Merlin (1.11) – The Labyrinth of Gedref

Novembro 30, 2008

Faltando apenas três episódios (agora são dois) para o final da temporada (ou série), a história principal deveria se desenvolver neste momento. Apesar disso, ‘The Labyrinth of Gedref’ não cumpre isso, mas mesmo assim não deixa de ser um excelente episódio. E é por isso que eu gosto de Merlin, porque apesar de não fazer algo que eu queria que fizesse nessa altura do campeonato, não consegue desiludir e cria sempre episódios excelentes com uma qualidade de meter inveja a muitas séries que andam por ai.

O décimo primeiro episódio começa de uma forma maravilhosa (todos os episódios, sem excepção, começam sempre da melhor maneira) quando Arthur mata o unicórnio. Para quem viu o vídeo promocional, sabia que Camelot iria ser atacada após essa morte do unicórnio. Para que Camelot seja salva, Arthur tem de cumprir alguns testes e a prova final consiste em arriscar a sua vida para salvar Merlin. Os guionistas da série estão a ser muito inteligentes ao transmitir ao telespectador o facto da feitiçaria ser algo terrível segundo Uther e Arthur. Adivinha-se dois grandes episódios pela frente.

Viram o vídeo promocional do próximo episódio? Será desta que Uther morre? Eu acho que sim! Vamos ter fé que ele morra mesmo e que na season finale tenhamos a ascensão de Arthur ao trono e a descoberta do segredo de Merlin.

Nota: 8,8


Cinema: Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest (2006)

Novembro 30, 2008

Não me matem por dizer isso: até hoje, só tinha visto o primeiro filme dos Piratas das Caraíbas. E este segundo é muito bom de se ver. Tal como em Harry Potter, os filmes de piratas de Johnny Depp são longos, muito longos, mas fáceis de se ver. Ao longo dos 150 minutos desta sequela, o aborrecimento foi um sentimento que não foi despertado. Desta vez, o Capitão Jack Sparrow e os seus piratas têm de enfrentar o temível Davy Jones, homem este a quem Sparrow está endividado.

Gostei deste filme (e se bem me lembro o primeiro também tem esta faceta) devido à descontracção que nos é transmitida pelos personagem. O estilo cómico é algo que fica muito bem neste Cofre do Homem Morto e ter um protagonista como o Johnny Depp é uma mais valia. Agora espero ansiosamente pelo terceiro (quando acabou o filme da TVCine 1 fui logo a correr ver o trailer do próximo) que devo ver já no próximo fim-de-semana. Também é de louvar os efeitos especiais que fazem ver algo estrondosamente bem feito.

O final já deixa um gostinho do que vem a seguir. Como será que Jack vai escapar daquela criatura? Como será usado o coração do Davy Jones? Será que o Capitão Barbossa vai conduzir bem esta missão? Espero obter estas e outras respostas no próximo filme da saga (Nos Confins do Mundo).


Cinema: Wall•E (2008)

Novembro 30, 2008

Este fim-de-semana foi praticamente tirado para ver filmes. Primeiro Saw, seguido de Horton e o Mundo dos Quem, depois foi The Simpsons, Wall-E, Piratas das Caraíbas – O Cofre do Homem Morto e ainda tenho alguns guardados (007 – Quantum of Solace, Space Chimps e Eagle Eye) para ver em breve. Confesso que tem sido um fim-de-semana espectacular pois nenhum dos que vi até agora me desiludiu. E Wall-E está quase no topo desta lista. Mas que grande animação!

Há que louvar toda a equipe por detrás de Wall-E pela ousadia em criar um filme onde os diálogos, algo fundamental para uma longa-metragem, são quase inexistentes. Ao início não estava a simpatizar muito com o filme, mas quando chegou a robot Eve mudei logo de opinião. Apesar de ser um filme de animação, Wall-E destaca-se por trazer uma crítica sobre o futuro do nosso planeta. E é essa a melhor vertente do filme, que desperta consciências que talvez outro filme não conseguiria. Esta é mais uma pérola do cinema deste ano e que ficará recordado nos próximos anos.


Cinema: The Simpsons Movie (2007)

Novembro 30, 2008

Quando o filme saiu nos cinemas o ano passado, eu, como fã incondicional de The Simpsons, fui a correr para a Internet e vi-lo com uma qualidade horrível (até via pessoas a levantarem-se no filme, pois era a versão CaM acho eu). Mas o meu esforço foi recompensado quando ganhei o DVD original num passatempo e hoje decidi rever a película. Não há dúvidas que o filme não é nada mais que um episódio alongado, mas mesmo assim é sempre bom ver a família mais amarela da televisão.

