Smallville e mais quatro séries da CW são oficialmente renovadas!

Fevereiro 24, 2009

cwrenewals_lO canal americano CW acabou de renovar seis das suas séries para a temporada que começa em Setembro deste ano. Corriam rumores que a emissora podia abrir falência mas parece que teremos mais histórias pela frente. As duas séries de quinta-feira, Supernatural (quinta e última temporada) e Smallville (nona temporada), foram obviamente renovadas. São elas que dão os melhores resultados (além da também renovada America’s Next Top Model) e o único impedimento que podia ser visto até hoje era as complicações do contrato do protagonista de Smallville, Tom Welling.

À segunda-feira, os dramas teen Gossip Girl (terceira temporada) e One Tree Hill (sétima temporada) não se têm saído nada mal. A primeira é muito querida pela emissora e a segunda pela crítica pelo seu crescimento ao longo das seis temporadas. Esperemos que a sétima temporada de One Tree Hill não desiluda. Outro drama teen que foi renovada é 90210 (segunda temporada), remake de um sucesso dos anos 90: Beverly Hills 90210.

Os destinos de Reaper, Privileged e Everybody Hates Chris ainda são incertos. Ausiello disse que o facto de ainda não terem sido renovadas não quer dizer que tenham sido canceladas. De relembrar que Privileged tem ganho bastante carinho pela crítica americana, principalmente pelos fãs de Gilmore Girls.

PODEM IR ACOMPANHANDO O STATUS DE OUTRAS SÉRIES NA NOSSA PÁGINA DE RENOVAÇÕES/CANCELAMENTOS.
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O Portal Comenta… 24 de Fevereiro

Fevereiro 24, 2009

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John Winchester regressa a Supernatural?!

Fevereiro 24, 2009

3370305133Como todos sabem (ou não) a quinta temporada de Supernatural é tida como a última da série. Esta decisão foi tomada pelo criador da mesma, Eric Kripke, há muitos meses atrás que diz preferir que a série acabe no auge do que se vir a arrastar por muitos anos. Numa pequena entrevista feita a Jeffrey Dean Morgan no Reino Unido aquando a promoção do seu novo filme, Watchmen, o actor diz que na quinta e última temporada existe a possibilidade de este voltar. Se ele voltou a Grey’s Anatomy da forma como voltou, não seria difícil arranjar uma história para ele voltar também em Supernatural. Eu gosto bastante da personagem e também quero que a série acabe em 2010, pois sou da mesma opinião que o Eric Kripke.


House (5.15) – Unfaithful

Fevereiro 24, 2009

house-5134House pode-se comparar a uma máquina de fazer copos (por exemplo). A máquina, quando começa a produzir, tem copos novos, que as pessoas nunca viram, e que compram por ser novidade. Com o passar do tempo, os copos começam a não ser novidade, as pessoas passam a não comprar, e a máquina é deitada fora. House está no meio desta metáfora, pois já há pessoas a não comprar os copos, há aqueles que ainda pensam que os copos são uma novidade e acham os episódios fantásticos, e há aqueles, grupo em que me incluiu, que continua a ver os episódios, mas já começam a fartar-se. E, voltando a metáfora da máquina, o que é necessário para que ela continue a fabricar copos? É preciso mudar o software da máquina, mantendo a mesma máquina. É necessário mudar o estilo dos episódios, é necessário fazer coisas diferentes, é preciso inovar. É preciso fazer episódios como House’s Head, que mudem a temática. E é necessário fazer isso rapidamente.

Ao ver este episódio senti que a máquina está a sofrer mudança no software, apesar de poucas. Apesar de este episódio ser (um pouco) pior que o anterior, consegue ser melhor que os anteriores ao número 100. Primeiro temos uma entrada que adorei. Prometia. Temos um caso médico algo interessante, com algo fora do habitual. Padre com falta de fé não e um caso que se veja sempre. Mas depois a resolução é sempre a mesma: House tem um flash, o doente salva-se, vão todos felizes para casa. Este é um dos pontos em que House peca.

