Nip/Tuck (5.06) – Damien Sands

Dezembro 31, 2008

snapshot20081231225319Colocar um episódio de Nip/Tuck num formato de reality show é um pouco arriscado mas eu até que gostei. Sempre a seguir um estilo um pouco novelesco, esta série consegue criar bons dramas e um dos mais falados é a relação homossexual de Julia com Olivia. Desde o episódio em que as duas conversam com Liz, apercebemo-nos que esta última tem uma certa inveja de Julia por andar com uma mulher como a Olivia. Entretanto, Sean volta a cair nas garras de Eden, que já percebeu que a melhor forma de conquistá-lo é fazer-se de boazinha. Este não foi um episódio excelente como o anterior, mas gosto do resultado, principalmente pela inovação e desenvolvimento dos personagens.

Nota: 8,1


Battlestar Galactica (4.10) – Revelations

Dezembro 31, 2008

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Crew of Galactica, people of the fleet, this is Admiral Adama.
Three years ago, I promised to lead you to a new home.
We’ve endured a difficult journey.
We’ve all lost, we’ve all suffered, and the truth is I questioned whether this day would ever come.
But today, our journey is at an end.
We have arrived, at Earth.

Euforia. Revolta. Felicidade. Tristeza. Desilusão. Sonhos. Realidade. Perda. Amor. Luta. Consciência. Ao ver este episódio de Battlestar Galactica, tenho a sensação de que isto é do melhor que se faz em televisão. Eu queria tanto chegar à parte de fazer este review e agora faltam-me as palavras. Não sei por onde começar, não sei o que dizer primeiro e muito menos expressar-me. Foi tudo tão perfeito que não me importava de ter isto estendido por uma hora e meia (talvez até fosse melhor).

Ainda com os Cylons, Roslin e o resto do pessoal que está com ela tem a confirmação de que apenas quatro estão na frota. Por onde anda o quinto Cylon? Várias teorias podem ser válidas, como o facto de ele estar na Terra, ou ser uma das pessoas que estava com ela quando ela fez a revelação ou ainda ser alguém morto que pode voltar (Ellen? Billy? Cally?). Uma pergunta que só vai ser respondida a partir daqui a pouco mais de duas semanas (já falta tão pouco!). Para mim, o último Cylon está na Terra e foi ele o responsável por toda esta viagem desde há três anos atrás, uma espécie de Deus.

Mas as revelações, tal como o nome do episódio indica, não ficaram por aqui. Com a ida de D’Anna a Galactica, a tripulação descobre quem são os quatro que viviam em segredo. A revelação é feita por Tigh, aquele que é o Cylon que mais sofreu por ser desta natureza. A revolta que Bill sente ao descobrir a verdade sobre o seu melhor amigo é interpretada de tal grandiosidade que nos faz perceber que há poucos actores como Edward James Olmos e personagens como Bill Adama. Simplesmente sensacional!

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Battlestar Galactica (4.09) – The Hub

Dezembro 30, 2008

snapshot20081230222201Mas que grande momento de televisão. Claro que nem se compara ao seu sucessor, mas ‘The Hub’ é mais uma prova de que Battlestar Galactica é um dos melhores dramas da actualidade. Eu não me farto de dizer isso e nem me quero alongar muito nesta questão de estar maravilhado e blá, blá, blá porque isso eu quero fazer é no review de Revelations. Tendo várias histórias a serem exploradas, vamos começar por aquela mais emocionante: a de Roslin.

Cada vez que a híbrida diz para saltar, a presidente tem uma visão de um possível futuro (?) da sua pessoa. Presa a uma cama, doente terminal de cancro, apenas está rodeada por Bill, Lee, Starbuck e o médico. Resta-nos saber se isso é mesmo o que vai acontecer a ela, a mim parece-se que sim, o final de Battlestar Galactica poderá ser perfeito, mas não vai ser feliz. Enfim, grandes emoções estão para mim e neste momento estou orgulhoso de fazer parte da pequena legião de fãs que acompanham BSG.

A luta entre os Cylons/Humanos e os outros Cylons que desencaixotam D’Anna é um verdadeiro espectáculo a nível visual. Os efeitos visuais desta série é algo mesmo fora do normal, mas à semelhança de ‘Exodus – Part 2’ (episódio 3×04), a produção esmerou-se. O ‘I Love You’ de Roslin, dirigindo-se a Adama, foi talvez o mais sentido e realista que eu já vi em televisão. Uma grande interpretação e uma química enorme entre Edward James Olmos e Mary Mcdonell resulta num momento perfeito.

