One Tree Hill com sétima temporada (quase) confirmada!

Outubro 7, 2008

Há algumas semanas atrás, surgiu a possibilidade de que a sexta temporada seria a última da série, provocando a tristeza de alguns fãs. Eu acho que a série devia terminar enquanto está por cima e por isso eu era uma das pessoas que concordava que a sexta deveria ser a última temporada. Contudo, parece que não vai ser bem assim, pois o criador e argumentista da série, Mark Schwahn, já assinou por, pelo menos, mais um ano com a Warner para ficar à frente da série. O elenco da série também já está em negociações.

Além de assinar para continuar em One Tree Hill, Mark tem mais dois projectos em mente. Warner Bros. tem sido uma ‘casa’ fantástica, mas a CBS Paramount abraçou o espírito empresarial do que eu gosto de fazer, disse Mark Schwahn depois de ter anunciado que os seus outros dois projectos estão ligados à música e que ficarão na responsabilidade da CBS Paramount Network TV e CBS Records. No caso da renovação de One Tree Hill, só falta mesmo a confirmação oficial por parte da CW.

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Family Guy (7.01) – Love Blacktually

Outubro 7, 2008

Atendendo ao pedido de algumas pessoas e porque eu gosto de ver uma boa comédia, decidi que devia assistir a sétima temporada de Family Guy, uma série muito bem recebida pela crítica, que chegou a ser uma das semi-finalistas do Emmy de Melhor Séries de Comédia. Eu sinto que existe uma certa ‘competição’ entre Family Guy e The Simpsons, onde cada uma tenta provar ser melhor que a outra, mesmo sendo da mesma emissora. Eu como vejo as duas, consigo gostar mais de The Simpsons, mas isso deve-se, provavelmente, ao facto de eu já ter visto todos os episódios d’Os Simpsons, enquanto que Family Guy vi pouco mais que 50.

Stewie é o meu personagem favorito da série e até gosto do Brian, por isso gostei deste episódio. As comédias da FOX são fracas, mas as comédias de animação da mesma são muito boas (também gosto muito de American Dad). Por outro lado, acho o Cleveland um personagem insuportável (nem sei como vão fazer uma série só dele…) e o episódio pecou por isso, mas nada de muito importante. Senti a falta do casal Lois e Peter, que também são bastante engraçados.

Nota: 8,0


Fãs querem Terminator: TSCC às quartas

Outubro 7, 2008

Os fãs de Terminator: The Sarah Connor Chronicles já começaram as campanhas para tentar salvar a série. Além de algumas petições já circularem a Internet, outros fãs criaram uma página onde tentam sensibilizar os visitantes a enviar um e-mail para askfox@fox.com a dizer que desejam que a série seja movida de segunda para quarta-feira.

O principal argumento para tal é que nas quartas-feiras, Terminator teria a ‘ajuda’ de Bones, que é uma das séries mais vistas do canal, além de que às segunda-feiras já não teria a concorrência de dois programas de sucesso: o reality show Dancing With the Stars e a comédia The Big Bang Theory. Eu acho que isso não vai dar em nada, porque a emissora está completamente nas tintas para nós, fãs, que provavelmente nem um final decente teremos.

Mas como nem tudo são más notícias, a FOX pronunciou-se em relação aos rumores de que a produção de Terminator: The Sarah Connor Chronicles tinha parado, pois não confirmou o facto, dizendo que é pura especulação!


The Office (5.01) – Weight Loss

Outubro 7, 2008

Não gostei muito desse episódio. Ele não foi ruim, mas ficou muito aquém do que The Office tem de melhor para nos oferecer. Gostei da campanha de perder peso, mas fazer Michael pegar no pé dos gordinhos no escritório soou como um deja vu, porque já vimos isso antes. Além disso personagens ótimos como Kevin, Stanley, Creed e Meredith não tiveram falas ou participações muito inspiradas. Acho que o que mostraram de Pam foi muito pouco, fiquei os 40 minutos do episódio pensando: “onde está a Pam, mostra a Pam”.

Definitivamente o formato “episódio-duplo” não funciona mais para The Office, é bacana para episódios especiais como os de Natal ou Thanksgiving, mas para episódios ditos “normais“ acho que condensar a comédia em 21 minutos é melhor: preserva apenas as melhores cenas e piadas, e ainda deixa um gostinho de quero mais. Também não gostei de ver Ryan de volta, principalmente como secretário, acho que não colou na história direito, e também achei a aparição de Jam desnecessária, podiam guardar a “volta” dela grávida para um outro momento mais impactante. De qualquer forma, o episódio teve suas horas divertidas, como aquele amigo de Pam mostrando interesse por ela, Holly se mostrando a mulher perfeita para Michael (hilário o rap deles, principalmente com Amy Ryan emprestando todo o seu talento que a fez ser indicada ao Óscar no ano passado para canta-lo).

