Brothers & Sisters (3.05) – You Get What You Need

Novembro 2, 2008

Agora posso dizer, esse realmente foi um bom episódio, daqueles que traz todo o tipo de expectativa e emoção. É legal ver a motivação e o engajamento da Nora com seu novo projeto, com ela preparando os slides para a os “possíveis investidores” e realmente é ótimo vê-la fazendo algo exclusivamente para ela e não para os filhos. Outra personagem que sempre me cativou de sua maneira mais disfuncional foi Sarah, agora desempregada tendo que lidar com essa “inédita” situação de dedicar-se 24hrs aos seus filhos, que por sinal estão mais terríveis que nunca, também eles tem que aproveitar o tempo com a mamis deles, certo!? Percebi que faz tempo que não falo do casal 20 e neste episódio vemos que Becca confessa a Justin que ela descobriu sobre os documentos do “novo R dos Walkers” gerando mais conflito entre o casal, porém ela o convence que ele deve confiar em sua decisão de tratar isto diretamente com sua mãe, até por que elas estabeleceram um “pacto de confiança e honestidade”.

Até é engraçado ver o que isto gera, meio clichê, meio previsível mas talvez tenha sido a saída correta para terminar com essa “sexual tension” entre os pombinhos e realmente “fight sex over real sex” parece funcionar no mundo das séries. E em relação ao caso “R dos Walkers” os dois tem uma tirada ótima para resolver o impasse, afinal por que brigarem por uma briga que nem pertence a eles e por que não colocarem suas mães ” face to face” para resolverem mais este problema conjugal do falecido William. Adoro um bom conflito entre essas duas, a maneira com que ela se esfaqueiam sem ao menos usarem uma faca é inacreditável, mas é claro que faltou voar bebida e comida na cara uma da outra mas elas ainda não perderam o jeito em lidar com situações assim.

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Hex – Primeira Temporada (2004)

Novembro 2, 2008

Estava eu hoje desesperado à procura de uma série britânica para ver de uma lufada só. Claro que tinha de ser uma temporada pequena e quando vi que a primeira de Hex só tinha 5 episódios (o piloto é de duas horas), fiquei entusiasmado. Fui procurar pela Internet a sinopse da série e interessei-me logo.

Esta horripilante história é ambientada em um remoto Internato Inglês. Uma tímida jovem chamada Cassie anseia transformar-se na rapariga mais popular da universidade. Por sorte ou desgraça, encontra um antigo objecto vodu que lhe proporciona poderes assustadores, fazendo com que os seus desejos se transformem, imediatamente, em realidade. Cassandra “Cassie” Hughes (Christina Cole) realmente é amada apenas pela sua melhor amiga, Thelma (Jemima Rooper). Ela fica assustada com as forças que a assombram, mas no obstante, começa a usar suas novas habilidades para manipular as pessoas e situações. Seguida de perto por Azazeal (Michael Fassbender), o líder de um grupo de anjos caídos chamados de Nefelins, o destino de Cassie muda para pior após Thelma ser raptada e sacrificada. Mas as esperanças de Cassie são reavivadas quando Thelma retorna como um fantasma, determinada a protege-la dos poderes que tentam destruí-la.

Skins (motivo de eu querer ver uma série inglesa hoje) é uma obra-prima a comparar com Hex, mas esta série também consegue cativar o telespectador. Depende da pessoa também, pois o género é muito específico e nem toda a gente gosta de série sobre bruxaria e afins. Os personagens não são lá grandes coisas, mas existem alguns que conseguem trazer grandes momentos, como o caso de Thelma quando percebe que poderá perder Cassie para sempre.

Hex é uma série da SkyOne e foi transmitida nos Estados Unidos pela BBC America. A primeira temporada é constituída por cinco episódios e a segunda por treze. Agradeço a quem já viu a série que não solte muitos spoilers caso for para comentar o artigo. O final da primeira temporada deixou um grande cliffhanger para uma segunda época que tem tudo para ser melhor que a primeira. Veremos no próximo fim-de-semana.

