Merlin (1.04) – The Poisoned Chalice

Outubro 12, 2008

Um dos visitantes do Portal disse que a série estava a ficar um bocado infantil. Eu sinceramente, depois de ver este episódio, não concordo. Acho que existe a diferença entre uma série infantil e uma série em que se aborda temas como a fantasia e magia e é isso que precisamos distinguir quando vamos ver um episódio de Merlin. Sou um bocado suspeito para falar porque estou a adorar (adorar mesmo!) a série. Merlin é uma das melhores estreias deste ano e cativa a cada minuto que passa.

Neste episódios temos um seguimento do episódio passado e afirma-se, mais uma vez, que estamos a caminhar para uma história fabulosa e que pode ser bastante explorada. Nimueh volta a dar as caras de modo a tentar matar Merlin e Arthur que correm grande perigo de vida, além de quer começar uma guerra entre dois reinos. O que também faz com que Merlin fique ainda melhor é a banda sonora que, neste episódio, esteve particularmente melhor.

Nota: 8,9

Já repararam no excelente trabalho que os legenders portugueses e brasileiros estão a fazer? A legenda está a sair no próprio dia em que sai o episódio para download! Nós agradecemos, claro…

Pushing Daisies (2.02) – Circus Circus

Outubro 12, 2008

Ora ai está um dos episódios mais divertidos e leves de Pushing Daisies. Daqueles episódios em que o sorriso de orelha a orelha nunca desvanece e fica assim durante 40 minutos. Um episódio em que se mistura comédia, emoção e um caso muito inteligente como Pushing Daisies já nos habituou. Ai… eu adoro os cenários, personagens, tudo. Pushing Daisies, mesmo cansativa por vezes (não foi o caso deste episódio), consegue ser muito superior a outras séries da actualidade.

Circus Circus, como o nome indica, passasse no circo. Durante a primeira temporada, eu pensei quando é que iriam fazer um episódio centrado num circo pois eu sempre pensei que seria algo interessante de se mostrar. E ouviram minhas preces! Foi tudo tão bom… Também gostei das outras histórias, como a da visita da Vivian à Pie Hole e da conversa de Olive e Lilly. Só achei um defeito no episódio: o porquê da não aparição do pai de Ned no mesmo, visto que o outro terminou com essa revelação. Mas isso não é suficiente para deixar de apreciar esta maravilha da televisão.

Nota: 9,1


The Office (5.02) – Business Ethics

Outubro 12, 2008

Adorei esse episódio de The Office, estava com muita saudade dessas brincadeiras que Jim e Pam costumavam aprontar com Dwight. É uma pena que Pam tenha sido deixada de lado nesse episódio, o mesmo com relação a Toby. Mas o bacana é que eles não fizeram falta, o episódio continuou engraçadíssimo, divertido e nonsense mesmo sem eles. Aliás, que sem noção Dwight fazendo xixi na garrafa! Muito bizarro!

E também muito engraçado que ele passou o dia todo tentando se mostrar ético para Jim – aliás, a melhor cena do episódio foi quando Jim começou a falar um monte de sobre Battlestar Gallactica (misturando até Harry Potter e Senhor dos Anéis na história) –, porém no final ele acaba passando 19 minutos fora de sua mesa (com Ângela) e quando Jim o questiona, ele não está mais nem aí para a questão, terminando a cena com uma olhadinha malandra para a câmera.

Outra coisa que precisa ser comentada: os roteiristas não poderiam ter feito uma escolha mais certa ao colocar Holly na série. Ela acrescentou muito à trama, e, acredito, está causando o mesmo impacto que Andy causou quando entrou na série: “quem é esse maluco?”, pensamos na época, e agora repetimos a pergunta com relação à Holly. Além disso ela é um Michael de saias, e é extremamente divertido ver como esses dois são perfeitos um para outro.

