Terminator: TSCC (2.12) – Alpine Fields

Dezembro 16, 2008

snapshot200812161857111Confesso que já não estou tão empolgante para ver Terminator como antes e se essa não fosse a última temporada, o pensamento de desistir da série já estava a ser tomado em conta. E essa é a principal razão pela qual só vi o episódio hoje, uma semana depois de ser exibido pelos Estados Unidos. E não é que até foi bom?! Apesar de ser praticamente um filler, adorei conhecer a família Fields. Gostei mais ainda da estrutura do mesmo, com três linhas temporais distintas: passado, presente e futuro. O engraçado (num sentido positivo) é que tantas coisas estão a ser alteradas de modo a mudar o futuro (devido à parede dos Connor) e como nós sabemos que eles não podem mudá-lo, resta-nos especular como tudo vai acontecer. Esperemos que nos próximos episódio isso seja tratado já que recentemente só temos tido episódios que nada contribuem para a história.

Nota: 8,4


Prison Break (4.15) – Going Under

Dezembro 16, 2008

snapshot20081216185711A um episódio de uma pausa de várias semanas, Prison Break é, para mim, uma das melhores séries da actualidade. Este episódio veio demonstrar que nunca sabemos a verdade absoluta sobre a história da série, em que alianças impossíveis se tornam favoráveis, em que os maus da fita podem ser os bonzinhos, em que a surpresa pode-se transformar em momentos excelentemente produzidos. O regresso de Cooper, o antigo prisioneiro de FOX River trouxe bons momentos e ainda estou convencido que ele aparecerá mais um vez (em carne e osso) até ao fim da série. Foi muito bom ver a nova faceta da Companhia, que parece querer o bem do planeta. Quem será aquela mulher que o comprador de Scylla falou ao telefone. A mim parece-me ser a filha do General. Excelentes episódios finais seguem-se e eu, no meio do Atlântico, estou inquieto para ver o que nos reserva.

Nota: 9,1


Heroes (3.13) – Dual

Dezembro 16, 2008

snapshot20081216135127Bem… eu adorei este final de volume! Heroes é uma série que se conseguiu redimir no episódio passado e este ‘Dual’ é o início da mudança. Como no final dos volumes anteriores, temos uma cena referente ao novo que nesse caso é o Fugitives, em que Nathan revela ao Presidente dos Estados Unidos que existem pessoas como habilidades extraordinárias que precisam de ser isoladas e juntas, custe o que custar. Apesar de não gostar dessa mudança de Nathan para o lado do mal, acho que o volume quatro tem tudo para ser melhor que Villains (não há-de ser uma tarefa muito difícil, não é?).

Três semanas antes. Sylar prende Claire, Angela, Noah, Meredith e os restantes prisioneiros na sede da companhia. Lá, ele tem uma vontade de ser o Jigsaw e criar jogos do tipo “escolhe quem queres que viva” e resultou muito bem. Já tinha saudades daquele vilão temível da primeira temporada e a personagem de Zachary Quinto está de regresso com toda a força. Fiquei curioso para saber quem são os pais de Sylar. Será alguém que já conhecemos? Será ele filho do pai do Suresh? Este deve ser uma das questões que será resolvida a partir de 2 de Fevereiro, quando começar o quarto volume.

2Na Primatech, Peter luta contra Nathan de modo a destruir tudo o que resta da fórmula. Com a ajuda de dois vilões, este consegue eliminar mesmo tudo até que o irmão de Meredith pega fogo ao edifício. E é aí que Peter recupera as suas habilidades (pelo menos já consegue voar – essa coisa de saber qual a habilidade a atribuir depois da injecção está muito mal explicada) e salva Nathan do incêndio. Nathan, mal agradecido, diz que não é igual ao Peter e que não o teria salvo caso acontecesse algo do género.

Por fim, o Hiro é salvo e rasga a fórmula. A forma como ele conseguiu sair do ferro é que foi meio esquisita, mas estamos a falar do Hiro. A cena em que ele fala com o pombo é muito divertida. Enquanto isso, Matt, Daphnee e Ando precisam de salvá-lo e é aí que Ando ganha poderes. Uma das coisas que mais gostei foi o facto de não ignorarem totalmente o futuro que nos foi mostrado nos episódios anteriores. Não temos uma Claire má nem um Suresh monstro, mas ainda assim assistimos à mudança de Nathan para os maus ou como Ando ganhou o poder.

21Para finalizar, quero realçar o final do volume. Numa cena bem emotiva, Claire perde a mãe biológica que explode com o edifício da companhia. A narração (quase sempre gosto das narrações de Heroes, no início e no fim do episódio) foi esplêndida e demonstrou aquilo que se estava a passar. No meio de tanto desespero, tristeza, alegria e decepção, como é que os nossos heróis vão se safar dessa nova ameaça do governo. Como ficarão as vidas de Sylar e dos restantes que supostamente morreram na explosão? O que vai acontecer com Suresh após ser ‘capturado’ pela Tracy? Respostas só no início da Fevereiro com o episódio ‘A Clear and Present Danger’, que já ganhou um vídeo promocional (que se segue).

Nota: 9,3