As coisas que eu gosto e odeio em… One Tree Hill

Fevereiro 28, 2009

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Depois da boa aceitação que teve a primeira edição da rubrica que estreou no dia 20 de Janeiro com Lost, chega a vez de One Tree Hill ver destacados os seus melhores e piores momentos. Lembrando que esta é uma lista pessoal, mas que gostaria também de ver opiniões de outros fãs nos comentários. No final tem uma sondagem para eleger a próxima série a ver-se confrontada com ‘As coisas que eu gosto e odeio’ nela.

Melhores personagens:

  • Jamie Lucas Scott
  • Brooke Davis
  • Nathan Scott

Piores personagens:

  • Rachel Gatina
  • Cooper Lee
  • Fergie

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Supernatural regressa dia 12 de Março

Fevereiro 28, 2009

supernatural__castiel_by_maferDepois de uma pausa em Dezembro, Supernatural regressou no início do ano para quatro episódios sem qualquer desenvolvimento na história desta quarta temporada. Após a exibição de ‘Sex and Violence’, os irmãos Winchester tomaram mais umas férias mas estão prestes a regressar no dia 12 de Março, com o episódio ‘Death Takes a Holiday’. Pelo vídeo promocional que se segue, podemos adivinhar que será um episódio excelente! Depois de ver este vídeo fiquei mesmo entusiasmado para o regresso da série (só faltam duas semanas!).

He is doing God’s work!

E vocês, também estão curiosos para ver o que nos reserva os oito episódios restantes desta temporada? Lembrando que a série criada por Eric Kripke já foi renovada para uma quinta e última temporada, e que Jeffrey Dean Morgan gostaria de voltar para a mesma.


Battlestar Galactica (4.17) – Someone to Watch Over Me

Fevereiro 28, 2009

snapshot20090228150109Como é bom ter a velha e boa série Battlestar Galactica de volta. Depois de dois episódios maus, o drama de ficção científica volta com um episódio centrado em Starbuck, uma das minhas personagens favoritas. Só o início do mesmo, com toda aquela rotina dela, foi dos melhores inícios desta temporada, e não demorei muito para descobrir que os restantes 35 minutos também eram fabulosos. Faltam apenas três episódios para o grande e badalado final da série que conquistou a crítica americana e apenas alguns fãs de produtos televisivos.

No bar, ela conhece um pianista que, aparentemente, não tem nada a ver com ela. Mas ela engana-se quando percebe através de cada gesto e ensinamento do mesmo que se trata do seu pai, pois este é que lhe ensinou a tocar piano. E a música que ele lhe ensinou é a mesma que os quatro Cylons ouviram no final da terceira temporada! Restam dúvidas que o pai de Starbuck é o tal décimo terceiro Cylon perdido? Sendo assim, Starbuck é uma meia Cylon (assim como Hera) e talvez seja por isso que as duas são tão especiais.

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Lost (5.07) – The Life and Death of Jeremy Bentham

Fevereiro 27, 2009

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A vida é feita de conselhos. A minha vida é muito melhor com Lost. A tua, se és fã da série, talvez necessite de algumas recomendações…

Conselho n.º 1: Não criar expectativas pelo título

A vida e a morte de Jeremy Bentham foi pouco surpreendente e isso deveu tudo a culpa minha. Não, não li spoilers do episódio (apenas vi os vídeos promocionais), mas só o nome do mesmo já dava para criar uma certa expectativa. E esse foi exactamente o meu problema: a criação de um sentimento elevado que este seria, simplesmente, o melhor episódio da temporada. Infelizmente, não o foi, acabando por ser, para mim, um dos piores dos sete exibidos.

Conselho n.º 2: Saber que Lost tem os seus momentos aborrecidos

Sim, eu achei uma parte deste episódio chata. E essa parte é quando John Locke conversa com os Oceanic 6. A conversa com Sayid foi a pior de todas, assemelhando-se muito com a da Kate. Com o Jack, a conversa já foi mais interessante quando metemos o pai deste, Christian Shepard, ao barulho. Foi assim que começaram as suas viagens que vimos no final da terceira temporada. A conversa com o Hurley e com o Walt, bem… isso fica mais para a frente.

