Chuck (2.22) – Chuck Vs. The Ring

Abril 29, 2009

horiz_4Primeiro de referir que não vou fazer o que o Marco fez em TSCC, que dividiu o review em dois, um com final de temporada e outro com final de série. Não o faço por dois motivos: primeiro acho que é um insulto a série que ainda não esteja confirmada a terceira temporada, segundo porque tenho a firme convicção que a série seja renovada. Se Heroes o é, porque Chuck não será?

Depois desta pequena introdução, vamos lá falar da Season Finale de Chuck. Com uma temporada constante, eu esperava tudo deste final. E posso dizer que superou as expectativas. Primeiro temos o fecho de um ciclo, o ciclo do Intersect 1.0. Já tinha sido fechado no último episódio, mas este veio dar os retoques finais que eram necessários para a história acabar em grande. Começamos pelo despedimento de Chuck da Buy More. O eterno emprego de Chuck fica para trás, e com ele fica Emmett, Big Mike e o resto da malta. Ficará? É uma situação para ver no próximo episódio.

Continuando. O casamento tão esperado lá se concretizará. O dia mais importante para Awesome e Ellie chega, e tudo está reunido. Tudo como previsto. Nada que uma série com um protagonista deste calibre para estragar o casamento “quase” perfeito. Mas a visita do “grupo de fãs” de Ted Roark vem estragar o casamento. Quem também contribui foram Jeff e Lester (estes dois não podem sair da série!) numa actuação delirante de Jeffster (a cena do foguete é de mais! Para quando o CD?) e a partir daí foi a catástrofe total. Desde o vestido de Sarah, passando pelo copo de água e acabando com o alarme de incêndio a disparar tudo fica arruinado. Não passa de uma metáfora para a vida de Chuck. Salvou-se a prisão de Ted Roark.jeffster_photo_05

Mas o nosso Nerd preferido não é uma personagem qualquer. O casamento perfeito lá se realiza com a ajuda de Chuck e a sua equipa (excelente ver Casey a escolher tecidos), agora sim, perfeito. Foi o regresso das festas ao local onde o Chuck festejou a sua festa de anos (lembram-se? 1.01 já foi longe, eu sei). Mais dois ciclos fechados. Primeiro o pormenor de local da festa. Começa-se com uma festa, acaba-se com uma festa. Segundo o ciclo do casamento de Ellie. Durante estes dois anos vemos contratempos, amores, desamores entre o casal mais Awesome da televisão, mas tudo acaba bem. Parecia ser mesmo o final da série. O episódio demonstrava até aqui que tudo seria fechado, que tudo seria acabado. The Ring (o anel, neste caso aqui citado) estava para acabar com a série.

Mas esse mesmo The Ring (agora noutro contexto) faz renascer a série. Os ciclos estavam quase todos fechados, as pontes todas atadas. Faltava o final para Bryce Larkin, para Sarah Walker, para Steve Bartowski e para Chuck. O primeiro ciclo a abrir-se é saber que Steve Bartowski é também como o seu filho, descuidado. Este descuido fez com que o Intersect primirivo tenha ficado retido na sua cabeça. Tal pai, tal filho. A personagem não é vista até ao final, mas o seu contributo e os seus conhecimentos (aquela “bracelete” é simplesmente extraordinária), quando for necessário, será requerido.

Continuando com o episódio, que teve um ritmo fantástico. The Ring é abertura de um novo ciclo. É isto que representa esta nova organização, que parece mais forte que FULCRUM. Uma nova oportunidade para a série, uma carga de problemas para Chuck e companhia. The Ring tenta requisitar o novo Intersect, o 2.0. Mas com a ajuda de Bryce Larkin, de Sarah, de Casey e de Chuck, a tarefa destes não é concretizada. Mas noutro momento que remonta a primeira temporada, temos o regresso do Intersect a cabeça de Chuck. O regresso as origens. Falta às origens Bryce, que morre, mas como herói. E como na primeira temporada temos a destruição do Intersect, mas temos um Chuck que sabe fazer kung-fu. O fim e o inicio de um ciclo.

