30 Rock (3.04) – Gavin Volure

Dezembro 1, 2008

Não foi só o episódio de Jennifer Aniston que foi menos bom que os anteriores. Steve Martin, um grande actor de comédia, teve o azar de apanhar um dos guiões mais fracos de Tina Fey. Continuo a achar o Tracy um dos personagens mais divertidos da série e a storyline dele foi a única coisa que me fez rir em Gavin Volure. Gostei da cena em que ele pensa que os filhos o vão matar e todo o plano da ‘sexy doll’ que ele elaborou. Quanto ao ‘amor’ de Gavin por Liz, achei tudo muito forçado, Martin e Tina Fey não têm química nenhuma a representar juntos e foi uma pena a Jenna, outra personagem bem engraçada, não ter aparecido neste episódio. o Kenneth é.. bem… o Kenneth de sempre: burro e ingénuo. Espero que o especial de Natal compense estes dois episódios fracos.

Nota: 7,0


Pushing Daisies (2.07) – Robing Hood

Dezembro 1, 2008

Com todo o entusiasmo para ver o que me faltava de Battlestar Galactica, até acabei por esquecer de fazer o review de mais um excelente episódio de Pushing Daisies. Se na primeira temporada tínhamos apenas casos soltos em que os personagens principais eram mais ou menos apenas investigadores, na segunda temporada estamos com casos verdadeiramente fabulosos e como uma cereja em cima do bolo, vai-se desenvolvendo uma história principal com o regresso de Dixon, um amigo do pai de Chuck. E é por isso que esta temporada está sensacional!

Desta vez, o trio maravilha, que cada vez fica mais quadrado, investiga a morte de um milionário. O que eu me ri com a cena em que a Olive vai disfarçada àquela agência com o seu porco de estimação. Hilariante! E que final foi aquele?! Vão desenterrar o pai de Charlotte? Como será que ela vai reagir? Outra coisa que me faz adorar esta temporada de Pushing Daisies é a rapidez com que um segredo é descoberto. Primeiro foi a Chuck a descobrir que Lilly era afinal sua mãe e agora Dixon a descobrir a verdadeira identidade da filha de Charles.

Nota: 9,4


Battlestar Galactica – Segunda Temporada (2005)

Dezembro 1, 2008

Existem séries que há medida que vão ficando mais ‘velhas’, a qualidade vai descendo. Battlestar Galactica não é, de todo, uma dessas séries, e se a primeira temporada não me fez ver o porquê de ser considerada um dos melhores programas de sempre, a segunda época abriu-me os olhos desde o início até ao final da mesma. Continuo a dizer que esta série é melhor é duas coisas que qualquer outra série: banda sonora e elenco. O elenco é fenomenal, desde a soberba interpretação de Edwards James Olmos e Mary McDonnell a Katee Sackhoff e Jamie Bamber. São todos excelentes! A banda sonora em sâncrito é algo de outro mundo mesmo, não tem explicação. É fenomenal e já não imagino Battlestar Galactica sem aquela música de fundo que dá emoção às cenas.

A primeira temporada serviu de preparação para o que estava a vir. Tivemos aquele que considero o melhor episódio até agora de BSG, o sétimo (2.07) quando eles descobrem tudo o que envolve o túmulo de Athena. Mas não é só do caminho para a Terra que a série vive: as suas histórias secundárias foram todas boas. Não consigo pensar em nenhuma a que eu possa dizer que foi má. Uma das que mais me impressionou (além da descoberta do túmulo, claro) foi Pegasus e consequentemente a Resurration Ship, a nave responsável pela ressurreição dos Cylons.

Por falar em Cylons, finalmente percebi mais sobre a sua mente (?) complexa. Algo que me fez impressão foi no episódio 2×18 (se não em engano) quando estão a várias cópias a conviverem entre si. Imaginam estar na mesma sala com três, quatro ou mais pessoas igual a vocês? E é aí que temos uma Sharon e uma Number 6 diferentes do resto da sua espécie, em que a procura pela autonomia e o que verdadeiramente importa são razões mais que suficientes para ajudarem o suposto inimigo.

