Friday Night Lights (3.06) – It Ain't Easy Being J.D. McCoy

Novembro 20, 2008

It Ain’t Easy Being J.D. McCoy pelo menos pra mim, foi o episódio mais engraçado de toda a série, e foi uma comédia com uma dosagem perfeita e sem exageros. Passamos a conhecer mais um personagem, a Devin, que acredito eu, vai começar a mexer com o coração do Landry. Como já diz o título do episódio, passamos a conhecer um pouco mais da vida do JD, por ser novato e quarterback, ele sofre um certo tipo de preconceito por parte do time, e se você achava que Buddy era o cara mais fanático por futebol americano, descobrimos que o pai do JD consegue ser muito pior, controlando a vida dele e obrigando ele a viver baseado no jogo, colocando qualquer outra coisa como segundo plano.

Jason se vê passando pelo pior momento de sua vida, além de ver sua mulher e filho indo embora, se vê com problemas com a casa, que é a única é esperança que ele tem, para melhorar de vida, e quando ele se vê na pior, o salvador de qualquer alma perdida, Eric Taylor aparece, e o incentiva a não desistir. O amor que ele sente pela família, que ele demonstrou ao falar com o filho no celular, acaba tocando de alguma forma os seus companheiros, e acredito que mais pra frente, as desavenças serão deixadas de lado.

Tudo indicava que Matt ia continuar naquela vidinha mais ou menos, o time venceu o jogo e nem precisou dele pra isso. Uma das cenas mais legais do episódio foi ver a sua avó reclamando com o treinador, sobre ele não ser titular. Para a alegria de todos os fãs de FNL, Matt fica com Julie, que parece ser o único “porto seguro” dele por enquanto. Incrível, mas todo fim de episódio consegue ser fantástico, seja com uma sequência de cenas emocionantes, ou com uma música triste, ou um pouco dos dois. Não tem como você terminar de ver um episódio já louco para assistir o próximo.

Nota: 8,9


Fringe (1.08) – The Equation

Novembro 20, 2008

Fringe tem duas vertentes: uma boa e uma má. A boa é que consegue ter casos que nós não poderíamos imaginar ser possível e óptimas interpretações dos actores do elenco principal e até dos secundários. A parte má da série é que deixa sempre para trás o caso que deixou em aberto na semana anterior, iniciando um novo a cada semana. Algo que eu nem sei se é bom ou mau é o facto da banda sonora da série ser uma cópia da de Lost e quem disser ao contrário das duas uma: ou defendo Fringe com unhas e dentes ou então precisa de ir comprar um pacote de cotonetes à loja.

Apesar de tudo, The Equation conseguiu ser um dos melhores da temporada até agora. Pelo menos conseguiu cativar-me do início até ao fim, algo que a série já não conseguia há alguns episódios. Mais uma vez temos um final completamente inesperado e com uma ciência inimaginável: ‘atravessar’ o que é sólido! Já vimos isso em Heroes, mas em Fringe tudo é mais realista e explicável. Outra coisa que gostei foi da visita de Walter ao manicómio. Quem será aquele ‘duplo’ que falou com ele enquanto ele estava deitado?

Nota: 8,6


Worst Week (1.07) – The Vows

Novembro 20, 2008

Mais uma semana de azar para Sam. Desta vez ele veste umas cuecas de mulher porque alguns jogadores vestem para dar sorte. Contudo, quando este parte uma chávena, tudo indica que a sorte da cueca só bate à porta dos desportistas e Sam tem assim mais uma tarefa dura pela frente. Quando este vai ao escritório onde ele trabalha, o amigo arranja-lhe uma stripper, stripper essa que leva na sua mochila alguns brinquedos eróticos. Por azar, mais uma vez…, Sam leva a mochila dela por engano para casa.

Também se demonstrou muito engraçada a relação de ciúmes entre Sam e o cunhado. A cena do chá está perfeita. Eu não parei de rir após ele partir (pela segunda vez) a chávena cheia de chá a escaldar. Aí todos descobrem que ele estava a usar as cuecas da Mel e o casamento ficaria, assim, sem quem os casasse. Felizmente a família conseguiu outra casamenteira contudo Sam a confundiu com uma stripper e como seria de esperar, mais uma vez corre tudo mal.