Falta referir pequenas coisas. Primeira a banda sonora. Chuck tem uma excelente banda sonora, e em episódios destes fica sempre bem ver-se isso. Segundo: Adam Baldwin é um génio. Desde a expressões durante a luta de kung-fu, passando pelo sons geniais (interjeições próprias e tudo), e depois temos um “Chuck Me”, também de génio. Ele faz com que a série ainda seja mais perfeita.

Terceiro: Os fãs de Charah (em que eu me incluo-o) podem dar-se por felizes. A frase do Bryce acho que diz tudo.

Quarta pequena coisa: O final, com o “To be continue”. Parece mais uma estratégia de pressão à NBC, mas que deixa mais esperanças, há isso deixa.

Foi um episódio de abertura de novas perspectivas a série de NBC, com várias narrativas fechadas e com a abertura de outras para a próxima temporada. Para além disso foi um episódio genial de Chuck, coisa que tem vindo a ser hábito. A temporada fecha em grande, e depois disto resta perguntar: Será possível cancelar uma série destas? Não me parece. Então até a próxima temporada.

Nota: 10

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CHUCK ME!

Season Finale

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The Big Bang Theory (2.21) – The Vegas Renomalization

Abril 29, 2009

snapshot20090429115632Se no episódio 2.20 eu havia dito pela primeira vez que não gostei de um episódio de The Big Bang Theory, dessa vez felizmente eu vou dizer que voltei a adorar mais um episódio da série. Nessa semana vimos o episódio 2.21 – The Vegas Renomalization, onde mostrou Howard (Simon Helberg) sendo dispensado por Leslie (Sara Gilbert) e por isso ficou arrasado, mas para animá-lo um pouco, Leonard (Johnny Galecki) e Raj (Kunal Nayyar) se dispuseram a levar o abatido Howard para Las Vegas e curtir um pouco na cidade do pecado. Foi nesse episódio que tivemos a participação especial da atriz Jodi Lyn O’Keefe interpretando uma prostituta chamada Mikayla que primeiramente tenta dar em cima do ingênuo Raj, que logo achou que iria se dar bem com ela, mas Leonard o alertou sobre o perigo. Leonard então teve a brilhante idéia de pagar para Mikayla agir com Howard no “estilo namorada judia” e mesmo sabendo o que ela fazia, Howard aproveitou bem o dinheiro pago pelos seus amigos.

Essa história do Howard foi muito boa, porém mais uma vez nada conseguiu superar os momentos juntos que Sheldon (Jim Parsons) e Penny (Kaley Cuoco) passaram juntos. Tudo porque Sheldon, que preferia ter “larvas de moscas varejeiras crescendo dentro de seu ouvido do que ir com os rapazes para Vegas” estava de tão bom humor por ter uma noite totalmente livre de Leonard e seus amigos no apartamento que decidiu comprar comida indiana, que Raj não suporta mais ouvir falar, com também todos os ingredientes que seus amigos não podiam comer, como o amendoim de Howard e o queijo de Leonard, só que ele estava tão feliz com isso que acabou esquecendo sua chave e por isso acabou ficando na casa de Penny. É inegável que todas as cenas entre Sheldon e Penny acabam sendo as mais engraçadas de The Big Bang Theory porque os dois possuem uma excelente relação de amor e ódio, conforme vimos quando Sheldon descobriu que Penny foi até seu apartamento, quando ele e Leonard não estavam, para pegar um pouco de leite e ele ficou muito irritado com isso, mas logo depois vimos duas ótimas cenas dele tentando puxar uma conversa sobre como foi o dia de Penny e perguntando a ela se ela e Leonard seriam “amigos com benefícios”, já que ele não faz idéia do que isso quer dizer. O momento final do episódio também foi excelente porque mostrou mais uma vez Penny cantando “Soft Kitty” para ajudar Sheldon a dormir, e eu já estava com saudades dessa música. Tudo o que eu não vi, ou deixei de rir no episódio anterior, felizmente consegui fazer nesse episódio e gostei bastante.

