Californication (2.03) – No Way to Treat a Lady

Outubro 17, 2008

Esse episódio foi fraco, muito fraco, e não esperem que o próximo seja bom, pela promo que vi não será tão diferente. A verdade é que como casal Hank e Karen não presta, não combinam e não tem graça, já deveriam ter se separado. O episódio começa com Hank querendo fazer sexo (para variar), até Mia chegar e felizmente acabar com aquela cena chata, detalhe, única aparição de Mia neste episódio. Becca vai para uma nova escola, só de garotas, mas que estranhamente tem um garoto que parece ser uma versão masculina dela, só que versão mais problemática. Enquanto isso Karen vai a casa Sônia para os acertos sobre a casa que vai comprar no leilão, chegando lá o namorado de Sônia, Julian, começa a fazer uns carinhos estranhos em Karen, quase como se estivesse dando em cima dela, e falando um monte de bobagens, e parece que ela curtiu os carinhos.

Agora em Hank, no seu novo e “difícil” emprego de acompanhar um “Rock Star”, ganhar um valor de seis dígitos e nas horas vagas escrever sua biografia, ele revê uma antiga confusão de pouco tempo atrás, Trixie, a prostituta que ele deu em cima e levou para o motel sem saber que era prostituta, e isso lhe custou alguns hematomas e um belo dinheiro de Charlie, enfim, Trixie aparece novamente neste episódio em uma “festa” promovida por Ashby, que insiste que Hank fique com Trixie, já que eles já se conheciam. Hank topa, mas não faz sexo com ela, na verdade ele fica conversando e fazendo as unhas dela, enquanto ela diz a ele que nunca esqueceu dele e que estava esperando ele ligar para os dois saírem juntos, sem ele pagar. Depois um rockeiro babaca chama Trixie para irem para um quarto e Hank volta para a sala. Momentos depois Trixie desce revoltada e com raiva do rockeiro, que ofende ela, Hank não gosta e parte para cima dele, começando uma briga, que é parada por Ashby, com uma escopeta. Depois disso Ashby discute com Hank sobre quem fazia sexo melhor, e o desafia a provar, os dois teriam que transar com Trixie, ali, mas os dois saem no murro e Karen chega e conhece Trixie, descobre que ela dormiu com Hank e vê os dois brigando.

Já Charlie vai parar no ramo pôrno por acidente, quando ele reencontra Daisy e ela diz está com raiva sobre uma proposta que lhe fizeram aceitar, ele não gosta e insiste em ir com ela e discutir os termos com o diretor, achando que ia para o Set de filmagem. Mas quando ele sobe na van ele descobre que o Set e a van são a mesma coisa e acaba presenciando ela trabalhando enquanto discutia com o diretor, que se estressa com ele e manda os dois descerem da van. Charlie parece ter gostado muito de Daisy, a ponto de ajudá-la assim, ou então está querendo uma nova carreira. Eu pessoalmente achei o episódio ridículo, sem graça e Karen foi uma tremenda babaca nele, sempre julgando Hank por erros do passado e por não acreditar no relacionamento dos dois, a série seria muito melhor se voltasse a ser como antes, cada um em seu canto, ou Hank deveria procurar um novo amor. Só recebeu 8 por causa da cena de Charlie que foi ótima, não pelo sexo, mas como ele defendeu a garota e como ele está se virando agora que é um desempregado.

Nota: 8,0

Escrito por: Pedro, do Agente Tabem
Revisado por: Marco


ER (15.03) – The Book of Abby

Outubro 17, 2008

Nem consigo descrever como me senti ao ver a última cena de Abby. O episódio marcou o fim de uma personagem que eu próprio ainda me lembro de episódios de temporadas passadas, por isso emocionou-me mais que a própria morte do outro personagem no primeiro episódio desta décima quinta temporada. Abby merecia um episódio só seu, de modo a finalizar a sua história. Ela teve e muito bem!

Apesar de ter casos médicos pouco interessantes, a verdade é que nem isso estragou a magia do episódio, pelo menos eu prefiro pensar assim. Tal como aconteceu com a despedida de Quentin em One Tree Hill, Abby sai da série de forma emocionante ao ponto de me tirar uma lágrima. Gostei também de ver a relação que ela teve com aquele miúdo. A seguir, segue-se a despedida da mesma, que vale a pena ser vista por todos, que podem relembrar até personagem antigos, na cena em que ela cola o seu nome do cacifo na parede.

Nota: 9,2

Ah, e se não tiverem paciência para ver o vídeo todo, vejam pelo menos a cena da dança que está aos 4 minutos e 30 segundos, pois ela é sublime.


Supernatural (4.05) – Monster Movie

Outubro 17, 2008

Chegou o dia de vermos o produto final daquele que prometia ser um episódio muito bom para alguns e para outros algo completamente horrível. Depois da desilusão que foi o episódio Ghostfacers, o décimo terceiro da temporada passada, as minhas expectativas para Monster Movie estavam mesmo muito baixas e por isso é que a mínima coisa que eu gostava no episódio ao longo dos 40 minutos, já me deixava feliz.

Drácula, Múmia e Lobisomem são os monstros responsáveis por essa homenagem de Eric Kripke aos filmes dos anos 30. A história até que foi porreirinha, mas nada demais. O episódio deve ser visto mais como uma desconstração depois dos intensos episódios anteriores e não como algo que faria sentido, pois tem partes que são completamente descontextualizáveis, como o facto dos irmãos Winchester estarem na Pensilvânia (será que não havia um demónio mais perto deles a fazer das suas? Afinal de contas, pelo que vimos no final da segunda temporada, centenas deles estão à solta).

