Audiências EUA: OTH e Gossip Girl regressam mal!

Março 17, 2009

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AUDIÊNCIA DE SEGUNDA-FEIRA, 16 DE MARÇO DE 2009

O Portal, com a sua mudança de layout, vai trazer muitas novidades nos próximos tempos e uma delas é a audiência diária nos Estados Unidos. Não me vou estender muito nos textos pois a tabela tem os resultados todos que precisam saber. Castle, a nova série da ABC, consegue uma audiência muito boa, mas também a concorrência não é muito forte. Já House, desceu muito em relação à temporada passada. O regresso de One Tree Hill e de Gossip Girl trouxe resultados mesmo maus em comparação ao que tinham antes do início do novo ano.

Hora Canal Programa Viewers (Milhões) 18-49 Rating/Share 18-34 Rating/Share
8:00 ABC Dancing with the Stars 20.07 5.0/14 3.8/12
FOX House 12.80 4.8/13 4.2/13
CBS The Big Bang Theory 9.76 3.7/11 2.7/9
UNI Cuidado con el Angel 4.23 1.6/4 1.8/5
NBC Chuck (R) 3.93 1.3/4 0.8/3
CW Gossip Girl 2.24 1.1/3 1.6/5
8:30 CBS How I Met Your Mother 9.23 3.8/10 3.7/11
9:00 ABC Dancing with the Stars 22.10 5.8/14 4.6/13
CBS Two and a Half Men 14.02 4.8/12 3.3/9
FOX 24 11.34 3.7/9 3.2/9
UNI Manana Es Para Siempre 4.57 1.9/5 2.1/6
NBC Heroes (R) 3.01 1.1/3 0.9/2
CW One Tree Hill 2.27 1.2/3 1.7/5
9:30 CBS Rules of Engagement 11.41 4.0/10 2.7/7
10:00 CBS CSI: Miami 13.35 3.8/10 2.7/8
ABC Castle 11.48 3.1/8 2.4/7
NBC Medium (R) 4.31 1.3/4 0.9/3
UNI Cristina 3.30 1.3/3 1.3/4

Fonte: TVbytheNumbers

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Estreias TVP: Pushing Daisies (T2) na FOX Next

Março 17, 2009

fox-next-malmequer-bem-me-quer-t2-foto-2O FOX Next estreia a segunda temporada de ‘Malmequer, Bem-Me-Quer’, uma original produção carregada de romance e fantasia, no mês em que começa a Primavera – hoje, dia 17 de Março, às 21h30. Numa romântica mistura entre o universo de Tim Burton e a inocência de Amélie Poulain, este “conto de fadas” acompanha a vida de Ned (Lee Pace), um jovem que, ainda em criança, descobriu que podia ressuscitar os mortos com um simples toque. Ned é agora um pasteleiro que usa a sua característica especial para praticar o bem: ajuda um detective privado, Emerson (Chi McBride), a desvendar casos de homicídio, devolvendo a vida às vítimas para que estas possam revelar o nome dos seus assassinos.

Ned e o seu dom terrivelmente encantador estão de volta para a segunda temporada, em que a sua relação com Chuck (Anna Friel), o amor de infância que ressuscitou na primeira temporada, começa a ressentir-se. Chuck sente-se presa e anseia por uma maior independência, o que a leva a sair de casa do pasteleiro. Este desenvolvimento junta-se assim a um pequeno mas cruel pormenor: se Ned alguma vez voltar a tocar em Chuck, ela regressará ao reino dos mortos e, desta vez, para sempre. Isto faz com que a relação entre o casal seja puramente platónica, não havendo qualquer tipo de contacto físico entre eles.

Olivia Snook (Kristen Chenoweth), empregada na pastelaria de Ned – Pie Hole –, quebra sob a pressão de esconder o negro segredo de Lily (Swoozie Kurtz): a mulher que cobre o olho com uma pala não é mãe de Chuck e não a sua tia. Depois de revelar o segredo, Olivia refugia-se num convento. Mais tarde, Chuck, Ned e Emerson disfarçam-se e fazem passar-se por investigadores do Vaticano, de forma a ajudar Olive a provar que a sua melhor amiga no convento, a irmã Larue (Mo Collins), não se suicidou.