Nota: 9,4


Private Practice (2.10) – Worlds Apart

Dezembro 30, 2008

O último episódio de Private Practice do ano deixou um pouco a desejar. Não foi um episódio ruim, pois estava no nível dos episódios do início da temporada, porém não acrescentou quase nada de novo na história e, pior, por ser último episódio antes do hiatus de final de ano, o mínimo que se esperava era um gancho que nos fizessem ficar apreensivos para voltar a assistir a série em janeiro, o que não aconteceu.

“Worlds Apart” centrou sua história nos pacientes da clínica e nos dilemas éticos que os cercavam. Addison teve que se decidir entre atender ou não um grupo de prostitudas, mas que se consideravam apenas estudantes em busca de uma renda maior para pagar a própria faculdade. Naomi ficou dividida entre aceitar o desafio de engravidar uma paciente do Dr. Lockhart e trair seus próprios colegas, ou abrir mão do tratamento em nome da clínica. Cooper também ganhou um caso ótimo: a de um menino que sofria nas mãos de um padrasto violento e que foi salvo/seqüestrado pelo próprio pai, pois a mãe se recusava a acreditar no menino, colocando o médico na difícil posição entre denunciá-lo ou não.

Com relação aos médicos as novidades foram a partida de Meg e Kevin, que já não estavam acrescentando muito à série, deixando o caminho aberto para que Addison se envolva com novos homens e Peter assuma seu relacionamento com Violet. A partir desse episódio fica difícil saber o que Private nos reserva quando voltar no dia 8 de janeiro em seu novo horário, nas quintas-feiras após Grey’s Anatomy, porém os vídeos promocionais são promissores. Aguardo vocês no ano que vem, feliz 2009 a todos e até lá!

Nota: 7,5


Saw II (2005)

Dezembro 30, 2008

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Depois do fantástico primeiro filme, era difícil não ter curiosidade para ver o segundo. As expectativas estavam não muito altas pois a missão de ser melhor que a antecessor era impossível, mas também não estavam muito baixas pois já se provou que Saw consegue criar um bom terror, psicológico e físico. E foi com essa expectativa mediana que me surpreendi bastante ao deparar-me com mais uma obra-prima do terror actual.

Jigsaw está de volta e deixa-se apanhar pela polícia de modo a jogar um jogo com Eric, cujo o filho está numa casa com mais seis pessoas também num jogo do Jigsaw. A regra principal é simples: se Eric ficar a falar com o serial killer durante tempo suficiente, verá o seu filho outra vez. Nunca imaginei que estas palavras fizessem tanto sentido ao ver mais um final (tal como o do primeiro filme) absolutamente inesperado.

saw2_10Gosto de ver a forma de assassino que o Jigsaw é, um assassino que não mata as pessoas, apenas fá-las jogar um jogo onde não se pode perder. E entre os vários níveis de dificuldade está uma queda num poço de seringas, entrar num forno, cortar as mãos ao colocá-las num recipiente e um vilão final. Gostei mais do terror deste filme que o do anterior, contudo o anterior mexeu mais com o psicológico dos espectadores, talvez por ter sido a primeira vez com que nos deparávamos com o Jigsaw.

Ainda com três filmes pela frente (agora sei que tenho de rever o Saw V), já estou em pulgas para ver as próximos artimanhas do assassino e como a Amanda, a sua aprendiz, se safa com o mesmo legado. Será difícil combater este segundo filme que se mostrou tão perfeito como o primeiro. Mas eu não me importo porque enquanto houver sangue, boas brincadeiras, um Jigsaw inteligente e um final inesperado vou continuar a ver. Isso até que dava uma boa série de televisão.


Californication – Segunda Temporada (2008)

Dezembro 29, 2008

Californication também terminou nesse mês, juntamente com outras duas séries fantástica de temporadas muito curtas: Dexter e Merlin. Infelizmente não conseguimos cobrir a série aqui no Portal, devido ao já grande número de séries a que assistimos e um pequeno problema com o Caio, que cobriu o começo da série mas teve que abandoná-la por motivos pessoais. Porém pretendo compensar o pequeno erro fazendo um review da segunda temporada dessa comédia da Showtime.