Conselho n.º 3: Os mortos não fazem mal, mas sim os vivos

Pelo menos é isso que pensa o Hurley quando Locke o visita. A situação foi engraçadíssima e muito paradoxal. Se todos os humanos se assustariam ao ver um morto conhecido à frente deles, o Hurley assustasse quando acontece o contrário. Ele continua a ser uma das personagens que faz Lost valer ainda mais a pena. Tenho saudades das cenas dele com o Charlie, que eram do mais divertido que existia na série. Infelizmente este morreu, mas ainda anda vagueando pelo centro de psiquiatria.

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Bones (4.15) – The Princess and the Pear

Fevereiro 27, 2009

bones-415Só agora é que entendi a atitude dos argumentistas de Bones. Começou com Zach, segue-se com Booth. O que os argumentistas estão a fazer é colocar sangue novo na série, fazer as pessoas pensar quem será o próximo a substituir Zach, partindo de uma lista fixa. Depois temos a chegada da Perotta para deixar o melhor actor da série, David Boreanaz, a descansar. O homem merece, eu percebo, mas Bones sem Booth sabe a pouco (e sabe mal). Isto faz com que nós, espectadores, fiquemos a espera do próximo episódio, pelo menos para ver quem será o próximo a fazer as vezes de Zach.

De resto, temos um episódio que me faz voltar, no princípio, a Merlin. O episódio foi muito bem construído, apesar de ser mais do mesmo. Todos os episódios tratam de coisas diferentes, mas vêm todos do mesmo cesto. Claro que o que me consegue prender a série ainda são as infantilidades de Sweets, a ignorância de Bones e o relacionamento de Booth com Brennan. Pouco mais. Prendia se “ressuscitassem” (termo muito actual, por estes dias) o pai de Bones, trouxessem umas pitadas de Zach e um caso que dure, pelo menos, dois episódios (para ver se isto fica melhor). O caso até foi interessante, pois recordou-me vários filmes que vi, mas não é aquela coisa que já deu para ver em Bones. Bones fica com uma última oportunidade, pois se o próximo não arrebentar com a escala, deixo-a parada, e volto no final da temporada para a apreciação global.

Nota: 7,8


The Simpsons e Survivor duplamente renovadas

Fevereiro 27, 2009

simpsons-wallpaperDois dos programas com mais temporadas nos Estados Unidos foram renovados para não uma, mas sim duas novas temporadas, totalizando 22. Começando pela série animada da FOX, que conta a história de uma família amarela conhecida pelos Simpsons, a emissora decidiu pedir mais 44 episódios, ou seja, duas temporadas, totalizando assim 493. Tendo já tido ultrapassado o recorde de Flinstones como a série animada com mais episódio de sempre e acabou de bater o recorde de Gunsmoke (1955-1975) como a série mais longa até hoje.

Por outro lado, um dos reality shows mais populares mundialmente – Survivor – também ganha mais duas temporadas. Actualmente na décima oitava temporada (que eu estou completamente viciado a acompanhar, assim como The Amazing Race), Survivor continua a ter uma audiência bastante boa. Assim, os dois novos ciclos vão ao ar na próxima temporada (um na fall season e outro na midseason), comemorando 10 anos de exibição e 20 ciclos.


O Portal Comenta… 27 de Fevereiro

Fevereiro 27, 2009

Aonde está escrito “reviews”, leia “comentários”. E em The Office, aonde diz “Fora isso”, leia “Também” e aonde diz “uma taque cardíaco”, leia “um ataque cardíaco”.

Dessa vez tenho fé que o post não vai sumir do nada. 

