Estreias TVP: The Listener também online!

Fevereiro 25, 2009

462_listener2A FOX Portugal estreia ‘The Listener’, um drama sobre um jovem paramédico que tem a capacidade única de ler os pensamentos das pessoas, na primeira semana de Março: no dia 2 (às 22h20) no canal e no dia 3 na internet, em www.fox.pt. Esta série é composta por 13 episódios que vão ser exibidos – um novo a cada semana – nas duas plataformas, às segundas-feiras e às terças-feiras, respectivamente. No site da FOX Portugal, em http://www.fox.pt, vão ser disponibilizados para acesso gratuito dos fãs do canal e da série vídeos e outros conteúdos exclusivos do drama paranormal ‘The Listener’: entrevistas aos actores, trailers das personagens, imagens de backstage, vídeos que retratam os treinos dos actores para vestirem a pele de verdadeiros paramédicos, entre outros.

A FOX International Channels (FIC) anunciou no passado dia 14 de Janeiro que ‘The Listener’ estreia na mesma semana no canal FOX em 180 países por todo o mundo incluindo, para além do nosso país, o Reino Unido, Itália, Espanha, Argentina, México, Japão, Coreia, Polónia, Brasil e Turquia. Isto, antes mesmo dos Estados Unidos (NBC) e Canadá (CTV) que só a vão emitir mais no final do ano.

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Chuck (2.14) – Chuck Vs. The Best Friend

Fevereiro 25, 2009

chuck-214Depois de uma primeira temporada muito boa, Chuck tem mantido um nível bastante alto durante este segundo ano de vida. Este episódio é mais um dos estranhos casos que se vão passando durante a série. O episódio é excelente, são 45 minutos de puro humor, acção e estupidez, e as audiências não correspondem. O que se há-de fazer, quando se faz tudo e pouco se consegue. Como já escrevi, Chuck tem um episódio cheio de risos. Mas também teve um episódio de traições, de amizades, de reencontros, de regressos, de felicidade e de revelações. Um episódio hilariante.

A história conta-se rapidamente. Anna regressa a série, e trás consigo uma nova personagem, o seu novo namorado Jason. Morgan desconfia que Anna tem um novo amor na sua vida, e junta a equipa, ou seja, os cromos Jeff e Lester mais Chuck, e começam a espiar Anna. Aqui temos a primeira revelação, com Jeff a mostrar que nem tudo na sua vida é simplesmente estúpido. Do dinheiro que sobra das despesas diárias, Jeff constrói o seu centro de espionagem. Ao espiar Anna, Chuck tem um flash sobre o novo namorado de Anna, o que faz com que ele se aproxime da pessoa mais odiada pelo seu melhor amigo.

A oportunidade surge numa festa, fazendo que Chuck se faça amigo de Jason. Mas Morgan segue na sua tarefa de espiar, e descobre que Chuck o anda a trair. Mas ele percebe isto no pior momento, pois quando resolve actuar, é apanhado. O problema é que é apanhado pelo gang para o qual Jason trabalha, que pensam que ele é um agente secreto. Chuck salva o seu amigo, mas para isso faz com que a honra de Morgan fique afectada. Mas as suspeitas sobre Morgan retornam quando é encontrado uma escuta na garagem do gang. E aqui começa Chuck a tentar salvar o seu amigo. Primeiro a tentar transporta-lo para fora da Buy More quando o gang chega lá.

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House (5.16) – The Softer Side

Fevereiro 25, 2009

house-516A mim bem me parecia que House estava diferente. Não percebia aonde, bem porque, mas dava para ver que ele estava diferente. Primeiro por causa da falta de inteligência que teve quando Foreman e Thirteen o enganam (e eu dou a mão a palmatória, pois acreditei que House sabia que dessa artimanha). Segundo porque House estava mais humano, não estava tão sarcástico. E neste episódio temos a explicação para todas as mudanças. Mas primeiro falemos do caso. O caso foi parecido com um que ocorreu nos primórdios de House (se não me falha a memória), quando ele cura uma rapariga que deveria ser um rapaz, mas que não o é devido a ser imune a testosterona.

Este caso é semelhante por causa de ser um rapaz que poderia ser uma rapariga, ou seja, quando era ainda recém-nascido, os pais puderam decidir se ele/ela seria rapaz ou rapariga. E assim se dá inicio a um caso interessante, onde temos várias reviravoltas, e, claro, House a descobrir o problema. Um problema simples, que seria logo resolvido, como House disse, se ele não tivesse mudado. E esta mudança é a base de todo o episódio. Como já tinha dado a entender, House está diferente. Este episódio começa por enumerar as coisas que House está diferente. Temos a falta de inteligência na questão Foreman-Thirteen e temos House a deixar que as decisões que os familiares tomam o afectassem durante o diagnóstico.