Nota: 9,2


Ugly Betty (3.03) – Crimes of Fashion

Outubro 12, 2008

Ugly Betty é uma das séries mais faladas da televisão americana e mais criticadas pelo mundo fora. Contudo, eu continuo a ver a comédia protagonizada por America Ferrera por existirem episódios muito bons como esse que foi transmitido da última quinta-feira que juntou uma espécie de drama, mistério, policial e a comédia habitual de Betty Suarez. Não há dúvidas que esta série consiga nos alegrar nem que seja um pouco, mas consegue.

Eu adoro a tripla Betty, Amanda e Marc. Eles são simplesmente hilariantes cada um por si e então quando estão todos juntos, nem se fala. Depois do excelente final da segundo episódio, todos nós estávamos um pulgas para saber como seria o desfecho desta história. Eu não gostei muito de saber quem era o culpado (preferia que tivesse sido o Daniel Jr.), mas a revelação final de Alexa foi como uma bomba! A história de Hilda com o treinador está a ficar bem chata e ainda bem que não são muitas as cenas entre eles dois.

Nota: 8,6


Lost – Quarta Temporada (2008)

Outubro 12, 2008

E aqui está a última review deste domingo, reviews essas que estavam na gaveta e agora mais pessoas podem ler. Se repararem, foram mais de dez comentários a temporadas diferentes e de diversas séries, com géneros para todos os gostos.

Artigo escrito a 15 de Junho

O início da temporada começou muito bem. Foram-nos apresentados quatro novos importantes personagens, cada um deles com uma história interessante, mas nem sempre bem aproveitada (prefiro pensar que vai ser abordado o assunto na quinta temporada). Dos novos personagens, o meu favorito é o Daniel Faraday. Além de ser perfeitamente interpretado por Jeremy Davies, é o que desperta mais interesse por ser um físico conturbado e com muitas respostas na ponta da língua.

Temos também a história dos Oceanic 6 (pessoas que estavam no avião e sairam da ilha). Já sabíamos no final da terceira temporada que Jack e Kate eram dois deles, e ao longo dos sete primeiros episódios soubemos a identidade dos restantes quatro: Hurley, Sayid, Sun e Aaron. O último mencionado foi alvo de controvérsia por parte de alguns fãs, pois alegavam que Aaron não constava na lista de passageiros. Mesmo depois dos produtores terem confirmado que Aaron era um dos Oceanic 6, as pessoas insistiam em levantar uma polémica completamente desnecessária.

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Damages – Primeira Temporada (2007)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 29 de Junho

Damages é o drama jurídico mais bem escrito, representado e construído que já vi até hoje. Com duas linhas temporais a fazer com que a nossa cabeça se confunda mais a cada episódio, esta série é algo fenomenal. Damages começa com uma cena bem interessante: uma rapariga meia nua sai de um prédio coberta de sangue e pouco tempo depois é presa. O seu nome é Ellen Parsons e seis meses antes vivia uma vida completamente normal e feliz.

Ellen vivia uma relação feliz com o seu futuro noivo David Connor até que Patty Hewes entra na sua vida. Ellen vai trabalhar para o escritório de Patty, uma grande advogada cheia de triunfos na sua carreira, onde entra para o caso de Arthur Frobisher. Arthur Frobisher é um bilionário acusado de fraudes financeiros com 5.000 dos seus empregados. Na firma de Patty todos descobrem que o caso Frobisher não é um simples caso, mas sim uma grande conspiração existente na vida de cada um que os rodeia.

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Battlestar Galactica – Primeira Temporada (2004)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 9 de Junho

Tomei vergonha na cara e parei para ver uma das séries de ficção científica mais aclamadas de sempre: Battlestar Galactica (Versão 2003). Eu disse ficção científica? Desculpem, queria dizer drama, pois a série é algo fora do normal: consegue-nos enganar quanto ao seu formato. E ainda bem. A história de Battlestar Galactica é um bocado complexa (pelo menos para mim). Toda aquela história dos Cylons está muito bem construída e eu acho que as minhas dúvidas são completamente aceitáveis, visto que ainda só vi o primeiro episódio da segunda temporada (um bocado decepcionante, confesso).

