TV Sondagem arranca amanhã

Outubro 5, 2008

Há algum tempo atrás, recebi um convite para um novo projecto com ideia original do Gonçalo Henriques (também conhecido por Gonca26), convite esse que decidi aceitar. O projecto consiste em colocar um sondagem a cada semana, todas as segundas-feiras, revelando o resultado no mesmo sitio onde todos podem votar: www.tvsondagem.blogs.sapo.pt.

No projecto também estão o ZB, responsável pelo TVDependente e a Syrin, que actualmente gere o TV-Files e é colaboradora do Hotvnews. Espero que entrem no site todas as segundas-feiras e votem na nova sondagem proposta.


Veja cenas apagadas da quarta temporada de Lost

Outubro 5, 2008

Como em quase todas as série que lançam os DVD recentemente para o mercado, um dos extras dos mesmos são as cenas apagadas da temporada em questão. Hoje o Portal de Séries traz-vos algumas cenas que nunca foram mostradas na quarta temporada de Lost, e algumas delas são até bem interessantes e curiosas.

A cada dia que passa tenho cada vez mais saudades desta série em que cada notícia que vejo ou escrevo sobre Lost deixa-me triste só de pensar que ainda faltam quatro longos meses para a estreia da quinta temporada. Mas fazer o quê? Só resta esperar.

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24 – Segunda Temporada (2002)

Outubro 5, 2008

Em uma semana, consegui terminar os 3/4 da segunda temporada que me faltava. Depois de uma primeira temporada excelente, o maior desafio desta segunda era, pelo menos, manter o nível que nos habituado na temporada anterior, e posso dizer, com toda a certeza, que esse nível foi mantido. Se eu tinha dúvidas que 24 era a melhor série de acção, elas dissiparam-se agora, após o término maravilhoso desta época. 24 é uma série recomendável, muito melhor que Prison Break (na minha opinião) e com uma história rica.

O que eu mais gosto em 24 é que ela não é apenas uma série de perseguições, acção, tiroteios, mas uma série em que o valor humano é posto à prova e onde os sentimentos estão bem patentes. Já disse na review da primeira temporada que o actor Kiefer Sutherland estava óptimo no seu papel e não consigo imaginar outra pessoa a substítui-lo. Além disso, ele faz uma trabalho perfeito como produtor de todos os episódios que compõem este segundo ano.

Se na primeira temporada temos a revelação inesperada de que a má da fita é Nina Myers, nesta também temos uma surpresa pelo meio. Outro aspecto positivo da série é exactamente esse: não se pode confiar em ninguém, onde o amigo pode se tornar e inimigo e o inimigo pode se tornar o maior aliado à salvação dos Estados Unidos da América. O mesmo se passa com Sherry Palmer, que no início conseguia ser uma personagem irritante mas que depois revela-se importante em toda a trama.

Kim Bauer nunca tem uma vida fácil. Na primeira temporada ela é raptada de modo a que possam fazer chantagem com o pai dela, Jack Bauer. Agora, ela parece viver uma vida normal, à excepção de não falar com o pai desde que a mãe morreu, até que ela descobre que a menina que ela toma conta é vítima de maus tratos pelo pai, que se vem a revelar muito perigoso, colocando a vida das duas em perigo. Um dos pontos positivos da história dela foi como terminou a relação desta com Miguel, depois de ele ver que a sua perna foi amputada.

Como não podia deixar de ser, temos a introdução de novos personagens, como a família Walter. Também é-nos apresentadas Michelle Dessler e a irritante Carrie Turner. Existe também todos aqueles personagens secundários necessários para a contrução de toda a conspiração. Aliás, a produção de 24 deve ser a que mais gasta, em séries, com personagens secundários e/ou figurantes (pode ser exagero… mas a verdade é que há momentos que a nossa cabeça já está tão confusa que não sabemos quem é quem).

Enquanto uns entram para 24, outros crescem. Exemplo disso é Tony Almeida, que ao longo da segunda temporada consegue se afirmar mais que na anterior. Além do destaque a Tony, gostei da história envolvendo George Mason após a sua exposição a platónio, assim como o seu final. David Palmer também fica mais interessante nesta temporada, mas por vezes a história da sua presidência e os seus inimigos torna-se chata, mas compreendo que é necessária.

Por fim, e porque o texto já está grande, quero destacar algo que faz com que 24 ainda suba mais na minha consideração: a capacidade de arriscar. Por exemplo, eu sempre pensei que no último episódio veriamos a bomba a ser desactivada e tudo acabava em bem. Mas não! Além de ser muitos episódios antes da season finale, a bomba explode realmente, numa cena muitíssimo bem feita e realista. Isso é algo que outras séries nem sequer põem a possibilidade de acontecer, como o caso de Heroes no final da primeira temporada.

Nota: 9,3