Chuck (2.10) – Chuck Vs. The Delorean

Dezembro 12, 2008

chuckPassei a semana a pensar como é que iria começar este review se Chuck tivesse um episódio muito bom. E começava assim: “Chuck is back (rima e é verdade) ”. E mantenho mas mudo de tema. Chuck não voltou com os episódios muito bons, mas chegou uma personagem que não se via a algum tempo. Seja bem aparecida pela zona da Buy More, Sra. Anna. Mas este episódio de Chuck não teve só esta novidade. Teve mais uma. A chegada do pai da Sarah, que por mim foi introduzido para o espectador ficar com a ideia de Chuck ir procurar o seu pai. Mas também foi bem aproveitado pelos argumentistas para dar o conteúdo do episódio. Mas deixando a minha opinião de lado.

O episódio começa com um flashback da Sarah, que nos leva para os longínquos tempos dos anos 90, mais precisamente 1990. Este flashback trata da face burlista do pai da Sarah, Jack Burton. E este tema foi-nos apresentado porque no presente, esse mesmo senhor faz o maior golpe da sua vida. Engana o Sheik Rajiv Amad, procurado pela NSA, devido às suas contas, que a NSA não sabe onde situa. E aí entra Chuck, ou melhor, Sr. Lichtenstein, de suposta nacionalidade alemã, que tenta vender um prédio pela módica quantia de 10 milhões de euros, o que nos leva a ter situações de excelente comédia, como o sotaque de Chuck. Claro que a burla é descoberta, mas fica tudo resolvido com um plano de génio de Chuck.

Na Buy More, temos mais uma vez Morgan a meter-se em sarilhos. Anna chega com uma proposta arrojada, irem os dois viverem juntos. E para isso pede dinheiro emprestado, mas esse dinheiro não teve destino, como estava previsto para a casa, mas sim para o Delorean, carro usado em Back to the Future. Mas tudo fica bem, quando acaba bem, pois o carro é roubado e o dinheiro é recuperado, com uns juros valentes por cima. No final temos a ajuda da fuga do pai de Sarah, não sem este reforçar o que já foi: a relação entre Chuck e Sarah. E assim chegamos ao episódio de Natal, para o qual tenho de pensar numa nova abertura para review.

Nota: 8,7

Escrito por: Aguerra
Revisado por: Marco


Desperate Housewives (5.10) – A Vision's Just a Vision

Dezembro 12, 2008

snapshot20081211165643Se na quinta temporada a série já não mostra o brilho que outrora transmitia, quanto mais na suposta nona e última época? Desperate Housewives continua a ser uma boa série, com boas doses de drama, comédia e mistério, mas nem tudo é perfeito. Um exemplo disso é a ligação um pouco óbvia entre Dave e Mike. Seria tudo mais simples e mais surpreso se o Dave entrasse mais para a frente (lá para o episódio 4) para haver uma certa distância das cenas (entrada de Dave e acidente de Mike e Susan). Enquanto isso, Carlos recupera a visão e, apesar de ser um pouco egoísta por causa da sua bola de basebol no início, compreende o porquê de Gabby a ter vendido. A família Solis continua a ser o que de mais divertido existe na série. Espero que essa história do Porter acabe depressa pois está a ser chatinha. Como o filho de Susan e Mike é tão divertido! Uma série com ele e o Jamie de One Tree Hill seria diversão pura.

Nota: 8,1


Cinema: [REC] (2007)

Dezembro 12, 2008

rec-poster

Sexta-feira, dia 12 de Dezembro de 2008. Dia de ir para as aulas, mas como estamos no fim das férias, a aula de Português seria ver um filme e eu fiquei encarregue de trazê-lo. Entre várias opções de escolha, a turma do 12.º A da EBSSMA decidiu que o filme de terror espanhol [REC] é que devia ser visto. E, pelo menos eu, não me arrependo nada pois esta longa metragem é sensacional. O estilo de câmara deu um tom assustadoramente realista e o som é fabuloso. Toda a montagem das cenas está excelente, resultando assim num dos melhores filmes que eu já vi nos últimos tempos.

A história gira em torno de uma jornalista e o seu câmara que querem fazer um documentário sobre a vida de um grupo de bombeiros. Acontece que quando eles vão socorrer pessoas de um prédio, todos ficam em quarentena enquanto que pessoas infectadas por um vírus começa a atacá-los. O final do filme transmite-nos uma sensação de querer mais e que aqueles 90 minutos não são suficientes para contar a história desta obra-prima. [REC] foi adaptado para uma versão americana que tem como protagonista a Debra de Dexter. Desconfio muito que essa versão seja melhor que a espanhol.