House (5.22) – House Divided

Abril 30, 2009

house2Após a paragem de quinze dias, House regressa para o seu 108º episódio. Com um título sugestivo (qualquer título que meta a palavra House promete ser um grande episódio) e com a Amber (seja bem aparecida menina Anne Dudek) como promessa, o episódio prometia muito. Cumpriu as expectativas, pois não foi um caso clínico simples, um único puzzle para se ir resolvendo. Foram várias as aliciantes do episódio.

Com o regresso de Amber, House evolui. Ganha a série com a entrada da (bonita) actriz, ganha o episódio com mais mistério. O mistério do súbito aparecimento da personagem de Anne Dudek parece que não deixa House dormir. O subconsciente começa-lhe a pregar partidas (ver que o subconsciente de House tem personalidade própria, é uma personagem dentro de outra é fantástico. Por aqui se vê que House é (muito) complexo). E qual será as razões desta aparecimento. Morte de Kutner? Parece ser a resposta mais plausível.

Após não gostar da surpresa de ter a ex-namorada a vaguear pelo “seu” hospital, House não larga a sua segunda bengala. Afinal ela é uma representação do seu subconsciente, uma auto-estrada para o seu cérebro. Fixe! – Diz House. Amber lá lhe vai ajudando no caso, um surdo que teve uma explosão de sons no seu ouvido. O caso lá se vai desenrolando, sempre com Amber a frente de House, sempre um paço a frente. As pistas que ela vai libertando são mais um puzzle dentro do puzzle. Continuando no caso, House lá vai estando um paço a frente da equipa (quem não adorou aquela cena do Hugh Laurie com o rádio no ombro?), mas nem tudo vai sendo um mar de rosas. Cuddy tem uma intervenção (digna de nome) e, após House contrariar a mãe e colocar um implante para curar a surdez, retira-o do caso. Mas Amber ainda continua com as respostas as perguntas que toda a gente coloca, e o caso é resolvido. Pelo menos parecia isso. Mas parece que Amber não é assim tão certa como isso. Os erros ocorrem, mas se nem o consciente de House consegue resolver um caso que a equipa consegue algo estará mal.

Outra prova deste problema que afecta House é a narrativa da despedida de solteiro de Chase. O australiano lá tem o casamento marcado, mas casamento sem despedida de solteiro é como ir a Roma e não ver o Papa. E claro que despedidas de solteiro são uma coisa que Gregory House está farto de fazer. Com uma memória de elefante, Amber recorda-se de tudo o que House fez nas anteriores despedidas, e tudo é preparado. Mas o problema é que House tem uma memória demasiada boa. Devido a um “erro”, Chase entra em choque anafiláctico. Será que House quis matar Chase. Não me parece. Mas então que será?
É também com esta dúvida que House fica e, para não ter mais problemas, decide acabar com a auto-estrada para o seu cérebro. Mas o problema não é tão simples de resolver, por isso teremos Amber a atormentar House nos próximos episódios.

Foi um episódio muito bom de House, com o regresso a um House confuso, que não acredita em si e que não sabe o que se passa com ele. Foi excelente ver que, mesmo uma pequena mudança como a forma de filmar, muda logo a perspectiva que temos do episódio. E, claro, os próximos episódios também prometem muito. Espero não me enganar.

Nota: 9,2


Audiências EUA: Centésimo episódio de Lost não levanta os números

Abril 30, 2009

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AUDIÊNCIA DE QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL

Ao episódio 100, Lost mesmo lutando contra American Idol consegue uma audiência razoável, mas confesso que depois da publicidade feita pela ABC, anunciando que o episódio iria ser especial e explosivo, esperava números melhores por parte da série dos perdidos na ilha. Lie to Me demonstra novamente sinais de fraqueza, assim como a nova série policial da ABC: The Unusuals. Enquanto isso, o reality show da CW, o programa de maior audiência no canal, volta e subir e America’s Next Top Model continua com um excelente demo, e até um bom número de telespectadores.
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Time Net Show 18-49 Rating/Share 18-34 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 FOX Lie to Me 2.4/7 2.1/7 7.88
CW America’s Next Top Model 1.8/6 2.1/7 4.00
ABC President Obama Press Conference 1.6/5 1.4/5 6.12
CBS President Obama Press Conference 1.5/5 0.9/3 6.01
NBC President Obama Press Conference 1.6/5 1.1/4 6.68
UNI Conferencia de Prensa: Barack Obama 1.3/4 1.3/4 3.224
9:00 FOX American Idol 7.5/19 5.5/15 21.85
ABC Lost 3.9/10 3.7/10 8.81
CBS Criminal Minds 3.3/8 2.1/6 13.27
UNI Mañana Es Para Siempre 2.0/5 2.0/6 4.64
NBC Law & Order: SVU (R) 1.3/3 1.0/3 4.81
CW 90210 (R) 0.6/1 0.7/2 1.25
10:00 CBS CSI:NY 3.2/9 2.3/7 12.47
NBC Law & Order 2.2/6 1.7/5 7.69
ABC The Unusuals 1.7/5 1.4/4 5.08
UNI Don Francisco Presenta 1.2/3 1.2/3 3.02

Fonte: TVbyNumbers


Lost (5.14) – The Variable

Abril 30, 2009

115644_175Chegar à maravilhosa marca dos cem episódios é algo que só uma boa série consegue alcançar, mas chegar aos cem episódio sendo a série mais falada no mundo inteiro, uma das mais lucrativas, recordista de downloads e com inúmeros blogs, fóruns e sites pela Internet fora é algo magnífico. Mesmo quem não gosta da série, e até aqueles que não assistem, terão de concordar comigo que Lost é a série mais famosa do mundo na actualidade, tornando-se num culto a seguir religiosamente por todos aqueles que querem uma história bem contada. É uma série que ao centésimo episódio continua a surpreender tanto ou mais que na primeira temporada!

