Greek (2.11) – Take Me Home, Cyprus Rhodes

snapshot20090420153305Depois de alguns meses, voltamos a assistir novos episódios de Greek. Como deixei bem claro em meu último review, daria uma chance para a série me conquistar novamente, algo que não ocorria desde o término da primeira temporada. Já adianto que meus olhos não brilharam novamente com este retorno. Mesmas tramas, trapaças e relacionamentos massantes. Claro que a série ainda preserva uma das qualidades que a tornaram especial, utilizando citações referentes a filmes, seriados, livros, músicas e celebridades. Penso que posso ser dura demais em meus reviews e simplesmente não visualizar que a proposta de criação talvez seja de uma série despretenciosamente comum que não se leva a sério, porém a constância de acontecimentos repetidos tem me deixado inconformada.

No anterior “Hell Week”, vemos as personagens tomarem importantes decisões, principalmente Casey referente ao seu relacionamento com Max e seu estágio em Washington. “Evil Frannie” por sua vez decidi abrir (financiada por seu “Boy Evan Chambers Toy”) sua própria fraternidade e com ela arrastar algumas das garotas da ZBZ, entre elas Rebecca.  Casey recebe em Washington a visita de Max, que definitivamente decidiu largar sua bolsa de estudos para poder continuar com ela. Em conversa entre dois, fica evidente que Casey planeja algo extremamente radical para seu retorno a Cyprus Rhode. De volta ao sistema grego, os Kappa Taus nunca mudam seu dia a dia e a nova IKI (fraternidade Evil Frannie) tenta marcar território. Alguém me explica Jesse McCartney entrando na série como Andy, o atleta bom aluno com potencial excelente para as fraternidades. Ainda me lembro dele quando assistia a fraca Summerland, onde interpretava um dos filhos que se mudara radicalmente para a casa da tia na praia após a morte acidental dos pais. Agora se Rusty achou que depois de passar seu primeiro ano como candidato as coisas iriam mudar, o fato de buscar tranquilidade para dormir em um celeiro cheio de animais não mostra muitas mudanças em sua vida.

O famoso “Girls Aloud Fight” continua, mesmo com uma despreparada e submissa Ash no comando das ZBZ e uma pretenciosa e sem escrúpulos Frannie no comando das IKI. Casey em meio a todos os acontecimentos decidi evoluir e ter seu próprio espaço, ou seja, deixar a casa de uma vez por todas e realmente seguir seu caminho, pensando em seu futuro. Pela primeira vez vi sinais de mudanças em um personagem que nunca imaginei que veria. Festas apelativas para chamar atenção, incluindo bebidas, músicas e garotos da Omega Chi, trazem a credibilidade necessária para as IKI, considerando que elas podem fazer o que quiserem pois ainda não fazem parte do sistema das fraternidades. As ZBZ não deixam pra trás e boicotam as IKI’s e os Omega’s na festa do lago, com a ajuda dos sempre presentes Kappa Taus. Quando achei que as coisa iam se mostrar diferentes, Casey volta atrás e decidi que crescer e ter responsabilidades é muito chato, continuando com as ZBZ. Ao término, a bombástica revelação de Rebecca, que atua como infiltrada na casa de Frannie.

Nota: 6,8

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