Dexter (3.09) – About Last Night

Novembro 26, 2008

É por episódios como esse que ainda vejo Dexter. Eu sei que, mais cedo ou mais tarde, será confrontado com uma qualidade extraordinária que não é mostrada por muitas séries. Começando pela revelação do Skinner. Sinceramente, a revelação em si foi uma das partes que menos gostei em About Last Night. Achei que foi tudo revelado muito simples, estava à espera de uma cena mais… sei lá… surpreendente. Gostei de saber que não era o Quinn e ter uma boa sensação de surpresa.

Dexter está em maus lençóis. Ele criou um monstro, ou ajudou a transformá-lo. Só sei que se avizinha grandes momentos pela frente. Fiquei surpreendido por Dexter ter-se deixado usar sem dar por isso pois ele, desta vez, não teve nenhum dos seus ‘instintos macabros’. O plano de Dexter para deixar Miguel contrangido por matar a advogada foi genial, assim como o plano de Debra salvar Anton. Será o Skinner mais uma vítima de Dexter para o final desta temporada? Esperemos que sim! E claro que vai ser, não é?

Nota: 9,3


One Tree Hill (6.12) – You Have to Be Joking

Novembro 26, 2008

Esta é apenas mais uma série que está a ter uma temporada sensacional. Cada minutos dos 45 que compõem cada capítulo, é do mais fácil de se ver. One Tree Hill dá-nos lições de vida, ajuda-nos a sonhar, a ter objectivos na vida. Isso não é apenas uma série: é uma jornada que aprendemos com a vida dos cinco protagonista. ‘A vida é curta’, diz Peyton. ‘Devemos seguir os nossos sonhos’, diz Nathan. Uma coisa que One Tree Hill (quase) nunca falha é o início e o fim de um episódio. E eu estou a adorar a participação de Quentin!

Hoje tivemos Dawson… ups… Dixon. Ainda bem que mudaram o nome. Até era interessante que a personagem de Van Der Beek fosse o próprio Dawson, até porque ele acabou como produtor, mas ia estragar a personagem construída por Williams durante seis anos como um drogado revolucionário. Foi melhor assim. E que final foi aquele?! Não estava nada à espera do regresso do assassino de Quentin! Já para não falar que não foi Vitoria a destruir a loja de Brooke. Excelente! Já tinha saudades do Jamie.

Nota: 8,9


The Big Bang Theory (2.09) – The White Asparagus Triangulation

Novembro 26, 2008

Dizer que essa 2ª temporada de The Big Bang Theory está excelente é “chover no molhado”, mas como toda série boa ela tem seus episódios bons e ruins, e infelizmente esse episódio 2.09 – The White Asparagus Triangulation não manteve o mesmo nível de outros passados. O episódio começa com Sheldon (Jim Parsons) tentando iniciar uma conversa bem descontraída e cheia de gírias com Penny (Kaley Cuoco) e isso traz momentos bem engraçados. Vimos que durante esse episódio Sheldon se mostrou bastante preocupado com o futuro do relacionamento entre Leonard (Johnny Galecki) e Stephanie (Sara Rue) e busca estar sempre presente em cada momento do casal, para prevenir que Leonard faça alguma coisa errada e eles terminem, já que todas as namoradas dele ficaram com ele em um curtíssimo espaço de tempo.

Não restam dúvidas de que os melhores momentos da série envolvem Sheldon e suas estranhas manias, como quando atrapalhou o jantar romântico que Leonard e Stephanie teriam no apartamento, ou até mesmo quando o casal estava no cinema e Sheldon apareceu para atrapalhar. O momento em que mais dei gargalhadas nesse episódio foi quando Sheldon começou a testar a acústica na sala de cinema para escolher os melhores lugares, pois cada gritinho daqueles era certeza de muitos risos. Howard (Simon Helberg) e Raj (Kunnal Nayyar) estiveram bastante apagados nesse episódio e nem conseguiram ter muitas oportunidades de fazerem os fãs se divertir mais um pouco com todo o grupo reunido, pois sempre que estão todos em cena eles conseguem arrancar vários risos.

Quando Sheldon pediu ajuda para Leonard abrir um vidro e este acabou cortando a mão, essa cena só mostrou que a interação entre os dois está ótima, mas que é notório o destaque de um ser maior sobre o outro. De tanto Sheldon interferir no relacionamento de Leonard, chega um momento em que Sheldon invade o perfil de Leonard no Facebook e muda seu status de relacionamento sem sua autorização e fica muito preocupado com o que Stephanie irá pensar disso, mas quando percebe que ela também mudou o seu status, Sheldon ainda brinca dizendo que “mandou bem”, mostrando que ele realmente domina todas as principais ações de comédia da série com seu jeito estranho e bem sarcástico. Mais uma vez lembrando de que esse, em minha opinião, foi um episódio atípico, pois não teve o mesmo nível de comédia dos anteriores, mas que a série é assim mesmo, com momentos em alta e baixa na opinião dos fãs.

Nota: 8,6


Heroes (3.10) – The Eclipse – Parte 1

Novembro 26, 2008

Desde meados da temporada que eu não tenho parado de dizer que Villains é um volume confuso e talvez o pior dos três, mas este Eclipse veio dar um novo ar à série. Gostei muito desta primeira parte de The Eclipse que abre vários caminhos para uma segunda parte ainda melhor. Se o primeiro eclipse deu os poderes aos Heróis e também aos Vilões, este segundo está a tirar-lhes. É muito interessante ver como eles conseguem sobreviver sem eles: se não tens doce de amora, tens de contentar-te com marmelada.

Finalmente HRG regressa pois a sua participação estava meio perdida. Ver Arthur desesperado foi tão bom… mas tão bom… que queria que ele morresse naquele eclipse. A Tracy continua a ser uma das piores personagens desta temporada (sai uma Maya – mas parece que ela vai voltar por causa da pesquisa do Suresh – e entra uma Nikki Versão 3.0). Gostei da história do Haitiano e do poder do irmão dele (afinal Tim Kring ainda tem alguma originalidade). E o Hiro… bem… é o Hiro!

Nota: 8,9


Prison Break (4.12) – Selfless

Novembro 26, 2008

Depois do espantoso final do episódio passada, adivinhava-se que este seria Selfness seria muito bom. Mas não… não foi muito bom… foi simplesmente perfeito. Impressionante como o guionista da série pensou em tudo neste plano e não nos deixou pensar que Michael era um burro por não saber do alarme que estava em Scylla. Afinal era tudo um grande plano para que o General viesse até ele e desenrolasse-se os acontecimentos seguintes. Isso é Prison Break no seu melhor, um regresso à primeira temporada de uma forma ainda mais fantástica.

Depois de recuperarem Scylla, estava-me a parecer que tudo corria muito bem e só dizia “que nada corra mal… que nada corra mal… por favor…”, e foi aí que, já estranhando a demora da ambulância, tal como Sara, Self torta-se um verdadeiro traidor na minha cabeça. Fiquei de boca aberta uns quantos segundos! O que será que Michael e companhia vão fazer a partir de agora? Onde entram Gretchen e T-Bag? E a doença de Michael vai ser curada em breve? Isso não sei, só sei que a expressão de desespero e o ‘Não Sei’ do General já valeu pelo episódio todo.

Nota: 10