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Battlestar Galactica (4.16) – Deadlock

Fevereiro 27, 2009

snapshot20090227165806Que episódio foi este afinal? Estamos mesmo a cinco do final e o que nos apresentam são ideias completamente descabidas e decisões piores ainda? O regresso de Ellen a Galactica foi simplesmente ridículo. Nem sei mais o que escrever, talvez a melhor opção é contar apenas os acontecimentos porque toda a gente já percebeu que eu odiei tudo o que se passou. Mas também todos sabem o que aconteceu e estar apenas a relatar o episódio é completamente desnecessário.

Pior mesmo do que a relação entre Ellen e Tigh é o destino do filho deste com Caprica Six. Quando ouvi que ele não sobreviver, apetecia-me partir o computador de tanta raiva com que fiquei. Isso já para não falar da personagem de James Callis, Baltar, que está pior que no início da quarta temporada. A única coisa que escapa é as cenas em que aparece o grande James Edward Olmos. E sem mais nada a dizer, termino assim este (mini) review.

Nota: 6,4


Brothers & Sisters (3.14) – Owning It

Fevereiro 26, 2009

snapshot200902182310031 Após o mini-hiatus, B&S retorna com um grande acontecimento na vida de Kitty: seu chá de bebê. Trish terá seu bebê dentro de poucas semanas e em contra partida, ela recebe uma proposta de emprego para trabalhar na rádio de sua antiga faculdade, a Wexley. Resta o dilema em aceitar essa grande oportunidade ou dedicar-se de corpo e alma ao bebê. Todas as mulheres da família estão se preparando para o grande dia e resta saber se todos gays estarão presentes, já que eles são convidados autorizados. Norah por outro lado, avançou seu relacionamento com Roger mas não consegue lidar muito bem com os segredos de seu novo “affair”, pois ele é casado e vive um relacionamento aberto com a esposa. Isto a deixa muito conturbada e agitada, gerando stress durante o chá de bebê, que conta com a ilustre participação de John Glover (Falecido Papi Luthor),como Henry, o novo parceiro de Tio Saul. Naturalmente Kitty sente-se pressionada com o autoritarismo de sua mãe e acaba abandonando sua própria festa.

O apagado Tommy reaparece na reunião de fechamento do contrato com o ” antigo proprietário” do terreno adquirido pela Ojai. Assim ele consegue aprovação do conselho. Finalmente a inocente Rebecca descobre mesmo que sem querer a jogada de Tommy. A “jovem empreendedora” ainda tem que lidar com o relacionamento conturbado de Justin e sua afilhada do NA. Detalhe que a moça o beija, Rebecca vê e depois o episódio tem um erro de continuidade horrendo, mostrando uma híper-tranquila Becca ligando para o namoradinho. Enfim, ela resolve contar a Justin que acha que Tommy está planejando algo e como sempre eles tem uma bela discussão envolvendo seus queridos familiares. Resta a Becca recorrer a uma pessoa bem peculiar em sua vida: seu verdadeiro pai.

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Estreias TVP: The Listener também online!

Fevereiro 25, 2009

462_listener2A FOX Portugal estreia ‘The Listener’, um drama sobre um jovem paramédico que tem a capacidade única de ler os pensamentos das pessoas, na primeira semana de Março: no dia 2 (às 22h20) no canal e no dia 3 na internet, em www.fox.pt. Esta série é composta por 13 episódios que vão ser exibidos – um novo a cada semana – nas duas plataformas, às segundas-feiras e às terças-feiras, respectivamente. No site da FOX Portugal, em http://www.fox.pt, vão ser disponibilizados para acesso gratuito dos fãs do canal e da série vídeos e outros conteúdos exclusivos do drama paranormal ‘The Listener’: entrevistas aos actores, trailers das personagens, imagens de backstage, vídeos que retratam os treinos dos actores para vestirem a pele de verdadeiros paramédicos, entre outros.

A FOX International Channels (FIC) anunciou no passado dia 14 de Janeiro que ‘The Listener’ estreia na mesma semana no canal FOX em 180 países por todo o mundo incluindo, para além do nosso país, o Reino Unido, Itália, Espanha, Argentina, México, Japão, Coreia, Polónia, Brasil e Turquia. Isto, antes mesmo dos Estados Unidos (NBC) e Canadá (CTV) que só a vão emitir mais no final do ano.

