24: CTU ganha novo diretor

Maio 31, 2009

KIDNAPPEDMuitos nomes já se juntaram ao elenco da 8ª temporada de 24 Horas, mas as novidades estão longe de acabar. As contratações dos atores Chris Diamantopolous, Freddie Prinze Jr, Anil Kapoor e Jennifer Westfeldt deram uma noção de que essa próxima temporada, juntando com o elenco da temporada anterior, têm tudo para dar certo. Mas como novos personagens em 24 Horas nunca são demais, em breve a CTU estará recebendo um novo diretor.

Com a morte de Bill Buchanan (James Morrison) durante a 7ª temporada, os produtores buscavam um novo personagem com pulso firme para comandar o retorno da CTU na série e encontrou no ator Mykelti Williamson o nome perfeito para o papel. Williamson irá interpretar Brian Hastings, o diretor da unidade da CTU – Nova York.

Mykelti Williamson já fez algumas participações especiais nas séries Monk, Psych e CSI NY.

Notícia também publicada no CineSéries

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Gossip Girl (2.25) – The Goodbye Gossip Girl

Maio 31, 2009

graduation-dayApós o episódio filler que nos levou aos anos 80, Gossip Girl chega ao final de sua segunda temporada com um episódio que marcou o fim de uma etapa na vida das meninas e meninos do Upper East Side, a conclusão do que, no Brasil, nós chamamos de Ensino Médio. Porém até mesmo uma simples cerimônia de graduação pode passar batido para a atenta Gossip Girl, que parabenizou os estudantes de uma forma bastante irônica, realçando os defeitos de cada um dos protagonistas da série.

Qualquer pessoa comum deixaria essa provocação passar batido, afinal, não era justamente o último dia do High School? Para que se dar ao trabalho de ir atrás da garota justo agora, quando não havia nenhum motivo realmente sério para se fazer isso? Mas não foi o que Blair, Serena e Cia pensaram. Ao acreditarem que poderiam revelar a identidade da Gossip Girl, todos se meteram na maior fria, pois sem ter uma pista se quer da identidade da misteriosa garota, eles conseguiram apenas que seus segredos mais sujos fossem revelados – além do bônus de ter Gossip Girl acompanhando sua vida universitária daqui para frente. Com isso, tivemos finalmente a repercussão, entre outros segredos, da história de Blair ter transado com o tio de Chuck – o que melou total o clima sexy entre os dois, justo quando ambos estavam prestes a se entenderem.

Além dessa história, tivemos também a revelação, apenas divertida, de que Nelly passou os últimos anos apaixonada por Dan, além de que Rufus e Lily irão finalmente se casar e morar juntos. Com relação ao futuro, depois de tanta dança nas cadeiras para saber quem iria conseguir a tão sonhada vaga em Yale, Dan e Blair, acompanhados de Vanessa e Georgina – aliás Georgina e Blair dividindo quartos em Setembro será algo que mal posso esperar para ver – estão indo para a NYU em Setembro, enquanto Nate estudará em Columbia e Serena em Brown – não duvido nada de que Serena ainda mude de faculdade, pois é a única personagem que terá que deixar Nova York para estudar, alguém consegue ver a série acontecendo em dois pólos (cidades) diferentes ao mesmo tempo?

Sem falar em Jenny, que permanecerá na Constance agora como a mais nova rainha do colégio. Seria essa uma dica de que a partir do ano que vem o colégio irá sofrer menos ataques vindo da rainha e suas súditas para com os menos populares e favorecidos financeiramente? Se sim, significa, talvez, que Jenny será deixada de lado de uma vez por todas na próxima temporada?

Ainda com relação à próxima temporada, terminamos o episódio achando que o eterno pega-pega de Chuck e Blair não teria fim, porém, quando menos esperávamos, nos 45 minutos do segundo tempo, Chuck retorna para a cidade e surpreende Blair com presentes para lá de românticos, aliás, o personagem tem se provado o mais romântico de toda a série, mesmo quando todo o seu histórico com mulheres provaria o contrário. Fica a curiosidade sobre como esse casal irá construir seu relacionamento, que já é bastante conturbado. Aliás, apenas por curiosidade, como Chuck poderia estar se formando se desde a morte de seu pai não freqüentava mais o colégio?

