Reaper (2.03) – The Sweet Science

Abril 13, 2009

snapshot20090413140328Esse episódio 2.03 – The Sweet Science mostrou três diferentes e divertidas histórias para os fãs de Reaper. A primeira, e principal, foi a missão entregue pelo Diabo (Ray Wise) para que Sam (Bret Harrison) capturasse Michael “Red” Sabatino (Erik Palladino), uma alma que conseguiu escapar do Inferno e que tinha como objetivo vencer o título de campeão de boxe. Descobrimos também que foi o próprio Diabo que o convenceu a entregar a luta que acabou provocando sua ida para o Inferno, e Sam teve que literalmente lutar para que Sabatino fosse capturado de novo. Sam sofreu bastante e também acabou provocando os melhores momentos do episódio, como as cenas em que ele apanha feio de Sabatino, ou então quando tentou fugir do ringue e ficou preso pela perna nas cordas, mas no final ele contou com a ajuda do próprio Sabatino, que até tinha boas intenções, mas a conduta intransigente do Diabo não deixou alternativa para ele, e Sabatino acabou tomando uma atitude bem altruísta e entregou a luta para Sam, fato esse que deixou o Diabo bastante constrangido.

Outra história de destaque nesse episódio foram os problemas de administração da Work Bench pela nova gerente. Andi (Missy Peregrym) foi escolhida para o cargo e ela conheceu um grande problema chamado Les Nessman, um “funcionário fantasma” da empresa e que foi criado por Sock (Tyler Labine), ainda na época em que Ted (Donavon Stinson) trabalhava na Work Bench, para receber mais benefícios da empresa. Como precisava mostrar serviço, Andi pediu que Sock entregasse uma carta de demissão de Les, mas ele não queria perder esse dinheiro e acabou jogando sujo e fazendo com que Andi fosse acusada por Les de “assédio sexual”. Ela teve que jogar no mesmo nível também e convocou uma reunião para informar que Les Nessman se “envolveu em um acidente e acabou morrendo”, fato esse que provocou diversas gargalhadas pela choradeira que Sock fez com a perda de seu “colega de trabalho”. Como ato final de caridade, Sock organizou uma pequena arrecadação de fundos para o funeral de Les Nessman e obrigou até mesmo Andi a colaborar com as despesas da família com o enterro, realmente essa história foi sensacional.

A outra vertente desse episódio mostrou o relacionamento entre Ben (Rick Gonzalez) e sua nova namorada Nina (Jenny Wade), que finalmente acabou sendo apresentada aos seus amigos. Só que ele não queria que eles descobrissem que ela é um demônio e muito menos um demônio que tentou assassinar Sam. Ben estava muito nervoso quando apresentou Nina e ficou ainda mais quando ela acidentalmente quase o atropelou juntamente com Sam. Foi dessa forma que ela revelou ser o demônio que tentou matá-lo, fazendo com que Sam e Sock obrigassem seu amigo a terminar com Nina, só que o que ele não sabia era que ela gostava mesmo de Ben, chegando até mesmo a chorar “lágrimas de ácido” quando eles terminaram. Ao ver a tristeza que isso provocou em Ben, Sam e Sock acabaram concordando com o relacionamento dele com Nina, mas por pouco isso não acabou mal para Ben, e ela acabou o perdoando e eles voltaram a namorar. Esse foi um ótimo episódio, cheio de momentos hilário e com algumas cenas que provocaram várias gargalhadas, tais como a pequena “palestra de auto-ajuda” dada pelo Diabo a um grupo de viciados, ou até mesmo o encontro de Nina com os amigos de Ben no bar para se conhecerem melhor.

Nota: 9.2

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24 (7.14) – 09pm-10pm

Abril 13, 2009

714dMais uma vez nosso heroi Jack Bauer (Kiefer Sutherland) começa um episódio sendo perseguido. O episódio 7.14 – 09pm-10pm mostrou que Jack acabou sendo acusado de matar Ryan Burnett (Eyal Podell) e por isso o FBI ordenou uma busca por ele, mas felizmente Jack conseguiu escapar e com a ajuda de Renee (Annie Wersching), que acabou sendo suspensa por causa de sua intervenção em favor de Jack, conseguiu a identificação de Quinn (Sebastian Roché) como responsável pela armação sobre ele e uma possível ligação da Starkwood com isso. Larry (Jeffrey Nordling) contou bastante com a ajuda de Janis (Janeane Garofalo) para tentar localizar o paradeiro de Jack através da cada vez mais próxima relação entre ele e Renee, aí já entrou a questão dos ciúmes que Larry sente em relação aos dois e que o motivou a investigar a ajuda que ela estava oferecendo a Jack e prendê-la após não lhe informar o que descobriu sobre Quinn. Quem não parecia estar muito confortável com a situação eram Jonas Hodges (Jon Voight) e Greg Seaton (Rory Cochrane) que com essa nova linha de investigação de Jack, viu que seus planos poderiam ser prejudicados.