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Chuck (2.14) – Chuck Vs. The Best Friend

Fevereiro 25, 2009

chuck-214Depois de uma primeira temporada muito boa, Chuck tem mantido um nível bastante alto durante este segundo ano de vida. Este episódio é mais um dos estranhos casos que se vão passando durante a série. O episódio é excelente, são 45 minutos de puro humor, acção e estupidez, e as audiências não correspondem. O que se há-de fazer, quando se faz tudo e pouco se consegue. Como já escrevi, Chuck tem um episódio cheio de risos. Mas também teve um episódio de traições, de amizades, de reencontros, de regressos, de felicidade e de revelações. Um episódio hilariante.

A história conta-se rapidamente. Anna regressa a série, e trás consigo uma nova personagem, o seu novo namorado Jason. Morgan desconfia que Anna tem um novo amor na sua vida, e junta a equipa, ou seja, os cromos Jeff e Lester mais Chuck, e começam a espiar Anna. Aqui temos a primeira revelação, com Jeff a mostrar que nem tudo na sua vida é simplesmente estúpido. Do dinheiro que sobra das despesas diárias, Jeff constrói o seu centro de espionagem. Ao espiar Anna, Chuck tem um flash sobre o novo namorado de Anna, o que faz com que ele se aproxime da pessoa mais odiada pelo seu melhor amigo.

A oportunidade surge numa festa, fazendo que Chuck se faça amigo de Jason. Mas Morgan segue na sua tarefa de espiar, e descobre que Chuck o anda a trair. Mas ele percebe isto no pior momento, pois quando resolve actuar, é apanhado. O problema é que é apanhado pelo gang para o qual Jason trabalha, que pensam que ele é um agente secreto. Chuck salva o seu amigo, mas para isso faz com que a honra de Morgan fique afectada. Mas as suspeitas sobre Morgan retornam quando é encontrado uma escuta na garagem do gang. E aqui começa Chuck a tentar salvar o seu amigo. Primeiro a tentar transporta-lo para fora da Buy More quando o gang chega lá.

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House (5.16) – The Softer Side

Fevereiro 25, 2009

house-516A mim bem me parecia que House estava diferente. Não percebia aonde, bem porque, mas dava para ver que ele estava diferente. Primeiro por causa da falta de inteligência que teve quando Foreman e Thirteen o enganam (e eu dou a mão a palmatória, pois acreditei que House sabia que dessa artimanha). Segundo porque House estava mais humano, não estava tão sarcástico. E neste episódio temos a explicação para todas as mudanças. Mas primeiro falemos do caso. O caso foi parecido com um que ocorreu nos primórdios de House (se não me falha a memória), quando ele cura uma rapariga que deveria ser um rapaz, mas que não o é devido a ser imune a testosterona.

Este caso é semelhante por causa de ser um rapaz que poderia ser uma rapariga, ou seja, quando era ainda recém-nascido, os pais puderam decidir se ele/ela seria rapaz ou rapariga. E assim se dá inicio a um caso interessante, onde temos várias reviravoltas, e, claro, House a descobrir o problema. Um problema simples, que seria logo resolvido, como House disse, se ele não tivesse mudado. E esta mudança é a base de todo o episódio. Como já tinha dado a entender, House está diferente. Este episódio começa por enumerar as coisas que House está diferente. Temos a falta de inteligência na questão Foreman-Thirteen e temos House a deixar que as decisões que os familiares tomam o afectassem durante o diagnóstico.

