Dexter (3.04) – All in the Family

Outubro 21, 2008

Que episódio mais chato! Um dos piores da série inteira. E antes que me matem deixem-me explicar porquê: caso policial nada cativante, personagens secundários com histórias desisteressantes e se não fosse de toda a história de Dexter e Rita, o episódio teria sido terrível. Felizmente, temos um protagonista que consegue aguentar a série mesmo nos momentos mais aborrecidos!

Nem estou com muita paciência para comentá-lo por tão desinteressante que ele foi para mim, mas há algo que foi bom nele e nisso eu tenho que falar: o casamento de Dexter e Rita! Dexter está a tornar-se cada vez mais humano e, apesar de estar a gostar desta faceta dele, acho que a série pode vir a perder com essa mudança, mas por enquanto a relação ds dois está a crescer de forma certeira. Foi bem interessante aquela cena final em que Dexter diz, pelas suas palavras, que quer construir família com Rita, Astor e Cody.

Nota: 7,3


Prison Break (4.08) – The Price

Outubro 21, 2008

Um terço da temporada já foi e o meu maior medo é que a equipa de Paul consiga continuar com o óptimo ritmo alucinante em que esta temporada está. Vou ter fé e disfrutar ao máximo dos últimos 14 episódios que faltam para terminar a série que conquistou meio mundo. O que mais destaco nesta temporada, além da história em geral que está genial, é o facto de estar a desenvolver muito bem os personagens, mais que nas duas temporadas anteriores.

A doença de Michael começa a abalar quem o rodeia. Sara, que conseguiu dar a volta por cima quando estava em cativeiro com a ajuda de Michelle, contava que a sua relação com Michael tivesse um final feliz, mas não é bem assim. Finalmente Wytt é apreendido pelo gang de Michael e companhia e a reacção de Mahone foi completamente compreensível. Numa cena muito forte, Michael começa a sentir-se mal (psicologicamente) quando o chinês morre, percebendo que ainda é muito novo para falecer e que pode construir uma vida com Sara.

A propósito de Sara, que grande reencontro aquele das duas guerreiras. Agora sim, Gretchen deve ter medo de alguém, e não é da Companhia, mas sim daquela que ela torturou por dias! Já agora, o flashback do início do episódio foi bem interessante, hein?

Nota: 8,9


Brothers & Sisters (3.03) – Tug of War

Outubro 21, 2008

Mais uma vez Brothers & Sisters me deixa vidrada e surpresa com tanta revelações e novas possibilidades. Possibilidades de emprego ou da falta do mesmo, possibilidades de expansão,entre outras. É tempo de conectar-se e viver para si, independente as vezes do papel que você tem na vida do outro as vezes precisamos sim, viver exclusivamente para nós mesmos. Sempre achei que o Tio Saul tivesse essa aura de “mártir” da família, querendo ou não ele sempre viveu a sombra dos Walker e por assim esqueceu de viver sua própria vida. Realmente Sarah disse tudo quando está desabafando sobre a diferença de “Work with her or Work for her”, e realmente não é fácil ficar num mesmo ambiente que a Holly, exemplo claro em uma das primeiras cenas, quando estão todos reunidos na sala falando sobre novas mudanças,sendo a primeira delas a mudança do nome da empresa para Walker Landing, justificada sobre a ótica de reformular a marca perante o mercado e seus fornecedores. Uma jogada mega arriscada, pois a Ojai já tem renome a vários anos. A decisão na verdade partiu do próprio Tommy,o que deixou Sarah e Saul totalmente transtornados. Saul num ato inesperado porém previsível pedi demissão, o que deixa Sarah totalmente indignada.

Foi gostoso ver o papo aberto entre Saul e Nora, a cumplicidade e respeito que eles tem um pelo outro é muito bonita. Totalmente compreensível o real motivo por ele ter saído da Ojai. Provavelmente a personagem feminina que mais admiro, além claro da matriarca Nora, é Sarah, a fibra dela e garra são impressionantes e voltei sem dúvida a enxergá-la desta forma quando terminei de ver este episódio. Ela em diversos momentos carregou a empresa nos bons e também nos ruins,mesmo estando envolvida na crise que rompeu a Ojai Foods no mercado. Sarah mostra que mesmo contrariada com as novas resoluções para a empresa, durante a reunião da diretoria, ela convence de forma brilhante que as mudanças propostas por Tommy são sim arriscadas, mas desde quando a empresa não agiu desta forma e sem dúvida seu pai estivesse presente iria apoiar sem dúvida esta decisão. Incrível a argumentação e a humildade em reconhecer que aquilo será necessário para a empresa. Achei muito bem feita a cena entre Tommy e Sarah, no momento em que ela pedi demissão, a cara de desconsolado que faz mostra que realmente eles funcionam muito bem juntos e que é imprescindível a presença dela ao seu lado, porém como ela mesmo diz: Esses são os seus ideias, sua crença – eu não consigo pensar desta forma, talvez você seja a pessoa indicada a fazer tudo mudar!