Após passarem por momentos turbulentos no episódio passado, Olívia (Sprague Grayden) e a Presidente Taylor (Cherryl Jones) começam a trabalhar sobre como abordar o ataque do General Juma (Tony Todd) à Casa Branca, mas o que mais perturbou a presidente foi quando Ethan Kanin (Bob Gunton) a informou sobre ter libertado Jack para fazer o interrogatório de Burnett e ele ser o suspeito de ter assassinado a única testemunha que poderia ajudar na investigação dessa nova ameaça. Como a relação entre Ethan e Olívia nunca foi boa, ela não deixou passar a oportunidade de criticar o trabalho feito por Ethan até hoje e para piorar a situação, durante o discurso da presidente, Ethan descobriu que o jornalista Ken Dellao (Tim Guinee) iria publicar a história de que ele autorizou Jack a torturar Burnett e que acabou provocando sua morte, fato esse que somente poderia ter vindo de Olívia, mas ela acabou justificando para Ethan e sua mãe que essa informação pode ter vindo de alguma fonte do Departamento de Justiça.

Jack foi até a casa do Senador Mayer (Kurtwood Smith) para acessar os arquivos do processo que ele abriu contra a Starkwood, já que essa era a única forma de tentar encontrar alguma conexão entre Juma e essa empresa, que vinha desde algum tempo mantendo relações ilegais e que, apesar do Senador Mayer não acreditar muito na teoria de Jack, poderia provocar uma guerra em seu próprio país. Todos lembram que Chloe (Mary Lynn Rajskub) foi detida por ajudar Jack durante a crise, e após ser informado de todo o acontecido, Morris (Carlo Rota) teve que fazer um acordo com Larry para que Chloe não fosse processada e ela acabou sendo liberada apesar de não ter concordado muito com a atitude de Morris. Ele pegou as informações que Janis encontrou no computador de Renee e descobriu que Jack estava na residência do Senador Mayer e foram até o local. Após descobrir que definitivamente há uma relação da Starkwood com os acontecimentos de hoje, Jack e o Senador Mayer acabaram sendo surpreendidos por Quinn, que acabou matando o Senador e colocando Jack mais uma vez como fugitivo e responsável por outra morte. Após uma ótima batalha, Jack acabou matando Quinn, que antes de morrer lhe disse que as armas da Starkwood já haviam chegado ao local de desembarque e para conter essa nova ameaça ele pediu a ajuda de Tony (Carlos Bernard), que com certeza trará ainda mais emoção para essa 7ª temporada sensacional.

Nota: 9.2


Gossip Girl (2.20) – Remains of the J

Abril 13, 2009

an-infamous-kiss1Após várias semanas quase sem aparecer, Jenny volta a Gossip Girl em um episódio centrado em sua festa de aniversário de 16 anos, que acabou abalando muito mais a vida de seus convidados que sua a própria. Contra sua vontade, Serena lhe prepara uma festa surpresa – muito mais para provar a si mesma que ainda consegue dar festas de arrasar que realmente comemorar o aniversário da menina –, e se há algo que todos nós já deveríamos saber é que quando Jenny não quer algo, todos deveriam ouvi-la. Com isso, vários penetras adolescentes invadem a festa e praticamente destroem o luxuoso apartamento dos Van der Woodsen, sobrando para os quatro adolescentes da trama – Jenny, Serena, Dan e Eric – explicarem para Lily e Rufus o que aconteceu.

Porém, independente de quem foi a culpa pela festa desastrosa, ficou mais do que claro que ela foi só um pretexto para que alguns personagens tomassem algumas decisões importantes para suas vidas, que vão determinar o rumo que o final dessa temporada deve tomar. Serena voltou a ser a velha Serena de sempre, louca para curtir a vida, pois estava cansada de tantos problemas caírem sobre seus ombros ao tentar ser responsável – porém não foi ela mesma que trouxe tudo isso para sua vida? Foi ela que decidiu dar mais uma chance a Dan, foi ela que armou uma festa sem o consentimento de Jenny, e, apesar de dessa vez ela ter levado erroneamente a culpa por sua mãe, não podemos dizer exatamente que Serena é uma santa, certo?