Desde o episódio ‘LaFleur’ que nós não víamos nem sabíamos nada do físico Daniel Faraday, mas quando ele chega é mesmo para valer. Antes de irmos directamente para ele, somos presenteados com um flashback que envolve mais a sua mãe, Eloise, que vai ao hospital para saber como Desmond está. Sim, o brotha está vivo e de boa saúde, mas confesso que fiquei curioso com uma frase da Mrs. Hawking, aquela em que ela diz que agora já não sabe o que vai acontecer a seguir. Mas eu sei o que vai acontecer a seguir: o Desmond vai recuperar e os dois juntos vão ter uma história qualquer que dê mais destaque ao escocês. Assim espero…

Quando a Eloise saia do hospital, fica cara a cara com Widmore, possível grande inimigo, mas também pai do seu filho. Pois essa, nessa altura sabemos (e eu nunca tinha pensado nisso) que o Faraday é fruto de uma relação entre a Mrs. Hawking e o pai da Penny, o que vai dele irmão dela e cunhado do Desmond. Engraçado como todas as personagens da série estão ligadas entre si, podendo ser irmãos (como o caso da Claire – que saudades da loira – e Jack), outro grau de parentesco, conhecidos ocasionalmente ou um simples encontrão na rua (lembram-se do Sawyer e o pai do Jack?).

Ainda em flashbacks, resolvem-se mais dois mistérios da lista enorme que têm que ser explorados nos próximos vinte episódios. O primeiro é a razão pela qual o Faraday chorava no segundo episódio da quarta temporada (‘Confirmed Dead’): porque ver aquelas pessoas todas mortas era triste. É preciso lembrar que nessa altura o Daniel não estava muito bem da sua cabeça e por isso encontrou uma razão para ir à ilha, proposta feita por Widmore e apoiada pela mãe. Esse é o segundo mistério que ficou resolvido pois ficámos a saber a razão pela qual o Daniel estava no cargueiro.

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Voltando à acção de 1977, na Dharmaville, Faraday diz a Jack que o destino dele não é voltar para a ilha, mas depois de ver o episódio sabemos perfeitamente que isso não é verdade. Entretanto, Sawyer fica em maus lençóis pois foi o Phil foi descoberto amarrado no armário dele, após um tiroteio que aconteceu na vila, para que Jack, Kate e Faraday conseguissem ir até ao acampamento dos Outros. Realmente faltava um pouco de acção à série, algo que pensei que fosse haver mais nesta temporada, mas as explosões e tiros já deu para matar um pouco do vício ‘Jack Bauer’.

Na estação Orquídea, temos o encaixe à primeira cena desta temporada e ainda uma conversa interessante com o Pierre Chang. Daniel conta que é do futuro e o que sabe acerca das libertações de energia que a ilha vai sofrer em seis horas, mas Miles não consegue ficar calado e diz que é tudo mentira. Mas é claro que isso não passou em branco a Chang e, principalmente depois de saber que o Miles é seu filho, deve ordenar à sua mulher que esta saia da ilha com o pequeno bebé. Depois, o filho de Eloise não se consegue conter e vai falar com a Charlotte em criança e diz aquilo que ela se lembrou no episódio em que morreu: ela não pode voltar para a ilha!

O destino de Daniel Faraday era só um: morrer. Também não foi muito inteligente ameaçar o Richard Alpert com um monte de gente no acampamento, não é? Mas a sua morte tem um significado maior quando percebemos que é a sua mãe que disparou o tiro fatal. Pior do que isso é mesmo quando tudo fica claro na cabeça do físico: Eloise Hawking do futuro já sabia que ia matar o filho, por isso sacrificou-o para que algo possa acontecer. Por isso é que ela ficou reticente com o convite que Widmore fez a Faraday para continuar a sua pesquisa na ilha, porque sabia que ia matar o filho, embora involuntariamente.

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O episódio 100 trás a premissa daquilo que vai ser explorado nos três restantes dessa temporada. Jack agora tem a poderosa missão de detonar a bomba de hidrogénio para que o Incidente não ocorra e que, deste modo, nunca seja necessário apertar o botão de 108 em 108 minutos, como foi visto na segunda temporada. Ora se o botão não existir, o Desmond não vai se esquecer de carregar e o voo 815 nunca vai cair. E os sobreviventes nunca vão sofrer aquilo que sofreram! Mas será mesmo que o Jack vai conseguir completar essa missão? Serão necessários muitos conhecimentos de física para saber o que fazer? Algo a descobrir nos próximos episódios!

Só tenho uma reclamação pequena a fazer sobre essa temporada. Para quando a esperada reunião entre os que estão em 2004 e os de 1977? Para que Lost funcione mesmo bem, é necessário que estejam todos no mesmo lugar, na mesma altura! Já está mais que na altura de juntar o grupo todo outra vez, algo que pensei que fosse acontecer nesse centésimo episódio. Tive pena que o Locke, Ben e Sun não participassem nesse grande marco da série, mas algo me diz que não vai demorar muito tempo até que todos tenham o destaque que merecem. Já agora, segue-se o sensacional vídeo promocional do próximo episódio – ‘Follow the Leader’.

