Grey's Anatomy (5.13) – Stairway to Heaven

Janeiro 24, 2009

grey-13Um bom episódio de Grey’s Anatomy cheio de pequenas jóias que enriqueceram o episódio e tornaram-no no melhor da temporada para mim. Comecemos pelos casos deixados por resolver, William tenta por fim à vida com alguma dignidade e algum propósito ao invés de morrer na prisão com uma injecção letal. No entanto o plano não corre como previsto, e William apesar do sangramento continua vivo mas em sofrimento. Meredith insiste em não chamar Derek e em vez disso chama Bailey. Que inicialmente se demonstra redondamente contra a ideia. O estado de William continua a degradar-se e este amedronta-se e desiste de morrer. Derek é chamado e William levado de imediato para o bloco operatório. Onde vemos uma Bailey desesperada com a possibilidade de perder Jackson, implorando a Derek que pare a operação deixando morrer William. Um momento bastante emotivo, onde os olhares e as frases dizem tudo.

Derek deixa a vida de William nas mãos de Bailey que depois de muita indecisão dá ordem para a cirurgia continuar, afinal de contas como ela própria afirmou eles são médicos e não executores. “It’s your call, Dr. Bailey. It’s up to you. Am in executioner or am I a surgeon?” A vida de William é salva, pelo menos por mais uns dias, já a de Jackson parece ter chegado perto do fim. O transplante efectuado apenas lhe conseguiu dar mais 24 horas de vida, e o seu estado continua a degradar-se, até ao ponto em que todos perdem a esperança e se despedem do menino. No entanto tal como Denny disse milagres acontecem e mesmo no último minuto novos órgãos chegam para salvar a vida do menino, que ainda tem muito que apreender e viver. Bailey sempre se mostrou muito empenhada e envolvida com este caso, e não consegue conter as suas lágrimas na conversa com o chefe afirmando que pisou a linha, o chefe apoia-a.

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Supernatural (4.12) – Criss Angel Is a Douche Bag

Janeiro 24, 2009

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Por favor, voltem com a história principal desta temporada. A frase anterior não significa que os casos isolados não tenham sido bons, muito pelo contrário, pois têm sido bem agradáveis, mas é que quando o nível da série é transportado para um nível mais alto, é difícil regressar a episódios típicos das três temporadas anteriores. É tal e qual como um bolo: primeiro gostasse do de chocolate, mas quando se prova o de iogurte, e se gosta ainda mais, a pessoa não quer comer já o de chocolate.

Com o ‘previously’, já dava para perceber que iria haver algo entre Sam e Ruby. Com a chegada dela, sabemos que 34 dos 66 selos já foram quebrados e, tal como a própria diz, são mais de metade e é preciso uma atenção especial. Seria interessante explorar mais a quebra dos cenas com os casos da semana, como aconteceu uns episódios atrás (que já não me lembro qual). No final, Sam decide que está na altura de usar os seus poderes psíquicos.

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Estreias TVP: Malcolm In The Middle (T1) na FOX

Janeiro 24, 2009

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‘A Vida é Injusta’ estreia na FOX hoje, dia 24 de Janeiro, às 14h15. Vencedora de sete Emmy Awards, a série gira em torno de uma original família de classe média constituída por quatro irmãos e os seus pais, que tentam aguentar a confusão adolescente até o último fazer 18 anos. Esta emocional e cómica jornada é conduzida por Malcolm (Frankie Muniz, ‘The Fairly OddParents’), o filho do meio, que é um rapaz estranhamente normal apesar do seu extraordinário QI.