A chegada inesperada do misterioso Dwight Dixon (Stephen Root), amigo de longa data dos pais de Ned e Chuck, vai distribuir problemas por toda a cidade. Mais tarde, Chuck disfarça-se de “mulher abelha” para investigar uma companhia de cosméticos à base de mel, depois de a porta-voz da marca ter sido “ferrada” até à morte.

‘Malmequer, Bem-Me-Quer’ é da autoria de Bryan Fuller e tem Bryan Fuller, Dan Jinks, Bruce Cohenm, Barry Sonnenfeld e Peter Ocko como produtores executivos. A produção ficou a carga da Living Dead Guy Productions, The Jinks/Cohen Company em associação com a Warner Bros. Television.

Título Original: ’Pushing Daisies’
Género: Drama / Romance
Episódios: 13 episódios de 45 minutos
Autor: Bryan Fuller
Elenco: Lee Pace, Anna Friel, Chi McBride, Ellen Greene, Jim Dale, Swoozie Kurtz, Kristen Chenoweth e Field Cate
Produtores Executivos: Bryan Fuller, Dan Jinks, Bruce Cohenm, Barry Sonnenfeld e Peter Ocko
Produção: Living Dead Guy Productions, The Jinks/Cohen Company em associação com a Warner Bros. Television
Prémios: Vencedora de 3 Emmy Awards, outras 7 vitórias e 32 nomeações

ESTREIA: Terça-feira, dia 17 de Março, às 21h30
Emissão: Terças-feiras, às 21h30

Informação cedida pelo grupo FIC


Sci Fi Channel com mudanças radicais!

Março 17, 2009

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Foram com 16 anos de crescimento e de audiências sempre a subir que o canal de ficção científica mais conhecido nos Estados Unidos e com diversas ramificações por todo o mundo (incluindo Portugal) tornou-se um verdadeiro sucesso. Star Trek, Battlestar Galactica, Eureka e Sanctuary são apenas algumas das séries que fazem parte da programação ainda hoje e que despertam a curiosidade daqueles que são amantes de ficção científica. Mas uma mudança radical vai acontecer no dia 7 de Julho. Preparados?

Podem esquecer o nome Sci Fi pois a emissora por cabo vai-se chamar, a partir do referido dia, Syfy. Sim, apesar de se pronunciar da mesma forma, o nome é, a meu ver, ridículo. Muitos perguntam o porquê da mudança do nome e a resposta é simples: com o termo ‘sci fi’, o canal ficava muito restrito em termos de produtos, pois a ficção científica tinha de estar sempre presente. Com o novo nome, o sobrenatural, o fantástico, acção, mistério e aventura são outros géneros a explorar.

Na próxima temporada, o Syfy vai trazer as novas temporadas de Eureka e Sanctuary. Quanto a Battlestar Galactica e Stargate Atlantis, estas ficam mesmo final do sci fi e já foram canceladas. Uma das estreias mais esperadas é a nova série da saga Stargate (Universe).


Burn Notice – Segunda Temporada (2008)

Março 17, 2009

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Eu comecei a ver Burn Notice quando ainda via algumas séries pela TV. Lembro-me de ser quinta-feira a noite, e resolvi sentar-me a ver uma série intitulada “Espião Fora-de-Jogo”. Ao ver os primeiros momentos, fiquei aprisionado, e comecei a acompanhar a série. Chegada ao penúltimo episódio da primeira temporada, não aguentei e tive de começar a ver pelo PC. E bem-dita a hora em que decidi sentar-me quinta a noite em frente da Fox (dispensava-se a publicidade, eu sei).

