House (5.20) – Simple Explanation

house1Primeiro tenho de pedir desculpa do atraso do review de House. As férias da Páscoa foram mais para descansar do que para ver episódios, por isso os reviews também ficaram para trás.E se estava entusiasmado para ver os episódios que ficaram pendurados, ao ver o de House fiquei desiludido. Que episódio foi este? A FOX prometeu muito mas ao ver este episódio revejo os tempos em que House andou em baixo durante a temporada. Foi um mau episódio.

Começando por Kutner. Kal Penn trocou House pela White House (como dizia o Público no outro dia) para trabalhar com Obama, e deixou a equipa de argumentistas com o problema para resolver. Solução mais fácil não haveria: “Vamos matar o homem”. Se pretendiam que fosse explosivo não o foi, se pretendiam que fosse fantástico, não o conseguiram. Surpreendente não era difícil, mas podiam ter-se despedido do indiano de outra maneira. Cai em saco roto a tentativa de entusiasmar. Primeiro porque o actor já não aparece, parecendo que isto foi feito a pressa (a entrevista dada pelos produtores não dá essa noção, afirmando eles que já tinham pensado dar umas “férias” a Kal Penn).

A cena do casal Foreman/Thirteen encontrarem o corpo, mas nunca mostrar a cara, faz-me lembrar a cena da Sarah em Prison Break. Obama necessitava tanto do actor era? Ou o dinheiro em tempo de crise é tão pouco que nem dava para ver a cara do rapaz mais uma vez? Agora que Kutner se foi vê-se que ele não é importante para a série. Nunca assentou raízes pela sala de diagnósticos, ninguém lhe conhecia a verdadeira face. Durante o episódio só foi notório que Kutner não estava presente por causa das reacções que o suicídio causou nas outras personagens. De resto não foi notória a sua falta, ficando visto que esta nova (?) equipa ainda não entrou na cabeça dos espectadores e não deixará saudades.

Para além disso foi o menos explorado das novas personagens, o que leva a equipa notar que pouco ou nada conheciam da verdadeira realidade onde vivia a personagem de Kal Penn. E foi um episódio que se desenvolveu a partir daqui. House a perguntar o que teria acontecido e o que poderia ter feito para contrariar, não conseguindo descobrir a resposta, Foreman e Thirteen ainda se juntam mais na tristeza, Taub chora a perda e sente alguma culpa pelo seu último acto (este último também é daqueles que me parece com os dias contados e que no final de temporada o despedimento (ou melhor, a demissão) é o mais certo para ele). É isso que se tira de um suicídio inesperado. Enterra-se o morto e vê-se as reacções dos vivos.

Passando ao caso da semana. Se não tivesse o suicídio como pano de fundo seria um caso interessante de se ver, agora com o suicídio perdeu muito da importância que teria. Quase não se deu por ele apesar dos momentos em que deu sinais de vida significarem algo de interessante. Um casal de doentes entra no hospital, o marido com a sentença de morte e a mulher para ser curada. Reviravolta interessante, quando se descobre que o marido sobreviverá e que a mulher morre, após ter feito uma paragem no Rio de Janeiro quando toda a gente pensava que ela estaria Havai. Foi interessante ver o marido perdoar a mulher no final mas esta parte do episódio foi menosprezada por toda a gente da equipa.

Foi um episódio para acabar com uma personagem que estava quase acabada. Do suicídio fica as reacções, que prometem ter repercussões nos próximos episódios. E façam-me um favor. Ponham um final sem música. Já é muito visto.

Nota: 7,9

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