Nota: 9,7


Heroes (3.25) – An Invisible Thread

Abril 28, 2009

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Numa temporada (tanto o volume 3, como o 4) em que a inteligência do Tim Kring é posta à prova, o mínimo que podiam fazer era uma season finale digna da fama que Heroes já teve há dois anos atrás. Mas não é que os sacanas que pertencem à equipa de argumento (esse por acaso até foi escrito pelo Kring) voltam a fazer das suas e criar uma das piores season finales que eu já vi em toda a minha vida? Pois é, ‘An Invisible Thread’ tem daquelas decisões ridículas que só quem escreve Heroes pode ter, decisões essas que vão ser faladas nesse review.

Quer dizer, prometeram mortes e tivemos… por cinco minutos! Eu vi o episódio ao vivo e por isso quando vi o Sylar a matar o Nathan disse no twitter ‘finalmente algo de jeito em heroes (no episódio 3.25)’, mas não é que os tais sacanas vieram como toda a história da ressurreição? Heroes deve ser a única série onde existe mais ressurreições do que mortes propriamente ditas. Ha… tem os Cylons de Battlestar Galactica, mas isso é uma série de ficção científica em que se sabe o que está a ser escrito, e não uma forma barata de ganhar dinheiro.

Apesar de gostar do plano do Peter para capturar Sylar e de ele ter sido ‘morto’, é óbvio que o serial killer vai voltar no volume 5. Aliás, isso já começou a acontecer na segunda cena do volume, quando um suposto Nathan (nem vou comentar mais essa decisão do Nathan ficar no corpo do Sylar… que coisa mais estúpida!) percebe que existe um erro no relógio da sala em que ele está. E ao menos se fossem matar o Sylar, que seja de vez, pois ele nem iria fazer tanta falta à série, assim como Nathan. Porque é que não foram os dois? Ha sim… o Nathan se foi, mas agora está no corpo do Sylar, que se transformou em Nathan após o exorcismo do Matt, mas continua a ser o Sylar, ou seja, ninguém morreu, todos estão vivos, só que um é o Nathan quando está com a família e o outro é o Sylar quando está pertos de relógios, e blá blá blá, e já temos história para ‘Redenção’, o quinto volume! Seriously?!

Já agora, ainda estou para perceber como é que nesta season finale a luta do Peter e Nathan com o Sylar não foi mostrada! Bryan Fuller, dá aí uns conselhos ou só estás na equipa para receber um salário? Mas custava alguma coisa ver uns raios de electricidade no ar, um voo ou outros, uns socos, cortes, entre outras coisas relacionadas com uma luta? Não… o Kring apenas quis criar um suspense e de certeza absoluta que no volume 5 teremos um flashback da Claire a recordar o que ela viu pela greta da porta (vaiam esperando sentados para não se cansarem).

Por fim, não podia deixar de falar em mais dois aspectos. Para onde foi todo aquele suspense sobre o passado do Danko? Será que ele voltará na quarta temporada? Espero que não, pois o actor merece série melhor para demonstrar o seu talento. Porque raios não o deixaram preso, sozinho, sem ter aquela conversa com o HRG, e acabava tudo em bem (mesmo não sabendo nada do passado dele). Mas prontos, vamos esperar para ver se ele aparece em ‘Redenção’ e ver o que acontece. Talvez seja um dos convidados especiais para a nova Companhia que está a ser criada pela Angela e o Noah (outra vez?).

O outro assunto, e o último a ser falado (os fãs da série que conseguiram ler até aqui devem estar a dizer ‘porra, finalmente!’), é a volta da Tracy. Além de não matarem nenhum personagem, ainda voltam com mais um. Mas isso até é bom para o elenco, pois não vive naquele sobressalto que se vive em Lost, em que a morte espreita o mais improvável personagem, quando menos se espera, pois sabem que o Kring é totalmente contra a despedimentos, mesmo com a crise que se atravessa. A sua volta acontece já no volume 5 e deixa a entender que ela é agora uma assassina a se vingar dos antigos trabalhadores do Prédio 26. Que história interessante, não é? Mas claro que tudo fica menos mal quando sabemos que a Ali Larter é a actriz que interpreta a Tracy.