Nota: 9,5


Greek (2.13) – Engendered Species

Abril 30, 2009

snapshot200904272257232 Nunca vi os personagens desta série por tanto tempo dentro de uma sala de aula, mas por fim vemos que por vezes é bom estudar um pouco. Cappie frequenta as aulas de Estudos Femininos para “expandir seus horizontes”, juntamente com Casey que veem tentando engajar-se mais. Rusty conheçe uma nova garota, a Jordan durante um considerável mico na aula de Renascimento ou algo do gênero. Ele é  um dos personagens mais cômicos porém pende para o lado patético as vezes, o que é natural considerando seu histórico com garotas. Momento comprovado quando a própria Jordan o intima a convidá-la para sair e ele simplesmente banca o bom irmão mais novo e a convida para entrar numa fraternidade. Ele bobeia tanto que tem que encarar a cena do new-boy da KT, Andylicious beijando Jordan.

Sem dúvida alguma Casey exemplifica o que a série tem de mais insuportável. para mim. Realmente não entendo por que ela tenta fazer Ex-Cappie e seu Boy-Max virarem amigos. Algo humanamente impossível, ainda mais tratando de personalidades totalmente diferentes e egos característicos do sexo masculino. Mesmo a cena que eles fingem ser amigos não convence, nem mesmo para a própria Casey, menos mal. Gostei muito de ver a Ash voltando a ter um affair com alguém, pois desde seu último namorado mala e até o cara das havaianas, ninguém havia demonstrado real interesse nela, que na minha opinião sempre mostrou algo especial e divertido, mesmo que por vezes soe artificial. A história dela com o “Cute Fisher Assistent”  talvez renda bons momentos, ainda mais quando as outras garotas souberem do clima que começou entre eles.

Assistirei o episódio 2.14 e tomarei minha decisão em relação a série aqui no portal. Conto com a ajuda de vocês também para avaliar direito entre cartão vermelho ou bandeira branca para Greek.

Nota: 6,9


One Tree Hill (6.20) – I Would For You

Abril 29, 2009

screenhunter_01-apr-28-0618Em primeiro lugar, quero me desculpar pela demora do post, estava com alguns afazeres extras que acabaram me atrasando. Agora falemos sobre a série… Eu pensei, e pensei sobre o que escrever a respeito deste episódio, e nada me ocorria. Até que resolvi escrever isto, mais ou menos, não ruim e nem ótimo, médio. Bom mesmo só as músicas, como de costume. O destaque deste episódio, em minha opinião, foi a Sam, ela com Jack, com Vistoria e com Brooke, todas as cenas dela foram boas, quando era pra rir e quando era pra emocionar, a personagem conquistou seu espaço e sua história na trama.

Aqueles que tinham visto a promo deste episódio se decepcionaram com o acidente da Peyton, eu achei melhor que não fosse nada grave, afinal já deu pra perceber que este drama vai se prolongar até a season finale. Ao menos isso serviu para Lucas finalmente revelar a verdade a respeito da fragilidade da saúde de Peyton para Brooke, as duas amigas fizeram bonito na cena do hospital. E é meio obvio também que Lucas vai dar um jeito de deixar o destruído Cometa, inteirinho novamente para Peyton. Eu gostei do retorno de Victoria e como todos eu também fiquei cismada com o final, será que ela tem coração, ou será que ela está tentando manipular a Sam?

Prometo que o review do 6.21 vai ser postado até este final de semana, promessa feita, podem me cobrar depois…

Nota: 8,2


Audiências EUA: The Mentalist regressa em alta

Abril 29, 2009

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AUDIÊNCIA DE TERÇA-FEIRA, 28 DE ABRIL

A nova série policial da CBS, protagonizada por Simon Baker, é o novo grande sucesso da emissora, que é conhecida como aquela que tem os melhores policiais e comédia de meia hora. Fringe, também estreante deste ano, consegue se manter numa média de 11 milhões de telespectadores por episódio, mas claro que isso só é possível com a ajuda de American Idol, o reality show mais visto nos Estados Unidos. O episódio de NCIS que introduziu Daniela Ruah no possível spin-off foi visto por 16 milhões de americanos. Será esse número suficiente e a crítica positiva para que o spin-off de NCIS consiga lugar na grelha do próximo ano?
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18-49 Rating 18-49 Share 18-34 Rating 18-34 Share Viewers Live+SD (000)
8:00 FOX American Idol 7.3 22 5.6 19 21.020
CBS NCIS 3.2 9 2.0 7 15.555
NBC Biggest Loser: Couples 2.9 9 2.4 8 7.994
UNI Cuidado con el Ángel 1.4 4 1.6 5 3.519
ABC According to Jim 0.9 3 0.5 2 3.427
CW Reaper 0.8 2 0.7 2 1.953
8:30 FOX American Idol 8.4 22 6.3 19 24.059
CBS NCIS 3.6 10 2.3 7 17.091
NBC Biggest Loser: Couples 3.3 9 2.7 8 8.704
UNI Cuidado con el Ángel 1.7 4 1.7 5 4.121
ABC According to Jim 1.0 3 0.6 2 3.707
CW Reaper 0.6 2 0.5 2 1.684
9:00 FOX Fringe 4.6 12 3.7 10 11.836
NBC Biggest Loser: Couples 4.0 10 3.1 9 10.189
CBS The Mentalist 3.5 9 2.3 6 16.667
ABC Dancing With the Stars: Results 3.1 8 2.1 6 13.489
UNI Mañana Es Para Siempre 1.9 5 2.0 6 4.555
CW 90210 0.9 2 1.1 3 1.761
9:30 NBC Biggest Loser: Couples 4.4 11 3.4 9 10.816
FOX Fringe 3.9 9 3.1 9 9.389
CBS The Mentalist 3.8 9 2.4 7 17.142
ABC Dancing With the Stars: Results 3.3 8 2.2 6 15.044
UNI Mañana Es Para Siempre 2.0 5 2.1 6 4.779
CW 90210 0.9 2 1.2 3 1.838
10:00 NBC Law & Order: SVU 3.8 10 3.4 10 10.288
CBS Without A Trace 2.6 7 1.6 5 12.561
ABC Cupid 2.0 5 1.6 5 7.255
UNI Aqui y Ahora 1.8 5 1.9 5 4.236
10:30 NBC Law & Order: SVU 4.0 11 3.4 10 10.172
CBS Without A Trace 2.5 7 1.6 5 12.137
ABC Cupid 1.5 4 1.2 4 5.057
UNI Aqui y Ahora 1.3 4 1.4 4 3.277