De qualquer maneira, qualquer coisa é melhor que ver Serena e Dan discutindo sua complexa e mais que acabada relação, e, além disso, o interesse de Gabriel nela, ao final do episódio, promete fazer esses dias na Espanha mais quentes que o esperado. Aliás, Gabriel chega a se referir a uma suposta amiga de Serena e a algum evento da temporada passada. Eu tenho uma péssima memória, alguém se lembra do que aconteceu? Por acaso Serena conheceu Gabriel naquele dia em que Georgina apareceu na cidade?

No que diz respeito ao “quadrângulo” Chuck-Blair-Nate-Vanessa, muitas mudanças aconteceram. Desde o final do episódio passado tínhamos a sugestão de que Blair e Nate estavam juntos novamente, o que se mostrou não ser verdade – pelo menos até o fim desse episódio. Porém, graças ao plano mal orquestrado de Vanessa e Chuck – de ficarem juntos para causar ciúmes no casal – Blair e Nate conseguiram se entender e reataram sua relação em uma belíssima cena romântica em um dos lugares favoritos de Blair. Rever Blair e Nate juntos não era bem o que eu tinha em mente, pois sou uma das defensoras do casal Chuck e Blair, porém até que é bonitinho ver os dois juntos novamente, não acham?
Já Vanessa e Chuck, o que dizer? Ambos estão magoados e mordidos de ciúmes por terem sido passados para trás por Nate e Blair, portanto a relação dos dois pode até ser justificável, o que não significa que foi algo que eu gostei de ver. Quanto a Chuck, percebe-se claramente que ele está apenas curtindo o momento, mas e quanto a Vanessa? Ao fim do episódio tem-se a impressão de que ela estaria deixando de ser a ingênua de sempre para incorporar o espírito malicioso e vingativo das meninas do Upper East Side, porém não estou certa de que esse tipo de comportamento combina com Vanessa.

Por fim, Scott, filho de Rufus e Lily mandou uma carta para Dan elogiando seu trabalho como escritor? Grande coincidência, não? Ainda faltam cinco episódios para o fim da temporada, e ainda há muita coisa para acontecer, o problema é esperar mais uma semana para que a série volte desses mini-hiatus que parecem se multiplicar sempre que nos aproximamos mais do fim da temporada.


Nota: 8.3


Brothers & Sisters (3.19) – Spring Broken

Abril 13, 2009

normal_sb0041Ontem assisti no Universal Channel (canal no BR que transmite B&S) a passagem do ator Matter Rhys por nossas terras brasucas, precisamente no Rio de Janeiro. Com a estréia da muito elogiada terceira temporada, ele comenta que a trama possui dois centros que regem praticamente todos os acontecimentos, sendo eles: o escândalo de fraude de Tommy e os problemas de saúde, políticos e matrimoniais entre Kitty e Robert. Neste episódio percebemos nitidamente as consequências enfrentadas para cada membro da família. Norah tenta mudar de atitude e agir mais naturalmente quando se trata dos problemas de seus filhos, principalmente em relação ao Tommy e a Kitty, mas não parece ser muito fácil para nossa querida e super-protetora Sra.Walker. Ser a irmã mais velha traz algumas responsabilidades também, ficando então para Sarah a função de alojar o irmão criminoso e o irmão solitário. Todos a sua maneira estão com o coração e a mente bagunçados, seja a fossa de Beca do fim do namoro, seja Ryan com suas teorias de que sua mãe teria se matado por causa de William, seja as complicações de “time to sex” entre Kevin e Scotty. Tentando resolver a situação de seus irmãos, Sarah pedi para Kevin intervir e tentar passar algum tempo entre “hermanos” e assim aproveitar para convencer Tommy a fazer o acordo no julgamento. Achei muito bem colocado e verdadeiro o envolvimento e preocupação de Sarah com Tommy e também com Kitty, que esta nididamente esgotada com tudo que veem passando.