Nota: 6,9

SEASON FINALE


Audiências EUA: Finais de Chuck e Heroes com números baixos!

Abril 28, 2009

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AUDIÊNCIA DE SEGUNDA-FEIRA, 27 DE ABRIL

Este ano foi difícil para a NBC, e continua a ser. Como a sua série de maior sucesso, ER, fechou as portas em Março, resta esperar à emissora que encontre novos projectos (originais de preferência) para conseguir elevar um pouco a audiência. Chuck e Heroes são duas séries que desceram em relação à temporada passada, a segunda muito mais que a primeira. Eu não vejo Chuck, por isso não sei a razão pela qual os números são tão baixos, mas em Heroes, a história é outra: é uma série que se tornou fraca! Os americanos não são assim tão burros e quando percebem que uma série está a cair de qualidade, largam!
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Time Net Show 18-49 Rating/Share 18-34 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 FOX House 4.3/12 4.0/13 10.87
ABC Dancing with the Stars 3.8/11 2.4/8 17.26
CBS The Big Bang Theory 3.4/10 2.6/8 9.31
NBC Chuck 2.2/6 1.7/6 5.95
CW Gossip Girl 1.0/3 1.4/4 2.07
8:30 FOX House 4.7/12 4.3/13 11.85
ABC Dancing with the Stars 4.4/12 2.8/8 19.60
CBS How I Met Your Mother 3.7/10 3.4/10 8.87
NBC Chuck 2.5/7 1.9/6 6.28
CW Gossip Girl 1.0/3 1.5/4 1.98
9:00 CBS Two and a Half Men 4.9/12 3.5/10 14.09
ABC Dancing with the Stars 4.7/12 3.1/9 20.41
FOX 24 3.5/9 2.9/8 10.58
NBC Heroes 2.9/7 2.8/8 6.21
CW One Tree Hill 1.0/3 1.5/4 2.13
9:30 CBS Rules of Engagement 3.9/10 2.5/7 11.30
FOX 24 3.3/8 2.6/7 10.535
NBC Heroes 3.0/7 2.8/8 6.56
ABC Surviving Suburbia 2.4/6 1.6/4 9.91
CW One Tree Hill 1.0/3 1.5/4 2.127
10:00 CBS CSI: Miami 3.3/9 2.5/7 11.88
ABC Castle 2.2/6 1.7/5 8.74
NBC Medium 2.2/6 1.5/4 6.74
10:00 CBS CSI: Miami 3.3/9 2.5/7 12.085
NBC Medium 2.2/6 1.4/4 6.702
ABC Castle 2.0/5 1.5/5 8.026

Fonte: TVbyNumbers


Southland (1.03) – See the Woman

Abril 27, 2009

snapshot20090427215001Séries policiais é como uma doença curável. No início não se sente nada de mal, e pensamos que tudo está bem, mas ao fim de algum tempo começam a surgir os primeiros sintomas, entre os mais perigosos uma grande capacidade de distracção e alguns bocejos durante os quarenta minutos. Qual é a cura? Deixar a série! Estará na altura de me curar de Southland? Ainda não! Mas já estão a aparecer os primeiros sintomas? Definitivamente, sim! Infelizmente, não sei quanto mais tempo aguento a ver a série, mas mesmo que eu deixe, provavelmente alguém da equipa, que vê Southland, poderá fazer o review semanal.

Algo que me acontece ao ver a série é que no final de cada episódio penso comigo mesmo: isso até que não foi tão seca como eu estava a achar. A verdade é que Southland, no final deste episódio, conseguiu convencer-me com a história que os dois policias, Ben e Cooper, têm em comum. Ao que parece, ambos sofreram muito com os seus pais, tornando-os o que são hoje: os protectores dos outros, os policias da perigosa cidade de Los Angeles. Naquela altura, quando eles eram mais novos, talvez não tinham ninguém para lhes dar apoio, e é isso mesmo que eles querem tentar fazer, pelo menos nalgumas famílias: prestar o máximo de ajuda, por mais simples e fria que ela possa parecer.