Com isso terminamos a temporada na expectativa de que muitas coisas novas nos sejam apresentadas na próxima temporada. Além da chegada de Scott, o filho perdido de Lily e Rufus, e a busca de Serena por seu pai, podemos esperar que outros novos personagens nos sejam apresentados, ou seja, os novos amigos e inimigos dos nossos queridos personagens agora nessa nova etapa em suas vidas, na faculdade. Ou alguém tem alguma dúvida de que eles vão continuar a conspirar uns contra os outros na próxima temporada?

Nota: 9.7


Greek (2.18) – Divine Secrets & ZBZ Sisterhood

Maio 31, 2009

snapshot200905292314591 O título é bem apropiado para Rusty, pois segredos não são nada divinos e nunca podem ser considerados como segredos, pois sua sinceridade sempre fala mais alto. Fato que levou Andy a sair da fraternidade, pois este não conseguia lidar com a situação atual. Rusty Spiter para Rusty Dush Move (por causa de seu beijo com Jordan, namorada de seu Little Brother). Além das provocações na casa e o tratamento distante de Cappie, ele tem que fazer serviço comunitário, por causa da invasão no campus quando ele e Andy foram devolver um dos itens roubados. Foi interessante descobrir o real motivo de Cappie levar tão a sério o “Dush Move” de Rusty, algo do passado parece vir a tona. Rusty desesperadamente tenta descobrir algo para fazer com que Cappie volte a confiar nele. Durante uma de suas atividades comunitárias, ele descobri o símbolo de uma sociedade secreta, a Amphora. Buscando mais informações, ele a relaciona com uma antiga obsessão de seu brother Cappie em descobrir o verdadeiro esconderijo dos membros da sociedade. Com a ajuda de Dale, convence-o a ajudar, mas este somente concorda em doar seu material vasto de pesquisa, coletado ao longo dos anos.

No reduto das ZBZ, Ash deixou a casa nos comandos de Casey, pois viajara com Fisher. Inesperadamente quatro ex-ZBZs e agora atuais IKIs aparecem emplorando para voltarem, mas Casey segue seus instintos e não as aceita, mesmo com Becca opinando para aceitá-las e assim se vingar de Frannie, porém mesmo assim, de forma sensata não mistura os fatos e joga limpo. Pude perceber, mesmo que por uma fração de segundo que Frannie estava acuada, mas logo após vemos a boa e velha Evil Frannie destilando veneno. Becca e a questão de ser ou não ser lésbica foi muito precipitada, porém com seu primeiro encontro, ela defetivamente descobre que vê Robin como uma ótima amiga e não como uma amiga com benefícios.

A relação de Evan e Cappie sempre mostrou-se desgastada e prejudicada, tudo isto graças aos sentimentos de ambos por Casey na época. Gostei de vê-los interagindo novamente, quando ambos são capturados pela Amphora. Todo aquele estilo meio Skulls & Bones, famosa sociedade de Yale e a voz inigmática do líder do grupo, tornou o momento misterioso também muito engraçado. Cappie sempre foge a regra e recusa beber o líquido do batismo dos novos membros, pois nunca permitiria estar num lugar que também acha Evan qualificado e de confiança. O triângulo amoroso do passado versus Triângulo amoroso do presente: Andy é o novo Evan, Jordan é a nova Casey e Rusty é o novo Cappie. Fiquei surpresa e decepcionada com Cappie quando ele confessa que ele foi um verdadeiro idiota de não ter levado em consideração os sentimentos de seu amigo e mesmo assim ficou com Casey. Sempre gostei da forma em que Cappie e Rusty construiram sua amizade e é extremamente sincero quando confessa que viu e gostou primeiro de Jordan, mas não agiu no tempo certo para conquistá-la. Só não gostei que Cap  não confessou que ele era o verdadeiro Dush e não Evan. Cappie reflete sobre essa conversa e coincidentemente é capturado novamente pela Amphora, dessa vez por que Evan pediu para darem uma segunda chance, pois nada mais justo eles planejaram esse momento juntos por anos, celando a união que eles possuiam. Baixar a guarda  foi muito bom para os dois, revelando verdades e pedindo desculpas pelos erros de ambos.