Tudo foi criticado, desde a política, homossexualidade, ambiente e até a religião, mas são os pequenos detalhes como os créditos finais em que a família Simpson está no cinema, a frase inicial do Bart que diz ‘Não vou piratear este filme’ ou a suposta propaganda da FOX para as quartas-feiras que fazem disto uma obra prima. Para terminar, devo dizer que arrisquei ver a versão portuguesa (áudio) e confesso que não achei mau. Depois de 19 temporadas com as vozes originais (americanas), pensei que iria estranhar mais, mas nem por isso.

Sabem o que era mesmo bom? Era terem colocado o spider-pig para personagem recorrente desta vigésima temporada de The Simpsons.


Cinema: Saw (2004)

Novembro 29, 2008

Agora sim… agora percebo o porquê de todo o sucesso envolto na saga Saw. Este filme foi simplesmente perfeito do início ao fim! Fiquei com arrepios da forma como acabou e ainda bem que desta vez vi acompanhado. O filme começa com dois homens presos numa casa de banho ‘pré-histórica’ em que o jogo vai começar em breve. Quando Dr. Lawrence percebe que tem que matar Adam, ainda não sabia o que lhe aguardava. Tal como ele diz, o Jigsaw não é um assassino mas obriga os outros a cometerem tantas loucuras que levam até ao término da sua vida.

Eu quando vi que o Ben de Lost era o suposto Jigsaw e sabendo que no quinto filme não era ele mas sim um velho, várias teorias vieram à minha mente: será ele o filho do Jigsaw do quinto filme? Ou será que é apenas ele (o do Saw V) uns anos atrás? Vocês não imaginam a minha surpresa quando vi aquele final. Estava à espera de tudo menos daquilo. E foi então que tudo faz sentido. Saw é um dos filmes de terror mais inteligentes que eu alguma vez vi e entrou para a lista dos meus favoritos. Ele prende a pessoa ao ecrã durante 1h30 sem parar. É absolutamente fabuloso!

Já agora, o que acharam do novo header/cabeçalho do Portal? Quero agradecer ao Rafael por tê-lo feito. Eu adorei!


Cinema: High School Musical 3: Senior Year (2008)

Novembro 29, 2008

This is the last time to make it right…

Hoje fui assistir HSM 3 no cinema e realmente me surpreendi com a dimensão que essa história tomou.
Um simples filme infanto-juvenil do Canal Disney se transformando numa madura produção para o cinema. Acompanhei todos os filmes e é notório o crescimento da história,tanto no grau de dificuldade das coreografias e das músicas quanto na atuação dos atores, que não são dignas de nenhum “OWWW NOSSAA”, mas valem a pena. HSM cumpre aquilo que se propôs fazer, agradar e fazer sorrir por mais simples que seja. Como uma boa adoradora de musicais da Broadway e num geral, HSM está bem longe de ser considerado um grande musical para mim, porém vejo que ele entrega perfeitamente bem o fim da saga dos Wildcats e da proposta de seus criadores.

Senior Year: aquele período turbulento que eu,você e qualquer um passa, passou ou passará na vida. A fase que temos que decidir nosso futuro, errando ou acertando somos obrigados a enxergar aquele nebuloso e escuro caminho da vida adulta. Troy, Gabriella e seus colegas do East High School estão perante essas decisivas escolhas, além de lidarem com a organização do último musical da escola, uma homenagem a eles próprios e tudo que conquistaram ali, juntos como um time! Momentos que me fizeram vibrar, como a remontagem “Ala Broadway” com a Sharpay e o Ryan, eles realmente sabem roubar a cena, brilhantemente bem construída de um jeito meio Fossy +Chicago + All that Jazz e etc. As analogias as grandes metrópoles no mundo e todo o charme que eles conseguem dar a seus personagens excêntricos.

Agora entendo porque ofereceram o papel para o Remake de “Footlose” pro Zach Efron (Troy)… Ele tem a energia e empolgação que o Kevin Bacon deu ao personagem no musical original. Só ainda acho que se a Vanessa Hudges (Gabriella) fizesse um teste na frente do Simon Cowell, coitada, acho que ele colocaria tampões no ouvido! Eu particularmente detesto este estilo de voz nasalada e superficial, não sinto que ela canta e tira algo de dentro dela, algo sincero. Ao contrário de alguns personagens secundários no filme, como o Corbin Bleu (Chad) e a Monique Coleman (Taylor), no caso os melhores amigos dos protagonistas, eles sim acho que trazem algo de diferente, mesmo tendo pouco destaque.