Mas não há dúvidas que de episódio para episódio a série vai ficando cada vez melhor. Os últimos foram mesmo muito bons, e a banda sonora da série é fantástica. Além disso, a série está cheia de mulheres lindíssimas como Tricia Helfer e Grace Park. Quanto às interpretações, acho que é o melhor que a série tem. Grandes actores como os interpretes de Adama, a Presidente Roslin e Gaius Baltar fazem da série ainda melhor do que ela já é.

Destaque também para a intérprete de Starbuck que faz um papel muito importante (pelo menos na primeira temporada) e depois de saber que no original de 78 essa personagem era um homem, admiro ainda mais Katte Sackhoff (que também é lindíssima). Nessa primeira temporada tivemos uma season finale que deve ter sido angustiante para aqueles fãs que tiveram de esperar meses pela chegada da nova temporada, devido ao tiro que Adama sofreu. Perceber uma mente Cylon é realmente díficil, e eu ainda não percebi. Espero perceber nas próximas temporadas.

Obrigado ZB e Syrin por me convencerem a ver esta magnífica série.

Nota: 8,9


Dexter – Segunda Temporada (2007)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 12 de Julho

Já me consegui viciar (mais ou menos) na série badalada da Showtime. Mas também vos digo uma coisa: foi uma série difícil de me viciar. Não sei o que é que aconteceu para me fazer não adorar Dexter Morgan e companhia como 90% dos fãs de séries. Na primeira temporada foi o livro que me estragou a surpresa toda, mas e nessa? Foi por não ter de esperar uma semana de ansiedade para ver o próximo episódio? Não sei… apenas sei que apenas na segunda metade desta temporada é que aprendi a gostar verdadeiramente de Dexter, e já não era sem fim!

Começo por vos dizer que acho o desenvolvimento dos acontecimentos de forma gradual e, à semelhança da primeira temporada, as surpresas ficam reservadas apenas para os episódios finais. Outra questão é o facto de a primeira metade da temporada não ter tido nada interessante em termos de flashbacks ou storyles secundárias, e apenas posso destacar que o que realmente me surpreedou foi no episódio 5, ou seja, a busca de Dexter por um dos assassinos da sua mãe.

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Dexter – Primeira Temporada (2006)

Outubro 12, 2008
Artigo escrito a 30 de Junho

Posso dizer que só comecei a gostar cem por cento da série a partir do episódio 11. Mas eu sei perfeitamente o porquê de não me viciar em Dexter: já sabia tudo o que ia acontecer.

Passo a explicar: uma coisa que gosto muito de fazer é ler tudo o que é livro antes ver a adaptação televisiva. Isso acontece com Harry Potter, o Código Da Vinci, entre outras obras, o que revela, após ver a versão da televisão, que estamos perante algo pessimamente criado. Ao ler o livro de Dexter antes de ver a série, confrontei-me com a pior coisa de sempre: spoilers sobre quem é o ITK, a sua relação com Dexter entre outras coisas. Claro que quando decidi ler o livro, sabia o que me esperava, mas hoje arrependo-me perfeitamente.

Mas a verdade é que, ao contrario de Harry Potter, a adaptação para o pequeno ecrã de Dexter está mais bem conseguida que no livro. A complexidade do personagem principal está mais patente e melhor construída na série que seja no livro. As storylines dos personagens secundários também são interessantes (algumas), o que dá um grande fôlego à trama. Uma das storylines que não gostei foi o divórcio de Batista, que nos proporcionava os momentos mais entediantes desta primeira temporada.

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Heroes – Segundo Volume (2007)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 11 de Março

Apesar da segunda temporada ficar muito aquém da primeira temporada, conseguiu com que eu passasse mais de 6 horas seguidas à frente do computador a ver oito episódios consecutivos. É verdade que nos primeiros 6 episódios, a série ficou muito desabilitada, arrastando-se e sem mudar de assunto. Mas também é preciso reconhecer que a partir do nono episódio, Heroes conseguiu corrigir muitos erros que tinha provocado nos episódios anteriores.

