Audiências EUA: CBS volta a ganhar a noite

Maio 3, 2009

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AUDIÊNCIA DE SEXTA-FEIRA, 1 DE MAIO

Como tem acontecido desde o início da temporada, a CBS volta a ganhar a noite. Ghost Whisperer continua com os números mais elevados das três séries, mantendo sempre uma audiência entre os 9 e os 11 milhões de telespectadores. Nada mau para uma série de sexta-feira. Quem também não se pode queixar é Flashpoint, e muito menos Numb3rs, que chega ao seu episódio 100 com quase dez milhões de telespectadores. Entretanto, tanto Dollhouse, como Prison Break não conseguem subir os seus números fraquíssimos! Oxalá que a FOX pense em Terminator e a traga para uma terceira temporada.

Time Net Show 18-49 Rating/Share Viewers (Millons)
8:00 CBS Ghost Whisperer 2.3/9 9.67
ABC Wife Swap 1.4/5 4.19
FOX Prison Break 1.0/4 3.20
NBC Howie Do It 0.9/3 3.27
CW Everybody Hates Chris 0.7/3 1.73
8:30 NBC Howie Do It (R) 0.8/3 2.75
CW The Game 0.8/3 1.86
9:00 CBS Flashpoint 2.1/7 9.57
ABC Supernanny 1.6/5 4.61
NBC Dateline 1.3/4 5.28
FOX Dollhouse 1.1/4 3.09
CW America’s Next Top Model (R) 0.6/2 1.29
10:00 CBS Numb3rs 2.2/7 9.46
ABC 20/20 1.8/6 6.20
NBC Dateline 1.6/5 6.19

Fonte: TVbyNumbers


Gossip Girl (2.22) – A Southern Gentleman Prefers Blondes

Maio 3, 2009

southern-gentlemen-prefer-blondes-poster_521x614O que começou apenas como uma brincadeira em Espanha no episódio passado acabou ganhando importância principal nesse episódio de Gossip Girl, trazendo, inclusive, até Georgina, uma personagem que não víamos há tempos, para tentar ajudar Serena a resolver o grande problema em que se meteu – inclusive, acredito que o maior problema que ela já se meteu.

Se na semana passada já sabíamos que Gabriel continuava se encontrando com Poppy, ainda não tínhamos certeza porque ela estava tentando enganar Serena. Bem, acredito que o motivo ficou muito claro agora, afinal, tudo se trata do golpe mais velho na história das famílias ricas desse mundo: o golpe do baú. O prolema é que ao invés de roubar todo o dinheiro de Serena, Gabriel foi além e roubou o dinheiro de seus investidores, todos amigos íntimos de Lily. Conseguem ver agora o tamanho da encrenca que Serena precisa resolver?

O irônico de toda essa história é que esse não era o plano original de Gabriel ou Poppy – que acabou sendo passada para trás também. Se não fosse Blair e Chuck – agindo novamente juntos por uma última vez -, Gabriel não teria conseguido a oportunidade que precisava para roubar o dinheiro dos amigos de Lily. Por outro lado, se não fossem seus amigos, Serena poderia passar meses sendo enganada por Gabriel e, quem sabe, acabar em uma situação ainda pior.

Além dessa reviravolta na história, “A Southern Gentleman Prefers Blondes” também nos reapresentou Georgina em uma versão absolutamente irreconhecível, visto que após encontrar “Jesus” a garota decidiu mudar sua vida para se tornar uma verdadeira santa. Não sei quanto a vocês, mas ver Georgina tão exageradamente boa e generosa em sua conversa com Chuck só deixou claro que a moça só precisa sair daquela reclusão e voltar para o Upper East Side para voltar a ser a velha Gorgina  de sempre, pois não acredito que alguém possa mudar tanto.

Com relação aos outros personagens, tivemos mais uma crise de ciúmes de Nate com relação a amizade de Blair com Chuck, mas isso foi praticamente ignorado pela história de Serena que prendeu toda a nossa atenção. Dan e Vanessa também ganharam seu momento para perceberem como suas vidas estão bem longe do que eles gostariam que fossem, mas suas cenas também foram desnecessárias para o episódio.