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The Mentalist (1.08) – The Thin Red Line

Novembro 29, 2008

Sabia que este sentimento não ia demorar muito a chegar. Definitivamente, séries policiais não é o meu género favorito. Eu tento gostar, a sério, mas prefiro um bom drama ou até ficção científica, sem menosprezar um comédia com piada, a um caso de policias. The Mentalist entra, assim, em risco para ser uma das próximas canceladas do Portal de Séries, fazendo companhia a House e CSI. The Thin Red Line até que não foi um mau episódio comparado com o sexto (de há duas semanas), mas aquilo me fez gostar da série não está mais presente, sei lá, acho que a fórmula já se começa a gastar e ainda nem a metade da temporada estamos. Vamos ver o que vem na próxima semana e esperemos que seja algo de bom, senão vai ser cancelamento certo. Afinal de contas, com tanta coisa boa para ver, temos de ir desistindo de algumas, mas custa sempre um pouco. Acabei por falar mais do meu sentimento pela série que do episódio em si. Gostei das piadas de Patrick, como sempre, mas como o melhor é sempre guardado para o final, devo dizer que o facto de que Patrick deixa o bebé com os avós foi um final perfeito para o episódio.

Nota: 7,9

Nível de Risco: 4/5


Um Mundo Catita (1.01) – Corneto

Novembro 29, 2008

Eu no passado domingo não tive oportunidade de ver Um Mundo Catita na RTP2. Esperei para que o episódio fosse parar ao YouTube para ver como a série descrita como ‘do mais parecido com a HBO que foi feito em Portugal’ se saia. Eu gostei do resultado final e vou acompanhar os próximos episódios. Vieira é um homem azarado em que o lema de vida é ‘tudo pode piorar’, um músico falhado, com uma vida amorosa ainda pior (até ao ponto de recorrer a prostitutas da terceira idade). Corneto, o personagem secundário mais principal do episódio, de seu nome Corneto, deu um dos melhores momentos de televisão portuguesa até hoje. Adorei a cena em que ele obviamente mente sobre o que despoletou a sua paralisia e o mandou para a cadeira de rodas, assim como quando ele e Vieira vão ao bar e este diz que ‘belo par de man(m)as’. Um Mundo Catita é uma minissérie de seis episódios de 30 minutos cada e podem acompanhar pela RTP2 todos os domingos a partir das 23h50. Quem quiser ver ou rever o primeiro episódio é só ver o vídeo que se segue.

Nota: 8,6


House (5.09) – Last Resort

Novembro 29, 2008

Mais um dia no hospital mas a habitual rotina quebra-se. Um paciente desesperado ameaça House com uma arma para ele descobrir qual a sua doença. Se a premissa principal prometia trazer-nos um episódio perfeitos, a verdade é que ficou aquém das expectativas. Novamente Thirteen recebe destaque entre os três saloios ‘novos’ colegas de House. Gosto da personagem e algo me diz que ela se despede da série no final desta temporada. Thirteen, que nunca deu valor à vida, muda repentinamente de opinião e segue o conselho de Foreman em cuidar-se de si mesma.

Quanto ao caso propriamente dito, eu até estava a gostar de tudo até a cena da radiologia. Como é que House, após conseguir tirar a arma do paciente, volta a dar-lha, arriscando a Thirteen, um refém e até a si próprio? Se Shore queria surpreender pela positiva com esta espécie de ‘reviravolta’, é bom que fique claro que teve o efeito contrário. Mas isso não tira o mérito que foi construído na primeira meia-hora e a nota que foi dar é merecida. Mas podia ter sido melhor… muito melhor.

Nota: 9,0


True Blood (1.12) – You'll Be the Death of Me

Novembro 29, 2008

Eu já tinha visto o final no domingo através de Live Streaming, mas nada melhor que ver com legendas. O que esta season finale fez-me lembrar foi o estilo com que Lost acaba as suas temporadas: alguns segredos chocantes são revelados, grande adrenalina e muitas, mas mesmo muitas perguntas são deixadas em aberto para o próximo ano. E eu adoro isso, por isso achei sensacional! Contudo, estava à espera de poder dar um 10, mas não seria justo.

