Lie to Me (1.05) – Unchained

lie-to-me-105Eu sempre vi Lie to Me como uma série que poderia vir a revolucionar os famosos procedurals. Lie to Me é um dos (poucos) procedurals que não necessita de um homicídio para fazer um episódio. Resta ter um pouco de imaginação para se conseguir arranjar algo que não envolva menos uma pessoa na face da Terra. Este episódio foi um somatório dos dois. Temos um homicídio e temos, noutro caso, a salvação de uma pessoa a morte. Primeira consideração: os argumentistas podiam ver que o melhor episódio foi quando reuniram a equipa. Acho que alguma coisa teve a ver.

O episódio reflectiu-se principalmente na mudança de atitude (e na falta dela). Começando pelo caso secundário (muito desaproveitada está a equipa composta por Dr.Gillian e Eli. Parece que os patinhos feios ainda não merecem nadar no lago interessante, ficando para segundo plano). O caso não foi mais que um misto de racismo e amor (o principal catalisador de homicídios). Foi mais interessante que o principal, pois tem sempre aquele suspense de ver quem é que é o homicida, mas cansa ver estes casos, quando a série ainda está na sua fase embrionária, e que quer se manter viva. Segunda consideração: e o marido de Gillian? Onde é que ele anda?

Passando para o principal. Dr.Cal visita a prisão para ver se a mudança de atitude de um chefe de gang é verdadeira. Com ele vai Ria Torres, um dos poucos pormenores neste caso que sobressaíram pelo positivo. Mas começando pelo caso. Começou interessante, mas depois a montagem foi tão previsível que me deixou com sono. E o sono provem de duas coisas (para além da montagem): as intenções da viúva e as dificuldades de arranjar problemas para o caso. É que, logo do princípio, notava-se que ele seria liberto, e não houve nenhuma informação bombástica que quase pusesse em risco essa liberdade. Pelo lado positivo temos o preconceito de Torres, e a excelente interacção entre ela e Lightman. Terceira consideração: Uma das coisas boas que a série tem é o aproveitamento da aprendizagem de Torres. Vamos ver se continuam a aproveitar.

Resumindo e concluindo. Casos um pouco interessantes (Quarta e última consideração: que grande interpretação de Tim Roth), um episódio normal numa série que precisa de ganhar audiências. Assim é complicado.

Nota:8,1

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