Os últimos quinze minutos da temporada foram perfeitos. Depois de Gaius Baltar virar presidente (finalmente ele escolhe um lado entre os Cylons e os Humanos) a tripulação desintegra-se. Por um lado temos um Lee na Battlestar Pegasus, por outro temos um Bill na Battlestar Galactica e ainda um terceiro grupo que está na Nova Caprica. E é quando eles menos esperam que os Cylons atacam, Cylons estes que aparentemente não querem fazer mal aos Humanos. Muitas perguntas são deixadas no ar, como quem é aquele homem que procura por Kara? O que vai acontecer aos Adama? Como vai ficar o estado de saúde de Anders? O que aconteceu durante este ano que se passou?

E para ver estas perguntas respondidas, vou aproveitar para no próximo fim-de-semana começar a terceira temporada que por alguns trailers que vi, promete e muito. Battlestar entrou para aquela lista de séries que quase ninguém experimenta mas não sabem o que estão a perder. Volto a repetir que isso não é ficção científica. Isso não é apenas batalhas no espaço. É uma guerra para combater a extinção da humanidade, onde temas como a religião e o amor são postos à prova. É uma série fantástica. Incrível!

Nota: 9,3


EXCLUSIVO: Novidades FOX Portugal

Dezembro 1, 2008

Sobre o site FOX que foi lançado na semana passada!

O Portal de Séries e o Lost in Portugal foram convidados algumas semanas atrás para ver, em primeira-mão, o site oficial da FOX em Portugal. Uma das questões que foi levantada pelo Sérgio do LIP era se iria haver uma espécie de fórum para os amantes de séries discutirem as suas opiniões. O Brand Manager FOX disse que essa é uma possibilidade futura, assim como Webisódios de séries como Lost e Heroes, webséries essas que iriam ter uma enorme visualização pelos fãs das mesmas. Foram várias as sugestões e eu e a Cláudia do LIP fizemos algumas questões sobre o futuro da FOX.

Outras questões levantadas…

Quando questionado pelas campanhas que basicamente só se centram em Lisboa, a Torke (a empresa responsável por essa publicidade) disse que esse é um problema a resolver no futuro. Outra questão que colocamos foi o facto de haver só um canal FOX (FOX Next) na MEO Satélite (que é a que eu tenho). O Brand Manager FOX deu a entender que, pelo menos num futuro breve, não vai ser adicionado mais canais à grelha actual da MEO Satélite.

Mais relativamente ao site em si, perguntamos se no futuro estão a pensar colocar episódios completos para ver online. A resposta foi que isso implica muitos contratos com as emissoras americanas devido aos direitos de autor. Além disso, o BMFOX disse que são gastos milhões de euros para manter um grupo como o FOX Iberia Channels. Sobre as próximas campanhas, a Torke disse que estão sempre a inovar e que algumas séries que vão estrear em breve vão ter umas merecidas campanhas de publicidade.

Foi uma conversa bem descontraída e fomos muito bem recebidos. Quero agradecer à Torke pelo convite. Depois da conversa com o Brand Manager FOX, ainda vimos uns trabalhos antigos da Torke para os canais FOX muito bons. Entre eles tinha um minifrigorífico de Desperate Housewives, o kitt de Lost que contém uma bússola, película aderente de Dexter entre outras coisas bem fixes. É nessas alturas que eu não queria viver aqui nos Açores.


Um Mundo Catita (1.02) – Cavalos

Dezembro 1, 2008

Ter só vinte minutos por semana de Um Mundo Catita ninguém merece. Quando chega um produto de qualidade a Portugal, temos de nos contentar com uma minissérie de apenas seis episódios. Um Mundo Catita é mesmo bom e este segundo episódio comprovou isso. Apesar de mais comedido que o ‘Corneto’, este ‘Cavalos’ consegue ser tão ou até mais incorrecto que o primeiro. A cena em que Vieira vai ao hospital e fala com o doente de leucemia foi hilariante. Gostei mais da interpretação do protagonista neste episódio do que no passado. A série vai crescendo e bem e é caso para dizer que a televisão portuguesa está a mudar. É melhor ir com calma porque para a televisão portuguesa mudar, primeiro têm de mudar os portugueses e as suas estranhas preferências. A única coisa que não joga a favor da série é o horário porque 23h55 é muito tarde (ainda bem que vivo nos Açores – 22h55).

Nota: 8,7