George Clooney vai voltar a ER!

Novembro 6, 2008

Depois de alguns rumores de que o famoso actor de Hollywood não estaria disposto a voltar ao County General Hospital, finalmente surge a notícia de que ele irá participar na última temporada de ER. Clooney interpretou Dr. Doug Ross durante as primeiras cinco temporadas da série e voltou no final da sexta para uma participação especial. Foi a série da NBC que o lançou para o cinema, pois os principais filmes dele só aconteceu após a sua participação em ER, e o ajudou a ser a celebridade que é hoje em dia. Quem confirma é o actor Noah Wyle que diz que George disse-lhe que se a agenda o permitisse, ele voltaria ao hospital mais famoso da televisão.

Mas para quem não sabe, George não está sozinho. Noah Wyle foi o actor que mais episódio gravou da série, num total de 249 (segundo o imdb). Wyle, tal como Clooney, esteve na série desde o início e ficou até à 11.ª temporada e alguns episódios da segunda. Noah vai voltar este ano para quatro episódios finais. Anthony Edwards, que gravou 180 episódios, vai voltar em flashbacks já na próxima semana. A sua carreira pro ER finalizou-se em 2002, na oitava temporada, após o seu personagem, Dr. Mark Greene, morrer de um tumor cerebral.


Damages regressa a 7 de Janeiro

Novembro 6, 2008

Damages tornou-se numa das minhas séries favoritas. Vi a primeira temporada de um assentada e a série é algo fora do normal, pois é muito inteligente, actores soberbos, uma história fabulosa, tudo o que um fã de séries pode desejar. Não é por acaso que Glenn Close aceitou ingressar esse elenco; ela teve consciência no que se estava a meter e a série só ganhou com a sua presença como protagonista. Close interpreta Patty Hewes, uma advogada sem escrúpulos que nem o telespectador a conhece verdadeiramente.

A segunda temporada já tem data para regressar. Infelizmente a série não voltou na fall season, mas já falta pouco. A 7 de Janeiro de 2009, Patty e Ellen prometem trazer mais uma história tensa de se viver, com verdadeiros momentos dramáticos e arrepiantes que a primeira temporada nos habituou. Marcia Gay Harden, uma nova actriz no elenco principal de Damages, promete altos confrontos com Hewes, como podem ver pela imagem acima (a primeira imagem divulgada e única até agora da segunda temporada).

A seguir pode ver um teaser que foi lançado hoje. Se ainda não viu a série, não veja o vídeo pois este contém spoilers sobre o final do primeiro ano. Contudo, faça outra coisa: começa logo, já, neste momento, sem esperar mais, a fazer download de Damages, pois vale muito a pena. A série terá reviews aqui no Portal elaborados por mim.


One Tree Hill (6.09) – Sympathy for the Devil

Novembro 6, 2008

Algo que One Tree Hill tem conseguido e muito bem nesta temporada é que nenhum personagem seja desinteressante. Até a história de amor entre Lucas e Peyton está a ser boa de se seguir, sem ser muito maçadora. Jamie continua aquela criança que todos os pais gostariam de ter. Brooke está mais adulta que nunca mas sempre com o carisma que a distingue das outras personagens. Haley e Nathan estão vivendo uma vida de casal e apoiam-se um ao outro mais que nunca. Dan voltou com as suas frases irónicas e bem conseguidas. Só sinto mesmo falta é da Deb e do Skills, e também já mereciamos uma visita da Karen que anda meio desaparecida há muito tempo.

Este foi mais um episódio muito bom desta sexta temporada que está a ser bem cativante e sólida (algo que aprecio nas séries). Depois da revelação de que Peyton conhecia o produtor do filme de Lucas, temos alguns flashbacks de como tudo aconteceu em Los Angeles. Jamie entra no mundo do capitalismo quando Sam lhe dá umas dicas de como vender algo por um preço maior e fazer lucro. Nathan volta a ter um jogo de slamball, mas tudo acaba mal quando um jogador adversário o empurra contra um vidro. Eu só pensei ‘NÃO! AGAIN, NÃO!’. Felizmente foi só um susto e tudo acabou em bem. Eu adoro as cenas que envolvem o slamball.