Nota: 9,2


Comentário à temporada 2008/09

Maio 30, 2009

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Agora que a temporada 2008/09 terminou, nada melhor que fazer um comentário sobre o que mais e menos gostei. Começando a falar sobre a originalidade de novas série, devo dizer que esse ano foi uma autêntica desilusão nesse aspecto. Se formos a olhar para os anos anteriores, principalmente a temporada 2004/05, a televisão já não é o que era. Aliás, as emissoras distinguem-se pelas suas séries e acho que é evidente que a CBS continua apenas a apostar em policiais e sitcoms, a CW em dramas adolescentes e a NBC em fracassos. Felizmente a FOX  e a ABC, assim como a televisão por cabo (HBO, Showtime, FX, entre outros), ainda conseguem trazer algumas séries com criatividade, como o caso de Fringe e True Blood.

Foi também este ano que tivemos alguns finais de séries que vão fazer falta. Battlestar Galactica, essa grande série protagonizada por Edward James Olmos, é aquela que sentirei mais saudades, mas fico feliz pela forma como terminou. Pushing Daisies também disse adeus este ano, mas à semelhança de BSG, o final foi bastante satisfatório. Contudo, é com muita, mas mesmo muita, pena que vejo a série do Bryan Fuller não ganhar uma terceira temporada. ER, o drama médico mais longo da televisão americana, também se despediu quinze anos após a sua estreia em 1994.

Gostei da decisão da NBC em 2008 de ter renovada a série para uma última temporada e não terminá-la naquele ano. Por fim, temos o cancelamento de Terminator: TSCC. Ainda não consegui entender a decisão dos argumentistas em terem deixado um final aberto quando o cancelamento era quase certo. Eu sei que poderia colocar alguma pressão na FOX, mas onde está o respeito pelos fãs no meio disso? Ainda outras séries que eu não acompanho terminaram depois de anos de exibição, como The Unit, Without a Trace e Kyle XY.

Mas falando de coisas mais felizes, houve séries que voltaram em grande para novas temporada muito boas. A que mais se destacou para mim, a nível de crescimento, foi Supernatural. A quarta época da série criada por Eric Kripke foi simplesmente fenomenal, e se tirarmos um episódio ou outro, diria até perfeita. Lost também teve mais um ano excepcional, mas isso já vendo sendo habitual ao longo da série. Grey’s Anatomy e Fringe são séries que começaram mornas, mas acabaram por se tornarem, também, uma das mais esperadas semana após semana.

Contudo, houve séries que desiludiram um bocado, talvez pela alta expectativa que eu tinha em relação às mesmas. O salto de cinco anos de Desperate Housewives não fez nada bem à série. A quinta temporada das donas de casa teve muitos baixos e além disso ainda teve um final pouco satisfatório. Damages também não cumpriu aquilo que prometeu no final da primeira época (a guerra entre a Ellen e a Patty), tendo alguns episódios um pouco aborrecidos. A desilusão de Nip/Tuck já vinha desde a primeira parte da quinta temporada, mas a segunda, que estreou em 2009, foi intragável. Como é possível que uma série desça tanto de qualidade?! Mas quem fica no topo das desilusões é Heroes, foi depois da fraca época passada, consegue criar algo muito mau num volume que tinha um enorme potencial.

Falta apenas falar das melhores e piores novas séries e dos reality shows. Nas novas séries, em termos de comédia, quem ganha é, sem dúvida, Worst Week. É com muita pena que vejo a série ter o mesmo triste destino que Aliens in America. Mas que sorte danada que eu tenho! Já na categoria drama, True Blood foi a que mais impressionou. Tendo um piloto claramente estranho, a verdade é que a série conseguiu crescer imenso e é com grande entusiasmo que aguardo a segunda temporada. Já a pior estreia fica por conta de Do Not Disturb (ainda se lembram disso?). Southland também não me agradou muito, mas daí a ser uma má série vai um grande passo.

