Cinema: Saw (2004)

Novembro 29, 2008

Agora sim… agora percebo o porquê de todo o sucesso envolto na saga Saw. Este filme foi simplesmente perfeito do início ao fim! Fiquei com arrepios da forma como acabou e ainda bem que desta vez vi acompanhado. O filme começa com dois homens presos numa casa de banho ‘pré-histórica’ em que o jogo vai começar em breve. Quando Dr. Lawrence percebe que tem que matar Adam, ainda não sabia o que lhe aguardava. Tal como ele diz, o Jigsaw não é um assassino mas obriga os outros a cometerem tantas loucuras que levam até ao término da sua vida.

Eu quando vi que o Ben de Lost era o suposto Jigsaw e sabendo que no quinto filme não era ele mas sim um velho, várias teorias vieram à minha mente: será ele o filho do Jigsaw do quinto filme? Ou será que é apenas ele (o do Saw V) uns anos atrás? Vocês não imaginam a minha surpresa quando vi aquele final. Estava à espera de tudo menos daquilo. E foi então que tudo faz sentido. Saw é um dos filmes de terror mais inteligentes que eu alguma vez vi e entrou para a lista dos meus favoritos. Ele prende a pessoa ao ecrã durante 1h30 sem parar. É absolutamente fabuloso!

Já agora, o que acharam do novo header/cabeçalho do Portal? Quero agradecer ao Rafael por tê-lo feito. Eu adorei!


Cinema: High School Musical 3: Senior Year (2008)

Novembro 29, 2008

This is the last time to make it right…

Hoje fui assistir HSM 3 no cinema e realmente me surpreendi com a dimensão que essa história tomou.
Um simples filme infanto-juvenil do Canal Disney se transformando numa madura produção para o cinema. Acompanhei todos os filmes e é notório o crescimento da história,tanto no grau de dificuldade das coreografias e das músicas quanto na atuação dos atores, que não são dignas de nenhum “OWWW NOSSAA”, mas valem a pena. HSM cumpre aquilo que se propôs fazer, agradar e fazer sorrir por mais simples que seja. Como uma boa adoradora de musicais da Broadway e num geral, HSM está bem longe de ser considerado um grande musical para mim, porém vejo que ele entrega perfeitamente bem o fim da saga dos Wildcats e da proposta de seus criadores.

Senior Year: aquele período turbulento que eu,você e qualquer um passa, passou ou passará na vida. A fase que temos que decidir nosso futuro, errando ou acertando somos obrigados a enxergar aquele nebuloso e escuro caminho da vida adulta. Troy, Gabriella e seus colegas do East High School estão perante essas decisivas escolhas, além de lidarem com a organização do último musical da escola, uma homenagem a eles próprios e tudo que conquistaram ali, juntos como um time! Momentos que me fizeram vibrar, como a remontagem “Ala Broadway” com a Sharpay e o Ryan, eles realmente sabem roubar a cena, brilhantemente bem construída de um jeito meio Fossy +Chicago + All that Jazz e etc. As analogias as grandes metrópoles no mundo e todo o charme que eles conseguem dar a seus personagens excêntricos.

Agora entendo porque ofereceram o papel para o Remake de “Footlose” pro Zach Efron (Troy)… Ele tem a energia e empolgação que o Kevin Bacon deu ao personagem no musical original. Só ainda acho que se a Vanessa Hudges (Gabriella) fizesse um teste na frente do Simon Cowell, coitada, acho que ele colocaria tampões no ouvido! Eu particularmente detesto este estilo de voz nasalada e superficial, não sinto que ela canta e tira algo de dentro dela, algo sincero. Ao contrário de alguns personagens secundários no filme, como o Corbin Bleu (Chad) e a Monique Coleman (Taylor), no caso os melhores amigos dos protagonistas, eles sim acho que trazem algo de diferente, mesmo tendo pouco destaque.

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The Mentalist (1.08) – The Thin Red Line

Novembro 29, 2008

Sabia que este sentimento não ia demorar muito a chegar. Definitivamente, séries policiais não é o meu género favorito. Eu tento gostar, a sério, mas prefiro um bom drama ou até ficção científica, sem menosprezar um comédia com piada, a um caso de policias. The Mentalist entra, assim, em risco para ser uma das próximas canceladas do Portal de Séries, fazendo companhia a House e CSI. The Thin Red Line até que não foi um mau episódio comparado com o sexto (de há duas semanas), mas aquilo me fez gostar da série não está mais presente, sei lá, acho que a fórmula já se começa a gastar e ainda nem a metade da temporada estamos. Vamos ver o que vem na próxima semana e esperemos que seja algo de bom, senão vai ser cancelamento certo. Afinal de contas, com tanta coisa boa para ver, temos de ir desistindo de algumas, mas custa sempre um pouco. Acabei por falar mais do meu sentimento pela série que do episódio em si. Gostei das piadas de Patrick, como sempre, mas como o melhor é sempre guardado para o final, devo dizer que o facto de que Patrick deixa o bebé com os avós foi um final perfeito para o episódio.