Jason está burro como sempre. Eu no início até que não gostava dele, mas acho que a personagem vai ter um história de jeito depois de entrar para aquele clube anti-vampiro. Tara continua com aquela estranha que a tirou da cadeia. Estava à espera de mais revelações desta sujeita, mas enganei-me. Apenas sabemos que ela voltou por Sam e que este agora está a fugir da cidade.

A história do assassino foi perfeita. Rene, um personagem que nunca daria muita importância, conseguiu criar verdadeiros momentos de medo. Parecia que estava a ver uma daquelas perseguições de um filme de terror. Bill pressente que Sookie precisa de ajuda e sai, de dia, para auxiliá-la. A cena em que ele é queimado é fabulosa, e só mesmo a HBO para ousar desta forma. Gostei de como tudo terminou: Rene com a pá no pescoço, o mesmo sítio que ele usava para matar as suas vítimas.

Por fim temos um grande leque de questões para uma segunda temporada que regressa no Verão americano (Junho ou Julho). O que aconteceu com Lafayette? Será ele que estava no carro do policia? Quem será o novo assassino de Bon Temps? Para onde Sam está a ir? Quem é a mulher misteriosa? Muitas perguntas que deverão ser respondidas no próximo ano. A espera vai ser longa. Ainda bem que tem Lost para preencher este vazio que foi deixado hoje.

Nota: 9,6

SEASON FINALE


Fringe (1.09) – The Dreamscape

Novembro 28, 2008

Parece que depois daquelas três semanas de descanso, Fringe voltou num nível excelente que já não se via desde o piloto. A volta da Massive Dynamics deu uma lufada de ar fresco que a série tanto precisava e conseguiu criar aquele que foi o episódio mais cativante desde do início da série (talvez à excepção do primeiro episódio). Temos de aplaudir J.J. Abrams e a sua equipa por criarem inícios de episódios maravilhosos, criando logo uma expectativa do que vem por aí.

Desta vez, o episódio começa com umas borboletas (finalmente sabemos o significado das borboletas e dos sapos que vinham nos posters promocionais) a atacar um funcionário da Massive Dynamics. A única coisa que me deixou de pé atrás foi o facto de Olivia ir outra vez para o tanque. Esperemos que a situação não se repita por muitas e muitas vezes. Mas nada bate a história de Christian Shepard… er… desculpem… John Scott. Aquele final em que John diz que a viu no restaurante foi mesmo muito bom, mas não em deixou ansioso pelo próximo, pois sabemos que esta história não vai ser tratada para já.

Agora imaginemos: se Olivia quer entrar nas memórias de John e descobrir tudo sobre a Massive Dynamics, e sabendo que ele é uma espécie de capanga da empresa, o que será que John vai fazer quando vir Olivia ‘vasculhar’ estas memórias? Isso sim deixa-me ansioso por ver o que se segue! E acabei por não falar muito da história de Peter, que começa finalmente a desenvolver-se.

Nota: 9,2


Worst Week (1.08) – The Cake

Novembro 28, 2008

Mais um episódio de Worst Week; mais 20 minutos de pura diversão! Esta comédia é demais mesmo. E a fórmula, que tem demonstrado ser sempre a mesma, ainda não ficou gasta. É muito bom ver. Um dos pontos positivos das comédias são as participações/personagens novos que uma série pode ter. Desta vez tivemos os sogros de Melanie, que são tão divertidos como o resto dos personagens. A cena em que Sam está no meio de vidros partidos foi demais, mas a cena em que Sam tropeça e cai em cima do bolo foi hilariante. Será que o casamento é no próximo episódio? Já se fala no dia quase desde do piloto e até agora nada. Mas ainda bem que a série não é maçante e mesmo que seja só na season finale, estarei aqui para ver o que antecipa.

Nota: 8,8


Terminator: TSCC (2.10) – Strange Things Happen at the One Two Point

Novembro 28, 2008

Se a série não tivesse tido temporada completa, acho que Terminator ficaria estragada pois quase todos os episódios até agora têm sido importantes. Claro que tudo seria resolvido a um ritmo alucinante, mas assim está mesmo no ponto certo. Depois de sabermos que nada nem ninguém pode alterar o futuro, ou seja, aquilo que Sarah e companhia estão a fazer é como uma missão impossível, somos levados para uma história que se relaciona directamente com a Skynet.