De qualquer forma, esse episódio foi muito bom e já nos deixou na curiosidade para saber se esses adolescentes conseguirão resolver sozinhos esse problema que envolve o dinheiro e a reputação de muitos adultos – aliás, quem não ficou com pena de Rufus por vê-lo colocar fé em um investimento conduzido por um ladrão?

Nota: 9.2


In Treatment – Week 3

Maio 3, 2009

itw31In Treatment (2.11) – Mia – Segunda, 7:00 AM

Definitivamente Mia é a personagem mais difícil dessa segunda temporada de In Treatment, até mesmo Paul parece fazer um esforço tremendo para tentar entender as atitudes dessa mulher. O que vocês acharam dela chegar completamente alterada, reclamando, entre outras coisas, do fato de que Paul supostamente teria transado com uma ex-paciente, Laura? Eu achei bastante estranho e mal sei o que comentar a respeito, pois não consegui entender metade das atitudes dela e da sua revolta contra Paul sobre o assunto.

É claro que o próprio terapeuta lhe disse que isso era um sistema de defesa de sua própria mente, que direcionava todo seu ódio em outras pessoas para que ela não pudesse pensar em seus próprios problemas, porém, fica a dúvida, por que ela voltou ao assunto no final da consulta mesmo depois de ouvir Paul dizer tudo isso sobre sua maneira de agir? Como Paul falou, Mia é uma paciente que sempre tenta deixar um gancho no final de suas sessões, como que para nos fazer esperar pelo próximo capítulo da novela, o que pode ser uma tentativa, quem sabe, de segurar Paul mais algum tempo na cidade – com medo de que ele se mude novamente -, ao deixá-lo curioso para falar com ela na próxima semana.É óbvio que Paul sempre se mostra interessado por seus paciente não importa o que aconteça, mas e quanto a nós? Será que conseguimos aguentar mais algumas sessões com essa maluca?

Nota: 8.0

itw32In Treatment (2.12) – April – Terça, 07:40 AM

A cada semana as sessões de April vão ficando cada vez mais interessantes mas, ao mesmo tempo, terrivelmente dramáticas: April está ficando sem tempo. Se na sessão passada, Paul tentou se aproximar da garota com uma fala mais mansa e usando apenas sugestões ao invés de ordens para tentar ajudá-la, ver a garota completamente acabada em sua 3º sessão fez com que ele mudasse sua atitude novamente e insistisse enfaticamente que ela começasse logo sua quimioterapia.

Realmente é incrível que após apenas três semanas essa personagem, que tem sido maravilhosamente interpretada por Alison Pill, nos tenha pegado de jeito. Está cada vez mais difícil ver a garota perdendo a batalha para o câncer justamente por não conseguir superar problemas pessoais de longa data – que remontam desde a época em que seu irmão, autista, passou a receber toda a atenção de sua mãe, o que, por consequência, a obrigou a amadurecer muito rápido, pois não conseguia imaginar cobrar de sua mãe mais atenção do que ela poderia dar, já que se dedicava a exaustão a Daniel. Mas ninguém pode culpá-la certo?

Aquela cena em que ela simplesmente caiu no sono por meros 60 segundos foi tão tocante que fica difícil não sentir pena dessa personagem depois de cenas maravilhosas como essa, April é uma personagem tão trágica, se já é dramático para nós, como mero espectadores, assistir a essa história, imaginem para Paul que tem nas mãos a solução para a doença da garota mas simplesmente não consegue fazer com que ela engula esse amargo remédio.

Nota: 9.5


itw33In Treatment (2.13) – Oliver, Quarta, 4:00 PM

Infelizmente as coisas não melhoraram muito para o pequeno Oliver. Mesmo após passar uma semana supostamente tranquila com seu pai, o menino ainda não conseguiu se sentir tranquilo o bastante para simplesmente relaxar e dormir. E isso, claro, graças a seus pai terrivelmente ignorantes sobre o que se passa na vida dessa criança, pois estão sempre mais preocupados em enfernizar um ao outro.

Gostei muito de ver Paul conversando com seu filho pela internet. Enquanto o pequeno falava todo animado com o pai, Paul parecia meio desligado e respondia sempre com poucas palavras ao próprio filho. Não é nenhuma surpresa que no meio do episódio Oliver sugira que Paul seja um excelente pai, já que conseguia escutar seus filhos. Bem, para aqueles que viram a temporada passada da série, irão se lembrar com facilidade de que Paul foi e é, ainda mais agora, um pai ausente, o que mostra como ele tem paciência para cuidar de seus pacientes mas não consegue fazer o mesmo com sua família.