Confesso que no começo da temporada, estava um pouco receosa de que Californication nos traria mais das mesmas coisas que vimos na primeira temporada: Hank transando com todas as mulheres que aparecessem em sua frente. E eu diria que até o episódio 10, estávamos nesse clima. Em poucos episódios Karen terminou novamente com Hank, recusando seu pedido de casamento, o que abriu a possibilidade do eterno galinha para se aventurar em Los Angeles mais uma vez. O surgimento de Lew Ashby, sobre o qual Hank estava escrevendo uma biografia, também só ajudou Hank a se envolver com vários novos tipos de mulheres.

Porém não considerei a temporada boa por isso. Ao contrário, ao romper com Hank mais uma vez, Karen estava terminando com o propósito da série: o de unir o casal novamente. Inclusive, se pensarmos que a primeira temporada só girou em torno de Karen se decidir por Hank ou por seu ex-noivo, Bill, vemos que a segunda temporada não teve a menor pena de jogar tudo isso fora, apenas para que Hank pudesse voltar ter casos aqui e alí. Outra coisa que pouco foi abordada na temporada foi a repercussão do roubo do novo livro de Hank – “Fucking & Punching” – pela filha de Bill, Mia, uma menor com quem Hank tinha transado na primeira temporada, e sobre quem Hank escreveu o livro. A princípio, achei que Hank faria algo para tentar provar que a autoria do livro era sua, porém ele pareceu não estar nem aí – tudo bem que ele não poderia sair gritando por aí que o livro era dele, uma vez que fazer sexo com menores é crime em qualquer lugar do mundo, mas imaginei que ele tentaria achar uma saída para a situação, o que não ocorreu. Os dois motivos, mais a história chatérrima de Charlie e a atriz pornô, Daisy, e a sempre insossa Karen quase me fizeram desistir da temporada, que estava muito repetitiva e pouco inspirada.

Mas resolvi dar uma chance para a série, principalmente por curiosidade de ver se Lew Ashby conseguiria o perdão da mulher de sua vida, Janie; como Hank lidaria com a inesperada gravidez de uma das mulheres com que passou uma noite, Sonja; e por estar achando muito fofo o primeiro romance da filha de Hank, Becca, com Damien. E não me arrependi. A partir do episódio 10, In Utero, Californication começou a se encontrar com o belo flashback de Hank e Karen, mostrando o momento em que ambos descobriram que ela tinha ficado grávida de Becca. A carta que Hank lhe mandou ao fim do episódio foi simples, linda e comovente, e me fez ver com olhos menos críticos Karen, ainda assim a personagem mais desinteressante da série. No episódio seguinte, Blues from Laurel Canyon, tivemos a inesperada e triste morte de Lew Ashby, personagem que aprendi a gostar e que me comoveu ao morrer tão perto de fazer as passes com Janie. Finalmente no último episódio da temporada, La Petite Mort, a série voltou ao seu clima cômico habitual, com a melhor cena da temporada: o nascimento do filho de Sonja – ri muito com a reação de Hank ao ver que a criança não era sua, o que possibilitou a reconciliação entre ele e Karen.

E quando pensei que tínhamos voltado ao estado do começo da temporada: Hank e Karen juntos novamente e Becca sozinha – tinha brigado com o namorado –, fui surpreendida, pois a felicidade da família não durou muito. Karen recebeu uma proposta de trabalho em Nova York, e Hank se dispôs a ficar em Los Angeles para cuidar de Becca e não separá-la de seu namorado – que conseguiu ser perdoado no último momento, pouco antes da família partir para Nova York. É óbvio que isso foi apenas mais uma deixa para que Hank possa continuar galinhando pela cidade na próxima temporada, porém se a série continuar tendo alguns episódios bons como esses três finais, acredito que ela permanecerá interessante o bastante para que seu público continue a acompanhá-la.


Battlestar Galactica (4.08) – Sine Qua Non

Dezembro 29, 2008

snapshot20081229175811Estava tão contente com o rumo da temporada e depois vem um episódio mais fraco como este Sine Qua Non. A história que me desagradou mais foi a de Lee e a sua presidência. Acho que houve muitas cenas de volta disto e se não fosse o Bill Adama, este capítulo teria sido uma verdadeira seca. Gostei da luta entre Bill e Tigh quando ambos de ofendem por causa das suas amadas (mas esta ‘briga’ nem se compara ao grande momento no episódio 4.10). Foi bom ver o comandante Adama no meio do espaço a procurar a presidente. Os dois amam-se e têm uma química incrível! E o reencontro é tão emocionante, mas isso fica para o próximo review.