Momentos casais também me chamaram a atenção, um deles foi entre o Kevin e Scotty,que se mostra cada vez mais cativante por sinal. Adorei quando eles conversam sobre o que o Kevin vem passando no trabalho, com as reações “homofóbicas” de seu chefe em contra-partida de sua promoção a sócio. Scotty mostra a maturidade que o Kevin ainda precisa atingir em relação a si mesmo, acho simples porém nada simplório a forma como é tratado o relacionamento deles, cada dia mais gosto! O outro é o casal 20, B&J que não consegue convencer mesmo após a tensão pós-guerra que Justin tem que enfrentar ao ser recrutado e também ao fato dele não querer abrir-se sobre esse delicado assunto com ela. Não acho que o casal passe muito além disto, tem muito a ser construído ainda!

Nota: 9,0

Escrito por: Mary
Revisado por: Marco


The Office (5.03) – Baby Shower

Outubro 21, 2008

O que vocês acharam desse episódio? Eu estou na dúvida, gostei de algumas cenas, porém detestei outras. As partes do episódio que eu odiei foram aquelas em que Jan esteve envolvida. Sinceramente, acredito que está mais do que na hora de Jan sair da série, afinal o envolvimento dela com Michael está cada vez mais frio, e as piadas com relação ao bebê dela também não foram muito inspiradas – talvez só a brincadeira com o nome da criança “Ass Turd”. Outra cena que eu não curti muito foram os testes malucos de Dwight para atestar a qualidade do carrinho de bebê de $2.000, as primeiras cenas foram engraçadas, as outras apenas cansativas, soou como uma enrolação mesmo, infelizmente. Ryan foi citado no episódio mas se quer apareceu, o que comprova a minha crença de que ele nunca deveria ter voltado à série, pelo menos não à filial de Scranton. Não há mais nada a se falar de Ryan.

De qualquer forma, adorei aquela cena das fotos de bebês com Andy e Angela; a cena inicial com Dwight, Andy e Michael encenando um parto foram extremamente engraçadas, principalmente Michael comendo a melancia enquanto Dwight vestia suas calças ao fundo. Angela tirando fotos do bebê envolvido em legumes e vegetais também foi cômica. Mas a cena que salvou esse episódio, muito além de Michael e Holly se abraçando, foi o diálogo final entre Jim e Pam. Foi tão bonito pois, mesmo conversando sozinhos, deixando mensagens de voz um para o celular do outro, ambos estavam falando sobre as mesmas coisas, mostrando que de maneira alguma os dois estão “desconectados”. É uma pena ver um casal tão bacana tendo que passar por esse momento chato, só espero que essa temporada de Pam em NY não atrapalhe a relação dos dois, detesto a idéia de que eles possam se separar por algo tão pequeno e temporário.

Nota: 8,2


The Big Bang Theory (2.05) – The Euclid Alternative

Outubro 21, 2008

O episódio dessa semana foi bem melhor, se comparado ao da semana passada. E mais uma vez Sheldon (Jim Parsons) roubou a cena e conseguiu arrancar várias gargalhadas. Primeiramente ele pede a Leonard (Johnny Galecki) uma carona para o trabalho, mas como agora ele está trabalhando a noite em um experimento ele não pode mais dar carona a ele e manda Sheldon ir de ônibus. Os motivos citados por Sheldon para não andar de ônibus são totalmente bizarros, pois onde já se viu alguém utilizar cordas de rapel como cinto de segurança? Realmente é sem noção, e como Sheldon percebe que não vai conseguir nada de Leonard, ele resolve ir até Penny (Kaley Cuoco) e invocar os direitos de sua mais nova amizade: “um favor”. Sheldon é um rapaz muito difícil de lidar, pois ele possui várias manias, conversas e brincadeiras estranhas, ao ponto de irritar tanto Penny durante o caminho até o trabalho que ela acaba deixando ele na rua e vai embora.