E é isso que eu acho interessante nessa série. Ela nunca tenta transformar Paul em um super-herói, em um protagonista perfeito. Paul, de certa forma, também é como a maioria de seus pacientes, que palpitam com facilidade sobre a vida dos outros como meio de fugir de seus próprios problemas e dificuldades. Já quanto ao pobre Oliver, acredito que ele precisará visitar Paul mais vezes durante a semana para conseguir tirar alguns minutos de sono, pois infelizmente eu não consigo ver nenhuma melhora nas atitudes de seus pais: eles continuam sempre patinando nas mesmas questões, o que, infelizmente, desperta um interesse menor nessa história.

Nota: 8.5

itw34In Treatment (2.14) – Walter, Quinta, 8:00 PM

A sessão de Walter dessa semana deixou um pouco a desejar, entre telefonemas e seu desabafo por todos os problemas de sua empresa cair sobre suas costas, pouca coisa importante foi realmente discutida.

Na semana passada ouvimos uma teoria de Paul de que Walter simplesmente tem medo de que as pessoas, mais especificamente sua filha, o abandonem devido a morte de seu irmão, quando ele ainda era criança, que foi uma situação muito mal explicada e resolvida na sua infância. Com isso, após ouvir Walter dizer que foi até Ruanda tentar trazer sua filha de volta para casa, Paul voltou a sugerir que talvez ele tenha medo que ela se vá para sempre, o que, o sempre turrão Walter é incapaz de admitir.

Então, após 24 minutos de episódio, vemos Walter sair de sua sessão como se não tivesse ouvido nada que Paul lhe falou e mais preocupado em resolver a má fase que sua empresa vem passando, ou seja, teremos que aguardar mais uma semana para ver se essa história vai parar em algum lugar, pois por enquanto Paul tem conseguido poucos avanços com esse paciente, que até então tinha sido um dos meus favoritos da temporada.


Nota: 8.5


itw35In Treatment (2.15) – Gina – Sexta, 6:00 PM

Mais um excelente episódio entre Gina e Paul. Já em seus primeiros minutos, o episódio nos joga uma série de informações novas que precisamos processar durante o restante do episódio: Paul transou com Tammy – simplesmente ignorando o trato que fez com Gina na semana passada; Paul tem um pai muito doente – com mal de Parkinson, como descobrimos mais tarde; além disso ele tem um irmão, que nunca se interessou muito por sua família ou pelo drama vivido por sua mãe; e, finalmente, nem mesmo Paul ser um terapeuta foi o suficiente para saber como lidar com seu próprio divórcio em relação a seus próprios filhos, que andam com raiva dele sem que ele consiga entender muito bem o porquê.

Certamente temos que admitir que Paul não é exatamente o exemplo de pai perfeito – se bem que até mesmo esse conceito é discutível, pois Walter, por exemplo, que sempre foi um pai atencioso e que dava tudo o que sua filha precisava agora não consegue deixar que ela se torne uma pessoa independente de sua figura. De qualquer forma, desde a primeira temporada sabemos que Paul é um homem que consegue entender muito bem seus pacientes, de sentir empatia por eles, como Gina mesmo lhe disse, com o que ele concordou citando até mesmo April e Oliver como pacientes que ele sinceramente quer ajudar, porém quando se trata de sua própria família ele tem muitos assuntos mal resolvidos.

A novidade agora é saber o quanto sua difícil adolescência – a noção de família que ele experimentou não foi exatamente a mais saudável – influencia hoje sua relação com seus próprios filhos. Espero ver na próxima semana seu reencontro com seu pai e a tal conversa esclarecedora que terá com seus filhos. Aliás, uma coisa que gosto em Paul é que, por mais que reclame em certos momentos, ele sempre tende a concordar com os diagnósticos de Gina no final, o que o torna um dos pacientes mais abertos de toda a série – talvez exatamente por ser terapeuta ele saiba que é importante reconhecer certas verdades de uma vez ao invés de ficar lutanto para ignorá-las.