Malcolm é um adolescente normal, apaixonado por skateboarding, adora provocar distúrbios familiares com os seus irmãos e tenta evitar o bullying na escola. O seu mundo é abalado por uma revelação bombástica: o seu elevado QI faz de si um génio, sendo forçado a entrar na turma dos talentosos e dotados da escola, onde se vê rodeado por um grupo de mentes excepcionais mas socialmente inadaptados. Infelizmente para si, a sua inteligência não parece fazer efeito no sexo feminino. Com o seu QI refinado e um pouco cínico, Malcolm constrói o seu caminho através da sua infância traiçoeira. Mas como ele próprio diz, o melhor da infância é que esta um dia acaba.

Hal (Bryan Cranston, ‘Little Miss Sunshine’) e Lois (Jane Kaczmarek, ‘Raising The Bar’) podem não ter o jardim mais cuidado, a casa mais limpa ou os filhos mais refinados do bairro mas, apesar de terem noção do caos que é a sua família, no final do dia Malcolm e os seus irmãos sabem que são amados. Até a mania que os seus pais têm de andar nús pela casa se tornou um hábito familiar.

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Brothers & Sisters (3.13) – It's Not Easy Being Green

Janeiro 24, 2009

episode-13Sempre me irrito um pouco com o famoso ” 48 horas antes”, pois eles jogam a informação e depois a tiram para assim formarem a cronologia correta dos acontecimentos. Porém neste caso achei muito interessante a jogada e de fato a cena do elevador é a mais marcante e engraçada de todas. Deparamos com o fracasso da Greenotopia durante a Conferência de Tecnologia e a promoção da festa de lançamento do site como a última tentativa de salvar a empresa do buraco negro que eles já estavam. Foi bom ver um episódio focado na Sarah e em suas dificuldades de lidar com a empresa, com a possibilidade de ir a falência, além de lidar com o fato de não ter vida social e o mais agravante de tudo: admitir que sua primogênita, apesar de seus meros 10 anos de idade, está crescendo. São em episódios como esse que percebemos quão grande é a atuação de Rachel Griffts como Sarah Walker. Achei linda a cena mãe e filha na qual Sarah admite a Paige que ela está crescendo porém que ela não precisa ter pressa quanto a isto.

Brothers & Sisters sempre tratou de relacionamentos e vivências, mas esse em particular vêem me chamando atenção: Robert & Kevin. Desde o episódio anterior, quando Robert pede a ele que não banque o irmão e sim o seu parceiro de campanha, podemos perceber um grande elo e vínculo formado pelos dois, mesmo a contra vontade de Kevin. Foi simplesmente hilário ver Kevin ir forçado a caçada de codornas com os influentes Wade e Morgan e o mais surpreendente foi vê-lo detonando todos durante a caçada, afinal foram 8 codornas. Sabemos que Kevin é bocudo e suas palavras deram a crer que ele tinha colocado definitivamente a já comprometida candidatura ao governo de Robert no fundo do poço, mas ele sempre prova ao contrário e no jantar vira a mesa ao falar que Robert é o homem mais comprometido e sério para o cargo e que eles devem sim apoiá-lo em sua candidatura. O que resta agora meu querido é só contar pra patroa e isso eu quero muito ver.

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How I Met Your Mother – Primeiras Impressões (1.01/02)

Janeiro 24, 2009

how-i-met-your-motherEu sou esquisito no que toca a comédias. Não gosto de The Big Bang Theory, The Office já foi bem melhor e 30 Rock é, para mim, uma série totalmente sobrevalorizada. Infelizmente, séries como Friends e Aliens in America já não estão em exibição e as outras que estão (Samantha Who? e Two and a Half  Men estão bem atrasadas no mei calendário de séries (lá para o Verão – Junho). E foi por isso, depois de inúmeras recomendações, que decidi pegar numa das séries de comédia da actualidade mais badaladas: How I Met Your Mother.

Depois de ver dois episódios, devo dizer que existe um bom produto de televisão aí. Ainda não é tão hilariante como Friends, mas dizem que a série vai sempre melhorando ao longo do tempo. Acho que o melhor da série são os cinco protagonistas em si, todos eles com a sua forma de ser, acabando sempre por nos arrancar algumas gargalhadas. O mistério de quem é a mãe, pelo que sei, nem na quarta temporada se sabe ainda, mas enquanto houver motivos para rir, esse mistério pode durar mais alguns episódios.

