One Tree Hill (6.20) – I Would For You

Abril 29, 2009

screenhunter_01-apr-28-0618Em primeiro lugar, quero me desculpar pela demora do post, estava com alguns afazeres extras que acabaram me atrasando. Agora falemos sobre a série… Eu pensei, e pensei sobre o que escrever a respeito deste episódio, e nada me ocorria. Até que resolvi escrever isto, mais ou menos, não ruim e nem ótimo, médio. Bom mesmo só as músicas, como de costume. O destaque deste episódio, em minha opinião, foi a Sam, ela com Jack, com Vistoria e com Brooke, todas as cenas dela foram boas, quando era pra rir e quando era pra emocionar, a personagem conquistou seu espaço e sua história na trama.

Aqueles que tinham visto a promo deste episódio se decepcionaram com o acidente da Peyton, eu achei melhor que não fosse nada grave, afinal já deu pra perceber que este drama vai se prolongar até a season finale. Ao menos isso serviu para Lucas finalmente revelar a verdade a respeito da fragilidade da saúde de Peyton para Brooke, as duas amigas fizeram bonito na cena do hospital. E é meio obvio também que Lucas vai dar um jeito de deixar o destruído Cometa, inteirinho novamente para Peyton. Eu gostei do retorno de Victoria e como todos eu também fiquei cismada com o final, será que ela tem coração, ou será que ela está tentando manipular a Sam?

Prometo que o review do 6.21 vai ser postado até este final de semana, promessa feita, podem me cobrar depois…

Nota: 8,2


Audiências EUA: The Mentalist regressa em alta

Abril 29, 2009

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AUDIÊNCIA DE TERÇA-FEIRA, 28 DE ABRIL

A nova série policial da CBS, protagonizada por Simon Baker, é o novo grande sucesso da emissora, que é conhecida como aquela que tem os melhores policiais e comédia de meia hora. Fringe, também estreante deste ano, consegue se manter numa média de 11 milhões de telespectadores por episódio, mas claro que isso só é possível com a ajuda de American Idol, o reality show mais visto nos Estados Unidos. O episódio de NCIS que introduziu Daniela Ruah no possível spin-off foi visto por 16 milhões de americanos. Será esse número suficiente e a crítica positiva para que o spin-off de NCIS consiga lugar na grelha do próximo ano?
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18-49 Rating 18-49 Share 18-34 Rating 18-34 Share Viewers Live+SD (000)
8:00 FOX American Idol 7.3 22 5.6 19 21.020
CBS NCIS 3.2 9 2.0 7 15.555
NBC Biggest Loser: Couples 2.9 9 2.4 8 7.994
UNI Cuidado con el Ángel 1.4 4 1.6 5 3.519
ABC According to Jim 0.9 3 0.5 2 3.427
CW Reaper 0.8 2 0.7 2 1.953
8:30 FOX American Idol 8.4 22 6.3 19 24.059
CBS NCIS 3.6 10 2.3 7 17.091
NBC Biggest Loser: Couples 3.3 9 2.7 8 8.704
UNI Cuidado con el Ángel 1.7 4 1.7 5 4.121
ABC According to Jim 1.0 3 0.6 2 3.707
CW Reaper 0.6 2 0.5 2 1.684
9:00 FOX Fringe 4.6 12 3.7 10 11.836
NBC Biggest Loser: Couples 4.0 10 3.1 9 10.189
CBS The Mentalist 3.5 9 2.3 6 16.667
ABC Dancing With the Stars: Results 3.1 8 2.1 6 13.489
UNI Mañana Es Para Siempre 1.9 5 2.0 6 4.555
CW 90210 0.9 2 1.1 3 1.761
9:30 NBC Biggest Loser: Couples 4.4 11 3.4 9 10.816
FOX Fringe 3.9 9 3.1 9 9.389
CBS The Mentalist 3.8 9 2.4 7 17.142
ABC Dancing With the Stars: Results 3.3 8 2.2 6 15.044
UNI Mañana Es Para Siempre 2.0 5 2.1 6 4.779
CW 90210 0.9 2 1.2 3 1.838
10:00 NBC Law & Order: SVU 3.8 10 3.4 10 10.288
CBS Without A Trace 2.6 7 1.6 5 12.561
ABC Cupid 2.0 5 1.6 5 7.255
UNI Aqui y Ahora 1.8 5 1.9 5 4.236
10:30 NBC Law & Order: SVU 4.0 11 3.4 10 10.172
CBS Without A Trace 2.5 7 1.6 5 12.137
ABC Cupid 1.5 4 1.2 4 5.057
UNI Aqui y Ahora 1.3 4 1.4 4 3.277