Também gostei do caso “extra-conjugal” de Angela com Dwight, principalmente quase no final, quando a câmera mostra Angela e Dwight saindo do escritório e Andy rindo sozinho que nem um bobo; Pam na webcam também foi bem engraçado. Achei que Jim foi muito precipitado em sua decisão de pedir Pam em casamento em frente a um posto de gasolina, porém gostei da câmara estar bem longe da cena, realmente meio que dando um pouco de privacidade para o casal, ou meio que longe pois não pode compartilhar aquele momento com eles: é um momento só deles. Isso deu um toque de realidade à cena, como se fosse algo que pudesse realmente estar acontecendo em meio a tantos carros indo e vindo por aquela estrada.

E o final, fantástico, de Toby em um hospital na Costa Rica, que engraçado. Pobre Toby, foi bom ter visto ele e saber que cedo ou tarde ele irá voltar. Só quero saber o que vai acontecer quando ele voltar, pois Holly mostrando interesse por Michael só irá fazer com que este fique com mais raiva ainda de Toby, se ele roubar o lugar dela no RH do escritório.

Nota: 7,0


Private Practice (2.01) – A Family Thing

Outubro 7, 2008

Adorei a volta de Private. A série mudou subtilmente, e de certa forma totalmente, o clima que encontramos na primeira temporada. Quando Shonda Rhimes afirmou que iria mudar a abordagem da série, inserindo mais situações dramáticas nos casos médicos e mais profundidade nas relações entre os personagens, ela não estava a brincar. Acredito que finalmente a roteirista conseguiu acertar a mão, e deu aos antigos fãs de Addison Montgomery – que só decidiram dar uma oportunidade a Private Practice apenas por causa de Addison – aquilo que todos nós esperávamos da série desde o começo: que pelo menos chegasse próximo do que Grey’s Anatomy pois ela (Addison) não poderia ter trocado Seattle por Los Angeles por nada.

Nesse sentido a primeira temporada decepcionou, pois a imagem que tínhamos até o momento do Oceanside Wellness Centre era de uma clínica com um pequeno grupos de pacientes – cujas histórias eram interessantes mas não chegavam aos pés das que apareciam em Grey’s, culpa, acredito, do quase sempre presente teor cómico que envolviam esses pacientes – e um grupo de médicos que mais pareciam estar em colónia de férias do que a trabalhar – convenhamos, eles passavam a maior parte de seus dias sem ter o que fazer! E é exactamente disso que eu gostei nesse season premiere, as atitudes irresponsáveis desses médicos na temporada passada acarretaram consequências gravíssimas que agora ameaçam levar a clínica toda à falência.

Nota: 8,6


Prison Break (4.07) – Five The Hard Way

Outubro 7, 2008

Prison Break regressou aqueles episódios bombásticos da primeira temporada. Alguns factores contribuíram para isso, como Michael e T-Bag trabalharem juntos, muita adrenalina, surpresas, reviravoltas, plantas, armadilhas e suspense. Eu adorei este episódio e é, para mim, o melhor da temporada até agora. Não só resolve algumas pontos soltos como o download da informação do quinto cartão Scylla, o reencontro de T-Bag, o verdadeiro regresso de Gretchen, o confronto de Don com o General, como também abre novas portas para o que está para vir.

Ver Gretchen e Michael a trabalhar juntos poderia ser muito interessante, mas isso significará muito na sua relação com Sara. Além disso, ela agora que descobriu que Michael pode ter um aneurisma cerebral irá reagir de qualquer forma. Sempre que T-Bag consegue elaborar um plano no mínimo executável, há algo que sempre corre mal, mas ele acabará por dar a volta por cima. Ou alguém duvida disso?! Por fim, ainda temos a acção em Las Vegas, a cidade do pecado, onde o gadget-man dá-se mal. Agora, ou eles pegam mesmo o sexto cartão Scylla, ou então o plano vai por água abaixo.

Nota: 9,3


Heroes (3.04) – I Am Become Death

Outubro 7, 2008

Depois de ver este quarto episódio da terceira temporada de Heroes, tenho uma dúvida que eu acho pertinente: ou isto está mesmo muito bom, ou o bizarro que está a ser apresentado é o maior buraco que Heroes já conseguiu cavar. Estou a gostar, não escondo isso, mas acho que a série está a ir rápido demais, onde demasiadas perguntas estão a ser feitas e o clima adensa-se. Não sei se isso é bom ou mau, mas esperemos que tudo o que seja questionado, seja respondido de forma inteligente e concisa.

Talvez esteja a ser um pouco duro com a série, mas devem concordar comigo quando eu digo que houve uma reviravolta e tanto, principalmente neste episódio. Sylar bonzinho e com um filho, enquanto que Claire mata o tio. O Haitiano volta-se para a face do mal, assim como, aparentemente, Nathan. Peter afinal é dos ‘bons da fita’, mas a nova personagens Daphee não. Mas isso foi no futuro. E que coisas estranhas aconteceram no presente? Hiro desenterra Adam Monroe, Mohinder e Maya vivem uma crise de casal (sim… isso é estranho) e Tracy tenta-se suicidar-se (Nathan e Nikki têm uma tendência para a morte, não é?). Por fim, quero destacar a cena da explosão que está perfeita.

Nota: 8,5