Essa é uma série para continuar a ver de vez em quando, quando não se tiver nada para fazer ou então para alegrar depois de um dia mau. Gosto muito da narração do Ted adulto, quando ele conta a história aos seus dois filhos, sai sempre diálogos divertidos. Esperemos que a série só cresça mesmo, tal como os fãs me disseram, pois foi assim que How I Met ‘How I Met Your Mother’.


Skins (3.01) – Everyone

Janeiro 24, 2009

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Welcome to Roundview College. Last year, we had some intolerable incidents… so, I want to make this easy for you. The following will result in instant expulsion: smoking on the premises, setting fire to the premises, consumption of alcohol on the premises, consumption of drugs on the premises, consumption of pornography on the premises, teacher abuse, glue abuse, self abuse, sexual intercourse with any other student, teacher or animal or combination of the above including oral sex and/or use of sex toys, on the premises.

É com essas palavras que se dá as boas vindas aos novos alunos da escola, quando começa o novo ano. Tony, Michelle, Sid, Cassie, Maxxie, Anwar e Jal estão na sua vida universitária ou então a trabalhar, e os produtores decidiram que uma nova geração marcaria esta terceira temporada. É difícil dizer adeus aqueles personagens que nos acompanharam durante duas temporadas, sabendo que não os veremos outra vez. E com isso, a grande questão que se punha, era se os novos adolescentes de Bristol estão aptos a ocuparar o lugar que foi deixado pelos seus antecessores.

Do que eu vi até agora, gostei bastante. Skins é a minha série teen favorita, uma série que não tem medo de arriscar, de mostrar a verdade nua e crua de alguns adolescentes do Reino Unido. A nova geração, comandada por Effy, é tão irreverente como a anterior. Ela é composta por Effy, irmã de Tony (protagonista da geração passada), duas gémeas – Emily e Katie), Pandora, amiga de Effy que já tinhamos visto na temporada passada, Naomi, uma rapariga que aparenta ser lésbica e três rapazes: Cook, Freddy e JJ, cada um pior que o outro.

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Gossip Girl (2.16) – You’ve Got Yale

Janeiro 24, 2009

GOSSIP GIRLMais um bom episódio de Gossip Girl focado novamente em Chuck e Blair – apesar dos dois não terem se falado durante toda a história, o que foi até bom pois toda aquele drama de brigas e reconciliações já estava ficando repetitivo. O que marcou o episódio foi a tentativa de Chuck de tirar seu tio Jack do comando das Indústrias Bass e, para isso, ele procura a inesperada ajuda de Lily van der Woodsen, uma vez que ela também é acionária da empresa. Quanto a Blair voltamos à chatice de Yale, achei que essa história já estava finalizada, mas os roteiristas insistiram em nos dar mais do mesmo, ou seja: Serena conseguindo definitivamente a vaga em Yale e Blair não. E o pior, mesmo depois de conseguir a vaga – através da desistência de Serena, que parece ser a única personagem madura da trama já que conseguiu desistir da incrível Yale sem remorso, pois está segura sobre o que ela quer para si mesma –, Blair aprontou com a nova professora de seu colégio, apenas por diversão.

Tanto a solução para a questão de Chuck, quanto o plano de Blair contra a professora nos levaram para um único lugar: a noite na Ópera. Enquanto Vanessa teve que lidar com o bobo conflito entre assistir a ópera no meio do povo ou no camarote que Nathan reservou para eles, Chuck é adotado legalmente por Lily como a única forma de deixar com que Jack seja seu guardião. Ação que teve suas conseqüências com Lily quase sendo estuprada por Jack Bass no banheiro da ópera, uma cena um pouco desnecessária, ao meu ver.

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