Nota: 8,1


Burn Notice (2.03) – Trust Me

Dezembro 29, 2008

nova-imagem3Burn Notice cresceu desde que temos a actriz Tricia Helfer na série, pois esta vem trazer uma nova vertente a série. Esta vertente é o Michael saber que Carla é a entrada de novo para o mundo da espionagem, mas não sabe quem ela é, e um bom espião tem de saber com quem está a lidar. Mas essa vertente da série começa a sentir os primeiros desenvolvimentos. Mas vamos ao episódio em si. O episódio começa com a ida de Michael e Sam ao consulado paquistanês, pois, com os conhecimentos adquiridos durante a sua vida de espião, Michael sabe que quase todos os chefes de segurança dos consulados são ex-espiões. E, lá dentro, consegue roubar um ficheiro que servirá de moeda de troca com as informações que Michael quer, ou seja, o disfarce de Carla. Estas informações são conseguidas após algumas artimanhas realizadas por Michael, que deixa o ex-espião entre a espada e a parede.

Mas Burn Notice não só vive da história em trono de Michael, mas sim os casos semanais. E esta semana não é diferente. O caso desta semana e sobre Andy, um rapaz que pediu dinheiro emprestado a um dos “bancos privados” de Miami, ou seja, a uma pessoa que é um mafioso. O problema que se criou é onde ir arranjar a módica quantia de 200,000 dólares, que foram investidos num negócio com um vigarista que enganou Andy e ficou com esses 200 mil dólares. O nome dele é Zeke. E o que o Michael faz para reaver este dinheiro é enganar o enganador. Para isso faz-se passar por um investidor que, com o contributo de “Chuck” Sam, só investirá o seu dinheiro se Zeke também o fizer. Assim consegue descobrir onde esta guardado o dinheiro de Zeke e devolve este ao mafioso, que fica assim com as contas saldadas.

E assim se passou 45 minutos de puro divertimento, pois é disso que trata Burn Notice, uma série onde o divertimento é sempre garantido, nem que seja pelas situações caricatas que Sam se coloca.

Nota: 8,7

Escrito por: Aguerra
Revisado por: Marco


Bones (4.04) – The Finger in the Nest

Dezembro 29, 2008

nova-imagem2Após dois episódios bons, Bones regressa com um episódio que retrata uma das maiores atrocidades que o ser humano comete com o meio animal, as lutas caninas. E todo o episódio se desenrola à volta deste tema, que quanto a mim é reprovável. Mas vamos falar do episódio. Trata-se do assassínio de um veterinário, Dr.Elliot, que é morto por um cão. Durante o decorrer do episódio, sabemos que Dr. Elliot é um defensor dos animais e que foi morto devido a tentar acabar pelas lutas de animais. E o seu assassino é Dr. Hoop, um aspirante a médico, que manda um cão matar o defensor dos cães.

Para além disso, temos duas vertentes tratadas no episódio. A primeira é o receio que Booth demonstra quando o seu filho encontra o dedo que abre a investigação. Após alguns momentos de bom humor e de uma conversa com Dr. Sweets, chegamos a conclusão que o problema não é o dedo, mas sim uma amada que ele tem. A segunda é nova vida de Dr. Hodgins, após o seu término do seu relacionamento com Angela. Hodgins torna-se um homem diferente, o que leva a que vá falar com Sweets. Para além disso, temos mais um candidato a substituição de Zach eliminado, e não me parece que o candidato fixo chegue tão cedo. E assim tivemos mais um episódio bom de Bones, que mantém o nível que nos vem demonstrando.

Nota: 8,0

Escrito por: Aguerra
Revisado por: Marco


Californication – Primeira Temporada (2007)

Dezembro 29, 2008

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Com grandes expectativas, vem uma enorme desilusão. Muitas pessoas diziam para eu ver a primeira temporada de Californication pois valia muito a pena, mas a sensação que tenho é que ela não vale assim tanto a pena. Tem os seus bons momentos, como irei destacar mais à frente, mas não é o suficiente para eu me entusiasmar para ver a segunda época que, pelo que dizem, consegue estragar um pouco o grande final da primeira. E como para mim este final podia muito bem servir de series finale, fico por aqui e quem sabe, num futuro próximo, volte a pegar. Por enquanto, não!