Mas, se a primeira foi um estrondo, que se dirá da segunda? Perfeita, soberba, magnífica, astronómica e mais alguns adjectivos que deveriam ser prenunciados em graus superlativo. Desde o começo da temporada, ainda no ano passado, passando pela introdução de novas personagens, depois com a paragem no meio, que nos deixa uma interrogação no ar, e depois o regresso em grande, com os dois melhores episódios da temporada. E o que torna a série do espião Michael Westen fora do comum? A primeira razão é misturar 24 com um pouco de Worst Week, pois a série é de acção, com uma pitada de comédia.

Depois um conjunto explosivo, na essência da palavra. É que durante todos os episódios não faltam explosões, armas, e coisas que façam danos. Terceira razão é as bonitas praias de Miami, repletas de areias quentes e movediças. Quarta a forma de construção dos casos. Cada caso é construído de forma perfeita, sempre com a intervenção dos indispensáveis Sam e Fiona, para ajudarem à festa. A quinta é os truques de espião que se metem durante o episódio, que me deixa sempre de boca aberta. Eu não sei onde os argumentistas vão buscar tanta informação, daquela que não se deve fazer em casa, mas que nos deixa a pensar no tipo de perigo que temos em nossas casas. Eu já sei como hei-de safar de ladrões, quando eles decidirem visitar a minha casinha.

Voltando a segunda temporada. O começo foi delicioso, logo com a introdução, excelente interpretada por Tricia Helfer. E já que se fala nesta senhora canadiana, notou-se a sua falta na segunda parte de temporada. Na primeira parte foi importante, desempenhando o papel de Carla. Carla tornou-se uma peça muito importante para o puzzle do “despedimento” de Michael. Primeiro, porque ela é o único elo que Michael tem para descobrir as pessoas que o queriam fora da espionagem. Segundo, por causa de ela, no último episódio, ter referido que ela também sofreu uma paragem forçada na vida de espiã.

Passando para a segunda introdução de personagens, temos Victor. Após a sua introdução no episódio 2.06, e não aparecer mais, Victor vem a ganhar uma importância para o contar da história. É que é ele que anda atrás dos activos de Carla. E para quem ainda acreditava na inocência de Carla, temos a prova que todos os espiões não são santinhos. Carla é maquiavélica, e manda matar a família de Victor. Claro que Victor não fica muito satisfeito, e persegue os “ajudantes forçados” que Carla tem. E recebem os dois a paga, pois morrem.

Mas não só de novos personagens se falou nesta temporada. Falou-se de regressos. E começando pelo primeiro (e espero que ainda volte a aparecer), Seymour regressa a série, e com ele regressa a sua personalidade de pior vendedor de armas em Miami. E digo que espero, e acredito que volte a aparecer, pois no site oficial de Burn Notice, ele aparece muito focado. Passando para o segundo regresso. Temos a reentrada de Jason. Jason não trás nada de novo, mas ajuda a compor o puzzle e deixa uma narrativa secundária fechada.

Para acabar o tema desta segunda temporada e lançar-me nas previsões da terceira, não posso deixar de parte os grandes episódios que a série teve. Deste vou referir dois. O primeiro é o 2.13, pois foge ao padrão de Burn Notice. Primeiro há pouco desenvolvimento na acção do despedimento, e para além de termos o melhor caso da temporada, temos a melhor forma de ser contado. Foi um episódio há imagem de 24, e isso explica bastante a grandeza dele. O segundo foi a season finale. Foi dos melhores episódios que vi nos últimos tempos, pois só tratou da tentativa de Michael encontrar os responsáveis pela sua reforma antecipada. Merece a nota que teve.

Deixando agora a segunda temporada, vou tentar fazer algum futurologista. Com a morte da Carla e Victor, o que será da próxima temporada? Primeiro, temos Michael, brilhantemente interpretado por Jeffrey Donovan, mais sozinho que nunca. Com a saída da “companhia” que o protegia, Michael é largado à sua sorte, unicamente com a ajuda de Fi e Sam. Segundo, espero o regresso de algumas personagens que ficaram de fora desta parte final. Desta refiro o irmão de Michael e de Barry. E para as apostas ficarem completas, o regresso do também ex-espião que já foi visto na série, Larry.