Este ano comecei a ver três reality shows: Survivor, Amazing Race e Wipeout. Gostei muito de Survivor e Wipeout, mas Amazing Race, que no início até era divertido, acabou por ficar chato. Entretanto já vi três temporadas de Survivor e pretendo ver, este Verão, o Survivor: China. Já Wipeout, como é uma série de Verão, é algo que vou ver semanalmente, pois é absurdamente divertido. E é esse o meu comentário à temporada 2008/09, que conseguiu estar mais ou menos no mesmo patamar que a passada. Agora quero ler as vossas opiniões: quais as séries que mais vos surpreenderam, desiludiram, novas apostas, surpresas, etc. Sintam-se livres para comentar!


Greek (2.17) – Guilty Treasures

Maio 30, 2009

snapshot20090524171908 Tesouros aparecem e outros deveriam continuar escondidos. Totalmente sem querer, os KT’s encontram um local secreto dentro da casa. Não é de se espantar que eles não sabiam o caminho para “Lenda do Tesouro Perdido”. Encontram diversos itens que foram “roubados” do próprio campus da CRU e também de outras fraternidades, a exemplo do busto do fundador da Omega Chi. Achei muito engraçado, que mesmo após a maior descoberta, eles preferem não se comprometer, devolvendo item por item, mas um deles decidem não devolver: o BUSTO. Houve um flagrante de um membro da Omega Chi bisbilhotando na KT e por sinal ele vê que o busto está na casa. Evan como sempre intimida os KT a devolver o Busto num prazo de 24hrs, caso contrário medidas drásticas serão tomadas. Gostei da dura que Calvin dá em Evan em relação as suas medidas e atitudes, pois a partir disto o ajuda a visualizar melhor a situação e no momento que a polícia chega na KT e fala sobre expulsão, banir a fraternidade e uma série de inflações, Evan finge que nada aconteceu e volta atrás no seu plano.

Rusty e Jordan vivem o dilema pós-beijo-que-não-deveria-ter-acontecido, mas negar que a química transborda entre eles seria mentira. Mesmo tentando agir normalmente, o Mr. I Can’t Say No Rusty acaba contando para Andy o que aconteceu no casamento, pois este está questionando o comportamento estranho de Jordan com ele. Um segredo como esse é difícil de esconder, ainda mais para Rusty que tem Andylicious como seu Little Brother. Jordan como era de esperar, fica revoltada com a atitude dele e agora sem namorado pedi para Rusty se afastar também, pois claramente eles nunca conseguiriam ser somente amigos. Cappie também percebe o clima estranho entre os Brothers, assim Rusty decidi revelar a ele que beijou Jordan, deixando Cappie totalmente decepcionado.

Enquanto isto no mundo alternativo, Rebecca está no hit ” I kissed A girl and i liked” e pede conselhos para Calvin, pois pretende sair com Robin e precisa saber como se comportar. Calvin então a convida para ir no Gentleman’s Choice, o outro Gentleman’s do campus e entãodescobrir como se senti entre outras lésbicas. Ash tenta esconder seu relacionamento com Fisher, que nitidamente quer algo mais sério e menos escondido. Pobre rapaz, Ash! Eles decidem sair publicamente e onde ela o leva? Gentleman’s Choice, no Lesbians Night Out? Pobre pobre rapaz, que acaba fazendo o que qualquer um faria: deixa Ash sozinha.

Casey me surpreendeu com seu amadurecimento neste episódio, ajudando Max a sair das sombras de seu professor e conseguir a bolsa de estudos com a Dra. Stephanopolis, ou algo do gênero era seu nome. Ela consegue com ajuda de Dale, infliltrá-los na festa para então impressionarem a Dra. Ela fingindo que é uma intelectual cientificamente polirizada foi muito engraçado. Achei bonito da parte dela, mesmo com a sensação de perdê-lo para a bolsa de estudo,  virando assim o jogo ao seu favor e deixando a Dra. interessada em contratar Max. Mesmo com o afastamento de um mês, resta saber se o namoro sobreviverá novamente, pois desta vez é Max que a deixa e não o contrário. Talvez neste momento eles estejam na mesma página, mas resta saber se o livro deles continuará a ser escrito.