Hank Moody é um grande protagonista, assim como Gregory House é em House e Patrick Jane é em The Mentalist. É aquele típico pensamento de ‘não consigo ver ele encarnado por outro actor’ que eu tenho em relação à personagem de David Duchonvy, mais conhecido por Fox Mulder de The X-Files. As outras duas personagens que eu gostei bastante são aquelas que completam a verdadeira família de Hank: Becca e Karen. A primeira devido aos seus diálogos muito inteligentes e divertidos para a idade dela e a segunda por ser a actriz mais bonita da série.

Como já disse, os diálogos de Becca são excelentes. Pergunto-me como é que não deram mais tempo de antena à sua personagem que é muito mais interessantes que todos os secundários. Quando eu digo todos, é mesmo todos, incluindo Charlie e a sua mulher que vira lésbica de um momento para o outro. Enquanto que a nível de cenas de sexo e da sua ousadia a equipa da série sabe como o fazer, a nível de argumento deixa um pouco a desejar. Karen e o seu casamento com Bill é uma história que se torna aborrecida ao longo da temporada mas que começa a ficar interessante para o final, principalmente o desfecho que foi excelente.

A filha de Bill, Mia, é uma das coisinhas mais irritantes da série. Eu sei que cada série tem o seu vilão, mas ela é chata, não é lá muito bonita (se tivesse mesmo 16 anos na vida real, aí já discordava) e é absolutamente intolerável. Uma das razões que não me faz ver a segunda temporada logo e já é porque me deparei no imdb com o nome dela nos episódios da segunda temporada. Por mim, só ficavam os três principais convocados para os próximos episódios e os outros levavam uma carta de despedimento. Um elenco renovado era a ideia ideal para Californication.

Mas como nem tudo é mau, vale destacar os bons momentos. Um deles, como eu já referi, é o final quando Karen foge do casamento e entra no carro de Hank. As cenas entre Hank e Bill eram sempre muito divertidas, principalmente quando tinha a amada no meio. Também gostei quando Hank levou uns bons socos de uma mulher enquanto praticava boxe. E o que eu me ri quando Hank e Becca vão à loja comprar tampões pois veio o período a ela. A verdade é que tudo melhorou nos últimos três episódios e são esses três episódios que me dão coragem para ver algum dia a segunda série. Até lá, tenho coisas mais interessantes que ver.


Equador (1.02) – Episódio 2

Dezembro 28, 2008

eq2Neste segundo episódio, é altura de conhecer os personagens. Na estreia, Equador mostrou que além de ter um elenco de luxo, tem uma quantidade imensa de personagens que nem num, nem dois, nem três episódios conseguimos conhecê-los a todos. Uma das decisões vai acertadas pela equipa de guionistas liderada por Rui Vilhena é que em vez de mostrar bocadinhos de cada storyline, é melhor dar uns 10 minutos para desenvolvê-la.

A história entre a Lady Ann e do seu marido já começou a ficar interessante a partir do final do episódio piloto quando nos é revelado que ele é estéril. Claro que isso se vai ter grandes repercussões não fosse o facto de que, segundo Saramago, ‘este é um problema de mulheres’. E isso já se nota na família da Lady, que não apoio a relação entre os dois. Noutro continente, Europa, mais propriamente no nosso país, Luís Bernardo Valença já começa a ser contactado pelo Rei D. Carlos.

Para finalizar, temos um bordel bem representado. A inveja de Pilar, a maravilhosa interpretação de Lídia Franco e os medos de Imaculada fazem deste um dos cenários mais interessantes (ter a São José Correia como menina de luxo já é meio caminho andado para isso). Gostei do que nos foi apresentado neste episódio e começo a engraçar com a série. Será o início de uma era de grandes produções em Portugal?

Nota: 8,3

Esta série está disponível para download aqui, no Portal de Séries.

Battlestar Galactica (4.07) – Guess What's Coming to Dinner

Dezembro 28, 2008

snapshot20081228221334Numa temporada em que os foguetes estão lançados, espera-se que o fogo de artifício seja melhor do que aquilo que nós imaginamos. A aliança entre humanos e cylons não prometia, nem poderia, ser fácil. O jogo começou e apesar de terem dado tréguas, o desejo de ganhar parte dos dois lados. O que mais gostei neste episódio é aquilo que Battlestar Galactica sabe tão bem fazer: uma receita perfeita de uma banda sonora soberba com uma sequência de cenas de tirar a respiração.