Ficam aqui as minhas apostas, pois o destino de Michael é como os dos óculos que ficaram no helicóptero. Um destino imprevisível e desconhecido (não ponham o Michael sem óculos na próxima temporada, por favor). Foi uma temporada excelente, que deixa-me à espera da terceira. E para quem vai ficar sem séries nas férias, cá está uma dica. Burn Notice é uma grande série, e regressa já neste Verão, com episódios bombásticos.

45eMédia dos Episódios: 9,1


Brothers & Sisters (3.15) – Lost & Found

Março 17, 2009

mailgooglecomEstou totalmente atrasada e em dívida nos meu reviews, mas estou aos poucos voltando aos eixos. Nora após receber a ligação de Ryan no último episódio, resolve viajar para conhecer o verdadeiro ilegítimo “R dos Walkers”, gerando um pouco de preocupação no Tio Saul, ainda mais que ela não revelou nada aos filhos. Se não conhecêssemos essa família tão bem, seria bem difícil prever quais serão as consequências dessa nova união. Após visitá-lo no café em que trabalha, tenta interagir com o rapaz de forma que não o deixe pressionado e confuso, o que é bem difícil, tratando-se de Nora Walker. Nostalgicamente mostra fotos de William e revela que mesmo seu verdadeiro pai ter sido um canalha traidor, ele não era totalmente ruim. E por fim compra uma passagem para que este  viaje com ela e passe um dia de Walker. Assustador até pra mim, só de imaginar este pobre garoto no meio do circo da Grande Família.

Becca após brigar com Justin, decidi viajar a New York e passar algum tempo com seu pai? Achei bem repentino isto, recorrer depois de milênios ao pai, ainda mais num momento que ela precisa esclarecer algumas coisas em sua cabeça, a respeito do plano de Tommy, que afetará totalmente seu futuro e o de sua mãe. Agora por que afastar-se da mãe e correr pro pai? Ainda mais agora que Holly está cada vez mais desconfiada do que Tommy está aprontando. Compreendo a situação e talvez seja isto que Becca realmente precise, alguém imparcial e deslocado de sua vida turbulenta. Interessante ver o retorno de Ken Olin, também direto da série, num momento crucial para desempenhar o pai de Becca. Super válida a bronca que ele dá na filha sobre sua súbita aparição e sobre o fato dela não saber o que quer, principalmente no que desrespeita ao seu papel como pai.

Kitty e Robert enfrentam problemas no casamento, desde a revelação de sua candidatura a governador da Califórnia. Para piorar ainda mais, Kitty revela detalhes particulares de seu marido durante sua entrevista para a Revista Times, gerando cada vez mais conflitos entre os dois. Kevin já havia previsto que ela faria algo parecido, pois agir calmamente como ela agiu não faz parte do perfil. Gostei e desgostei da personagem da Calista por um bom tempo, mas agora acredito que ela encontrou um eixo e finalmente desprendeu qualquer imagem que a marcava. O relacionamento dela com Robert, traz situações muito relevantes para a trama, pois são eles que mantêm mesmo que da forma deles, o relacionamento mais sério entre os Walkers, considerando também que Kevin e Scotty encontraram sua estabilidade, mas eless tem sido pouco explorados ultimamente, desde o momento que Kevin aceitou o cargo de diretor de comunicação de Robert. Mesmo com Robert reconhecendo que precisa dedicar-se mais a família e ao filho que está chegando, nada o impede de cancelar a publicação da entrevista de Kitty. Estabilidade definitivamente não consta no vocabulário deles. Algo realmente me surpreendeu: Brothers & Sisters terá um episódio especial de 2 horas, que aliás mesmo sem a ajuda de Desperate Housewives no domingo em que foi ao ar, rendeu bons números de audiência. Parabéns Walkers!