Nota: 7,7


Brothers & Sisters (3.04) – Everything Must Go

Novembro 2, 2008

Tive que me ausentar das reviews durante as ultimas semanas, por isto estou três episódios atrasada. Estive sem dormir direito grande parte pela correria da faculdade e pela entrega de meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), sei que isto não justifica minha ausência, mas aqui estou eu novamente com os reviews. Não foi meu episódio favorito até agora, mas também não foi dos piores existentes. Tivemos alguns momentos como o início da reaproximação de Holly e Becca, o pacto do “no more lies” entre elas e se isto será realmente efetivado. Achei sútil e engraçado ver Saul, Sarah e Kevin na beira da piscina tomando sol como se fosse algo natural e comum a se fazer em plena semana. Por falar em Kevin, algo muito chocante acontece neste episódio, pois vemos que o Robert está procurando um novo substituto para Kitty em sua equipe e nada parece dar muito certo até que a vaga é oferecida ao Kevin, sim o advogado democrata liberal. Bem inusitado certo, um democrata trabalhar para um republicano. Vamos ver aonde esta história vai parar, pois é nítido as diferenças políticas e pessoais que ambos tem.

Engraçado como vemos alguns personagens saírem do limbo, mesmo que seja durante uma cena e este foi o caso da Julia, que sempre foi a sombra esposa de Tommy, aquela que tinha duas ou três linhas por episódio e mesmo assim não trazia muita relevância.Talvez o momento “high light” dela tenha sido durante a gravidez e a perda de um dos gêmeos, porém fora isto é realmente difícil vê-la como uma personagem efetiva, mas gostei que neste episódio ela mostrou que pode ir além durante a conversa na cozinha com a Sarah, a respeito de sua briga com o Tommy, conversa que foi responsável pela reaproximação dos irmãos e que sem dúvida foi uma das cenas mais lindas. O momento em que eles começam a abrir a famosa cápsula do tempo, acho bem diferente esta tradição norte americana em arquivar itens materiais importantes de suas vidas e enterra-los para abrirem 20, 30 anos depois. Eu fiz junto com a turma da faculdade uma espécie de cápsula, na qual cada um teve escrever uma carta dizendo o que imagina do curso e do que seria quando concluíssemos os 04 anos de estudo, engraçado que é bem o que mostra a história “tudo teve que passar”, independente de como encaramos e vivemos isto.

Como o próprio nome diz, algumas coisas devem realmente ir, nos deixar realmente. Mas sabemos que com os Walkers as coisas não funcionam na prática. O episódio gira em torno principalmente da nova ideia empreendedora de Nora para criar uma Instituição sem fim lucráticos para ajudar crianças e jovens doentes, porém para isto ela precisa de um espaço para montar seu escritório e claro precisa de $$$ para iniciar o projeto! Muito comum nas casas americanas são aquelas garagens que mais servem para “porta tranqueira” do que para ser efetivamente uma garagem. E lá encontra-se diversos objetos pessoais de cada integrante da família, especialmente do finado patriarca, William. Interessante ver o conflito entre Justin e Nora a respeito dos pertences do pai, quando ela decide fazer uma “Garage Sale”. Novamente vemos que a Sally Field nasceu para ser uma matriarca, a verdadeira Sra.Walker. Achei extremamente sincero e impactante quando ela diz que tinha acreditado em algum momento que a Holly possa ter dado a ele o que ela não tenha conseguido. Mas ela percebe que nada era diferente, que na verdade ele não a amou e não amou Holly. Ele era simplesmente um traidor! E incrível como a história vira no momento em que Justin está contando o dinheiro de toda a arrecadação do bazar, e ela diz tão dilaceradamente “Its all gone”, a expressão e a sinceridade do momento deixam cada vez mais explicito que ela é o coração da série, por mais pentelha e neurótica que possa parecer por vezes, ela é a alma da trama.

