Supernatural (4.17) – It's a Terrible Life

Março 28, 2009

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Só hoje é que vi o episódio e confesso que na semana passada, depois de ver o vídeo promocional, não criei nenhumas expectativas. Talvez tenha sido esse o principal factor para que eu tenha gostado minimamente deste ‘It’s a Terrible Life’, onde somos questionados com o velho ‘E se isso fosse assim…’. Pois é, se Dean e Sam não se conhecessem e não soubessem que eram irmãos, algum dia poderiam ser aquilo que fazem da vida: caçadores de demónios? A resposta dada foi que nem um, nem o outro, podem fugir do seu destino.

Sem sabermos porquê durante os primeiros 35 minutos, Dean agora é um administrador e ao invés de ouvir rock no carro, prefere as notícias da manhã. Por outro lado, Sam tem uma rotina muito chata como atendedor de telefones. Ambos cruzam-se no corredor e quando Sam diz a Dean que ele é-lhe familiar, este pensa que Sam está a atirar-se a ele. Mas quando Dean vê um fantasma, sabe que Sam tem algo mais em comum com ele e decide investigar os homicídios que estão a acontecer no trabalho.

Após alguns momentos interessantes e com pitadas de suspense, sabemos o porquê de tudo isso acontecer. Tudo não passou de mais um plano dos anjos para fazer o Dean ver que ele é um caçador de demónios, e não só porque o pai lhe ensinou a ser, mas porque é a verdadeira natureza dele. Não podia deixar de comentar a volta dos Ghostfacers, que acabou por ser muito divertida, principalmente quando eles falavam mal dos Winchester, com Dean e o Sam a ouvir tudo, sem saberem que eram eles.

Nota: 8,4


Audiências EUA: Dollhouse continua em baixo

Março 28, 2009

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AUDIÊNCIA DE SEXTA-FEIRA, 27 DE MARÇO DE 2009

A nova série de Joss Whedon parece que não vai ser renovada. Apesar da FOX ter garantido a transmissão dos treze episódios que compõem esta primeira e, provavelmente, única temporada, as audiências não justificam a sua renovação, apesar de Whedon ser um dos argumentistas mais conceituados da televisão americana. Terminator: The Sarah Connor Chronicles está a conseguir uma audiência quase fixa pelos 3,8 milhões de telespectadores.

Time Net Show Viewers (Millons) 18-49 Rating/Share
8:00 CBS NCAA Men’s Basketball Tournament 8p-11p 10.31 3.6/11
ABC Wife Swap 5.54 1.7/6
FOX Terminator: The Sarah Connor Chronicles 3.83 1.3/5
NBC Howie Do It 3.61 1.0/4
CW Everybody Hates Chris 1.81 0.7/2
8:30 CW The Game 2.01 0.9/3
9:00 ABC Supernanny 6.52 2.1/6
NBC Friday Night Lights 3.95 1.2/4
FOX Dollhouse 3.87 1.3/4
CW America’s Next Top Model (R) 1.71 0.7/2
10:00 ABC 20/20 8.05 2.2/7
NBC Dateline 5.39 1.5/5

Fonte: TVbytheNumbers


Chuck (2.17) – Chuck Vs. The Predator

Março 28, 2009

chuck-217Chuck teve sempre duas esferas separadas. Na Buy More, onde ele é o mais racional, e durante as missões, onde ele é o mais trapalhão. É esta complementaridade que faz com que a personagem brilhantemente desempenhada por Zachary Levi se torne das melhores coisas que há da televisão, pois junta o humor, a acção e o drama numa única personagem/série.

E este episódio pode ser qualificado principalmente como drama, pois não tivemos um episódio que deu para dar aquelas gargalhadas que se mantêm durante todo ele, mas sim um episódio de continuidade ao anterior. Se no anterior, já passado a duas semanas, Chuck demonstra o seu organigrama (que pode ser visto no site da NBC, neste link) este complexo puzzle ganha uma importante peça sobre uma das bases do Intersect. Eu pensei que demorava mais tempo, mas Chris Fedack resolveu trazer já Orion para as mentes dos espectadores. Orion ganha uma importância grandiosa para Chuck, pois é a única pessoa que o pode ajudar a remover dois Intersects que estão na sua cabeça.

E a entrada de Orion neste episódio trás duas coisas: a primeira é que o final aproxima-se, já há pouco espaço para ter episódios que não dão uma evolução notória à acção. Segunda, a parede que se construiu a volta de Chuck começa a ressentir-se da erosão, e começa a fragmentar-se. Orion foi a primeira pessoa a conseguir descobrir a brecha por onde se pode encontrar Chuck. Mas Orion não é uma pessoa normal. Ele é um génio, uma pessoa invisível, que só se deixa encontrar quando quer e por quem quer. Esta característica faz com que duas personagens surjam: um agente da FULCRUM e a General Beckman, agora em carne e osso. Claro que, tanto um como outro, tentam roubar a única oportunidade que Chuck tem de viver uma vida normal.