Brooke continua a ter a sua vida meia complicada por causa de Sam. A cena em que as duas vão à escola e Sam deixa a máquina dos aperitivos aberta para toda a gente consumir de graça foi hilariante. ‘Eu não sou uma má mãe’ disse Brooke ao mesmo tempo que tirava um saco de guloseimas ou aperitivos (não dava para ver bem). Também a relação com Owen continua a fortalecer e agora os dois já são namorados. Por fim temos Lucas a tentar escrever a cena em que Keith morre após ser baleado por Dan. Muito boa a cena em que Dan diz que o irmão foi um herói e que em cada boa história, existe sempre um vilão, e na dele (Lucas), o vilão era ele.

Nota: 8,9


Friday Night Lights (3.04) – Hello, Goodbye

Novembro 6, 2008

Hello, Goodbye foi um episódio sem jogo, mas que nem por isso conseguiu ser ruim. Tivemos uma storyline muito importante, bem longa e finalmente concluída que foi a do Smash. Tivemos também a inclusão de mais um personagem que promete abalar o rumo que a história vinha tomando. Vamos ao episódio. Logo de cara conhecemos o novo personagem, Cash é um cowboy, por profissão e conquista a atenção de Tyra facilmente, afinal ele é o tipo perfeito de cara que a família Colette idolatra. Não podia ser diferente e logo Tyra se envolve com ele e Landry é deixado para trás (mais uma vez), é difícil ser o Landry, ele sempre se ferra sem motivo. Será que Landry vai aceitar isso facilmente?

A mãe do Matt chegou causando muita confusão na família, querendo fazer parte dela, como se nada tivesse acontecido, mas apesar de toda a briga ela consegue, com que o Matt aceite sua ajuda. Apesar de entendermos o que o Matt sente, se pararmos para pensar um pouco, também entenderemos a sua mãe. Ela o abandonou? Ok, mas ela se arrepende disso, e voltou para ajudar o Matt justamente porque não sabia que ele estava tão sozinho. Se você se colocar no lugar dele e ver todas as suas obrigações, com certeza irá no mínimo enlouquecer. Um fato que achei interessante foi o de que Loraine não estava tão caduca ao ponto de só pensar nela mesma, ela se preocupou com o Matt deixando suas desavenças de lado para ajudá-lo.

Eu meio que me decepcionei um pouco, com a atitude da Tami, eu pensei que ela admitiria a derrota, mas que fosse falar com sinceridade a importância estúpida que um telão tem, comparado com os problemas que o colégio vem sofrendo. Por outro lado Eric não poderia ter agido de forma mais correta tanto como treinador como pessoa. Além de admitir que o JD é muito melhor que o Matt, ele passa a se preocupar um pouco mais com o JD. Devido à afeição que ele tem pelo Matt resolve dar chances iguais aos dois, e na próximo partida participarão igualmente do jogo.

Depois de muita luta e esforço, o Coach Taylor, finalmente consegue marcar um teste pro Smash, que simplesmente faz uma exibição espetacular aos olhos de seu mentor. Provavelmente Smash deverá deixar a série, pois seu maior objetivo foi alcançado (espero que esteja engando). O que mais marcou esse episódio além do jogo descontraído do Smash com os garotos, foi o discurso entre o Eric e ele, o poder motivacional do Eric vai além da minha compreensão. A frase que marcou o episódio com certeza foi essa, “Right now, right here, god has placed you to do, what you do best. Go all the way!”