Dos casos que eles resolveram, gostei mais daquele casal que discutia muito. Aquelas duas cenas em que eles aparecem está tão realista que parece que estamos mesmo a viver aquilo na vizinhança, que estamos a ver a luta ao vivo. Não sabia que os policias tinham o direito de divorciar pessoas, ao menos aprendi uma coisa com Southland. Também gosto do facto de irem buscar personagens dos episódios passados para os seguintes, de modo a dar uma continuidade na história. Para finalizar, foi só eu que achei a história do Oficial Dewey ridícula?

Nota: 8,2


Audiências EUA: Desperate Housewives continua a vencer

Abril 27, 2009

desperate-housewives

AUDIÊNCIA DE DOMINGO, 26 DE ABRIL

Apesar da descida dos números temporada após temporada, a verdade é que as Donas de Casa Desesperadas continuam a dar que falar em Wisteria Lane e a série continua a ser vista por mais de 13 milhões de telespectadores. O segundo episódio da nova animação da FOX dita o seu cancelamento, pois desceu ainda mais depois do fraco piloto. Já Brothers and Sisters, também da mesma emissora que Desperate Housewives, conseguiu uma boa média na sua terceira temporada que também está a finalizar agora em Maio. The Simpsons continua com um demo invejável!
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Time Net Show 18-49 Rating 18-49 Share 18-34 Rating 18-34 Share Viewers Live+SD (000s)
7:00 ABC America’s Funniest Home Videos 2.1 8 1.6 7 7.024
CBS 60 Minutes 1.5 6 0.9 4 9.973
NBC Dateline NBC 1.0 4 0.6 2 4.884
FOX American Dad (repeat) 0.9 3 1.1 5 2.172
UNI Hora Pico 0.7 3 0.8 3 1.822
CW Jericho (repeat) 0.3 1 0.3 1 0.646
7:30 ABC America’s Funniest Home Videos 2.4 8 1.8 7 8.130
CBS 60 Minutes 1.6 6 0.9 3 10.781
FOX King of the Hill 1.3 5 1.5 6 2.864
NBC Dateline NBC 1.0 3 0.5 2 4.755
UNI Hora Pico 0.8 3 0.9 3 1.983
CW Jericho (repeat) 0.2 1 0.2 1 0.614
8:00 CBS Amazing Race 3.0 9 2.0 7 10.291
FOX The Simpsons 2.9 9 3.3 12 5.941
ABC Extreme Makeover: Home Edition 2.5 8 2.0 7 8.137
UNI Nuestra Belleza Latina 1.1 3 1.2 4 2.584
NBC Dateline NBC 1.0 3 0.5 2 5.150
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.135
8:30 CBS Amazing Race 3.2 9 2.1 7 10.293
ABC Extreme Makeover: Home Edition 3.0 8 2.4 8 9.277
FOX Sit Down, Shut Up 1.9 5 2.1 7 4.204
UNI Nuestra Belleza Latina 1.2 3 1.2 4 2.822
NBC Dateline NBC 1.2 3 0.8 2 5.738
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.219
9:00 ABC Desperate Housewives 4.6 12 3.7 11 13.427
FOX Family Guy 3.4 9 4.4 13 6.802
NBC Celebrity Apprentice 2.5 6 1.7 5 7.537
CBS Cold Case 2.2 5 1.1 3 10.199
UNI Nuestra Belleza Latina 1.2 3 1.2 4 3.133
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.243
9:30 ABC Desperate Housewives 4.8 12 3.7 11 13.597
NBC Celebrity Apprentice 2.8 7 1.8 5 7.678
FOX American Dad 2.5 6 3.1 9 5.146
CBS Cold Case 2.2 5 1.1 3 10.771
UNI Nuestra Belleza Latina 1.3 3 1.3 4 3.213
CW Four Weddings And A Funeral (movie) 0.3 1 0.2 1 1.183
10:00 ABC Brothers & Sisters 3.3 8 2.6 8 9.634
NBC Celebrity Apprentice 3.2 8 2.1 6 8.529
CBS The Unit 2.0 5 1.2 3 8.972
UNI ¿Quién Tiene la Razón? 1.3 3 1.2 4 3.194
10:30 NBC Celebrity Apprentice 3.4 9 2.2 7 8.942
ABC Brothers & Sisters 3.0 8 2.3 7 9.174
CBS The Unit 1.9 5 1.1 3 8.773
UNI ¿Quién Tiene la Razón? 1.1 3 1.0 3 2.687