Nota: 8,5


Brothers & Sisters – Terceira Temporada (2008)

Maio 30, 2009

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Os Walkers são TODOS em um SÓ. Simbolizo inicialmente a personagem que unifica todos os demais desde a primeira cena da temporada até o episódio final. Amada por muitos e incrompreendida por outros, apresento-lhes: Nora Walker.

Matriarca abnegada que não mede esforços para se fazer presente na vida dos filhos, mas que ao mesmo tempo acaba se envolvendo demais em suas vidas e esquece de viver sua própria. Aquela que adota Rebecca em sua casa, mesmo ela representando durante toda a segunda temporada o laço da SUPOSTA infidelidade de seu marido. Aquela que profetiza palavras sábias durante tempos de dificuldade na Ojai, decorrentes dos conflitos da nova parceria entre Tommy e Holly. Aquela que com amor gigantesco ainda encontra dedicação suficiente para elaborar um projeto para um centro de ajuda a crianças doentes. Aquela que luta para libertar o fantasma do marido sem caráter e traidor. Aquela que mobiliza todos os filhos para arrumar uma casa totalmente detonada. Aquela que descobre a existência do verdadeiro “R” dos Walkers e vai atrás da família de Ryan. Aquela que infiltra o pai de Ryan na festa da Greenotopia e realmente acha que ninguém irá descobrir.Aquela que esquematiza jantares com a maior naturalidade. Aquela que mesmo angustiada e ansiosa, tenta apoiar a situação vivida entre os filhos e o nascimento de Elizabeth.

Aquela que casualmente teve um caso com Roger, seu arquiteto britânico arrogantemente charmoso. Aquela que fica com tremendas expectativas sob o bebê de Kitty. Aquela que viaja sozinha para conhecer Ryan Lafferty, o filho de William. Aquela que merecia todos os prêmios honorários no episódio especial que marcou o nascimento de Evan e também o enfarte de Robert. Aquela que viu a reputação de seu filho Tommy ruir devido a suas péssimas escolhas. Aquela que acolhe Ryan em sua casa de peito aberto. Aquela que tenta se afastar e não se envolver, mas nunca consegue pois é mãe no maior sentido das palavras. Aquela que tenta convencer todos os executivos da Ojai a retirarem as queixas contra Tommy. Aquela que abre mão do relacionamento com Roger para ajudar os filhos. Aquela que apoia anteriormente a demissão de Sarah mas que também vibra com o retorno da filha na diretoria da Ojai. Aquela que tenta ajudar a cunhada e a neta desamparadas. Aquela que mesmo perante erros perdoa todos sem o mínimo rancor. Aquela que se culpa pela tapa dado e pelas palavras atravessadas. Aquela que vai ao México em busca do filho desaparecido. Sally Field representa como Norah Walker, um dos grandes papéis de sua carreira e na opinião da televisão atual.

Seus filhos tornam-se  papel central de sua vida e também de toda a série, fazendo da matriarca uma espécie de regente desta adorável orquestra  barrulhenta.

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Sarah Walker – A Herdeira Natural: Primogênita que é um exemplo da mulher maravilha moderna que tenta ser uma excelente mãe e também uma excelente profissional. Temperamento forte, luta dia a dia para preservar a memória dos Walkers dentro da Ojai. Solitária e abdicada, tem muito da personalidade de Norah, mas talvez não perceba. Assim como a mãe, esqueçe as vezes de pensar nela e vive para ajudar e aconselhar os outros.

Tommy Walker – A Imagem do Patriarca: Dedicado, não mede esforços para trazer prestígio e credibilidade para a Ojai e sua família. Durante toda sua vida trabalhou incansavelmente para preservar o legado para as futuras gerações. Tornou-se pai de Elizabeth, após um tumultuado dilema de paternidade entre seus dois irmãos e recentemente transformou a imagem em reflexo de seu pai, através dos sucessivos erros e decisões mal tomadas.