Nota: 8,0


Kyle XY (3.08) – Tell-Tale Heart

Março 17, 2009

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“Memórias são nosso jeito de manter o passado vivo. Algumas são tão dolorosas que nem queremos visitá-las novamente. Mas uma memória também pode ser um presente. Algo que podemos abrir de novo e de novo para nos enchermos de felicidade. Algumas vezes um momento se transforma em uma memória logo que ele acontece. Pois ele é tão verdadeiro, tão puro e tão importante, que você quer guardá-lo para sempre.

Nunca achei que um episódio desta temporada fosse me deixar totalmente sem reação, mas Tell-Tale Heart conseguiu um feito muito parecido com o que o lindo episódio Life Support causou em mim. Emocionante do começo ao fim, com grandes conexões entre os personagens, grandes cenas e histórias bem desenvolvidas, que aos poucos vão nos levando o final da trama, deixam unicamente o resultado da tristeza por seu cancelamento. Sempre fui fã do casal Kyle e Jessi, mesmo ela sendo irritante na maioria das vezes, sempre tentei dar a ela o benefício da dúvida e pude comprovar cada vez mais que eles nasceram um pro outro. Compartilham mais do que a forma pela qual foram gerados, os dois começam a compartilhar mutuamente o sentimento do respeito, companheirismo, amor e a necessidade de ter o outro, que ultrapassa qualquer limite de um simples toque, carinho ou olhar. Jessi continua determinada a descobrir o paradeiro de sua mãe, agora com o plano de copiar os dados do celular de Cassidy para descobrir algum rastro deixado no dia em que sua mãe desapareceu.

Vemos que ela está sofrendo alguns efeitos colaterais estranhos, como dores de cabeça e desmaios. Assim, Kyle resolver colocá-la em sua banheira, onde coloca gelo para fazer sua temperatura baixar. Jessi está sofrendo reflexos traumáticos, provavelmente ocasionados por algo que viu no dia em que sua mãe desapareceu. Tentando retomar fatos despercebidos, Jessi consegue visualizar manchas de sangue nas roupas que Cassidy carregava, porém totalmente desesperada não consegue manter a calma e surta, obrigando Kyle a entrar na banheira e segurá-la. Devido a forte conexão entre os dois, Kyle entra em sua mente e juntos eles avaliam a cena. Seguindo conselhos, Jessi usa a visão ultra-violeta para verificar manchas e possíveis marcas pelos corredores e  portas. Sendo assim, avista sangue por todos os lados. Numa cena muito bonita, na qual sincroniza o diálogo entre os dois e os batimentos fracos do coração de Sarah, vemos uma cada vez mais desesperada Jessi tentando salvar sua mãe e quão fantástica é a atuação de Jaimie Alexander,  conseguindo entregar de forma belíssima toda a sensação de impotência e sofrimento que sentiu ao descobrir o assassinato de sua mãe. Kyle por respeito, mantêm sigilo sobre as revelações das memórias de Jessi, porém Nicole mostrasse muito prestativa em ajudá-la. Como já era de se esperar,  a famosa “chemistry is undeniable” é realmente “undeniable “ e desta vez sem planos, pretenções e testes, o casal XY e XX finalmente troca seu primeiro beijo verdadeiro. Resta agora saber qual será a repercussão deste ato dentro da casa dos Tragger, considerando que Nicole já não curtiu a muito idéia do novo casal.

Sei que o episódio foi do começo ao fim centrado no casal principal, mas como sempre ressalvo em meus reviews, nunca posso deixar de comentar sobre meu outro, Josh e Andy. Estes ainda lidam com a dolorosa separação, o que faz o sempre fofissimo Josh num ato desesperado dizer as seguintes palavras: ” Andromeda Summer Faith Jensen, will you marry me?”. Tal pergunta a deixa totalmente transtornada e indignada, gerando mais uma briga entre os dois. Posteriormente, achei tão singelo quando Josh volta pra casa totalmente desolado, após uma guerra de comida com Andy e aos prantos do total desespero, busca em seu pai um carinhoso e verdadeiro abraço. São cenas como estas que mostram a evolução de Jean-Luc Bilodeau como ator desde sua primeira aparição como o mirrado e bobo Josh da primeira temporada.

Nota: 10