Fonte: TVbyNumbers


Lista: Os melhores momentos «WTF?» de Lost

Abril 29, 2009

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De modo a celebrar a chegada ao centésimo episódio que será transmitido hoje nos Estados Unidos, fiz essa lista para os fãs da melhor série da actualidade. Neste artigo vou dizer quais foram os melhores momentos ‘WTF?’ (em português, algo do tipo ‘Mas que porra é essa?’, no sentido positivo claro, quando somos surpreendidos) ao longo dos 99 episódios que vimos. Como sabem, essa é uma lista pessoal e é normal que haja diferenças de opiniões, por isso peço que respeitem a minha e que, se quiserem, comentem a vossa também.

10.º Lugar – Morte do Charlie

9.º Lugar – Jack e Kate no futuro

8.º Lugar – Ben atira em Locke

7.º Lugar – A Luz na Escotilha

6.º Lugar – Ben move a ilha

5.º Lugar – Alex é morta

4.º Lugar – Implosão da Escotilha

3.º Lugar – Morte do Mr. Eko

2.º Lugar – Desmond contacta a Penny

1.º Lugar – Ben é julgado pelo monstro


Chuck (2.22) – Chuck Vs. The Ring

Abril 29, 2009

horiz_4Primeiro de referir que não vou fazer o que o Marco fez em TSCC, que dividiu o review em dois, um com final de temporada e outro com final de série. Não o faço por dois motivos: primeiro acho que é um insulto a série que ainda não esteja confirmada a terceira temporada, segundo porque tenho a firme convicção que a série seja renovada. Se Heroes o é, porque Chuck não será?

Depois desta pequena introdução, vamos lá falar da Season Finale de Chuck. Com uma temporada constante, eu esperava tudo deste final. E posso dizer que superou as expectativas. Primeiro temos o fecho de um ciclo, o ciclo do Intersect 1.0. Já tinha sido fechado no último episódio, mas este veio dar os retoques finais que eram necessários para a história acabar em grande. Começamos pelo despedimento de Chuck da Buy More. O eterno emprego de Chuck fica para trás, e com ele fica Emmett, Big Mike e o resto da malta. Ficará? É uma situação para ver no próximo episódio.

Continuando. O casamento tão esperado lá se concretizará. O dia mais importante para Awesome e Ellie chega, e tudo está reunido. Tudo como previsto. Nada que uma série com um protagonista deste calibre para estragar o casamento “quase” perfeito. Mas a visita do “grupo de fãs” de Ted Roark vem estragar o casamento. Quem também contribui foram Jeff e Lester (estes dois não podem sair da série!) numa actuação delirante de Jeffster (a cena do foguete é de mais! Para quando o CD?) e a partir daí foi a catástrofe total. Desde o vestido de Sarah, passando pelo copo de água e acabando com o alarme de incêndio a disparar tudo fica arruinado. Não passa de uma metáfora para a vida de Chuck. Salvou-se a prisão de Ted Roark.jeffster_photo_05

Mas o nosso Nerd preferido não é uma personagem qualquer. O casamento perfeito lá se realiza com a ajuda de Chuck e a sua equipa (excelente ver Casey a escolher tecidos), agora sim, perfeito. Foi o regresso das festas ao local onde o Chuck festejou a sua festa de anos (lembram-se? 1.01 já foi longe, eu sei). Mais dois ciclos fechados. Primeiro o pormenor de local da festa. Começa-se com uma festa, acaba-se com uma festa. Segundo o ciclo do casamento de Ellie. Durante estes dois anos vemos contratempos, amores, desamores entre o casal mais Awesome da televisão, mas tudo acaba bem. Parecia ser mesmo o final da série. O episódio demonstrava até aqui que tudo seria fechado, que tudo seria acabado. The Ring (o anel, neste caso aqui citado) estava para acabar com a série.

Mas esse mesmo The Ring (agora noutro contexto) faz renascer a série. Os ciclos estavam quase todos fechados, as pontes todas atadas. Faltava o final para Bryce Larkin, para Sarah Walker, para Steve Bartowski e para Chuck. O primeiro ciclo a abrir-se é saber que Steve Bartowski é também como o seu filho, descuidado. Este descuido fez com que o Intersect primirivo tenha ficado retido na sua cabeça. Tal pai, tal filho. A personagem não é vista até ao final, mas o seu contributo e os seus conhecimentos (aquela “bracelete” é simplesmente extraordinária), quando for necessário, será requerido.