Nota: 8,0

Escrito por: Mary
Revisado por: Marco


The Office (5.05) – Employee Transfer

Novembro 2, 2008

Este episódio marcou a saída oficial de Amy Ryan – intérprete de Holly – de The Office. Porém acredito que é consenso geral que ela deveria ficar pelo menos por mais dois episódios, pois sua química com Steve Carell estava rendendo cenas muito boas entre os dois. Portanto a história do episódio girou em torno da mudança de Holly para outra filial da Dunder Mifflin – a oito horas de distância de Scranton. Além disso, tivemos Jim encontrando seus dois irmãos – tão inconvenientes quanto Michael – e Pam, em Nova York, para celebrar o noivado dos dois. Particularmente não achei as cenas envolvendo o casal tão engraçadas, porém há gosto para tudo.

No escritório, Dwight decidiu se candidatar à Universidade Cornwell, aonde Andy se formou, deixando o último muito irritado com tal afronta e levando à genial cena final em que Andy entrevista Dwight como representante de Cornwell e, logo em seguida, quando Andy se veste de fazendeiro e alega que suas beterrabas são as melhores do estado. Porém, a melhor cena do episódio nada teve a ver com o enredo apresentado acima. Aconteceu logo no início, quando todos estavam fantasiados para o Halloween, tanto com Dwight e Creed vestidos de Coringa, quando com Pam pagando mico com sua fantasia de Charles Chaplin, pois era a única fantasiada em seu local de trabalho.

Nota: 8,9


Supernatural e One Tree Hill são as preferidas dos fãs

Novembro 2, 2008

O site WBNX está a fazer uma sondagem para saber qual a série favorita dos fãs das séries do canal norte-americano CW. Está claramente à mostra que Supernatural é a série preferida pela grande maioria, com 70% dos votos. A seguir tem o reality show America’s Next Top Model que costuma ter elevados níveis de audiência na CW. A série que está em segundo lugar (excluindo ANTP) é o drama One Tree Hill que já vai na sexta temporada e a sua renovação é 99,9% certa (os outros 0,1% fica por conta da confirmação oficial).

Os números ainda revelam que Gossip Girl e 90210, as séries que recebem quase todo o ‘carinho’ dado pela emissora aos seus produtos, não estão assim tão famosas como se pensava. Aliás, Privileged, uma série que quase não sabemos que existe, quase que ultrapassa 90210. Smallville já não tem tantos fãs como tinha mas continua a ser a série mais vista da CW em termos de audiência. Lembrando que toda a gente pode votar e que isso não se restringe apenas ao público americano. E os números são bem conclusivos porque já votaram 1.052.767 pessoas.

Eu não posso viver sem…?

Gossip Girl 12,690 1%
One Tree Hill 93,126 9%
90210 2,349 0%
Privileged 2,345 0%
America’s Next Top Model 201,163 19%
Smallville 8,466 1%
Supernatural 732,628 70%

Samantha Who? – Primeira Temporada (2007)

Novembro 2, 2008

De modo a encontrar algo que não deixasse tanto aquele vazio depois do cancelamento de Aliens in America, decidi ver Samantha Who?, pois o formato é igual à série da CW: comédia de 20 minutos, com personagens divertidos e sem as risadas de fundo habituais em sitcoms. A série não é absolutamente hilariante, mas é muito boa de se ver e alegra o telespectador quando este quer. É preciso ver a série descontraídamente e sem pensar muito no que se está a ver, pois assim é que a essência nos é transmitida.

Samantha Newly é uma mulher que sofre um acidente e fica com amnésia. Para piorar a situação, ela descobre que afinal no passado não era uma boa pessoas e muita gente odeia-a. Aos poucos, Samantha vai tendo recordações da sua vida e percebe o quanto necessita de mudar. A premissa é muito interessante e original. Não admira que seja uma das séries mais vistas, actualmente, nos Estados Unidos.

Os personagens são quase todos carismáticos (eu não gosto do Todd, acho ele muito chato), mas ninguém bate a protagonista. O papel foi feito para Christina Applegate, que interpreta uma Samantha divertidíssima e em cada cena dela já dá para ter um sorriso na cara. Os personagens secundários também são engraçados, principalmente a Dena e a mãe dela, em que a actriz até levou um Emmy (merecido) pelo seu trabalho na série. Esta é uma série que não é uma obra-prima, mas mesmo assim recomendo.

Nota: 8,1