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Dollhouse (1.02) – The Target

Fevereiro 25, 2009

snapshot20090225003632Com um episódio superior, muito bem escrito e cronologicamente perspicaz, onde segredos são revelados, identidades são descobertas e também temos a chance de conhecer um pouco mais das personalidades dos funcionários da Dollhouse. Passado em flashback com sincronia no presente, descobrimos a identidade cruel e assassina de Alpha, um “Ativo” com anomalias que foram impossíveis de prever e controlar. Ao contrário dos outros “Ativos”, Alpha tem a capacidade de acessar as memórias que deveriam ter sido deletadas, tornando-o uma espécie de Jack, o Estripador, devido a suas habilidades cirúrgicas ao matar outros “Ativos” e também o ex-assistente de Echo, Samuelson. Interessante que no massacre ele fere gravemente a Dra. Saunders. Neste momento percebemos por que ela é tão enigmática,  algo que não consigo entender é sua motivação para continuar envolvida no projeto. Conhecemos o real motivo pelo qual Boyd foi contratado e quão necessária é a conexão do “Ativo” com seu Assistente, objetivando a relação de confiança entre os dois através da frase chave “Tudo vai ficar bem” ela sempre recuperará a confiança.  DeWitt exemplifica o processo de preenchimento das personalidades dentro dos “Ativos”, que podem se tornar amantes, amigos ou simplesmente confidentes. O desejo é destintamente oferecido como produto da verdade. Os pensamentos e frases marcam a forma com que a Dollhouse se vende como necessidade vital ao ser humano.

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Burn Notice (2.14) – Truth and Reconciliation

Fevereiro 25, 2009

burn-notice-214Depois de um episódio inovador, Burn Notice regressa a sua forma original, a sua estrutura. E este episódio é um regresso ao passado, desde a estrutura, passando pelo caso, até a parte do “despedimento” de Michael. Começando pela estrutura. Burn Notice regressa a forma original. Se no último tivemos a acção concentrada, com evolução da narrativa de Michael e o seu regresso a espionagem remetida para o princípio e para o final do episódio, desta vez temos o intercalamento entre o caso e a história de Michael. Um regresso as origens. Mas Burn Notice não só regressou as origens nesta parte.

Os argumentistas estão a recuperar várias personagens. No último foi Jason. Neste foi Victor, para além de algumas surpresas pelo meio. Mas a reentrada de personagens faz com que Carla desapareça. Por onde ela para é uma pergunta que me está a importunar. Vamos ver quando ela volta. Mas começando pelo episódio, Michael volta a ter um caso em que tem de ajudar uma pessoa. Neste caso temos uma pessoa chamada Claude Laurent, ao qual mataram uma filha. O problema é que a morte ocorreu no Haiti, e o homem por quem ele anda atrás encontra-se em Miami. Jean Duman encontra-se em Miami, escondido sobre o nome de Luc Renard. Laurent quer que Michael o ajude a levar Duman para o Haiti.

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Lie To Me (1.04) – Love Always

Fevereiro 25, 2009

lie-to-me-1041Uma série é como as pessoas, não se pode medir aos palmos. A série não se pode medir pela audiência que tem nos EUA, porque, primeiro, o público americano é muito esquisito, e, segundo, existem variadíssimos casos onde temos séries excelentes que não conseguem atingir os números que valem. E para quem acompanha as audiências, ao ver o número de pessoas que passou a última quarta a ver Lie to Me, deve ter pensado que o episódio tinha sido o pior de todos. Mas não foi isso que aconteceu. Lie to Me consegue ter o melhor episódio da temporada. Isto deve-se a mudança do estilo do episódio. Em vez de termos um caso policial normal, temos uma busca antecipada do assassino; em vez de termos dois casos, temos um único. Como dizia um cantor português “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

Pois os tempos já não pedem casos policiais a torto e a direito. Os tempos pedem coisas novas. E Lie to Me consegui dar-nos algo de novo. Primeiro, começamos por ter a ameaça a embaixador norte-coreano. O ponto de partida estava dado, para um caso coerente, sem muitas mudanças de velocidade, nem sem entrarmos na monotonia. Temos a chegada de Dr.Lightman e a sua equipa. Mas, quando o caso parecia que estava a seguir uma direcção, temos a tentativa de assassinato do filho do embaixador. O problema é que o caso se passa num casamento, e como em quase todos os casamentos (em tempos de crise não é muito assim, mas prontos) temos uma quantidade infinita de convidados. Neste caso eram 150. Número grande para uma equipa de quatro pessoas.

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