Continuando com o episódio, que teve um ritmo fantástico. The Ring é abertura de um novo ciclo. É isto que representa esta nova organização, que parece mais forte que FULCRUM. Uma nova oportunidade para a série, uma carga de problemas para Chuck e companhia. The Ring tenta requisitar o novo Intersect, o 2.0. Mas com a ajuda de Bryce Larkin, de Sarah, de Casey e de Chuck, a tarefa destes não é concretizada. Mas noutro momento que remonta a primeira temporada, temos o regresso do Intersect a cabeça de Chuck. O regresso as origens. Falta às origens Bryce, que morre, mas como herói. E como na primeira temporada temos a destruição do Intersect, mas temos um Chuck que sabe fazer kung-fu. O fim e o inicio de um ciclo.

Falta referir pequenas coisas. Primeira a banda sonora. Chuck tem uma excelente banda sonora, e em episódios destes fica sempre bem ver-se isso. Segundo: Adam Baldwin é um génio. Desde a expressões durante a luta de kung-fu, passando pelo sons geniais (interjeições próprias e tudo), e depois temos um “Chuck Me”, também de génio. Ele faz com que a série ainda seja mais perfeita.

Terceiro: Os fãs de Charah (em que eu me incluo-o) podem dar-se por felizes. A frase do Bryce acho que diz tudo.

Quarta pequena coisa: O final, com o “To be continue”. Parece mais uma estratégia de pressão à NBC, mas que deixa mais esperanças, há isso deixa.

Foi um episódio de abertura de novas perspectivas a série de NBC, com várias narrativas fechadas e com a abertura de outras para a próxima temporada. Para além disso foi um episódio genial de Chuck, coisa que tem vindo a ser hábito. A temporada fecha em grande, e depois disto resta perguntar: Será possível cancelar uma série destas? Não me parece. Então até a próxima temporada.

Nota: 10

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CHUCK ME!

Season Finale


The Big Bang Theory (2.21) – The Vegas Renomalization

Abril 29, 2009

snapshot20090429115632Se no episódio 2.20 eu havia dito pela primeira vez que não gostei de um episódio de The Big Bang Theory, dessa vez felizmente eu vou dizer que voltei a adorar mais um episódio da série. Nessa semana vimos o episódio 2.21 – The Vegas Renomalization, onde mostrou Howard (Simon Helberg) sendo dispensado por Leslie (Sara Gilbert) e por isso ficou arrasado, mas para animá-lo um pouco, Leonard (Johnny Galecki) e Raj (Kunal Nayyar) se dispuseram a levar o abatido Howard para Las Vegas e curtir um pouco na cidade do pecado. Foi nesse episódio que tivemos a participação especial da atriz Jodi Lyn O’Keefe interpretando uma prostituta chamada Mikayla que primeiramente tenta dar em cima do ingênuo Raj, que logo achou que iria se dar bem com ela, mas Leonard o alertou sobre o perigo. Leonard então teve a brilhante idéia de pagar para Mikayla agir com Howard no “estilo namorada judia” e mesmo sabendo o que ela fazia, Howard aproveitou bem o dinheiro pago pelos seus amigos.

Essa história do Howard foi muito boa, porém mais uma vez nada conseguiu superar os momentos juntos que Sheldon (Jim Parsons) e Penny (Kaley Cuoco) passaram juntos. Tudo porque Sheldon, que preferia ter “larvas de moscas varejeiras crescendo dentro de seu ouvido do que ir com os rapazes para Vegas” estava de tão bom humor por ter uma noite totalmente livre de Leonard e seus amigos no apartamento que decidiu comprar comida indiana, que Raj não suporta mais ouvir falar, com também todos os ingredientes que seus amigos não podiam comer, como o amendoim de Howard e o queijo de Leonard, só que ele estava tão feliz com isso que acabou esquecendo sua chave e por isso acabou ficando na casa de Penny. É inegável que todas as cenas entre Sheldon e Penny acabam sendo as mais engraçadas de The Big Bang Theory porque os dois possuem uma excelente relação de amor e ódio, conforme vimos quando Sheldon descobriu que Penny foi até seu apartamento, quando ele e Leonard não estavam, para pegar um pouco de leite e ele ficou muito irritado com isso, mas logo depois vimos duas ótimas cenas dele tentando puxar uma conversa sobre como foi o dia de Penny e perguntando a ela se ela e Leonard seriam “amigos com benefícios”, já que ele não faz idéia do que isso quer dizer. O momento final do episódio também foi excelente porque mostrou mais uma vez Penny cantando “Soft Kitty” para ajudar Sheldon a dormir, e eu já estava com saudades dessa música. Tudo o que eu não vi, ou deixei de rir no episódio anterior, felizmente consegui fazer nesse episódio e gostei bastante.

Nota: 9,7


Heroes (3.25) – An Invisible Thread

Abril 28, 2009

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Numa temporada (tanto o volume 3, como o 4) em que a inteligência do Tim Kring é posta à prova, o mínimo que podiam fazer era uma season finale digna da fama que Heroes já teve há dois anos atrás. Mas não é que os sacanas que pertencem à equipa de argumento (esse por acaso até foi escrito pelo Kring) voltam a fazer das suas e criar uma das piores season finales que eu já vi em toda a minha vida? Pois é, ‘An Invisible Thread’ tem daquelas decisões ridículas que só quem escreve Heroes pode ter, decisões essas que vão ser faladas nesse review.