Não me vou estender muito com esse comentário, apenas queria deixar cinco considerações:

  • A minha impressão é que a história da Companhia está um pouco ou tanto confusa. Ainda tenho dúvidas se eles são os “good guys”;
  • Sylar, mesmo sem poderes, consegue ser um vilão muito assustador, mais ainda que Takezo/Adam, personagem esse que foi, além de Elle, o mais bem construído nesta temporada;
  • Suresh é uma personagem do qual já estou farto. Acho que ele já deu o que tinha a dar e todo aquele ar de querer sempre fazer o melhor já chateia;
  • Apesar de muita gente não gostar da Nikki, eu adoro a Nikki, ela não pode morrer assim. Além disso, Ali Larter é a actriz mais bonita de Heroes, e isso certamente dá um bom fôlego à história;
  • Quem não gostou do final de Adam? Eu adorei!

Nota: 7,4


Prison Break – Segunda Temporada (2006)

Outubro 12, 2008
Artigo escrito a 1 de Abril

Nas férias que já terminaram (férias da Páscoa passada), assisti a toda a série Prison Break, e apesar de em termos de qualidade a segunda temporada ser melhor que a terceira, a história foi menos interessante. Nessa temporada, Michael e Lincoln fogem da polícia a sete pés, mas não só. A conspiração d’A Companhia está mais presente nessa temporada que a anterior.

Conhecemos melhor certas personagens, os seus amores, as suas fraquezas, etc.. Mas tenho de admitir que nem sempre foi da melhor maneira. Personagens foram pouco aproveitadas como Abruzzi, que não demorou muito tempo até morrer. Foi realmente uma pena, pois ele era uma das minhas personagens favoritas da primeira temporada. Mónica morre logo no primeiro episódio, mas a sua morte deu um dos melhores momentos dramáticos de toda a série, quando Lincoln “ouve” a sua morte. O encontro de Sucre e Maricruz demora demasiado a acontecer.

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Prison Break – Primeira Temporada (2005)

Outubro 12, 2008
Artigo escrito a 19 de Março

Eu nunca tinha visto Prison Break, mas hoje fico arrependido disso. A primeira temporada da série é simplesmente genial, inteligente e fantástica. A cada episódio assistimos a um desenrolar da fuga de Michael. Confesso que ao início eu pensava “como é que vão «esticar» a história durante 22 episódios simplesmente numa fuga?”. Tive resposta, e da melhor maneira. Prison Break tem uma primeira temporada de cortar a respiração em que Michael assalta um banco, para ir preso de modo a salvar o seu irmão Lincoln de ir para a cadeira electrica. Para que não se esqueça de nada, Michael tatua a própria planta de Fox River no corpo de modo a que nada falhe. Contudo, muitas coisas acontecem até que eles pisem a estrada exterior de Fox River.

A sensação que tenho de Prison Break é que a cada 15 minutos existe um problema que impede a fuga, mas a inteligencia de Michael é tão grande que tudo tem solução. O episódio mais marcante de Prison Break foi o da fuga mesmo. Pode parecer banal ter adorado esse episódio, mas a verdade é que ele foi (quase) perfeito, e isso ninguém pode negar. Outro que gostei foi o episódio em que Lincoln está na cadeira eléctrica e toda a emoção forte em volta do acontecimento. É fabuloso ver os sentimentos que os dois irmãos têm um do outro.

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Kyle XY – Primeira Temporada (2006)

Outubro 12, 2008
Artigo escrito a 29 de Junho

Sempre olhei para Kyle XY como uma série de ficção científica mal construída, e não me perguntem porquê. Porém, depois de várias pessoas me a terem recomendado, decidi dar uma oportunidade ao drama-teen-sci-fi e posso dizer que não me arrependi de ter dado esta oportunidade. Depois de ter terminado Damages, tinha a perfeita noção de que nenhuma série iria, tão cedo, superar o que eu vi no drama judicial do FX, por isso as minhas expectativas não eram muitas. E ainda bem, visto que soube aprecia-la com muita simplicidade, resultando em mais uma série para acompanhar em 2009.

