Terminator: TSCC (2.02) – Automatic for the People

Setembro 16, 2008

Depois de uma estreia de temporada bombástica, Terminator mantém o nível que todos nós queremos. Injustiçada pela audiência, a segunda temporada da série será, provavelmente, a última, o que leva aos produtores e guionistas a arriscarem tudo no ‘é agora ou nunca’. Eu acho que os dois episódios já exibidos da segunda temporada ultrapassam em termos de qualidade e têm me cativado mais que os episódios da primeira temporada. E isto é óptimo, pois assim tenho uma sensação de optimismo e satisfação depois de assistir cada capítulo. Esperemos é que a subida que Terminator tem levado na minha consideração não tenha uma queda muito grande…

Neste segundo episódio, temos mais algumas informações do que pode estar por detrás da criação da Skynet. Além da acção que se tem desenvolvido em todos os episódios até agora, agora é criada uma dose de mistério que fica muito bem em Terminator. Os personagens estão a mudar as suas personalidades e é bom ver essas mudanças. Nada melhor que olhar para o crescimento psicológico de John e de Cameron. A introdução de novos personagens também está a ser, até agora, bem conseguida. Resumindo: a segunda temporada está muito boa e enquanto estiver neste nível, eu estarei aqui para vê-la. Se descer um bocadinho de nível, não é nada preocupante (mas esperemos que não aconteça) e se subir ainda mais, entrará para as minhas séries favoritas de sempre!

Nota: 9,0


Prison Break nos 5 milhões, TSCC no precipício e séries da CW com números bons

Setembro 16, 2008

Parece que as séries da FOX não estão mesmo nada bem. Depois de estrear mal, Terminator desce ainda mais, atingindo neste segundo episódio os míseros 5.491 milhões de telespectadores. Por sua vez, o quarto episódio da quarta temporada de Prison Break também não encantou, e conseguiu apenas 5.887 milhões, chegando assim à casa dos cinco milhões, quando vinha mantendo uma audiência de, pelo menos, seis milhões por episódio.

Por outro lado, as série da CW estão a ir muito bem. Gossip Girl teve uma média de dois milhões e tal por episódio da temporada passada, enquanto que o terceiro episódio da série, conseguiu a proeza de 18% em relação ao episódio passado. The Dark Night foi visto por 3.726 milhões durante o período das 20 às 21 horas. A despedida de Quentin também fez com que os fãs se mativessem fiéis à série. Os bons números de One Tree Hill mantêm-se desde o início da temporada e este episódio conseguiu 3.355 milhões de telespectadores.


Gossip Girl (2.03) – The Dark Night

Setembro 16, 2008

Por vezes uma série torna-se gasta. Por vezes uma série não consegue fugir aos clichés. E por vezes uma série consegue superar. Tudo isso está, neste momento, em Gossip Girl. Depois um episódio chato e mal conseguido, Gossip Girl supera e consegue algo melhor. Mas no que se pode extrair do melhor, também pode-se extrair o que faz a série não conseguir inovar, mantendo sempre o mesmo padrão e sempre as mesmas intrigas e histórias, transmitindo ao telespectador uma sensação de um produto, como já disse acima, gasto e desinteressante.

Uma coisa que ainda quero perceber, é como é que em diferença de horas, se consegue planear várias festas. Eu diria até que num dia, Blair gasta 12 horas a planear uma festa, outras três a disfrutá-la, uma no mexerico com Serena, mais uma om os seus dilemas pessoais, uma para as suas necessidades básicas e as outras seis para o seu lindo sono (de beleza). Por outro lado, Nate gasta duas horas com Serena, três com Chuck, quatro com Vanessa, oito com a Duquesa e o resto sabe-se lá a fazer o quê… Que vida de… sei lá… agora acho que é de prostituto. Enfim… temos sempre Chuck e Blair a salvar um episódio de Gossip Girl, que cansa nesta segunda temporada pelo encontros e desencontros que existem abundantemente. Se a série não voltar com episódio que me fizeram ver a série na primeira temporada, é uma das primeiras fortes candidatas ao ‘meu cancelamento’.

Nota: 7,8


Prison Break (4.04) – Eagles and Angels

Setembro 16, 2008

Prison Break mantém o mesmo nível dos episódios anteriores, sempre com adrenalina e muita acção. Estamos a caminhar por um caminho longo, com muitas descobertas mas também muitos novos mistérios (relacionados à conspiração e A Companhia), no melhor estilo de Lost (ok… isso pode ser exagero…). Mas é sempre bom ter estes mistérios que nos fazem prender ao ecrã a cada episódio que passa, demonstrando que Prison Break é uma das melhores séries da actualidade.

Neste quarto episódio (já…?! – daqui a uns dias já acaba a temporada!), são copiados os dados de mais um cartão Scylla. Agora só faltam quatro a descobrir e se continuar com o ritmo alucinante que está, chegaremos a meio da temporada com todos os cartões descobertos. Mas isso é bom, pois não cansa nem enrola o telespectador e fã da série. Há muito tempo que não se via um vilão como T-Bag em Prison Break, mas aquele o homem exterminador que trabalha n’A Companhia mete mesmo medo. A cada cena que ele aparece, é provocada uma sensação de desconforto ao vê-lo perto de um dos ‘good guys’. Por falar em T-Bag, eu não imaginava que a sua relação com A Companhia se tornaria tão próxima, por intermediário do livro de Whistler. Acho que quando ele descobrir no que se está a meter, vai ter o castigo nunca verdadeiramente dado nas últimas três temporadas.

Nota: 8,6


One Tree Hill (6.03) – Get Cape. Wear Cape. Fly.

Setembro 16, 2008

Eu ainda estou emocionado com o que acabei de ver. Normalmente não me emociono facilmente em séries de televisão ou em cinema, mas a verdade é que este episódio conseguiu criar o conhecido ‘nó na garganta’ e quase que as lágrimas saíram dos olhos. Não é nenhuma vergonha dizer isso, muito pelo contrário, pois só uma pessoa sem sentimentos é que consegue ficar indiferente a um produto tão bom como esse ‘Get Cape. Wear Cape. Fly.’. Neste momento, só consigo me lembrar de dois episódios que conseguiram ser melhores que esse: o 3.16, onde um miúdo da escola mantém todos reféns e a season finale da quarta temporada, ou seja, a despedida de todos e o nascimento de Jamie.

Desde da Haley com os seus alunos, à situação de dor de Jamie e da família de Quentin, até aquela lágrima que Skills derrama no campo de basquetebol… está tudo tão perfeito e marcante que será impossível esquecer este episódio. O funeral foi tão triste e a banda sonora do episódio ajudou a intensificar todas as cenas. Gostei de ver a amizade que nasceu entre o irmão de Quentin e Jamie e ainda mais das despedidas que os colegas de Q. escreveram na mesa dele. Por fim, não podia deixar de realçar o triste passado da Nanny Carrie. Algo que acontece nesta série é que Mark (o criador e guionista) não nos deixa odiar completamente uma personagem, pois tem sempre alguma coisa que nos faça ter pena dela.

Nota: 9,9