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Dollhouse (1.02) – The Target

Fevereiro 25, 2009

snapshot20090225003632Com um episódio superior, muito bem escrito e cronologicamente perspicaz, onde segredos são revelados, identidades são descobertas e também temos a chance de conhecer um pouco mais das personalidades dos funcionários da Dollhouse. Passado em flashback com sincronia no presente, descobrimos a identidade cruel e assassina de Alpha, um “Ativo” com anomalias que foram impossíveis de prever e controlar. Ao contrário dos outros “Ativos”, Alpha tem a capacidade de acessar as memórias que deveriam ter sido deletadas, tornando-o uma espécie de Jack, o Estripador, devido a suas habilidades cirúrgicas ao matar outros “Ativos” e também o ex-assistente de Echo, Samuelson. Interessante que no massacre ele fere gravemente a Dra. Saunders. Neste momento percebemos por que ela é tão enigmática,  algo que não consigo entender é sua motivação para continuar envolvida no projeto. Conhecemos o real motivo pelo qual Boyd foi contratado e quão necessária é a conexão do “Ativo” com seu Assistente, objetivando a relação de confiança entre os dois através da frase chave “Tudo vai ficar bem” ela sempre recuperará a confiança.  DeWitt exemplifica o processo de preenchimento das personalidades dentro dos “Ativos”, que podem se tornar amantes, amigos ou simplesmente confidentes. O desejo é destintamente oferecido como produto da verdade. Os pensamentos e frases marcam a forma com que a Dollhouse se vende como necessidade vital ao ser humano.

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Burn Notice (2.14) – Truth and Reconciliation

Fevereiro 25, 2009

burn-notice-214Depois de um episódio inovador, Burn Notice regressa a sua forma original, a sua estrutura. E este episódio é um regresso ao passado, desde a estrutura, passando pelo caso, até a parte do “despedimento” de Michael. Começando pela estrutura. Burn Notice regressa a forma original. Se no último tivemos a acção concentrada, com evolução da narrativa de Michael e o seu regresso a espionagem remetida para o princípio e para o final do episódio, desta vez temos o intercalamento entre o caso e a história de Michael. Um regresso as origens. Mas Burn Notice não só regressou as origens nesta parte.

Os argumentistas estão a recuperar várias personagens. No último foi Jason. Neste foi Victor, para além de algumas surpresas pelo meio. Mas a reentrada de personagens faz com que Carla desapareça. Por onde ela para é uma pergunta que me está a importunar. Vamos ver quando ela volta. Mas começando pelo episódio, Michael volta a ter um caso em que tem de ajudar uma pessoa. Neste caso temos uma pessoa chamada Claude Laurent, ao qual mataram uma filha. O problema é que a morte ocorreu no Haiti, e o homem por quem ele anda atrás encontra-se em Miami. Jean Duman encontra-se em Miami, escondido sobre o nome de Luc Renard. Laurent quer que Michael o ajude a levar Duman para o Haiti.

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Lie To Me (1.04) – Love Always

Fevereiro 25, 2009

lie-to-me-1041Uma série é como as pessoas, não se pode medir aos palmos. A série não se pode medir pela audiência que tem nos EUA, porque, primeiro, o público americano é muito esquisito, e, segundo, existem variadíssimos casos onde temos séries excelentes que não conseguem atingir os números que valem. E para quem acompanha as audiências, ao ver o número de pessoas que passou a última quarta a ver Lie to Me, deve ter pensado que o episódio tinha sido o pior de todos. Mas não foi isso que aconteceu. Lie to Me consegue ter o melhor episódio da temporada. Isto deve-se a mudança do estilo do episódio. Em vez de termos um caso policial normal, temos uma busca antecipada do assassino; em vez de termos dois casos, temos um único. Como dizia um cantor português “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

Pois os tempos já não pedem casos policiais a torto e a direito. Os tempos pedem coisas novas. E Lie to Me consegui dar-nos algo de novo. Primeiro, começamos por ter a ameaça a embaixador norte-coreano. O ponto de partida estava dado, para um caso coerente, sem muitas mudanças de velocidade, nem sem entrarmos na monotonia. Temos a chegada de Dr.Lightman e a sua equipa. Mas, quando o caso parecia que estava a seguir uma direcção, temos a tentativa de assassinato do filho do embaixador. O problema é que o caso se passa num casamento, e como em quase todos os casamentos (em tempos de crise não é muito assim, mas prontos) temos uma quantidade infinita de convidados. Neste caso eram 150. Número grande para uma equipa de quatro pessoas.

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