Nota: 8,5


The Big Bang Theory (2.06) – The Cooper-Nowitzki Theorem

Novembro 6, 2008

Muito se esperava desse episódio de The Big Bang Theory e com certeza valeu a pena. Nessa semana, o episódio 2.06 – The Cooper-Nowitzki Theorem revelou que Sheldon (Jim Parsons) tem seus fãs. Depois de dar uma palestra na faculdade juntamente com Leonard (Johnny Galecki), Sheldon conhece a aluna Ramona Nowitzki (Riki Lindhome), que é uma grande admiradora de todos os seus trabalhos. Obviamente que ele não sabia que na verdade ela lhe traria grandes mudanças em sua rotina. Tudo começa quando ela se propõe a ajudar Sheldon com seus projetos, e logo depois começa a impedir que ele faça as atividades normais dele, como jogar Halo e Paintball com os rapazes e ler suas revistinhas do Batman.

No princípio ele acha muito bom o fato de ter uma “fã” exclusiva para fazer tudo o que ele quiser, inclusive fazendo o jantar, desencravando as unhas dele. Quando toca a “musiquinha da Yoko Ono” enquanto Sheldon trabalha, podemos ver que ele não quer só saber de trabalho, mas também que precisa se distrair um pouco e passar mais tempo com seus amigos fazendo as coisas que ele está acostumado a praticar todos os dias, e todas as vezes Ramona aparece para estragar tudo. Depois de tanto esforço de Ramona em ajudá-lo, Sheldon finalmente consegue resolver uma teoria que ele tentava a muito tempo. Quando ele pergunta o que poderia fazer por ele para compensar toda essa ajuda, e ela pede que ele coloque o nome de “Cooper-Nowitzki”, ele não consegue e a manda embora. Pouco tempo depois, na cafeteria da faculdade, uma nova aluna chamada Kathy O’Brien (Emily Happer) chega à mesa enquanto os rapazes estão comendo e faz a mesma coisa que Ramona fez, provocando nos rapazes a mesma preocupação que acontecia com a outra menina.

O modo como Penny (Kaley Cuoco) apareceu nesse episódio mostra que finalmente a série está deixando mais de lado o “affair” entre ela e Leonard e partindo mais para a comédia pura mesmo. Acontecendo isso, percebemos que o protagonista principal da série, que é Leonard, não tem mais aparecido tanto quanto Sheldon. Praticamente todas as cenas de comédia ficam por conta dele, e também uma boa parte com Koothrappali (Kunal Nayyar) e Wolowitz (Simon Helberg), mas com o que deveria ser o protagonista principal, não vemos tanta ação e destaque assim para ele. Vamos torcer para que essa situação mude e seja dado um pouco mais de atenção e comédia ao seu personagem.

Nota: 8,9


Tim Kring confessa: Heroes está confuso!

Novembro 6, 2008

Jesse Alexander e Jeph Loeb, dois produtores de Heroes foram demitidos há alguns dias atrás. A razão foi porque, segundo dizem, o trabalho deles não estava satisfatório para a NBC. Já surgiram rumores de que Bryan Fuller, criador e argumentista de Pushing Daisies, poderá regressar à série que ingressou na primeira temporada como produtor, Heroes. Mas isso significa que Pushing Daisies está no fim e é uma pena que Fuller não possa mais trabalhar na série de Ned e companhia, transitando para Heroes… tsc tsc… Heroes. Isso é que é andar de ‘cavalo para burro’.

Depois de várias críticas e de ter despedido os dois produtores acima mencionados, Tim Kring fala sobre a série onde faz um pouco de tudo. Agora o que Kring quer fazer é tornar Heroes numa ‘série mais simplificada, ou seja, menos confusa, desenvolvimento de personagens e com menos cenas bizarras e supérfluas‘, confessa. Também outra boa notícia para os fãs já pouco esperançosos é que o criador da série planeia matar alguns personagens desnecessários (que para mim é renovar o elenco quase todo) de modo a deixar a série mais apetecível.

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