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Dollhouse (1.01) – Ghost

Fevereiro 24, 2009

dollhouse1011Depois de muita especulação e mistério, estréia na FOX a nova série de Josh Whedon, Dollhouse. Após enfrentar diversos problemas com a trama, os roteristas e a imensa dificuldade em alinhar o episódio piloto, o canal finalmente a estreou, com a imensa responsabilidade de surpreender a todos que aguardaram ansiosamente por seu início. Quando descobri que Eliza Dushku seria a protagonista da série fiquei muito contente, pois gosto muito dela como atriz, porém pela premissa da série, vejo que ela terá um imenso desafio pela frente. Consigo comparar sua responsabilidade com a de Toni Collette à frente de “The United States of Tara”, não pela série em si, mas pela densidade da personagem em interpretar diferentes personalidades dentro de um só corpo.  Se Dollhouse conseguir manter um bom nível na trama e na construção das personagens que Eliza incorporara, creio que a série tem tudo para conseguir emplacar como mais um bom trabalho de Josh Whedon.

” Nada é o que parece” realmente encaixa-se perfeitamente no primeiro diálogo entre Caroline e DeWitt, CEO da Dollhouse. O acordo diz respeito sobre o alistamento de Caroline na “top secret company”, fator que irá beneficiar sua ficha (criminal?!) e sua liberdade após cumprir cinco anos na casa das bonecas. Vemos um pouco de ação sobre duas rodas em Chinatown e uma boa balada para descontrair, realmente o que não combinou muito com essa cena foi o ator Brett Claywell, mais conhecido como Tim de One Tree Hill fazer o papel de garanhão, implicância minha talvez mas sempre irei associá-lo ao bestão do Tim. Após deixá-lo ao relento na balada, uma van a leva de volta ao local onde iniciará um novo tratamento.

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Dexter – Terceira Temporada (2008)

Fevereiro 24, 2009

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No final de 2008 comecei a escrever sobre as temporadas que já terminaram na televisão americana. Já escrevi das primeiras temporadas de Merlin e True Blood e o terceiro volume de Heroes. A Marcia, como viu a segunda temporada de Californication, escreveu sobre ela e a Filipa sobre a primeira de Survivors. Podem ler os nossos textos clicando aqui. Hoje regresso a essa fórmula e Dexter, que terminou em Dezembro, é a escolhida de hoje, com a sua terceira e polémica temporada.

Eu nunca fui muito fã de Dexter, aliás, nunca foi das minhas séries favoritos. O que eu gostava mais era apenas os últimos dois episódios de cada temporada porque, na minha modesta opinião, era onde se desenrolava tudo. Vejo a história de cada temporada andar muito devagar e cada episódio de quase uma hora de duração era quase como uma obrigação ver. Se eu não soubesse que no final somos recompensados, já tinha desistido há muito tempo.

A terceira temporada não foi excepção e conseguiu ser pior que as duas anteriores. Eu não consigo imaginar Dexter como uma série de 22 episódios por temporada. O tema principal desta época era se Dexter realmente podia ter uma amigo. Esse suposto amigo chama-se Miguel Prado e é irmão de Oscar, um homem que Dexter acidentalmente matou. A relação entre os dois foi bem construída ao longo dos primeiros oito episódios, e maravilhosamente destruída nos últimos quatro.

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Chuck (2.13) – Chuck Vs. The Suburbs

Fevereiro 24, 2009

chuck-213-300x2011Depois de um episódio em 3D e uma paragem de uma semana, Chuck volta para um nível que nos tem habituado. Comparado com o anterior, foi um episódio que não deu para dar aquelas gargalhadas durante todo o episódio, um episódio que não teve aquelas cenas que só Chuck nos consegue dar. Foi um episódio para manter aquilo que se tem que se tinha conquistado com a terceira dimensão (apesar de não se ter ganho grande coisa). Como em alguns episódios de Chuck, temos o aproveitamento de dias especiais para este tema passar ser o central no episódio.

E desta vez aproveitou-se o dia de São Valentim para dar romantismo a série. Temos Chuck a viver nos subúrbios com Sarah, como qualquer família normal. Mas parece que este bairro não é assim normal como faz supor. No bairro temos instalado uma célula da FULCRUM, e temos o Intersect a viver por lá. A FULCRUM não anda a procura do Intersect, como já foi a sua intenção, mas sim de um novo Intersect, onde consiga colocar as informações sobre a célula guardadas. Mas parece que a quantidade de informação é demasiada para as pessoas normais. Por isso, com a chegada de um membro exterior a FULCRUM é preciso testa-lo, para ver se ele aguenta com a quantidade informação. E o escolhido é o senhor Charles Carmichael, que passa a ter dois Intersects na cabeça.

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