Fonte: TVbyNumbers


Lista: Os melhores momentos «WTF?» de Lost

Abril 29, 2009

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De modo a celebrar a chegada ao centésimo episódio que será transmitido hoje nos Estados Unidos, fiz essa lista para os fãs da melhor série da actualidade. Neste artigo vou dizer quais foram os melhores momentos ‘WTF?’ (em português, algo do tipo ‘Mas que porra é essa?’, no sentido positivo claro, quando somos surpreendidos) ao longo dos 99 episódios que vimos. Como sabem, essa é uma lista pessoal e é normal que haja diferenças de opiniões, por isso peço que respeitem a minha e que, se quiserem, comentem a vossa também.

10.º Lugar – Morte do Charlie

9.º Lugar – Jack e Kate no futuro

8.º Lugar – Ben atira em Locke

7.º Lugar – A Luz na Escotilha

6.º Lugar – Ben move a ilha

5.º Lugar – Alex é morta

4.º Lugar – Implosão da Escotilha

3.º Lugar – Morte do Mr. Eko

2.º Lugar – Desmond contacta a Penny

1.º Lugar – Ben é julgado pelo monstro


Chuck (2.22) – Chuck Vs. The Ring

Abril 29, 2009

horiz_4Primeiro de referir que não vou fazer o que o Marco fez em TSCC, que dividiu o review em dois, um com final de temporada e outro com final de série. Não o faço por dois motivos: primeiro acho que é um insulto a série que ainda não esteja confirmada a terceira temporada, segundo porque tenho a firme convicção que a série seja renovada. Se Heroes o é, porque Chuck não será?

Depois desta pequena introdução, vamos lá falar da Season Finale de Chuck. Com uma temporada constante, eu esperava tudo deste final. E posso dizer que superou as expectativas. Primeiro temos o fecho de um ciclo, o ciclo do Intersect 1.0. Já tinha sido fechado no último episódio, mas este veio dar os retoques finais que eram necessários para a história acabar em grande. Começamos pelo despedimento de Chuck da Buy More. O eterno emprego de Chuck fica para trás, e com ele fica Emmett, Big Mike e o resto da malta. Ficará? É uma situação para ver no próximo episódio.

Continuando. O casamento tão esperado lá se concretizará. O dia mais importante para Awesome e Ellie chega, e tudo está reunido. Tudo como previsto. Nada que uma série com um protagonista deste calibre para estragar o casamento “quase” perfeito. Mas a visita do “grupo de fãs” de Ted Roark vem estragar o casamento. Quem também contribui foram Jeff e Lester (estes dois não podem sair da série!) numa actuação delirante de Jeffster (a cena do foguete é de mais! Para quando o CD?) e a partir daí foi a catástrofe total. Desde o vestido de Sarah, passando pelo copo de água e acabando com o alarme de incêndio a disparar tudo fica arruinado. Não passa de uma metáfora para a vida de Chuck. Salvou-se a prisão de Ted Roark.jeffster_photo_05

Mas o nosso Nerd preferido não é uma personagem qualquer. O casamento perfeito lá se realiza com a ajuda de Chuck e a sua equipa (excelente ver Casey a escolher tecidos), agora sim, perfeito. Foi o regresso das festas ao local onde o Chuck festejou a sua festa de anos (lembram-se? 1.01 já foi longe, eu sei). Mais dois ciclos fechados. Primeiro o pormenor de local da festa. Começa-se com uma festa, acaba-se com uma festa. Segundo o ciclo do casamento de Ellie. Durante estes dois anos vemos contratempos, amores, desamores entre o casal mais Awesome da televisão, mas tudo acaba bem. Parecia ser mesmo o final da série. O episódio demonstrava até aqui que tudo seria fechado, que tudo seria acabado. The Ring (o anel, neste caso aqui citado) estava para acabar com a série.

Mas esse mesmo The Ring (agora noutro contexto) faz renascer a série. Os ciclos estavam quase todos fechados, as pontes todas atadas. Faltava o final para Bryce Larkin, para Sarah Walker, para Steve Bartowski e para Chuck. O primeiro ciclo a abrir-se é saber que Steve Bartowski é também como o seu filho, descuidado. Este descuido fez com que o Intersect primirivo tenha ficado retido na sua cabeça. Tal pai, tal filho. A personagem não é vista até ao final, mas o seu contributo e os seus conhecimentos (aquela “bracelete” é simplesmente extraordinária), quando for necessário, será requerido.