Após relutar um pouco, “Los Tres Hermanos” decidem ir para Baja, antigo local litorâneo que frequentavam nas férias quando eram mais novos, porém ao chegar deparam-se com algo inusitado: férias universitárias de um bando de caras sem camisa e garotas de biquini bebendo e agitando na praia. Hilário quando Tommy traz umas moças para flertar com ele e os irmãos. Justin fracassa em sua tentativa com Tessi, uma das universitárias presentes, ainda mais que este liga para a Ex-Beca para conversar e ela conta que Ryan não está muito bem e está em sua casa, deixando-o totalmente revoltado. O real motivo desta viagem é fazer Tommy ceder em relação ao acordo judicial, fato que gera atrito entre eles quando a verdade veem a tona. Como um bom irmão e competente advogado, Kevin tenta fazer Tommy enxergar sua complicada situação caso ele não faça aquilo que é melhor. Enquanto isto, Justin resolve investir em Tessi, pedindo “ajuda” para sua redação para faculdade. Adorei o momento seguinte, quando Justin beija Tessi e os caras do grupo dela saem correndo atrás, fazendo com que ele se tranque no quarto com os dois irmãos, que estão tentando se resolver. Mesmo com toda a teimosia e orgulho, Tommy admite que precisa fazer certo desta vez e num bravo momento “Big Brother” vai encarar os caras que querem bater em seu “Little Brother”. Sempre me emociono com cenas entre as mulheres da família, porém a interação dos três foi tão marcante quanto, mostrando que eles precisam ajudar um ao outro nos momentos bons e também nos ruins. Admitir que precisa deixar pra trás o fantasma de seu pai e começar a agir conforme seus próprios passos, prova que alguma lição ele tirou de toda essa encrenca.

Sem dúvida as atuações de Calista e Rob junto ao desenvolvimento do casal tem rendido ótimos momentos para a trama. A dificuldade dela em lidar com o filho recém nascido, acumulados com o comportamento distante pós-operatório de Robert, transformam Kitty numa mulher esgotada, sozinha e sem disposição alguma para lutar por seu casamento. Interessante vermos a tentativa fracassada de Norah em tentar reagir de forma despretensiosa ao ver que sua filha que não parece estar nada bem. Outro grande momento é de Norah e suas filhas na cozinha, quando Kitty tenta ao máximo disfarçar que tudo está perfeito, mas como uma verdeira mãe, ela reconheçe quando um filho precisa de abrigo e carinho. Sally Field nasceu mesmo para ser essa mãe abdicada e atenciosa, que não mede esforços para o bem estar de seus filhos. Grandiosa como sempre, aconselha a filha que não há limites para pedir ajuda a mãe, mesmo ela sendo uma agora. Lembrei de algumas vezes que sonhava com o momento de chegar em casa, tomar um banho relaxante e ficar na cozinha com minha mãe ajudando-a na preparação daquele delicioso e caseiro jantar. Destaco a participação de Sarah novamente, pois mesmo sendo a irmã mais velha ela sempre atuou como a balança/equilíbrio entre irmãos e mais uma vez, ela intervem em prol de sua “Little Sister”. Numa conversa muito franca com Robert a respeito do comportamento atual de Kitty, alerta-o que sua irmã pode estar começando a desistir do casamento deles, pois ela demonstra os mesmos sintomas de quando teve problemas no passado com sua mãe, que a obrigaram a mudar de cidade para fugir do conflito. Considerando que existe o “Fator Evan”, Kitty possivelmente não terá energias suficientes para salvar tudo, a não ser que Robert mostre mais iniciativa em solucionar os problemas que eles enfrentam. Mesmo quando ela retorna para casa no final do episódio e eles conversam sobre o assunto, fica nítido que eles enfrentarão muitos “ups and downs” até o final desta temporada. E por falar em “ups and downs”, a fuga de Tommy vai esquentar muito mais os acontecimentos daqui pra frente, vocês não acham?!

Nota: 9,3


Lost (5.12) – Dead is Dead

Abril 13, 2009

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Mas que fantástico episódio esse, concordam? Dead is Dead é, para mim, o melhor da temporada e um dos meus favoritos de toda a série. A base de tudo é o Ben, o personagem que, ao lado do Jack e do Locke, teve um crescimento excelente ano após ano. Benjamin Linus é a figura de Lost, é aquela que mais mistérios esconde e mais responde, onde aprendemos a temê-lo, a odiá-lo ou até mesmo sentir pena dele. Quando pensamos que ele está a dizer a verdade, é mentira, e vice-versa. Nunca sabemos qual o exacto momento no qual devemos acreditar nele!

