Battlestar Galactica (4.06) – Faith

Dezembro 27, 2008

snapshot200812262017532É por episódios como este que Battlestar Galactica merece a nossa atenção! Aquela música que toca quando Starbuck consegue acabar com o motim e tem 15 horas para ir até à Nave Mãe dos Cylons está fabulosa. Coitado do Gaeta, que sempre tenta fazer o bem e acabou com um tiro na perna. Será que a natureza Cylon está a começar a sentir-se no Sam? Depois disso, vemos uma Roslin careca (como já sabíamos) já a duvidar das suas capacidades. A história entre a presidente e a outra mulher que tem cancro terminal foi muito, mas mesmo muito emocionante.

Já na Nave Mãe dos Cylons, a acção não podia ser melhor. Primeiro temos aqueles efeitos especiais fantásticos que a série já nos habituou. Uma das coisas que sempre me fez um pouco de impressão (não num sentido negativo) é quando estão vários irmãos ou irmãs Cylons juntos. Neste episódio temos o reencontro das 8 e um beijo entre as 6. Quando Starbuck encontra a híbrida, aquilo que vimos no Razor é-nos outra vez mostrado: a teoria de que Starbuck vai conduzir todos para o Fim.

A charada das frases da híbrida foi muito bem conseguida. Agora como é que Tigh, Tory, Sam e o Chefe se vão safar desta? D’Anna voltará a ser desencaixotada? São muitas perguntas que espero resposta nos próximos episódios. E ainda bem que ainda tenho mais três para ver (já vi o 4.07 que foi muito bom). A temporada está a começar a ficar muito interessante. Mas não se podia exigir menos visto que é a última.

Nota: 9,6

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Battlestar Galactica (4.05) – The Road Less Traveled

Dezembro 27, 2008

snapshot200812262017531A Starbuck estava já a tornar-se uma personagem aborrecida a bordo da Demitrius. Eu sei que ela tem uma obsessão em encontrar a Terra, mas sei lá… não estava a gostar dela. Contudo, o regresso de Leoben, um dos Cylons, regressa a propor tréguas entre a tripulação de Galactica e os Cylons que estavam a ser atacado e que estão sem uma Resurrection Ship. A partir daí tivemos momentos verdadeiramente interessantes na nave comandada por Starbuck, desencadeando um final tão bem interpretado pelo povo da Demitrius que parecia real. Um dos pontos fortes de Battlestar Galactica é que a perfeição dos actores faz-nos entrar na cena, quase como vivê-la.

Nota: 8,7


Os Contos de Beedle, O Bardo, de J. K. Rowling

Dezembro 27, 2008

beedle

Em Harry Potter e os Talismãs da Morte, o sétimo e último livro da saga, Albus Dumbledore ofereceu a Hermione um livro de contos baseados na tradução das runas antigas e ajudaria Harry na sua derradeira missão – destruir os Horcruxes de Lord Voldemort. Assim, em Os Contos de Beedle, o Bardo, encontramos os cinco contos que compõe o livro e, apesar de O Conto dos Três Irmãos ser contado no último volume da saga, os restantes quatro são revelados pela primeira vez. Cinco histórias fantásticas que irão deliciar, divertir e arrepiar tanto Muggles como feiticeiros. Escrito e ilustrado por J. K. Rowling, parte dos lucros da venda deste livro reverterão a favor do Children’s High Level Group, uma instituição de beneficência que luta pela defesa e promoção dos direitos das crianças, com o objectivo de dar uma vida melhor a crianças e jovens desfavorecidos.

Uma das minhas ofertas de Natal foi esse livro. Antes de falar sobre ele, quero fazer algumas considerações sobre a saga Harry Potter. Por mim, podem-me chamar criança ou infantil, pois eu não me importo. Os sete livros que contam a vida de Harry Potter desde os 11 até aos 18 anos na escola de Hogwarts são simplesmente fenomenais e é a melhor coisa que eu já li em toda a minha vida. Infelizmente, os filmes ao pé dos livros não são nada, principalmente o quinto que, penso eu, deve ter sido uma confusão para quem não o leu.

Eu tenho pena de quem passou a sua infância e juventude sem ler esta saga. E quando pensávamos que tudo já tinha terminado, J. K. Rowling, que se tornou a segunda mulher mais rica do mundo graças a isso, surpreende outra vez. Uma das razões para que todos devemos dar 10 euros para este livro (agora já estou a falar dos Contos) é que grande parte dos lucros vai para uma instituição que ajuda crianças. Inclusive já foi vendido não sei quantos originais, desenhados e escritos pela autora (não foram cópias) de modo a angariar fundos.

Tal como o nome indica, este livrinho com pouco mais de 100 páginas é uma compilação de contos, nesse caso cinco histórias que são para os feiticeiros tão importantes como a Branca de Neve e a Cinderela são para os Muggles (nós). Depois de cada conto, que são muito simples e até interessantes, tem anotações de Albus Dumbledore que foram escritas 18 meses antes da sua morte na Torre de Hogwarts. O meu conto favorito é o dos três irmãos devido à sua importância para o destino do jovem feiticeiro no último livro da saga. Já conhecia a história, assim como todos que leram os Talismãs da Morte, mas as anotações de Dumbledore dão outro ar, outra magia, outro universo a descobrir.

Algo que notei bastante é que Rowling transmite uma visão de como a magia cresceu, como a magia negra foi criada, a forma como os feiticeiros se esconderam dos Muggles, ou seja, uma visão do passado. E se aparentemente estes contos podem ser meras histórias que se contavam às crianças, as tais anotações do ex-director de Hogwarts dão-nos a conhecer muito mais sobre este universo. É um livro simples e rápido de se ler que nos faz desejar mais dezenas de histórias. Foi tão bom voltar a pegar e ler algo novo da mente brilhante de Rowling! Apesar de tudo, não chega a ser tão bom como os seus dois antecessores.


Battlestar Galactica (4.04) – Escape Velocity

Dezembro 27, 2008

snapshot20081226201753Eu não gostei muito deste episódio pois acho que se centrou muito no Baltar. Eu gosto do personagem, mas acho que muitos minutos de profecias e afins torna-se aborrecido. Contudo, foi um episódio com diálogos excelentes e que adensa mais ainda a dualidade monoteísmo versus politeísmo. A cena em que Adama lê para Roslin está fabulosa. Além de vermos que a doença começa a avançar a passos largos, a química entre os dois melhores actores da série e as suas personagem é incrível. Uma das razões que me faz ver Battlestar Galactica é essa mesmo. Foi bom ver o Lee a confrontar a presidente, à semelhança do que fez quando defendeu Baltar no julgamento.

Nota: 8,1