Por fim foi interessante ver Gina ter surgido com o assunto “Tammy” no final da sessão, meio que mostrando que não há como Paul esconder certas coisas dela e, é claro, também mostrando uma certa revolta por seu paciente ter feito justamente o que ela tinha pedido que ele não fizesse. Já estou curiosa para a próxima sessão de Paul, e vocês?

Nota: 9.2


Saiba tudo sobre Glee, a nova série de Ryan Murphy

Maio 3, 2009

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Glee é a nova série do criador de Nip/Tuck, Ryan Murphy, argumentista que criou três temporadas excelentes desse drama médico. Infelizmente, a série perdeu qualidade a partir da quarta temporada, mas estamos aqui é para falar de Glee, e não dos altos e baixos da série do FX. Para quem não sabe, Glee é uma série de comédia, que junta um estilo musical, mais ou menos no estilo de High School Musical (pelo que ouvi falar, pois nunca vi os filmes, seriously!), que estreia no dia 19 de Maio na FOX. Contudo, a temporada só começa a ser exibida na fall season que começa em Setembro.

HISTÓRIA

Will Schuester é o protagonista deste musical que tem como acção principal o coro dos estudantes menos populares da escola secundária de McKinley. O professor de espanhol (Will), tem como objectivo voltar a erguer o Glee Club, mas isso não vai ser nada fácil, devido à baixa reputação que ele tomou após alguns incidentes e mesquinhices do passado. Mas ele vai precisar de toda a ajuda necessária, e é aí que entram a Rachel e o Finn, dois estudantes ‘mais’ populares do que os restantes do clube.

Ao longo dos treze episódios que compõem (pelo menos, inicialmente) a primeira temporada, o Glee Club vai tentar voltar ao auge e ganhar o maior concurso do país. Mas será que a tarefa vai ser fácil? No meio de tantos alunos trapalhões, é óbvio que Will Schuester tem uma árdua tarefa pela frente, principalmente quando a sua vida familiar também não vai indo muito bem. A seguir podem conhecer melhor os personagens e depois ainda ver o material promocional que já saiu até agora.

PERSONAGENS

(por Aguerra)

A nova série da Fox, Glee, é protagonizada por Matthew Morrison, que interpreta Will Schuester, um professor de espanhol em Ohio, na escola acima mencionada. A personagem é um optimista, mas a tarefa que tem pela frente não é nada fácil. Will Schuester tem como desafio restaurar a alegria do grupo coral da escola, Glee Club. Temos um professor cheio de força de vontade e optimista que consegue levar os alunos à competição nacional, enquanto do outro lado temos os alunos desmotivados após os tais incidentes que aconteceram no grupo.

Alguns exemplos são Kurt, interpretado por Chris Colfer, um nerd com uma personalidade um pouco conflituosa, para além da personagem de Amber Riley, Mercedes, que não quer cantar no coro, procurando as luzes da ribalta. Ainda temos Tina, com medo do palco e Arty, participação de Kevin McHale, também já visto em True Blood, que interpreta um guitarrista que atrai mais problemas que raparigas.

Além destes, dentro deste grupo também se incluem mais dois actores: Lea Michele e Cory Monteith, que interpretam, respectivamente, Rachel Berry e Finn Hudson. Com personalidades completamente contrárias, a vida de estes dois estudantes encontra-se no grupo coral. Rachel Berry, perfeccionista, aparentemente com boas notas na escola, que encontra no grupo coral o seu caminho para a fama. Pela caracterização parece que será uma rapariga pouco popular pela escola e com poucos amigos. Finn Hudson é totalmente diferente. Jogador de futebol americano, a Finn foi-lhe dada uma voz poderosa, que irá utilizá-la no Glee Club. Tem como companheira Quinn, interpretada pela actriz Dianna Agron, que teve uma participação em Heroes durante a segunda temporada. Para além disso conta com a ajuda do seu compincha Puck, que, como o nome indica, tem a arrogância na sua personalidade.

Por último, temos as participações de Jessalyn Gilsig, que já passou por séries como Nip/Tuck, Heroes ou Friday Night Lights, que interpreta a mulher de Will (Terri Schuester) e também podemos ver Jane Lynch, que já teve participações, por exemplo, em The L Word e Two and a Half Men, e que interpretará a treinadora da claque, Sue Sylvester.