Por um lado, temos a história de Catherine e o seu projecto Babylon. Assim que o James fala com um sujeito com inteligência artificial, veio logo à minha cabeça a imagem do Cromatine. E era ele mesmo, por isso o final não teve assim uma grande surpresa para mim. Descobrimos que Riley tem um passado (ou um futuro) mais misterioso que nós pensávamos, assim como a namorada de Derek que pode vir a tornar-se uma ameaça neste plano dos Connor.

Nota: 8,5


Estreias TVP: Prison Break (T4) e Flashpoint (T1) a 1/Jan!

Novembro 27, 2008

Parabéns canais FOX por trazeres temporadas recentes para a televisão portuguesa. Se já tivemos a estreia da segunda de Dirty Sexy Money (MOV), a quinta de House (FOX), a quinta de Grey’s Anatomy (FOX Life) e temos a segunda temporada de Terminator: The Sarah Connor Chronicles (FOX Next) para breve. Pelos canais públicos, mais propriamente pela RTP2, já estrou a segunda temporada de Lipstick Jungle e o telefilme de 24, transmitido no último domingo nos Estados Unidos, já vai ser emitido pela RTP 2 na próxima quarta-feira. Estamos mesmo a evoluir!

Depois de anunciar a terceira temporada de Heroes já para Dezembro, a FOX enviou-nos uma nova informação: o primeiro dia do ano vai ser em grande. Vamos ter a estreia da magnífica quarta temporada de Prison Break às 21h30 e como se isso ainda não bastasse, estreia pela primeira vez em Portugal a série canadense Flashpoint, no mesmo dia, mas às 22h20. Para quem quiser ver ou rever a terceira temporada de Prison Break na FOX, pode fazê-lo durante o último dia de 2008 a partir das 21h30. O grupo FIC ainda adiantou-nos que os restantes 7 episódios de Burn Notice (T2) serão transmitidos em Abril, pois a segunda parte da segunda temporada só estreia em 2009 nos Estados Unidos.


Friday Night Lights (3.07) – Keeping Up Appearences

Novembro 27, 2008

Mais um episódio bem acima da média de FNL, na minha opinião, “Keeping Up Appearences”, foi um dos melhores episódios da temporada, cheio de momentos emocionantes. Espero que os episódios continuem assim, e se a série não for renovada, ela pelo menos seguiu um caminho triunfante até seu fim.

O episódio começa com Buddy reencontrando seus dois filhos que a muito tempo não os viam. Buddy e Tabby são aqueles tipos de adolescente urbano, em que passar um tempo numa cidade pequena e sem muita tecnologia é algo tão ruim quanto à morte. No começo tudo parecia bem, mas após um tempo Buddy descobre que eles ainda guardam um rancor por ele ter traído a mãe deles, e algo que parecia já estar apagado da vida do Buddy, volta à tona fazendo-o se sentir mal consigo mesmo. Mas Lyla conserta tudo mostrando ser uma filha prestativa e cuidadosa com seu pai.

Eric percebe cada vez mais que o Joe tenta controlar a vida do JD, e a pressão que o pai coloca em cima dele, só faz com que piore seu jogo. Taylor logo interfere, e mostra ao JD que não é saudável a relação que o Joe tem com ele, e como um bom treinador, mostra ao JD o caminho para que ele se dê bem, e ele não o desaponta fazendo uma atuação brilhante e levando o time ao estadual.

Billy pede ajuda ao Jason, para que encontrem uma forma de mandar o Tim para a faculdade, mas enquanto ele vai fazendo isso a casa volta a ser o problema mais uma vez. Os rapazes considerando o preço da casa muito alto para ser vendida facilmente, discutem com Jason, que consegue fazê-los enxergar que cada um precisa do dinheiro, principalmente ele, que vê sua família cada vez mais distante, e sua situação financeira péssima para os padrões que a família da Erin tem. No fim das contas, eles conseguem uma oferta pela casa, e a cena mais emocionante do episódio nos é mostrada, o vídeo feito pelo Street em que conta um pouco da história do Riggins, mostrando algumas jogadas e uma entrevista com o Eric e Billy (com certeza esse vídeo vai fazer o Riggins entrar numa faculdade!). No fim ainda vemos uma emocionante conversa entre Jason e Lyla em que ela, percebendo que ele está partindo, fica muito triste, afinal os dois tiveram um relacionamento muito profundo. Mesmo assim, ela ainda passa confiança e auto-estima pra ele, afinal Jason é uma pessoa muito determinada, e com certeza vai nos deixar muitas saudades.

Nota: 9,5