Quer dizer, prometeram mortes e tivemos… por cinco minutos! Eu vi o episódio ao vivo e por isso quando vi o Sylar a matar o Nathan disse no twitter ‘finalmente algo de jeito em heroes (no episódio 3.25)’, mas não é que os tais sacanas vieram como toda a história da ressurreição? Heroes deve ser a única série onde existe mais ressurreições do que mortes propriamente ditas. Ha… tem os Cylons de Battlestar Galactica, mas isso é uma série de ficção científica em que se sabe o que está a ser escrito, e não uma forma barata de ganhar dinheiro.

Apesar de gostar do plano do Peter para capturar Sylar e de ele ter sido ‘morto’, é óbvio que o serial killer vai voltar no volume 5. Aliás, isso já começou a acontecer na segunda cena do volume, quando um suposto Nathan (nem vou comentar mais essa decisão do Nathan ficar no corpo do Sylar… que coisa mais estúpida!) percebe que existe um erro no relógio da sala em que ele está. E ao menos se fossem matar o Sylar, que seja de vez, pois ele nem iria fazer tanta falta à série, assim como Nathan. Porque é que não foram os dois? Ha sim… o Nathan se foi, mas agora está no corpo do Sylar, que se transformou em Nathan após o exorcismo do Matt, mas continua a ser o Sylar, ou seja, ninguém morreu, todos estão vivos, só que um é o Nathan quando está com a família e o outro é o Sylar quando está pertos de relógios, e blá blá blá, e já temos história para ‘Redenção’, o quinto volume! Seriously?!

Já agora, ainda estou para perceber como é que nesta season finale a luta do Peter e Nathan com o Sylar não foi mostrada! Bryan Fuller, dá aí uns conselhos ou só estás na equipa para receber um salário? Mas custava alguma coisa ver uns raios de electricidade no ar, um voo ou outros, uns socos, cortes, entre outras coisas relacionadas com uma luta? Não… o Kring apenas quis criar um suspense e de certeza absoluta que no volume 5 teremos um flashback da Claire a recordar o que ela viu pela greta da porta (vaiam esperando sentados para não se cansarem).

Por fim, não podia deixar de falar em mais dois aspectos. Para onde foi todo aquele suspense sobre o passado do Danko? Será que ele voltará na quarta temporada? Espero que não, pois o actor merece série melhor para demonstrar o seu talento. Porque raios não o deixaram preso, sozinho, sem ter aquela conversa com o HRG, e acabava tudo em bem (mesmo não sabendo nada do passado dele). Mas prontos, vamos esperar para ver se ele aparece em ‘Redenção’ e ver o que acontece. Talvez seja um dos convidados especiais para a nova Companhia que está a ser criada pela Angela e o Noah (outra vez?).

O outro assunto, e o último a ser falado (os fãs da série que conseguiram ler até aqui devem estar a dizer ‘porra, finalmente!’), é a volta da Tracy. Além de não matarem nenhum personagem, ainda voltam com mais um. Mas isso até é bom para o elenco, pois não vive naquele sobressalto que se vive em Lost, em que a morte espreita o mais improvável personagem, quando menos se espera, pois sabem que o Kring é totalmente contra a despedimentos, mesmo com a crise que se atravessa. A sua volta acontece já no volume 5 e deixa a entender que ela é agora uma assassina a se vingar dos antigos trabalhadores do Prédio 26. Que história interessante, não é? Mas claro que tudo fica menos mal quando sabemos que a Ali Larter é a actriz que interpreta a Tracy.

Nota: 6,9

SEASON FINALE


Audiências EUA: Finais de Chuck e Heroes com números baixos!

Abril 28, 2009

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AUDIÊNCIA DE SEGUNDA-FEIRA, 27 DE ABRIL

Este ano foi difícil para a NBC, e continua a ser. Como a sua série de maior sucesso, ER, fechou as portas em Março, resta esperar à emissora que encontre novos projectos (originais de preferência) para conseguir elevar um pouco a audiência. Chuck e Heroes são duas séries que desceram em relação à temporada passada, a segunda muito mais que a primeira. Eu não vejo Chuck, por isso não sei a razão pela qual os números são tão baixos, mas em Heroes, a história é outra: é uma série que se tornou fraca! Os americanos não são assim tão burros e quando percebem que uma série está a cair de qualidade, largam!
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Time Net Show 18-49 Rating/Share 18-34 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 FOX House 4.3/12 4.0/13 10.87
ABC Dancing with the Stars 3.8/11 2.4/8 17.26
CBS The Big Bang Theory 3.4/10 2.6/8 9.31
NBC Chuck 2.2/6 1.7/6 5.95
CW Gossip Girl 1.0/3 1.4/4 2.07
8:30 FOX House 4.7/12 4.3/13 11.85
ABC Dancing with the Stars 4.4/12 2.8/8 19.60
CBS How I Met Your Mother 3.7/10 3.4/10 8.87
NBC Chuck 2.5/7 1.9/6 6.28
CW Gossip Girl 1.0/3 1.5/4 1.98
9:00 CBS Two and a Half Men 4.9/12 3.5/10 14.09
ABC Dancing with the Stars 4.7/12 3.1/9 20.41
FOX 24 3.5/9 2.9/8 10.58
NBC Heroes 2.9/7 2.8/8 6.21
CW One Tree Hill 1.0/3 1.5/4 2.13
9:30 CBS Rules of Engagement 3.9/10 2.5/7 11.30
FOX 24 3.3/8 2.6/7 10.535
NBC Heroes 3.0/7 2.8/8 6.56
ABC Surviving Suburbia 2.4/6 1.6/4 9.91
CW One Tree Hill 1.0/3 1.5/4 2.127
10:00 CBS CSI: Miami 3.3/9 2.5/7 11.88
ABC Castle 2.2/6 1.7/5 8.74
NBC Medium 2.2/6 1.5/4 6.74
10:00 CBS CSI: Miami 3.3/9 2.5/7 12.085
NBC Medium 2.2/6 1.4/4 6.702
ABC Castle 2.0/5 1.5/5 8.026