Chega a hora de ir embora para casa e como Leonard não pode levá-lo, ele acaba pedindo ajuda de Howard (Simon Helberg) e isso com certeza foi o melhor momento do episódio, pois ouvir o Sheldon gritando na garupa da moto e agarrando Howard daquele jeito foi hilário. Após “quase matar” Howard, ele finalmente consegue uma carona com Raj (Kunal Nyyar). No dia seguinte, Leonard, Penny, Howard e Raj se juntam e fazem uma “intervenção” para que Sheldon aprenda a dirigir e pare de ficar pedindo todos os dias por uma carona. Chegando ao Departamento de Transito, Sheldon acaba conseguindo sua licença provisória depois de tanto perturbar a moça do atendimento com tantas perguntas sobre o teste que ele teria que responder. Ao chegar em casa, Howard prepara Sheldon para usar um simulador de computador antes de pegar em um carro de verdade e logo de cara ele acelera o “seu carro” com tudo até bater nos outros, e para simular uma batida de verdade, Penny acerta uma almofada no rosto de Sheldon e arranca várias gargalhadas.

Depois de muito tentar em seu simulador, Sheldon decide que é vai parar de tentar aprender a dirigir por ser evoluído demais para isso e para não ter mais que pedir carona, ele decide morar em seu escritório até que Leonard termine seu experimento, mas o que nós não sabíamos é que Leonard já havia terminado esse projeto a mais de uma semana atrás. Para terminar, um doa momentos mais engraçados foi quando ao final do episódio, Sheldon foi surpreendido na máquina de refrigerantes por duas faxineiras e estava agindo como se fosse um vampiro, puxando uma capa e saindo correndo. Com certeza esse foi o melhor episódio da temporada até agora, e espero que o próximo continue mantendo o nível ou até mesmo melhore ainda mais.

Nota: 9,5


Merlin (1.05) – Lancelot

Outubro 21, 2008

Merlin é surpreendente mesmo: não só a história que é fabulosa, mas sim a banda sonora e os efeitos especiais. Quando vi o grifo de Merlin, pensei logo no hipogrifo da saga do Harry Potter (Prisioner of Azkaban) e como grande fã do bruxo da WB, apreciei, e muito a cena. Merlin é uma série que ou se gosta muito ou não se gosta devido ao seu público específico, eu por cá gosto muito e vou vê-la todinha.

Neste episódio temos a introdução (e saída?!) de um novo personagem também conhecido por todos nós: Lancelot. Lancelot quer ser um dos cavaleiros de Camelot, contudo, só nobres é que o podem ser. Ai entra Merlin, que ao estar em dívida com o guerreiro, ajuda-o a seguir o seu sonho, sonho este que não dura muito. O interessante de tudo é que temos cada vez mais a sensação que o segredo de Merlin está mais perto de ser descoberto.

Eu tinha dado um 8,3, mas a fúria estava a assombrar-me (culpa dos problemas do PC) e agora que estou mais calmo, acho que devo dar uma nota mais justa.

Nota: 8,5


Heroes (3.06) – Dying of the Light

Outubro 21, 2008

Antes de começar a tecer o meu comentário sobre este episódio de Heroes, quero deixar uma consideração: eu estive sem postar nada durante um dia (domingo) e recebo logo comentários do tipo ‘isso está meio parado’ ou ‘isso está às moscas’. Por favor, tenham paciência e dó de mim! Vocês não têm vida pessoal? Não têm problemas? Se vocês são estudantes, pergunto se vocês não estudam? Felizmente, o problema está quase resolvido e hoje farei reviews de Heroes, Prison Break, Dexter, Merlin e a Márcia já me entregou o review do último episódio exibido de The Office. Amanha, depois do teste de biologia, volto a todo o vapor!

Agora vamos ao episódio. Mais um episódio muito bom de Heroes que começa realmente a afirmar-se (finalmente). Estaria a mentir se dissesse que a temporada estava má, mas mesmo assim acho que existem histórias um bocado forçadas. Gostei de como começou o episódio, com a estratégia de Hiro para salvar Ando. Outra coisa que gostei foi o desenvolvimento da história do Pai Petrelli e o poder dele, assim como a morte de Adam (Yeah!). Agora a missão de Hiro, tem tão de divertida como de tosca.

Nota: 8,7