Continuando com o episódio, que teve um ritmo fantástico. The Ring é abertura de um novo ciclo. É isto que representa esta nova organização, que parece mais forte que FULCRUM. Uma nova oportunidade para a série, uma carga de problemas para Chuck e companhia. The Ring tenta requisitar o novo Intersect, o 2.0. Mas com a ajuda de Bryce Larkin, de Sarah, de Casey e de Chuck, a tarefa destes não é concretizada. Mas noutro momento que remonta a primeira temporada, temos o regresso do Intersect a cabeça de Chuck. O regresso as origens. Falta às origens Bryce, que morre, mas como herói. E como na primeira temporada temos a destruição do Intersect, mas temos um Chuck que sabe fazer kung-fu. O fim e o inicio de um ciclo.

Falta referir pequenas coisas. Primeira a banda sonora. Chuck tem uma excelente banda sonora, e em episódios destes fica sempre bem ver-se isso. Segundo: Adam Baldwin é um génio. Desde a expressões durante a luta de kung-fu, passando pelo sons geniais (interjeições próprias e tudo), e depois temos um “Chuck Me”, também de génio. Ele faz com que a série ainda seja mais perfeita.

Terceiro: Os fãs de Charah (em que eu me incluo-o) podem dar-se por felizes. A frase do Bryce acho que diz tudo.

Quarta pequena coisa: O final, com o “To be continue”. Parece mais uma estratégia de pressão à NBC, mas que deixa mais esperanças, há isso deixa.

Foi um episódio de abertura de novas perspectivas a série de NBC, com várias narrativas fechadas e com a abertura de outras para a próxima temporada. Para além disso foi um episódio genial de Chuck, coisa que tem vindo a ser hábito. A temporada fecha em grande, e depois disto resta perguntar: Será possível cancelar uma série destas? Não me parece. Então até a próxima temporada.

Nota: 10

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CHUCK ME!

Season Finale


The Big Bang Theory (2.21) – The Vegas Renomalization

Abril 29, 2009

snapshot20090429115632Se no episódio 2.20 eu havia dito pela primeira vez que não gostei de um episódio de The Big Bang Theory, dessa vez felizmente eu vou dizer que voltei a adorar mais um episódio da série. Nessa semana vimos o episódio 2.21 – The Vegas Renomalization, onde mostrou Howard (Simon Helberg) sendo dispensado por Leslie (Sara Gilbert) e por isso ficou arrasado, mas para animá-lo um pouco, Leonard (Johnny Galecki) e Raj (Kunal Nayyar) se dispuseram a levar o abatido Howard para Las Vegas e curtir um pouco na cidade do pecado. Foi nesse episódio que tivemos a participação especial da atriz Jodi Lyn O’Keefe interpretando uma prostituta chamada Mikayla que primeiramente tenta dar em cima do ingênuo Raj, que logo achou que iria se dar bem com ela, mas Leonard o alertou sobre o perigo. Leonard então teve a brilhante idéia de pagar para Mikayla agir com Howard no “estilo namorada judia” e mesmo sabendo o que ela fazia, Howard aproveitou bem o dinheiro pago pelos seus amigos.

Essa história do Howard foi muito boa, porém mais uma vez nada conseguiu superar os momentos juntos que Sheldon (Jim Parsons) e Penny (Kaley Cuoco) passaram juntos. Tudo porque Sheldon, que preferia ter “larvas de moscas varejeiras crescendo dentro de seu ouvido do que ir com os rapazes para Vegas” estava de tão bom humor por ter uma noite totalmente livre de Leonard e seus amigos no apartamento que decidiu comprar comida indiana, que Raj não suporta mais ouvir falar, com também todos os ingredientes que seus amigos não podiam comer, como o amendoim de Howard e o queijo de Leonard, só que ele estava tão feliz com isso que acabou esquecendo sua chave e por isso acabou ficando na casa de Penny. É inegável que todas as cenas entre Sheldon e Penny acabam sendo as mais engraçadas de The Big Bang Theory porque os dois possuem uma excelente relação de amor e ódio, conforme vimos quando Sheldon descobriu que Penny foi até seu apartamento, quando ele e Leonard não estavam, para pegar um pouco de leite e ele ficou muito irritado com isso, mas logo depois vimos duas ótimas cenas dele tentando puxar uma conversa sobre como foi o dia de Penny e perguntando a ela se ela e Leonard seriam “amigos com benefícios”, já que ele não faz idéia do que isso quer dizer. O momento final do episódio também foi excelente porque mostrou mais uma vez Penny cantando “Soft Kitty” para ajudar Sheldon a dormir, e eu já estava com saudades dessa música. Tudo o que eu não vi, ou deixei de rir no episódio anterior, felizmente consegui fazer nesse episódio e gostei bastante.

Nota: 9,7