Private Practice (2.03) – Nothing to Talk About

Outubro 28, 2008

Depois de duas semanas e vários dias sem legenda em português disponível, Private Practice voltou com seu terceiro episódio, chamado “Nothing to Talk About”. Sua trama foi bem interessante, não apresentou grande influência no futuro da série, mas foi boa o bastante para nos deixar com o gostinho de quero mais. Addison passou o dia fazendo cirurgias no St. Ambrose Hospital, e nos fez lembrar de seus dramáticos dias em Grey’s Anatomy, espero continuar vendo Addison trabalhar nesse ambiente, pois é aonde ela se sente mais confortável e tem a chance de mostrar o que saber fazer de melhor.

Além da volta de Dell e mais uma briga entre Naomi e Sam, o destaque do episódio ficou para o caso do menino cuja mãe desconfiava ser um sociopata. A cena em que Violet e ele se encontram na escola do rapaz nos deixou um pouco apreensivos, afinal o menino tinha um taco de baseball nas mãos! Fico a esperar mais episódios com tramas como essa: envolventes, que incluam um pouco de suspense e mudem a vida de nossos personagens de alguma forma.

Nota: 8,7

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True Blood (1.08) – The Fourth Man in the Fire

Outubro 28, 2008

É inexplicável aquilo que sinto quando vejo que já tem legenda do mais recente episódio de True Blood. Eu faço download mesmo na segunda só para não esperar 10 minutos para começar a ver a série. E agora, depois de dois terços da temporada exibida (está quase a acabar a primeira temporada!) tenho aquela sensação de que, mesmo que o episódio seja mais fraco que os anteriores, continua a ser muito bom, estando acima de muitas séries!

The Fourth Man in the Fire é um exemplo disso. Não foi tão intenso como os anteriores, mas mesmo assim teve os seus momentos bem interessantes. Para começar, temos a cena de sexo (ó Sookie, ’tás a ficar como o Jason… ups… esqueci que ele agora já não faz sexo) bem bizarra, após Bill sair debaixo da terra – literalmente – quando todos pensavam que ele já estava morto. Por outro lado, ficamos a conhecer ainda melhor o termo casal entre os dois.

Também os personagens secundários têm o seu destaque. Sam continua mais estranho, aumentando assim as suspeitas para vários enigmas que rondam a cidade. Lafayette anda com um vampiro gay (e com sentimentos) que adora Heroes (não podia deixar de fazer esta piada depois da repercussão que teve o meu review do episódio 3.07 da série), mas só anda com ele para conseguir o sangue de vampiro. Jason e a nova namorada procuram este vampiro para conseguirem o sangue que tanto precisam.

Algo que está a ser soberbamente bem explorado é que afinal não são os vampiros os maus da fita apenas, mas também que os humanos podem ser bem cruéis. Exemplo disso é o facto dos dois anteriormente referidos sacrificarem o pobre homem só para satisfazerem as suas necessidades. Para finalizar, temos mais uma cena maravilhosa que nos deixam ansiosos para o próximo episódio. Por momentos, pensei que o meu DVD tinha parado a imagem e que não era o fim do episódio. Apesar da série ter 55 minutos por episódio, nem dou pelo tempo passar.

Nota: 8,6


Dexter (3.05) – Turning Biminese

Outubro 28, 2008

Da mesma forma que sei dizer mal de um episódio de Dexter, também sei fazer o contrário, quando a série realmente merece. E Turning Biminese merece-o. É este tipo de episódio que faz com que eu continue a ver a série, senão ela já estava arrumada e com teias de aranha. Contudo, em relação ao tema desta temporada, começo a achar que toda a história de Frebbo começa a ficar cansativa e só Miguel Prado salva tudo com a sua relação com Dexter.

Mas isso não tira o mérito que o melhor episódio da temporada conseguiu. Temos, inicialmente, um Dexter mais ausente e distante de Rita. Por sua vez, enquanto Dexter vai matar a sua vítima (ou vítima de Miguel, melhor dizendo), Rita tem o início de um aborto e quer Dexter ao seu lado. Os pensamentos de Dexter são sempre sublimes, ajudando a compreender ainda mais a sua complexa personalidade.

Nota: 9,2


Heroes (3.07) – Eris Quod Sum

Outubro 28, 2008

Heroes tem, actualmente, personagens horrivelmente mal construídos. É incrível a rapidez com que um muda de vilão para bonzinho e de bonzinho para vilão. Vamos lá analisar isso melhor. Sylar sempre foi o maior vilão de Heroes. No início da terceira temporada, ele ficou uma espécie de herói. Agora, depois de 5 minutos de conversa com o pai biológico, volta a ser vilão. Tudo bem que Arthur contou toda a história de que Angella quis matar Sylar, mas está muito forçada esta mudança.

Por outro lado, temos Peter. Ao contrário de Sylar, Peter sempre foi o herói. Quer dizer… nem sempre. Lá para o meio da segunda temporada, ele estava mais burro que nunca (ele não conseguia ler os pensamentos de Adam Monroe?! Por amor de Deus! Poupem-me!). No início da terceira temporada, ele tomou a ‘fome’ de Sylar e tornou-se um vilão e agora, depois dos poderes terem sido roubados pelo pai, volta a ser um dos bonzinhos.

Ha… já para não falar das mortes e ressurreições. De modo a copiar Prison Break (ironia…), Tim Kring tem a habilidade especial de fazer-nos pensar que um personagem morre e depois vemos ele mais vivo que nunca. Um exemplo disso é Maya, que podia ter morrido ali mesmo. Para quê a história de ela ir com Suresh (outro tal que está pior que nunca em termos de personalidade) ser curada se ela podia ter muito bem ter morrido na teia? caro Kring, se acham que este tipo de surpresas ainda colam, estás muito enganado. Acho que agora só fico surpreendido se matarem mesmo um personagem.

Além de Maya, temos ainda Matt e Hiro. Bem que estes dois também podiam ir para o caixão, já que não fazem falta nenhuma. Matt engana Knox de modo a não ser morto, numa cena onde pensamos que era desta que Parkman não regressava. O episódio termina com mais uma aparentemente ‘queda’ de Hiro que, como podemos adivinhar, no próximo episódio já estará a salvar o mundo pela 27288928902 vez. Salvar o mundo… hum… quantas vezes o mundo precisará de ser salvo na série. Começo a pensar que o aquecimento global é o maior dos paraísos do que está para vir neste século (mais uma ironia).

Por fim, e porque o texto já vai longo (o que Heroes me obriga a escrever…), temos, para salvar o episódio, o regresso de Elle. Finalmente, a gaja estava meio perdidinha. Ainda bem que ela regressou em grande forma (nos dois sentidos) e que fez o episódio ainda valer um pouco a pena. Agora a história da dupla Elle-Claire não cola. Os personagens de Heroes perdoam facilmente, hein. Cada vez tenho mais a certeza que esta temporada está pior do que eu imaginava, e que não basta uma historinhas clichés para fazer uma série!

Nota: 7,1