Digam lá que não ficaram arrepiados com aquele andar no corredor de Roslin e a morte de Natalie quando a filha de Athena vai ter com ela (muitas teorias podem partir daqui). Ou então quando a híbrida diz ‘Jump’ não ficaram surpresos? Isso é Battlestar Galactica que caminha para um dos melhores episódios que eu já vi (o 4.10, Revelations). Pena que pelo meio haja alguma decepção (episódio 4.08).

Nota: 9,3


Especial MS: O Final de BSG!

Dezembro 28, 2008

bsg_poster45Finalmente cheguei ao ponto em que estamos: o fim da primeira metade da quarta temporada de Battlestar Galactica e o início dos webisódios. Os reviews dos episódios 4.07 ao 4.10 serão postados ainda antes do ano novo e os webisódios podem ser encontrados no YouTube. O balanço que faço até agora sobre o que se passou nesta temporada é que, excepto uma ou duas situações menos boas, está a cumprir o papel daquilo que ela é: final season.

O que me fez ver tão depressa os últimos 50 episódios foi o facto dos actores estarem tão abismados com o final da série. Um diz que chorou ao ler o guião, outro diz que é a coisa mais perfeita que se fez em televisão e outro diz que não é um final feliz. Eu como gosto mais de finais realistas do que os ‘felizes para sempre’, acho que vou adorar tanto quanto eles o que nos reserva.

A seguir pode ver uma compilação de vídeos (teasers, promos, sneak peeks) dos 10 episódios que restam e que começam já a ser transmitidos a 16 de Janeiro. Ainda bem que só vi estes últimos episódios agora porque a espera que os fãs que viram Revelations na mesma altura em que foi exibido nos Estados Unidos devem já estar desesperados. E não é para menos, pois aquele final foi um dos maiores cliffhangers que eu já vi (ao nível dos de Lost).


Pushing Daisies (2.10) – The Norwegians

Dezembro 28, 2008

snapshot20081228145008Custa-me tanto a acreditar que nos Estados Unidos esta série é vista pela mesma quantidade de espectadores do que o novo reality show da TVI em Portugal. Às vezes começo a pensar como Bryan Fuller e a sua equipa consegue ter tanta imaginação. Cada vez mais odeio a decisão do cancelamento por parte da ABC. The Norwegians é mais uma pérola de Pushing Daisies que se tornou numa das séries favoritas desse que vos escreve.

A única coisa que eu menos gostei (eu não disse que ‘não gostei’) é o facto de demorarem tanto tempo para o pai de Ned voltar. A três episódios do derradeiro final, temos ainda muitas histórias pela frente o que só joga a favor da qualidade dos mesmos. Imaginem um episódio para o pai do Ned, um para o pai da Chuck e o último para a descoberta de que Chuck está viva por parte das tias. Imaginem só! Se for assim, vai ser excelente!

Ainda não se sabe quando estes três últimos episódios vão ao ar, mas existem duas hipóteses que já se falam: a primeira, e mais provável, é que eles sejam transmitidos numa única noite na ABC em inícios de Janeiro. A outra é que apenas saem no DVD da segunda temporada. Mas torcer que seja a primeira!

Nota: 9,2


Especial MS: Sabem porque Lost é um drama poderoso? Vejam o novo vídeo!

Dezembro 28, 2008

penny1Eu gosto de Lost por diversas razões e uma delas é aquele drama vivido pelos personagem que muitos dizem ter acontecido apenas na primeira temporada. Muitos críticos dizem que os mistérios que se foram criando roubaram o lugar às emoções dos personagens que estiveram presos na ilha durante 108 dias. Mais uma vez, e como grande fã da série que sou, não concordo. Para mim, é difícil encontrar defeito em Lost.

No vídeo promocional que saiu hoje nos Estados Unidos, vemos uma Sun muito diferente daquilo que ela sempre foi. Ela está magoada com a suposta morte de Jin e com uma possível aliança com Charles Widmore, irá dificultar a vida aos restantes Oceanic 6. Quanto ao Desmond, parece que ele tem um filho (vi isso pelo vídeo que se segue) e isso vai ser mais um obstáculo ao plano de Jack. Por falar em Jack, tudo indica que Matthew Fox vai conseguir um Jack tão importante como na primeira temporada. Será dessa que os prémios vão-lhe bater à porta?

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