Fonte: TVbyNumbers


Southland (1.03) – See the Woman

Abril 27, 2009

snapshot20090427215001Séries policiais é como uma doença curável. No início não se sente nada de mal, e pensamos que tudo está bem, mas ao fim de algum tempo começam a surgir os primeiros sintomas, entre os mais perigosos uma grande capacidade de distracção e alguns bocejos durante os quarenta minutos. Qual é a cura? Deixar a série! Estará na altura de me curar de Southland? Ainda não! Mas já estão a aparecer os primeiros sintomas? Definitivamente, sim! Infelizmente, não sei quanto mais tempo aguento a ver a série, mas mesmo que eu deixe, provavelmente alguém da equipa, que vê Southland, poderá fazer o review semanal.

Algo que me acontece ao ver a série é que no final de cada episódio penso comigo mesmo: isso até que não foi tão seca como eu estava a achar. A verdade é que Southland, no final deste episódio, conseguiu convencer-me com a história que os dois policias, Ben e Cooper, têm em comum. Ao que parece, ambos sofreram muito com os seus pais, tornando-os o que são hoje: os protectores dos outros, os policias da perigosa cidade de Los Angeles. Naquela altura, quando eles eram mais novos, talvez não tinham ninguém para lhes dar apoio, e é isso mesmo que eles querem tentar fazer, pelo menos nalgumas famílias: prestar o máximo de ajuda, por mais simples e fria que ela possa parecer.

Dos casos que eles resolveram, gostei mais daquele casal que discutia muito. Aquelas duas cenas em que eles aparecem está tão realista que parece que estamos mesmo a viver aquilo na vizinhança, que estamos a ver a luta ao vivo. Não sabia que os policias tinham o direito de divorciar pessoas, ao menos aprendi uma coisa com Southland. Também gosto do facto de irem buscar personagens dos episódios passados para os seguintes, de modo a dar uma continuidade na história. Para finalizar, foi só eu que achei a história do Oficial Dewey ridícula?

Nota: 8,2


Audiências EUA: Desperate Housewives continua a vencer

Abril 27, 2009

desperate-housewives

AUDIÊNCIA DE DOMINGO, 26 DE ABRIL

Apesar da descida dos números temporada após temporada, a verdade é que as Donas de Casa Desesperadas continuam a dar que falar em Wisteria Lane e a série continua a ser vista por mais de 13 milhões de telespectadores. O segundo episódio da nova animação da FOX dita o seu cancelamento, pois desceu ainda mais depois do fraco piloto. Já Brothers and Sisters, também da mesma emissora que Desperate Housewives, conseguiu uma boa média na sua terceira temporada que também está a finalizar agora em Maio. The Simpsons continua com um demo invejável!
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Time Net Show 18-49 Rating 18-49 Share 18-34 Rating 18-34 Share Viewers Live+SD (000s)
7:00 ABC America’s Funniest Home Videos 2.1 8 1.6 7 7.024
CBS 60 Minutes 1.5 6 0.9 4 9.973
NBC Dateline NBC 1.0 4 0.6 2 4.884
FOX American Dad (repeat) 0.9 3 1.1 5 2.172
UNI Hora Pico 0.7 3 0.8 3 1.822
CW Jericho (repeat) 0.3 1 0.3 1 0.646
7:30 ABC America’s Funniest Home Videos 2.4 8 1.8 7 8.130
CBS 60 Minutes 1.6 6 0.9 3 10.781
FOX King of the Hill 1.3 5 1.5 6 2.864
NBC Dateline NBC 1.0 3 0.5 2 4.755
UNI Hora Pico 0.8 3 0.9 3 1.983
CW Jericho (repeat) 0.2 1 0.2 1 0.614
8:00 CBS Amazing Race 3.0 9 2.0 7 10.291
FOX The Simpsons 2.9 9 3.3 12 5.941
ABC Extreme Makeover: Home Edition 2.5 8 2.0 7 8.137
UNI Nuestra Belleza Latina 1.1 3 1.2 4 2.584
NBC Dateline NBC 1.0 3 0.5 2 5.150
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.135
8:30 CBS Amazing Race 3.2 9 2.1 7 10.293
ABC Extreme Makeover: Home Edition 3.0 8 2.4 8 9.277
FOX Sit Down, Shut Up 1.9 5 2.1 7 4.204
UNI Nuestra Belleza Latina 1.2 3 1.2 4 2.822
NBC Dateline NBC 1.2 3 0.8 2 5.738
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.219
9:00 ABC Desperate Housewives 4.6 12 3.7 11 13.427
FOX Family Guy 3.4 9 4.4 13 6.802
NBC Celebrity Apprentice 2.5 6 1.7 5 7.537
CBS Cold Case 2.2 5 1.1 3 10.199
UNI Nuestra Belleza Latina 1.2 3 1.2 4 3.133
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.243
9:30 ABC Desperate Housewives 4.8 12 3.7 11 13.597
NBC Celebrity Apprentice 2.8 7 1.8 5 7.678
FOX American Dad 2.5 6 3.1 9 5.146
CBS Cold Case 2.2 5 1.1 3 10.771
UNI Nuestra Belleza Latina 1.3 3 1.3 4 3.213
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.183
10:00 ABC Brothers & Sisters 3.3 8 2.6 8 9.634
NBC Celebrity Apprentice 3.2 8 2.1 6 8.529
CBS The Unit 2.0 5 1.2 3 8.972
UNI ¿Quién Tiene la Razón? 1.3 3 1.2 4 3.194
10:30 NBC Celebrity Apprentice 3.4 9 2.2 7 8.942
ABC Brothers & Sisters 3.0 8 2.3 7 9.174
CBS The Unit 1.9 5 1.1 3 8.773
UNI ¿Quién Tiene la Razón? 1.1 3 1.0 3 2.687