Ao décimo segundo episódio temos o esperado confronto entre Ben e Locke, após o último ter sido vítima de assassinato pelo primeiro, duas vezes! A cara de Ben, maravilhosamente interpretado por Michael Emerson, é simplesmente magnífica e ver Emerson e O’Quinn a contracenarem juntos é mesmo gratificante. Lost é a minha série favorita, mas sei reconhecer que existem outras com melhor elenco, como por exemplo Damages, mas os dois anteriormente referidos merecem mesmo concorrer ao Emmy deste ano.

losts05e12hdtvxvid-notvavi_002263928É nessa primeira conversa que Ben diz que precisa ser julgado pelo que fez, pela culpa que sente ao sentir-se responsável pela morte da sua filha, Alex. E quem o vai julgar? Aquele que menos imaginaríamos: o monstro da fumaça. Mas para chegar até lá, ele tem de percorrer um longo caminho… O primeiro entrave que os dois encontram é Caeser, que acaba por ser morto por Ben. Será que a sua personagem vai ficar por aí? Claro que não! Sempre que um figurante ganha um diálogo que seja em Lost, o mais provável é que este figurante seja explorado mais à frente.

Após chegarem à vila dos Outros, deparam-se com uma sombra no quarto da Alex. Eu, nessa altura, só pensava: que seja a Claire, por favor! Infelizmente, não era ela, mas sim a Sun que fica perplexa ao ver Locke vivo. Lapidus decide abandonar o trio e acaba por ir embora, mas será que a ilha vai deixá-lo partir? Acho que não, embora a sua história já esteja contada e não existam mistério de roda da sua personagem. Miles e Faraday é que têm muito por dizer ainda, muito mesmo!

Na sua casa na vila, vemos o processo de libertar o mostro, algo que pensei que só veríamos na sexta temporada. Misteriosamente é Locke quem encontra o local onde o mostro está e onde Ben será julgado. Não foi surpresa quando percebemos que esse sítio é o mesmo que o mostro arrastou a equipa da francesa. Ao entrar lá sozinho, Ben é rodeado pelo fumo e tem visões das suas acções e acaba por ser absolvido com uma condição: seguir Locke. Está mais que claro que Lost tem uma mitologia egípcia, algo que me fascina bastante. Aquele julgamento faz-me lembrar um pouco o julgamento dos mortos, segundo a mitologia do Egipto.

Mas como se isso não fosse suficiente, tivemos ainda vários flashbacks interessantes que resolvem de uma vez só a história da saída do Widmore da ilha… e não só. Lembram-se das regras referidas no episódio 4.09, numa conversa entre o pai da Penny e Ben? Pois é, elas foram quebradas porque Widmore saía da ilha e voltava a seu belo prazer, sempre que lhe apetecesse, tendo mesmo uma filha. Contudo, o Ben descobriu tudo e mandou exilar o Widmore.

cusersthadpictureslostseason55x125x1200091Mas o feitiço virou-se contra o feiticeiro quando voltou com os Oceanic 6 para a ilha, acabando por quebrar as mesmas regras que Charles quebrou. Estão os dois agora em pé de igualdade? Será que o Jacob tem tanto desprezo por um como tem por outro? Isso não sabemos, mas que vamos descobrir, disso tenho a certeza. Mas toda essa história do Widmore está a gerar uma pequena polémica devido aos erros de continuidade. Ora se ele na conversa com Ben no episódio 4.09 disse que saiu da ilha há 20 anos atrás, estamos em 1987 quando o Widmore saiu. Mas se a Dharma só foi destruída em 1992, como é que ele usava o submarino nessa altura. Provavelmente exagerou quando disse 20 anos ou então é mais uma das consequências das viagens/diferenças temporais que envolvem a ilha e o mundo exterior.

Além da expulsão de Charles, ainda tivemos outras duas cenas bem curiosas de se ver. Primeiro visualizámos como é que o Ben raptou a pequena Alex e tornou-se o seu pai. Em segundo lugar, vemos o porquê de ele estar todo negro no episódio 316 (5.06). Pensava mesmo que ele ia matar o Charlie, mas o Desmond conseguiu impedir que tal acontecesse (e o tiro?!). Por um lado, gostei do facto da Penny não ter morrido, mas por outro preferia que ele tivesse mesmo cumprido a promessa que fez ao seu inimigo.

Agora resta esperar que os cinco episódio finais sejam tão bons ou melhores que esse, pois faltam pouco mais que 20 episódios para o final definitivo da série. Espero que na próxima quinta-feira ainda tenha tráfego (que saudades da minha SAPO ADSL) para fazer download do próximo episódio e fazer review o mais rápido possível. Lost merece uma atenção especial por este lado e não dispenso por nenhuma outra série. Depois de três episódios menos bons, a série redimiu-se e mostrou outra vez o porquê de ser a melhor da actualidade!

Nota: 9,8


O Portal Comenta… 13 de Abril

Abril 13, 2009

Finalmente consegui me organizar e postar para vocês “O Portal Comenta” dos episódios atrasados de Big Love, United States of Tara, The Office e Private Practice. Confiram:

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