Cinema: Max Payne (2008)

Novembro 13, 2008

Hoje tive visitas aqui em casa e estava a escolher um filme para ver. Fui ver uns sites para fazer download… tsc tsc… o cinema aqui está em obras, portanto… continuando… e escolhi Max Payne por ser um filme bastante recente e até que foi falado. O pior de tudo é que não procurei críticas primeiro (algo que costumo fazer antes de ver um filme) e arrependo-me completamente, pois foram 100 minutos perdidos, quando poderia estar a ver algo de melhor qualidade, como por exemplo Wall*E, que está já aqui para ver.

Max Payne conta a história de um homem com o mesmo nome que procura vingança após a sua mulher e filho serem mortos. É uma adaptação de um famoso jogo de consola (não me perguntem sobre isso pois eu raramente jogo PlayStation), mas um filme confuso (ou eu sou novamente muito burro) e com uma história um bocado forçada. Payne tem que lidar com um grupo de militares que foram sujeitos a experiências anteriormente por causa da sua mulher, Michelle. Um filme para esquecer e uma das piores desilusões do ano, ainda pior que Hancock.


The Big Bang Theory (2.07) – The Panty Piñata Polarization

Novembro 13, 2008

O episódio 2.07 – The Panty Piñata Polarization conseguiu atender as expectativas dos fãs de The Big Bang Theory. Foi um episódio que contou com duas vertentes bem distintas e que mostrou que todos os personagens do elenco estão bastante entrosados. A primeira vertente foi mostrada mais uma vez pelo lado de Sheldon (Jim Parsons) e suas esquisitices peculiares, como sua regra de banimento para com seus amigos caso estes façam algo que lhe desagrade por três vezes consecutivas. A dinâmica apresentada entre Penny (Kaley Cuoco), Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon mostrou-se muito bem trabalhada e com cenas hilárias, como por exemplo quando Penny toca na comida de Sheldon, ou quando ela tenta acessar a internet mas ao invés disso aparece uma mensagem de Sheldon em seu computador, ou também de um papel com o telefone da mãe de Sheldon entregue por Leonard a Penny e que “evitaria uma guerra ainda maior e salvaria milhões de vidas”. A guerra travada por Penny e Sheldon foi realmente sensacional, tendo em vista que cada um trabalhou em sua maneira especial de atrapalhar com a vida do outro, como quando Penny ocupou todas as máquinas de lavar para que Sheldon não pudesse lavar suas roupas no sábado à noite, e em troca Sheldon, usando as leis da Física, arremessou as calcinhas de Penny nos fios de energia da rua. Foi simplesmente maravilhoso o modo como Sheldon pediu desculpas a Penny após sua mãe ter ligado para ele brigando pelo ocorrido.

A outra parte do episódio foi a saga de Raj (Kunnal Nyyar) e Howard (Simon Helberg) para encontrarem o endereço da casa onde as modelos do programa America’s Next Top Model vivem. A partir do primeiro momento em que assistiram ao programa, eles estavam decididos a descobrir esse local e ir até lá para conhecerem as modelos, e para isso desenharam até mesmo uma planta baixa da casa, pegaram a localização dela no “Google Earth” e o endereço no “Google Street View”. Estando com tudo isso em mãos eles acabaram chegando até a casa das modelos, mas para que isso acontecesse não foi nada fácil. Com certeza essa temporada está sendo muito bem aceita até agora pelos fãs, que até mesmo pedem um pouco mais de espaço e publicidade dela na emissora CBS, já que a média de audiência da série é de mais de 9 milhões de telespectadores, algo muito bom para uma série tão nova e instigante como The Big Bang Theory. Vamos aguardar para ver se a emissora se sensibiliza com esse pedido dos fãs e torcer para que essa temporada continue demonstrando o mesmo nível de qualidade que apresentou até agora.

Nota: 9,2


Fringe (1.07) – In Which We Meet Mr. Jones

Novembro 13, 2008

Foram três semanas sem Fringe e confesso que não senti muitas saudades da série. Fringe é algo bem inteligente e muitíssimo bem feito, mas continua a não me cativar. Acho que o principal factor para isso é não ter mais cenas que desenvolva o mistério principal da temporada e sim demasiadas relacionados com o caso que nos é apresentada a cada episódio. E foi por isso que gostei deste regresso, apesar de não ser nada grandioso, mas conseguiu que fosse mostrada um pouco mais de toda a conspiração envolvente.

Uma das melhores coisas da nova série do criador de Lost é a ousadia em mostrar as esquisitices. Por exemplo, já tivemos um olho fora do lugar e um corpo meio transparente, e agora tivemos um coração com um parasita a rondá-lo. Outro ponto positivo são as habituais cenas em que um pormenor é importante: neste episódio apareceu novamento o ‘Observador’, aquele homem careca que apareceu há uns episódios atrás e também no 1.06, a sair de um elevador. O mistério adensasse e espera-se grandes episódios pela frente.

Nota: 8,5


House (5.07) – The Itch

Novembro 13, 2008

Depois de House e Cuddy se terem beijado, esparava mais deste episódio. Muito mais. Acho que só voltarem a ter outro beijo agora na décima temporada. Foi engraçado ver que Wilson quer juntar House a Cuddy fazendo-lhe ciúmes. Ao menos alguém confronta House, pois o facto de ele ser sempre o maior, ninguém lhe dar resposta e ele manipular as pessoas que quer e bem entende sem levar resposta para trás já começa a ser uma fórmula bastante gasta.

O caso médico em si não foi muito interessante, mas teve repercussões positivas. Finalmente Cameron faz jús ao seu nome que está nos créditos iniciais (na abertura da série) e volta com toda a força para um episódio às antigas. Foi muito bom ver ela a trabalhar novamente com a equipa de House e quem sabe ela não será contratada… Também Chase tem mais destaque em The Itch que nos restantes episódios, sendo que a sua relação com Cameron também é abordada.

Nota: 8,2