Foi interessante ver Beckman em carne e osso, e comprovar a sua condição rígida, que faz de tudo para chegar aos seus objectivos. Mas se a chegada de Orion foi nós já trazida, não foi para apaziguar as águas. Foi para as colocar mais turvas, e com a sua (suposta) morte, Chuck fica mais afastado da vida na Buy More. Mas não fica tão longe como estava no princípio. Chris Fedack não trouxe já Orion para acabar com a esperança de Chuck, mas sim para a deixar maior. Se Orion (supostamente) morre, não morrem com eles todos os seus segredos, ficando parte deles com o nosso nerd favorito. Mais umas peças para o puzzle, que deverão ser jogadas nos próximos episódios. Para continuar a falar em Chuck, vamos tratar de dois assuntos falados neste episódio. Primeira a relação com Sarah.

Chuck perdeu parte a confiança que tem em Sarah, e este foi bem notório durante do episódio. Primeiro a esconder a sua busca solitária por Orion. No decorrer do episódio parecia que esta confiança estava restaurada, nada que uns truques de Orion estragassem. Chuck vê Sarah a concordar com a General apesar de que, posteriormente, Sarah tenha voltado atrás. E a perda de confiança vê-se bem no final, quando Chuck esconde as informações que Orion lhe deixa. Chuck pensa que é ele contra o mundo, mas Sarah, apesar de ser uma agente competente, tenta sempre contornar as ordens para o ajudar. Quem não parece vir ajudar é o pedido da General para Casey, o implacável, fazer um relatório sobre a relação entre Chuck e Sarah. Começa-se a abrir a brecha para Tricia Helfer.

Na esfera mais racional de Chuck, a vida continua normalmente (para os parâmetros da Buy More). Anna anda desaparecida, mas a diversão continua. E com a chegada de um novo computador, a luta entre as filiais Buymorianas cresce. O computador calha a Buy More de Big Mike, mas Beverly Hills não se deixa ficar atrás, e ataca a nossa Buy More preferida, tornando-a um pouco mais higiénica. De resto, foi interessante ver a ligação entre o computador de Orion, representando o Chuck espião, e Lester, Jeff e Morgan a passar este pelo teste, que por pouco não corria mal. Mas claro que a vingança não fica por servir, e junta-se ao gang do costume Emmett e Big Mike. Falta só umas personagens: Ellie e Awesome. Por onde param é que eu não sei.

Nota-se um Chuck a chegar ao fim (de temporada, espera-se), com uma evolução mais rápida. Perde-se nas cenas de humor, tornando o episódio um pouco mais fraco. Mas tomara muitas séries terem estes episódios fracos.

Nota: 8,9


Skins (3.10) – Finale

Março 28, 2009

snapshot20090328122439Depois de uma temporada cheia de desilusões, finalmente chegamos ao último episódio. Confesso que se tornou quase que uma obrigação ver Skins e estou em séries dúvidas se hei-de ver a quarta época, que deve começar em 2010. O balanço que eu faço desta nova geração não é nada positivo (como poderão ver pela crítica à temporada que sai em Abril)! O décimo episódio começa com Effy e Cook a serem expulsos da discoteca, numa sequência de cenas muito bem montadas. Esta season finale parecia ser uma boa conclusão para o triângulo amoroso Freddie, Effy e Cook, mas novamente os exageros estragaram tudo.

Quem já viu o episódio, sabe quais são os exageros que estou a falar. O mais evidente é a relação de Cook com o seu pai, um homem completamente depravado e quem o próprio filho respeita. A cena em que ele come mostarda só para ganhar uma cerveja é de uma estupidez autêntica, do pior que Skins consegue fazer. Os palavrões, o fumar com o pai, o facto de os dois se atirarem à mesma rapariga (Effy) são outro tipo de coisas que não me agradaram. Talvez seja eu que não estou habituado a ver estas situações no local onde moro, mas continuo a achar isso algo do tipo ‘Skins tem de ser irreverente, logo temos de colocar tudo isso’.

Por fim, temos a chegada de Freddie e JJ para irem buscar o Cook e a Effy, após esta lhes telefonar. Cook e Freddie fazem uma corrida para ver quem fica com ela (cliché!), mas quem acaba por ganhar é o JJ. Quando se viu que ele ia participar na corrida, deu para perceber que o vencedor seria ele. No meio de tantas coisas más, algo que me surpreendeu pela positiva foi a conversa que o JJ teve com eles três. A última cena, a do barco, teve a sua piada, mas mesmo assim não conseguiu ser melhor que as últimas da primeira e segunda temporadas. A banda sonora e os cenários continuam a destacar-se muito bem!

Nota: 7,4

SEASON FINALE


Uma Galactica Simpsonizada!

Março 28, 2009

Quando se junta a recém terminada Battlestar Galactica à mais famosa série animada, The Simpsons, o que é que resulta? O resultado está nas imagens a seguir. Navegando pelo YouTube, encontrei um vídeo onde tinha essas fotos e eu tratei logo de procurar para fazer este post. Quero também lançar um desafio que consiste em tentar adivinhar as personagens seguintes, deixando um comentário. Boa sorte!