Fonte: TVbyNumbers


Estreias TVP: Big Love (T1) na FOX Next

Abril 27, 2009

biglove

A FOX Next estreia ‘Big Love’ na segunda-feira, dia 27 de Abril, às 21h30. Uma grande família. Grandes sonhos. Muitos problemas. Muito amor. A série ‘Big Love’ explora a importante instituição que é o casamento através de uma atípica família que pratica a poligamia. Uma série dramática que conquistou o público e que relata a vida de Bill Henrickson (Bill Paxton), um polígamo de Salt Lake City que vive com as suas três mulheres e os seus sete filhos. As histórias de uma família mórmon que todos os dias tenta ultrapassar os diversos problemas domésticos e superar as discriminações por parte da comunidade e vizinhos.

Bill Henrickson é um homem de negócios que gere uma rede de lojas em crescimento e que, frequentemente, tem de enfrentar uma série de desafios emocionais, amorosos e financeiros ligados às necessidades das suas três mulheres – Barb (Jeanne Tripplehorn), Nicki (Chloe Sevigny) e Margene (Ginnifer Goodwin) – enquanto tem de lidar com os seus filhos, as três casa adjuntas, a avalanche de contas que chegam todos os meses e com a abertura de sua mais recente loja.

Para complicar ainda mais a sua vida, estão as constantes crises que afectam os seus pais, Franklin (Bruce Dern) e Lois (Grace Zabriskie), que vivem num condomínio polígamo em Utah e, os inesperados desafios ao seu negócio de Roman (Harry Dean Stanton), um dos seus sogros (pai de Nicki) e conhecido como o “Profeta” da comunidade polígama onde os seus pais vivem. O implacável Roman e Bill são os grandes adversários que constantemente entram em conflito levando Roman a tomar atitudes menos correctas.

Este estilo de vida pouco ortodoxo e mantido em segredo dos vizinhos, requere de Bill um grande esforço que, todas as noites, tem de trocar de casa e de cama. Mark V. Olsen e Wiil Scheffer são os criadores desta série e também eles produtores executivos em conjunto com Tom Hanks, Gary Goetzman e David Knoller. A produção está a cargo da Playtone.

Título Original: ‘Big Love’
Género: Drama
Episódios: 12 episódios de 45 minutos
Autor: Mark V. Olsen e Will Scheffer
Elenco: Bill Paxton, Jeanne Tripplehorn, Chloe Sevigny, Ginnifer Goodwin, Amanda Seyfried, Douglas Smith, Grace Zabriskie, Matt Ross, Bruce Dern, Harry Dean Stanton, Shawn Doyle, Melora Walters, Joel Mckinnon Miller, entre outros
Produtor Executivo: Mark V. Olsen, Will Scheffer, Tom Hanks, Gary Goetzman e David Knoller
Produção: Playtone
Prémios: 4 Nomeações para os ‘Golden Globes’, outras 15 nomeações e 1 vitória

ESTREIA: Segunda-feira, dia 27 de Abril, às 21h30
Emissão: Segundas-feiras, às 21h30
Repetição: Terças-feiras, às 15h05, Sábados, às 20h25 e Domingos, às 22h45

Informação cedida pelo grupo FIC