Nota: 7,9

Nível de Risco: 4/5


Um Mundo Catita (1.01) – Corneto

Novembro 29, 2008

Eu no passado domingo não tive oportunidade de ver Um Mundo Catita na RTP2. Esperei para que o episódio fosse parar ao YouTube para ver como a série descrita como ‘do mais parecido com a HBO que foi feito em Portugal’ se saia. Eu gostei do resultado final e vou acompanhar os próximos episódios. Vieira é um homem azarado em que o lema de vida é ‘tudo pode piorar’, um músico falhado, com uma vida amorosa ainda pior (até ao ponto de recorrer a prostitutas da terceira idade). Corneto, o personagem secundário mais principal do episódio, de seu nome Corneto, deu um dos melhores momentos de televisão portuguesa até hoje. Adorei a cena em que ele obviamente mente sobre o que despoletou a sua paralisia e o mandou para a cadeira de rodas, assim como quando ele e Vieira vão ao bar e este diz que ‘belo par de man(m)as’. Um Mundo Catita é uma minissérie de seis episódios de 30 minutos cada e podem acompanhar pela RTP2 todos os domingos a partir das 23h50. Quem quiser ver ou rever o primeiro episódio é só ver o vídeo que se segue.

Nota: 8,6


House (5.09) – Last Resort

Novembro 29, 2008

Mais um dia no hospital mas a habitual rotina quebra-se. Um paciente desesperado ameaça House com uma arma para ele descobrir qual a sua doença. Se a premissa principal prometia trazer-nos um episódio perfeitos, a verdade é que ficou aquém das expectativas. Novamente Thirteen recebe destaque entre os três saloios ‘novos’ colegas de House. Gosto da personagem e algo me diz que ela se despede da série no final desta temporada. Thirteen, que nunca deu valor à vida, muda repentinamente de opinião e segue o conselho de Foreman em cuidar-se de si mesma.

Quanto ao caso propriamente dito, eu até estava a gostar de tudo até a cena da radiologia. Como é que House, após conseguir tirar a arma do paciente, volta a dar-lha, arriscando a Thirteen, um refém e até a si próprio? Se Shore queria surpreender pela positiva com esta espécie de ‘reviravolta’, é bom que fique claro que teve o efeito contrário. Mas isso não tira o mérito que foi construído na primeira meia-hora e a nota que foi dar é merecida. Mas podia ter sido melhor… muito melhor.

Nota: 9,0


True Blood (1.12) – You'll Be the Death of Me

Novembro 29, 2008

Eu já tinha visto o final no domingo através de Live Streaming, mas nada melhor que ver com legendas. O que esta season finale fez-me lembrar foi o estilo com que Lost acaba as suas temporadas: alguns segredos chocantes são revelados, grande adrenalina e muitas, mas mesmo muitas perguntas são deixadas em aberto para o próximo ano. E eu adoro isso, por isso achei sensacional! Contudo, estava à espera de poder dar um 10, mas não seria justo.

Jason está burro como sempre. Eu no início até que não gostava dele, mas acho que a personagem vai ter um história de jeito depois de entrar para aquele clube anti-vampiro. Tara continua com aquela estranha que a tirou da cadeia. Estava à espera de mais revelações desta sujeita, mas enganei-me. Apenas sabemos que ela voltou por Sam e que este agora está a fugir da cidade.

A história do assassino foi perfeita. Rene, um personagem que nunca daria muita importância, conseguiu criar verdadeiros momentos de medo. Parecia que estava a ver uma daquelas perseguições de um filme de terror. Bill pressente que Sookie precisa de ajuda e sai, de dia, para auxiliá-la. A cena em que ele é queimado é fabulosa, e só mesmo a HBO para ousar desta forma. Gostei de como tudo terminou: Rene com a pá no pescoço, o mesmo sítio que ele usava para matar as suas vítimas.

Por fim temos um grande leque de questões para uma segunda temporada que regressa no Verão americano (Junho ou Julho). O que aconteceu com Lafayette? Será ele que estava no carro do policia? Quem será o novo assassino de Bon Temps? Para onde Sam está a ir? Quem é a mulher misteriosa? Muitas perguntas que deverão ser respondidas no próximo ano. A espera vai ser longa. Ainda bem que tem Lost para preencher este vazio que foi deixado hoje.

Nota: 9,6

SEASON FINALE