MATERIAL PROMOCIONAL

Trailer estendido e vídeo promocional:

Elenco de Glee:

Fotos Promocionais do Elenco:

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Fotos Promocionais do primeiro episódio:

Posters:


Pushing Daisies (2.12) – Water and Power

Maio 3, 2009

snapshot20090503132018A um episódio do grande final, os flashbacks de Emerson Cod figurar esse episódio, não fosse ele (e as tias, claro) as únicas personagens que não tiveram lembranças do passado nessa segunda e última temporada. Tal como em Desperate Housewives temos a Mary Alice, em Pushing Daisies também o narrador dá um toque muito especial às cenas em que participa, seja em flashbacks, presente ou mesmo recapitulações de crimes para percebermos melhor o que se passou. Mas afinal o que nos foi contado sobre o investigador particular nesse flashbacks?

Como uma criança normal, Emerson Cod fazia asneiras e ia, muitas vezes, à sala do director. Mas tudo não passava de um pretexto para ver a mulher dos seus sonhos (naquela altura), a secretária de serviço. Passados alguns anos, na Pie Hole, aparece o Randy Mann para que o seu relacionamento com a Olive fique esclarecido, e se inicialmente nós pensávamos eles iriam terminar, depois percebemos que afinal a Olive tem sentimentos pelo Randy, e ao que parece, ficarão juntos no final. Até que eles fazem um casal carismático, não?

E o caso da semana? Pois bem, já houve casos melhores e mais divertidos, mas esse também conseguiu entreter, principalmente por estar relacionado com a filha de Emerson. Mais uma porta fecha-se no final do episódio e agora faltam poucas storylines para contar. Gostei do facto de haver um certo espírito de equipa entre o Emerson e a Simone, uma personagem que no início era irritante, mas que agora conseguiu conquistar. É com muita tristeza e saudade que eu espero pelo último episódio da série mais original dos últimos anos, e é já hoje!

Nota: 9,1


Desperate Housewives (5.20) – Rose's Turn

Maio 3, 2009

snapshot20090503130240Existem séries que não precisam dar reviravoltas alucinantes e mistérios cheios de suspense para serem boas. Esse é o caso de Desperate Housewives que, neste episódio, conseguiu entreter bastante, algo que tem estado em falta em alguns capítulos dessa temporada. A introdução de personagens mais idosas na série é sempre divertida, e a Sr.ª Rose não foi excepção. Mary Alice conta-nos como ela é uma mulher destemida e nem o seu pior inimigo lhe faz frente, até que Orson, sem saber como era a mulher, leva com um taco na cabeça ao tentar-lhe assaltar a casa!

O mais interessante disso é como tudo foi ligado à cena do acidente da Edie. Nós já sabíamos que o marido da Bree tinha sido o responsável pela morte da loira, mas ficámos a conhecer como é que ele foi parar, naquele exacto momento, à frente da Edie. Entretanto, Mrs. Rose e o Orson vão para o hospital, e numa sucessão de mentiras e confusões, a Bree descobre que ele é a tal ‘Morte’ que a velhota falava. Finalmente temos a melhor decisão da Bree dos últimos tempos a vir ao de cima: divorciar-se! É que o Orson está a ficar completamente insuportável!

Mas a parte mais divertida desse ‘Rose’s Turn’ foi mesmo o clube de jardinagem e as histórias entre o Carlos e a Lynette. O que eu me ri naquele jantar em que Gaby ameaça o Tom como só ela sabe fazer e o Carlos conta que viu a Lynette nua, quando o Tom pensava que a cena do banho era a do escritório do Carlos! Também foi muito divertido toda aquela confusão da Susan com o cesto de piquenique no carro, principalmente quando a Katherine passa por ela e não a ajuda! Essas donas de casa conseguem ser muito más quando querem…

E agora o que vai acontecer ao Dave depois de saber que foi a Susan que matou, embora acidentalmente, a sua mulher e filha? Estará Susan em grande perigo até ao final da temporada? Claro que sim! Mas espero que não resolvam esse mistério do Dave só no último momento, mas que o final dele seja bem pensado e merecido para o personagem que ele interpreta (por exemplo, acho que não ficaria bem ele ir para a cadeia, mas sim um castigo das próprias donas de casa), mas isso depois veremos.

Nota: 9,0