Fonte: TVbyNumbers


Estreias TVP: Big Love (T1) na FOX Next

Abril 27, 2009

biglove

A FOX Next estreia ‘Big Love’ na segunda-feira, dia 27 de Abril, às 21h30. Uma grande família. Grandes sonhos. Muitos problemas. Muito amor. A série ‘Big Love’ explora a importante instituição que é o casamento através de uma atípica família que pratica a poligamia. Uma série dramática que conquistou o público e que relata a vida de Bill Henrickson (Bill Paxton), um polígamo de Salt Lake City que vive com as suas três mulheres e os seus sete filhos. As histórias de uma família mórmon que todos os dias tenta ultrapassar os diversos problemas domésticos e superar as discriminações por parte da comunidade e vizinhos.

Bill Henrickson é um homem de negócios que gere uma rede de lojas em crescimento e que, frequentemente, tem de enfrentar uma série de desafios emocionais, amorosos e financeiros ligados às necessidades das suas três mulheres – Barb (Jeanne Tripplehorn), Nicki (Chloe Sevigny) e Margene (Ginnifer Goodwin) – enquanto tem de lidar com os seus filhos, as três casa adjuntas, a avalanche de contas que chegam todos os meses e com a abertura de sua mais recente loja.

Para complicar ainda mais a sua vida, estão as constantes crises que afectam os seus pais, Franklin (Bruce Dern) e Lois (Grace Zabriskie), que vivem num condomínio polígamo em Utah e, os inesperados desafios ao seu negócio de Roman (Harry Dean Stanton), um dos seus sogros (pai de Nicki) e conhecido como o “Profeta” da comunidade polígama onde os seus pais vivem. O implacável Roman e Bill são os grandes adversários que constantemente entram em conflito levando Roman a tomar atitudes menos correctas.

Este estilo de vida pouco ortodoxo e mantido em segredo dos vizinhos, requere de Bill um grande esforço que, todas as noites, tem de trocar de casa e de cama. Mark V. Olsen e Wiil Scheffer são os criadores desta série e também eles produtores executivos em conjunto com Tom Hanks, Gary Goetzman e David Knoller. A produção está a cargo da Playtone.

Título Original: ‘Big Love’
Género: Drama
Episódios: 12 episódios de 45 minutos
Autor: Mark V. Olsen e Will Scheffer
Elenco: Bill Paxton, Jeanne Tripplehorn, Chloe Sevigny, Ginnifer Goodwin, Amanda Seyfried, Douglas Smith, Grace Zabriskie, Matt Ross, Bruce Dern, Harry Dean Stanton, Shawn Doyle, Melora Walters, Joel Mckinnon Miller, entre outros
Produtor Executivo: Mark V. Olsen, Will Scheffer, Tom Hanks, Gary Goetzman e David Knoller
Produção: Playtone
Prémios: 4 Nomeações para os ‘Golden Globes’, outras 15 nomeações e 1 vitória

ESTREIA: Segunda-feira, dia 27 de Abril, às 21h30
Emissão: Segundas-feiras, às 21h30
Repetição: Terças-feiras, às 15h05, Sábados, às 20h25 e Domingos, às 22h45

Informação cedida pelo grupo FIC


Pérolas do YouTube #1

Abril 26, 2009

perolas

Estava eu a ver uns vídeos de séries no YouTube e apeteceu-me partilhar com vocês, pois alguns estão mesmo muito bons. Assim, foi criada esta rubrica em que colocarei, em cada artigo da mesma, três vídeos que valem a pena ser vistos. Nos comentários, podem dizer o que acharam e ainda dar sugestões de séries a serem as próximas a verem os seus vídeos aqui no Portal de Séries. Nessa primeira edição das Pérolas do YouTube, trago-vos um vídeo que explora a força da família Winchester, o segundo é de Prison Break e eu só mudava uma coisa nesse (as letras brancas que apelidam os personagens) e o terceiro é de One Tree Hill, uma que remete mais ao romance Naley, uma dos casais que eu mais gosto de todas as séries. No final tem uma sondagem para votarem naquele que gostaram mais.

SUPERNATURAL

PRISON BREAK

ONE TREE HILL

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