 milhões. Parabéns CW, esperos que vocês não entrem na falência…


Terminator: TSCC (2.01) – Samson and Delilah

Setembro 10, 2008

Ai está uma série que regressou com toda a força. Ao contrário de alguns fãs, eu não gostei da montagem das primeiras cenas do episódio, quando John e a mãe são feito prisioneiros dentro da sua própria casa. São os únicos cinco minutos que eu retirava. O resto, estava, digamos, perfeito.

Este episódio é como uma segunda parte do final da temporada anterior. Com apenas nove episódios, a série não teve tempo suficiente para se definir e acabou por sofrer na audiência. Esta segunda temporada será, muito provavelmente, a última, isso porque a audiência da estreia rondou os 6 milhões e tal de espectadores, muito abaixo do esperado e de toda a publicidade que a FOX vinha a fazer. Enquanto a série não termina (de forma digna, esperemos), nós por cá ficamos com o nosso bom gosto, enquanto que os americanos ficam com os seus dramas médicos e policiais preferidos.

O principal foco deste episódio foi a mudança de atitude de Cameron. Agora a função dela é extreminar John, mas mesmo assim algo é caracterizado nela: amor e amizade. Depois de John a ‘ressuscitar’, esta ainda tem a mesma função (extreminar John) do que no início do episódio (após a explosão que marcou o final da primeira temporada) e uma óptima oportunidade para fazê-lo, contudo, não o faz. John está a ficar pronto para a guerra e muita acção vem por ai! Por fim devo realçar a entrada da nova e misteriosa personagem que promete mudar o mundo, tal como ela o diz. Já agora… alguém percebeu aquela cena de ‘transformação’ final?

Nota: 9,3


One Tree Hill (6.02) – One Million Billionth of a Millisecond on a Sunday Morning

Setembro 10, 2008

Esta série é um remake de Dawson’s Creek. Não pela sua história, mas pela capacidade de surpreender (Dawson’s Creek é melhor, pelo menos para mim) e também porque está a entrar na derradeira temporada: sexta e provavelmente último, tal como aconteceu com a outra série. Os personagens crescem, os actores também, a carga dramática aumenta e o drama continua. Vou dividir essa review em duas partes: Brooke e Dan. Eles merecem!

Primeiro vou começar a falar de Brooke. Se houvesse um Emmy que valorizasse apenas séries do estilo, com certeza a actriz Sophia Bush seria a candidata a melhor actriz secundária. Ela faz uma interpretação perfeita e crescente e está a ser bem aproveitada no início desta temporada. Depois de ser assaltada e espancada no final do episódio anterior, confrontamos uma Brooke magoada (física e psicologicamente) e com um desejo de vingança compreensível. Tal como ela própria disse, a empresa é a sua vida e ela agora sofreu uma espécie de acidente quase mortal.

Por outro lado temos Dan. Acho que é a primeira vez que tenho pena dele e com razão. Ele sempre foi o principal vilão da história, título esse roubado por Nanny Carrie que até lhe dá insectos nogentos para ele comer. Mas ‘quem tudo quer, tudo perde’ e nanny Carrie começa a estar em maus lençóis. Your Plan Sucks! Uma das frases mais inteligentes que saiu da boca de Dan Scott e uma das melhores coisas que Mark se lembrou. Vamos ver no que resulta esse plano de Dan, já que apenas lhe restam apenas menos de seis meses de vida. E sobre o final do episódio não vou contar para não estragar a surpresa a alguns que ainda não viram o episódio. Mas podemos garantir que tudo o que se tem construído entre uma grande amizade, vai ter grandes impactes no próximo episódio.

Eu estou ansioso!

Nota: 8,9