A premissa é algo interessante, mas que eu já tinha visto em outra série: John Doe. Não pude deixar de comparar as duas, mas Kyle ganha porque não tem uma coisa que eu não gosto muito: case of the week (um caso por semana, tipo CSI). XY é mais um drama adolescente sobre a vida de Lori e Josh, uma drama familiar com a família Trager e também algo científico com a suposta amnésia de Kyle.

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Hidden Palms – Primeira Temporada (2007)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 3 de Fevereiro

A série conta a história de um rapaz, Johnny, que assiste ao suicídio do seu pai. Um ano depois, Johnny, a mãe e o padrasto mudam-se para Palm Springs, um cidade onde as festas e o golfe presidem. Tudo corria bem até que Johnny descobre que dorme num quarto em que o ex-namorado da sua agora amada, Greta, suicidou-se lá. Pelo menos era o que se pensava no início… Ao longo dos oito episódio, percebemos que Eddie, o suposto suicida, não se suicidou, mas sim foi assassinado. A grande pergunta era “Quem é o assassino?”.

Muitas pistas vão-se desenvolvendo e criam um suspense agradável de se ver. Apesar do guião se perder um bocado do objectivo principal, esta série soube cativar (pelo menos a mim soube). A cena final de cada episódio deixava sempre alguma pergunta no ar… talvez inquietação. As interpretações foram excelentes! Gostei da interpretação de Sharon Lawrence no papel de Tess Wiatt, uma mulher em que a sua preocupação com a sua imagem remete a um humor característico das mulheres da sua idade.

Na série aprendemos a desconfiar de todos, (eu particularmente desconfiei mais do Cliff, filho de Tess e namorado de Nikki, colega de Johnny). Ele estava em todo o lado, fosse em casa de Liza, Greta ou Johnny. Liza era uma rapariga comum que comunica a Johnny que Eddie foi assassinado. O facto de Johnny ter visto o suicídio do pai, despertou-lhe o sentimento de que tinha de descobrir a verdade acerca da misteriosa morte de Eddie, e descobre…

No fim, Johnny descobre que, depois de Maria (mãe de Eddie) se ter suicidado, foi o pai de Greta a matar Eddie, isto porque Eddie descobriu que a sua mãe e Skip (pai de Greta) andavam juntos… Apesar da série ter um fim pouco completo, pois só Johnny sabe quem é o verdadeiro assassino e este não é preso, Hidden Palms entretém mas com muitos erros devido ao cancelamento precoce.

Nota: 7,6


Pushing Daisies – Primeira Temporada (2007)

Outubro 12, 2008

Artigo escrito a 16 de Março

Pushing Daisies transporta-nos para um mundo completamente cheio de fantasia, onde aprendemos a sonhar. A história é muito engraçada e as interpretações são excelentes. A história corre à volta de Ned que tem o poder de trazer os mortos à vida através do seu toque, mas se essa pessoa tiver viva por mais de um minuto, outra pessoa morre. Também existe outra condição: primeiro toque traz vida, mas o segundo traz morte (para sempre).

Tudo ia bem, Ned ressuscitava vítimas de assassinatos, perguntava-lhes quem lhes matou, descobria o assassino e recebia a devida recompensa, até que chega a vez de que a vítima é o seu amor de infância, o seu primeiro amor. Ned viveu no dilema de um minuto de que a deixava viva e não lhe podia tocar, ou tocava-lhe antes de passar o minuto e tudo ficava como antes. Ele optou pela primeira opção. Como é difícil para ele conviver com Chuck (a vítima que também é o seu amor) e não lhe poder sequer tocar, senão ela morre.

Apesar do “case of the week”, Pushing Daisies leva-nos para algo muito divertido e absolutamente romântico. As cenas entre Ned e Chuck são sempre hilariantes e os dois beijos (um com película aderente e outro dentro de plásticos) a que já assistimos são muito amoroso. Também quero destacar a forma do diálogo (rápido e directo) e as divertidas personagens da série: as tias de Chuck, o detective, Olive e até o patologista. Os flashbacks de Ned também são muito interessantes.

Nota: 8,7