A montagem de som e de imagem foram bem conseguidas e neste aspecto a produção conseguiu homenagear, perfeitamente, os filmes dos anos 30. Como sempre, os actores principais conseguiram representar bem o que lhes é exigido, sendo acompanhados por também excelentes interpretações dos personagens secundários, principalmente o que fazia de Drácula. A dosagem de comédia acrescentada também foi bem dosada e fez o episódio mais apetecível.

Resumindo, não foi um episódio muito bom e foi um pouco descontextualizado, mas foi bom de se ver, conseguindo cativar o telespectador de uma forma de que o episódio ‘especial’ da temporada passada não conseguiu. Kripke e o resto da equipa fizeram o seu trabalho bem feito, mas mesmo assim não conseguiram com que muita gente visse o episódio, pois a média de telespectadores de Monster Movie foi de apenas 3.06 milhões de telespectadores.

Nota: 8,2


Brothers & Sisters (3.02) – Book Burning

Outubro 17, 2008

Se falei no outro review que B&S preencheu o vazio que Everwood deixou em mim, acho que já dá para desconsiderar esta informação, até por que nunca comparei uma série com a outra, apesar de seus criadores. B&S vêem surpreendendo a cada semana, não somente em números para a emissora mas também em conteúdo e roteiros muito bem estruturados, para um público acredito que procura algo diferente na televisão: Emoções humanas! Manter-se no mercado de séries pode ser um mérito a alguns e a lápide para outros e dramas geralmente precisam ser muito envolventes para cativar e manter este “público televisivo mutante”.

Falando agora deste episódio, um personagem novamente me chamou a atenção e irei falar por que: Robert aka Senador Mcallister! Interessante acompanhar mesmo que de forma sútil o crescimento do Senador, que foi inicialmente se encaixando durante a primeira temporada e que se fixa atualmente como um essencial personagem para esta trama excentricamente encantadora. Desde que perdera as eleições na temporada anterior, achei que não conseguiriam manter a “essência” do personagem, mas já justifico que ele roubou a cena neste episódio,ainda mais (isto vai ser assustador) perante Nora Walker,durante a discussão do jantar para a assistente social. Realmente amo assistir as discussões fervorosas mas esta em particular me surpreendeu demais, por talvez esperar que Sally Field fosse devorar Rob Lowe na atuação, mas não não não, ele bateu de frente feito um titan de igual para igual, seguro e bem posicionado para defender sua esposa, mesmo com as falhas que ela cometera ao escrever o livro sobre a campanha, que álias foi outro “high-light” sem dúvida.

E o que foi a “conference call dos Walkers”, cada um recitando trechos um do outro, simplesmente magicamente espetacular, é inevitável não rir com cada comentário irônico e tendencioso deles. Outra parte que teve seu encanto foi entre Rebecca e Justin, o começo “akward” dele evitando as investidas dela foi realmente impagável. Ele pirando com a Sarah no telefone com a simples possibilidade de “just do it” com a Becca e o melhor como sempre, um Walker realmente não é um Walker senão se intrometer numa conversa e lá vai Tommy chamar o Justin de “pussy” por não querer “just do it” com Becca. Soa como clichê,mas acho que como sempre a série consegue colocar temas como este de forma natural, pois os dois tem histórias de vida um tanto bagunçadas e o fato de respeitarem o que sentem um pelo outro talvez prove a maturidade que este casal precisava adquirir,pelo agora no ínicio deles.

É algo difícil de visualizar hoje em dia, geralmente tudo é tão banalizado, as relações e os vínculos das pessoas que as vezes é até bom acreditar na “magia dos relacionamentos”, soa idiota até para mim dizer isto, por que querendo ou não somos condicionados a pensar que isto é idiota. Espero que coloquem aquele “tempero” na personagem Rebecca, pois de fato Nora não poderia defini-la de melhor forma: Ela é o E no que diz respeito a “mãe dela”, Holly, vamos combinar que neste episódio foi um capítulo apocalíptico de “Nasce uma vilã”. Será que estou querendo ver o “Circo B&S pegar fogo?”

E novamente é dele a frase do episódio: “Sabe a última coisa que você menos gosta nela, então é a que eu mais gosto”. Ou talvez esta que acerca o calcanhar de todos presentes: “Vocês são adultos, cresçam e arrumem um filtro”.

Nota: 9,7

Escrito por: Mary
Revisado por: Marco


Smallville (8.05) – Committed

Outubro 17, 2008

Compromissos e relacionamentos é o mote principal deste episódio que prometia ser muito bom. Contudo, um pouco da magia que o podia envolver foi perdida, mas nada de preocupante e que não nos deixe saborear o episódio. Committed é a prova viva (mais uma) do crescimento da série e do protagonista, Clark Kent. Agora é esperar que a série mantenha o nível que está a manter até agora, depois da mudança de produtores.

Eu esperava ansiosamente pela cena em que o ‘anti-casamenteiro’ perguntava à Lois se ela ama Clark. Numa cena bastante boa, ela responde que sim, o que prova, através do detector de mentiras, ser verdade. Contudo, quando eu pensava que os dois iriam ter uma conversa séria sobre aquilo, ela diz que mentiu e tirou o aparelho do dedo, de modo a não detectar a mentira. Eu fiquei desiludido com o que aconteceu, deixando uma sensação de que voltamos à estaca zero.

Ainda temos mais dois casais presentes e que tiveram ‘direito de antena’: Chloe/Jimmy e Tess/Oliver. Os primeiros comemoram numa festa o seu futuro casamento enquanto que Tess e Oliver continuam num ‘quanto mais me bates, mais gosto de ti’. Até agora, a relação deles (Tess e Oliver) não está cansativa, mas será que isto vai durar muito tempo?

Nota: 8,1