Nota: 8,4


One Tree Hill (6.11) – We Tree

Novembro 20, 2008

Episódios fora do normal… hum… isso não costuma resultar bem em alguns casos e em One Tree Hill não sei o que dizer. Se por um lado os primeiros 20 minutos são uma autêntica palhaçada, os últimos 20 até que foram bem conseguidos. We Tree foi escrito pelo Lucas da série, Chad Michael Murray e é um episódio num estilo dos anos 40. O episódio em si não faz muito sentido e é um autêntico filler, mas tem um final muito bom que promete grandes emoções pela frente.

No sonho de Lucas, temos dois irmãos com um Café da Karen (bem que ela podia ter aparecido neste episódio), um Dan que não é pai desses dois mas sim uma espécie de padrasto de Peyton, Peyton essa que se sente presa. Além disso, contemplamos uma Brooke mais gananciosa e sem escrúpulos do que a ‘verdadeira’, um Mouth bêbado que acaba morto por descobrir que foi Dan quem matou Keith, uma Haley que se apaixona pelo barmen, Nathan, Nathan esse que recebe uma carta para ir para o exército.

Como se isso ainda não bastasse, no final temos uma típica tragédia grega com a morte de Peyton. Lucas acorda assustado quando ela telefona-lhe. Depois de ele dizer para ela nunca o abandonar, ela tem uma espécie de dor no peito, o que pode indicar alguma doença. Eu gosto de One Tree Hill em bons momentos dramáticos, por isso espero que esta história renda um bom ‘peixe’.

Nota: 7,8


Estreias TVP: Grey's Anatomy (T5) na FOX Life

Novembro 20, 2008

A bombástica 5.ª temporada de ‘Anatomia de Grey’ estreia no FOX Life hoje, dia 20 de Novembro, às 21h00 – a série ‘Swingtown’, que estreou neste slot em episódio duplo, passa a ser emitida às 21h50 num só episódio. ‘Anatomia de Grey’ é uma das séries mais aclamadas pela crítica americana, galardoada em 2007 e nomeada em 2008 para Melhor Série Dramática nos Golden Globes, contabilizando ainda múltiplas nomeações para os Emmy Awards. A equipa médica do hospital Seattle Grace regressa ao canal para responder às muitas questões deixadas no ar no final da 4.ª temporada.

Os médicos do Hospital de Seattle Grace lidam com situações de vida ou morte todos os dias e é com o apoio uns dos outros que encontram o conforto, a amizade e, por vezes, algo mais forte. Juntos descobrem que na medicina e nos relacionamentos as dúvidas são muitas e que, em ambos os casos, a vida deve ser levada ao ritmo de “um dia de cada vez”.

Na continuação do primeiro ano como médicos internos, Meredith Grey (Ellen Pompeo, ‘Nobody’s Perfect’), Cristina Yang (Sandra Oh, ‘The Night Listener’), Izzie Stevens (Katherine Heigl. ‘Roswell’) e Alex Karev (Justin Chambers, ‘The Zodiac’) têm agora estagiários a seu cargo, como Lexi Grey (Chyler Leigh, ‘The Practice’), a meia-irmã de Meredith. Esta tornou-se colega de casa e confidente de George O’Malley (T.R. Knight, ‘The Last Request’), que depois de um divórcio com Callie Torres (Sara Ramirez, ‘Chicago’), do fim da relação com Izzie e de ter chumbado o teste para médico interno por apenas um ponto, procura agora trazer a sua vida pessoal e profissional de volta ao rumo certo.

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The Mentalist (1.07) – Seeing Red

Novembro 20, 2008

Seeing Red é um episódio que leva-nos para uma história que já estava a fazer falta na série pois desde do piloto que não tínhamos nenhuma informação detalhada do que aconteceu na noite em que a mulher e a filha de Patrick Jane morreram assassinadas. Agora uma curiosidade: como já devem ter reparado, todos os nomes dos episódios tem a palavra ‘Red’ (vermelho em português) e até o assassino da família de Patrick chama-se Red John.

O caso da semana foi bem mais interessante que o passado. Adoro quando nem suspeito um pouco de quem é o assassino e uma sensação de surpresa no final é do melhor que existe. Uma filha matar a sua própria mãe é bem bizarro, mas nada apontava para isso. Foi muito bom ver que a entrada de uma vidente no episódio consegue um dos melhores finais (senão o melhor) de um episódio de The Mentalist. Todos têm as suas fraquezas e a de Patrick Jane é a sua família que ele, na sua visão, não conseguiu proteger.

Nota: 8,6