Katherine “Kitty” Walker – A Princesa Destronada: Republicana convicta, decidiu fugir do relacionamento conturbado que tinha com sua mãe e foi para Nova York, onde trabalhava como comentarista numa rádio sobre política. Ganha a oportunidade de participar de um talk show, onde conhece o Senador McCallister, no qual se envolve e aceita uma oferta de trabalho em sua campanha. Decidi sair do cenário da política, adota uma criança e enfrenta autos e baixos em seu casamento com Robert, provenientes da ganância pelo poder, problemas cardiacos, falta de comunicação e interesse, resultando “traição” e possível divórcio.

Kevin Walker – O Democrata Republicano: Transparente, não mede palavras para ajudar mas também para repreender. Passou por um relacionamento com o enrustido Chad, descobrindo então como Scotty se sentia ao lado dele quando estavam juntos. Amadureceu, deixou diferenças políticas e pessoais de lado e assumiu o cargo de diretor de comunicação de Robert. Dividi a genética com Elizabeth, filha de Tommy e tem o relacionamento mais estável de todos, agora com seu marido Scotty.

Justin Walker – O Médico sem Fronteiras: Guerreiro, encarou, vivenciou e retornou da guerra com um trauma imenso, que o levou ao caminho do vício por medicamentos, bebidas e drogas. Relutante a princípio conseguiu buscar ajuda, contando sempre com a até então “amiga-irmã” Rebecca. Evoluiu e amadureceu pessoalmente, no qual selou seu relacionamento com a “namorada-ex irmã” e agora “atual-esposa” Rebecca. Conseguiu retomar seu grande sonho: Estudar medicina.

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Eles possuem vínculos importantes que preenchem a história, por vezes vivem as sombras da grande família acima, mas são de extrema importância para manter a tranquilidade e o bom desenvolvimento.

Saul – A Sombra dos Walkers: Irmão de Norah e confidente braço direito de William. Personalidade misteriosa e reservada, preservou durante anos suas verdadeiras escolhas e decisões, em prol de proteger William. Revelou sua sexualidade de maneira ainda singela porém sincera e resolveu tentar viver sua própria vida. Escondeu grandes sujeiras do cunhado, erros nos quais se envolveu e nitidamente não conseguiu mais guardar, devido a grande remorso.

Rebecca Harper – A Indecisa “Walker”: Rebelde filha de Holly Harper, a Outra. Tumultuada adolescência marcada por um caso com um professor casado. Retornou a casa da mãe descobrindo alguns fatos importantes sobre seu passado, inclusive sua relação com os Walkers. Por fim descobriu que não é parte da família e junto a Justin resolveu arriscar num relacionamento mais sério. Rompimentos marcaram a vida dos dois, mas o tempo os uniu novamente, agora como noivos. Compulsividade e vontade de apressar tudo podem ser características preocupantes.

Holly Harper – A Outra: Amante de William durante quase 20 anos. Reenvidicou seus direitos e o da filha dentro da Ojai, mesmo sem ter absoluta certeza sobre a paternidade. Travou intensas batalhas com Norah, arquitetou e manipulou diversas situações, colocando-se no papel de vilã. Mesmo com a revelação de que Becca não é um Walker, ela já tinha seu nome no testamento e ganhou terras. Firmou parceria da nova empresa com Tommy para salvar a Ojai da falência, gerando mais intriga entre os Walker, principalmente com Sarah. Dentre as traições registradas do patriarca, ela teve o cargo de amante/esposa mais relevante de todas.

Scotty – O Companheiro Fiel: Comprometido, ganhou credibilidade por sempre mostrar-se autêntico e centrado com aquilo que queria, seja em sua vida pessoal quanto na profissional. Buscou ascensão em sua carreira como chef e ganhou créditos merecidos por isto. Diferente de Kevin, sempre soube quem ele era e com o tempo, o destino e o amadurecimento de Kevin os juntaram novamente. Agora casados, dividem de forma sincera suas vidas.

Robert McCallister – O Príncipe Destronado: Ganancioso pelo poder, tentou trilhar sua ascensão política ao lançar-se como candidato a presidência da república, decisão que gerou controversias em seu próprio partido. Levou honrarias de guerra por um ato heróico que não tinha realizado. Apesar dos jogos de poder, tentava ser um pouco mais presente na vida de seus dois filhos do primeiro casamento. Conheceu Kitty num talk show de televisão e a convidou para ser diretora de comunicação de sua campanha. Ambos começaram um relacionamento, mesmo com comentários alheios. Mesmo com a perda nas eleições, veio o casamento, a decisão de engravidar( não ele, Kitty), a nova pretensão política, o agora como Governador da Califórnia, a adoção, o enfarto e as crises do casamento.


