Chuck (2.16) – Chuck Vs. the Lethal Weapon

Março 14, 2009

nup_133337_04741Sempre quando vou ver o episódio de Chuck, penso “Cá vamos ter mais 45 minutos de estupidez, divertimento e acção”. Isto é sempre garantido, mas quando se acrescenta a esta mistura Chuckisiana o romance, o episódio fica explosivo. E quem melhor para juntar romance que trazer de novo o agente britânico Cole, para agitar as águas na relação já bem agitada de Chuck e Sarah. E estas águas ainda se tornam mais turvas quando chega não só Cole, mas sim Cole “o herói”, após sofrer tortura e passar por 12 agentes FULCRUM. Mas com a chegada de Cole, regressam os problemas para Chuck, pois a FULCRUM está cada vez mais próxima de conseguir chegar a usa identidade.

Entre a tortura e a chegada de Cole, ainda temos das primeiras cenas quotidianas de Chuck e Sarah a viverem juntos em casa de Ellen. Mas voltando ao tema central do episódio. Com a chegada de Cole chegam novas informações, ou melhor, um nome. Perseu chega a série como um dos criadores do Intersect, e agora a trabalhar (sem saber) para FULCRUM. Casey e Sarah, ao tentarem descobrir a sua verdadeira identidade, são apanhados. Isto faz a que o pseudo-herói , de nome Chuck, entre em acção, juntamente com Cole (este sim uma espécie de super-homem, ou se quiserem, de “Bond, James Bond”, como ele se intitula), para tentar salva-los. Não corre muito bem, deixando mazelas nestes últimos.

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Flashpoint (2.06) – The Fortress

Março 14, 2009

flashpoint-206Flashpoint teve uma primeira temporada (e ainda mais para quem viu tudo seguido). Esta está a ser mais calma, se calhar devido a estar a vê-la semanalmente. Não fico uma semana a espera de sábado para ver Flashpoint, durante a semana, quando penso em quais séries largaria se precisa-se, vem me logo a cabeça a série canadiana. Mas, quando chega a altura de ver os episódios, noto que perder este momento televisivo era como ter um pássaro na mão e deixa-lo fugir. Este foi, daqueles que me lembro (pois a temporada tem tido muitas paragens), o melhor episódio da segunda temporada.

Isto deveu-se a vários factores introduzidos durante o episódio. Primeiro uma morte. The Fortress tem uma das primeiras mortes, para não dizer primeira, da temporada. Depois temos um caso que parecia que não iria acabar bem. Desde o princípio deu-me a impressão que o episódio não seguiria o rumo normal, ou seja, tudo ficava vivo e de boa saúde. O terceiro é o facto do caso parecer estar prestes a acabar, e depois dar uma reviravolta e surgirem novos problemas para a equipa de unidades especiais. Lembro-me de olhar para o relógio, e ver que faltavam 15 minutos para acabar o episódio, e Ed e a sua equipa entra dentro da casa. E assim se forma um grande caso, cheio de suspense e que me deixou “preso” ao computador.

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Lie To Me (1.06) – Do No Harm

Março 14, 2009

lie-to-me-106Após um episódio que caiu na monotonia dos policiais, Lie to Me tem de novo um episódio muito bem construído. Eu não sou grande acompanhante de policiais, mas daqueles episódios que vi não me lembro de nenhum rapto. E é isto que Lie to Me pode trazer a caixinha mágica: coisas novas. A primeira novidade foi um caso em que não envolva um homicídio, mas sim um rapto, como já referi. A segunda foi a mudança de equipas. Desta vez Cal tem Foster como acompanhante, e não Ria, como habitualmente.

Isto foi a forma que os argumentistas arranjaram para contar parte do passado de Foster. Já se fala nisso. O caso foi dos mais interessantes que se viu até agora, pois começamos a entrar no espírito da série, e já não é preciso a explicação meticulosa da linguagem da mentira. A única coisa que deixou a desejar foi o final, com pouco drama para uma cena que prometia ser a mais dramática do episódio. E, como na maior parte dos casos de Lie to Me, tudo fica bem no final, punem-se os vilões e deseja-se felicidade aos bons da fita. Mas uma das coisas mais interessantes neste caso foi exterior a ele.

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Supernatural (4.15) – Death Takes a Holiday

Março 14, 2009

snapshot20090313220316Finalmente! Que saudades que eu tinha desta série e ainda mais deste tipo de episódios que nos fazem pensar o quão bom é ver Supernatural. Quem acompanhou os meus comentários dos episódios anteriores, aqueles quatro que abriram o ano de 2009 a Supernatural, sabe que eu estava um pouco desiludido com o rumo das coisas. Não é que fossem episódios maus, pois não foram, mas acho que com um tema tão bom como a quebra dos selos e a guerra dos anjos versus demónios, foi mesmo um desperdício de tempo.

Mas nem todo o mal dura sempre e Eric Kripke voltou a surpreender-nos com este magnífico ‘Death Takes a Holiday’, onde existe uma mistura de tudo: mistério, comédia e acção. O início dava a entender que seria apenas mais um caso da semana e que não estava relacionado com os selos, mas, felizmente, tinha. Aquilo que eu queria ver explorado no meio da temporada foi mostrado e tivemos o regresso de quatro personagens que já não víamos há alguns episódios/temporadas.

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Reaper (2.02) – Dirty Sexy Mongol

Março 14, 2009

202a1O episódio 2.02 – Dirty Sexy Mongol mostrou a continuação da nova meta de Sam (Bret Harrison): conseguir escapar do pacto com o Diabo (Ray Wise). Para isso ele conta com a valiosa ajuda de Alan Townsend (Sean Patrick Thomas), o rapaz que conseguiu escapar do acordo e agora foge de todas as formas de cometer algum pecado que faça com que o Diabo volte a tentá-lo. A luta de Sam para conseguir convencer Alan a ajudá-lo não será nada fácil, porque como vimos nesse episódio, o Diabo já começa a dificultar as coisas para Sam, fazendo com que Alan se afaste cada vez mais dele.

Falando do demônio que escapou do Inferno, dessa vez foi até rápido para capturá-lo já que esse guerreiro mongol do século XIII nem chegou a dar muito trabalho e já foi capturado na metade do episódio, fazendo com que os fãs se concentrassem em três pontos diferentes de histórias nesse episódio. Tirando a própria caçada a alma e a busca de Sam e Andi (Missy Peregrym) para encontrar Alan, as outras vertentes do episódio se concentraram no complicado relacionamento entre Sock (Tyler Labine) e sua nova irmã Kristin (Eriko Tamura), que nesse episódio teve um pequeno flerte com um rapaz chamado Topher (Michael Antonakos) e deixou Sock bastante enciumado, e na saga de Ben e seu coelhinho “Kim Charlie”, que terminou com ele conseguindo uma nova e suspeita namorada Nina (Jenny Wade), já que ela é o demônio que tentou matar Sam durante quase todo o episódio.

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