So You Think You Can Dance (5.02) – Auditions #3 and #4

Maio 29, 2009

so_you_think_you_can_danceEste é o primeiro reality show que eu me aventuro a escrever reviews semanais. Já tinha pensado em fazer isso com Survivor, mas como no início de 2009 estava cheio de trabalho já para fazer, deixei de lado. A quinta temporada de So You Think You Can Dance é a primeira que eu vejo, por recomendação da Mary Barros, autora dos reviews de Brothers and Sisters, Kyle XY e Greek. Isso vai funcionar da seguinte forma: em cada artigo semanal que eu publicar, estarão conjuntos de três a quatro pessoas numa fila, onde comentarei as performances abaixo. Também juntamente com as pessoas escolhidas estão asteriscos, que servem para classificar a mesma, sendo que * é horrível e ***** é excelente. Estejam à vontade para comentar as vossas opiniões sobre os candidatos!

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Entramos numa nova semana do reality show e como prometido, estão aqui os comentários habituais. A primeira concorrente da imagem surpreendeu pela forma como contou a história da morte do seu pai, mas também demonstrou que está ali para dançar. Gostei ainda mais da segunda candidata (quando eu digo ‘primeiro’, ‘segundo’, etc., quero dizer na sequência da imagem e não do episódio em si), cujo o sonho era ir com a irmã para Las Vegas. E conseguiu, acabando por ser uma das melhores exibições das audições destas duas cidades. Em terceiro, temos uma concorrente que, à semelhança de outros, só vai para lá fazer figurinha de parva. Não dançou nada de jeito e ainda ficou chateada com o júri (mas mesmo assim não conseguiu superar a burrice do concorrente ‘rude’ que trocou algumas ofensas com um dos membros do júri). No final deste primeiro bloco, temos um concorrente que conseguiu ter mais vocação para a animação que propriamente a dança.

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Neste segundo bloco temos três actuações boas e uma péssima! Começando pela rapariga que perdeu o marido, gostei da sua apresentação e a passagem para Las Vegas foi mais que merecida. Além disso, é uma das raparigas mais bonitas que até agora participaram neste programa. O segundo dançarino teve uma audição excelente, com uma mistura de sapateado com algumas acrobacias. Parecia que tudo fluia com muita naturalidade! O terceiro concorrente é mais um que foi só para se mostrar negativamente. Achei muito engraçado por parte da FOX a montagem das cenas em que ele dizia conseguir fazer aquilo por horas seguidas e o cansaço que ele teve após a audição. Depois temos dois irmãos (não me lembro bem, mas acho que sim) que, apesar de mostrarem as suas performances separadas, conseguiram ambos criar grandes momentos de dança. Os dois tiveram nas suas actuações um factor crucial: originalidade.

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Apresento agora os quatro últimos candidatos da noite. O primeiro deve ter ido ao programa só para demonstrar o seu estranho gosto musical. Foi apenas mais um que foi só para se envergonhar ou ficar conhecido, pois também devem querer tirar alguma vantagem disso. O segundo concorrente contou a sua história, em que o pai é treinador de futebol americano e ele prefere dançar como as cheerleaders. Apesar da sua escolha, ele é fortemente apoiado pela figura paterna, mas a sua prestação não foi nada de especial. Contudo, conseguiu ser muito, mas mesmo muito melhor que a das gémeas que estão na terceira imagem. Ao menos elas não fizeram assim uma figurinha tão desprezível como outros. Por fim, temos um casal que voltou ao programa para demonstrar o seu grande talento. Foi, sem dúvida, a melhor actuação do episódio!

Por hoje é tudo e sintam-se livres para comentar quais as melhores e piores actuações do episódio. Amanhã saem os comentários do 5.03, que foi exibido ontem nos Estados Unidos.