Pushing Daisies (2.13) – Kerplunk

Maio 7, 2009

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Pushing Daisies chega ao fim depois de uma curta e excelente jornadas que fez dela uma das séries mais originais e divertidas que eu alguma vez vi. Bryan Fuller é um génio no que toca a criatividade, com a sua escrita suave e deliciosa que faz qualquer fã se apaixonar por esta série. Custa-me muito dizer adeus porque estamos a viver uma crise de falta de originalidade na televisão americana, com fortes apostas em séries policiais e médicas, e nada de novo e diferente. Basta lembrar a temporada 2004/05, em que apareceram séries de grande calibre como Lost, Desperate Housewives, House e Grey’s Anatomy, séries essas que ainda hoje conseguem se reinventar, e todas elas com mais de 100 episódios gravados.

Se fosse para descrever esse final com apenas uma palavra, eu diria ‘brilhante’, mas como tenho um artigo inteiro para o fazer, vamos lá colocar mãos à obra. No flashback descobrimos como é que as tias da Chuck aprenderam a ser a queridas sereias que as tornaram famosas outrora. É também nesse flashback que temos um excelente resumo sobre o adultério de Lily Charles com o pai da Chuck, no melhor estilo de Pushing Daisies. Aliás, não podia deixar de mencionar o excelente trabalho feito ao longo desses 22 episódio como o narrador da série.

Depois disso, temos a comemoração do meio aniversário da morte da namorada de Ned, tanto na casa das tias, como na Pie Hole. Só mesmo Pushing Daisies para tornar momentos sádicos em algo tão divertido e peculiar, as saudades que eu vou sentir dessa série! É na Aquacade que ocorre o assassinato, e depois de 21 episódios com mortes completamente fora do normal, surge mais uma como a cereja no topo do bolo. Não é que decidiram matar uma das inimigas das queridas serias mandando-a, literalmente, para a boca do tubarão? Pois é, mas isso não é um filme de terror e confesso que toda aquela situação deu-me para rir de tão caricata que era.

Depois de uma grande investigação, com a dupla Emerson e Olive novamente a arrancar grandes momentos televisivos, chega a altura do grande final. Descobrindo toda a verdade sobre a sua irmã, Vivian Charles expulsa ela de casa, mas primeiro ambas têm de confrontar uma pessoa: Chuck! Pois é, a jovem rapariga decide finalmente aparecer na casa das tias e dizer toda a verdade e embora esse momento de reencontro tenha ficado apenas nos olhares entre as três, a verdade é que foi a melhor forma de terminar a série, principalmente com todas as personagens secundárias a ter um final feliz e aquele último discurso do narrador com a Digby na relva.

Nesse preciso momento, na cidade de Coeur de Coeurs, eventos ocorreram, que não são, não foram nem nunca deviam ser considerados um fim. Porque os fins, como é sabido, foi onde começamos.

Nota: 10

Este review está colorido em homenagem a esta série. Quem a viu, sabe que faz todo o sentido!


Audiências EUA: Nova queda de Sit Down, Shut Up

Maio 7, 2009

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AUDIÊNCIA DE DOMINGO, 3 DE MAIO

Primeiro tenho de pedir desculpa pelo atraso da publicação, mas este deveu-se a saída tardia das audiências da televisão americana, só estando hoje disponíveis. Agora falando das audiências. Apesar de ter sido uma noite normal, as audiências de domingo mostram algumas mudanças, umas para melhor outras para pior. Sit Down, Shut Up vai de mal a pior e com a mudança de horário continua a perder muita audiência, e as esperanças de ser renovada, para quem as tinha, quase acabaram. Quanto a Cold Case, que está na corda bamba em termos de renovação, deu um grande salto em relação ao último episódio, ficando pela casa dos 12 milhões. Por último, e como vem sido hábito, Desperate Housewives ganhou a noite. Um domingo habitual.

Time Net Show 18-49 Rating/Share 18-34 Rating/Share Viewers (Millons)
7:00 ABC America’s Funniest Home Videos 2.3/8 1.7/6 7.95
CBS 60 Minutes 2.1/7 1.2/5 12.13
NBC Dateline NBC 0.8/3 0.6/2 3.50
FOX Sit Down, Shut Up 0.8/3 1.0/4 2.09
UNI Hora Pico 0.7/2 0.8/3 1.64
CW Jericho (R) 0.3/1 0.2/1 0.81
7:30 FOX American Dad (R) 1.1/4 1.3/5 2.57
8:00 CBS Amazing Race 14 3.2/9 2.0/7 10.93
FOX The Simpsons 3.2/10 3.6/13 6.55
ABC Extreme Makeover: Home Edition 2.7/8 1.9/6 9.10
NBC Dateline NBC 1.6/4 1.2/4 6.53
UNI Nuestra Belleza Latina 1.1/3 1.2/4 2.60
CW Movie: Be Cool 0.4/1 0.4/1 1.30
8:30 FOX King of the Hill 2.4/7 2.7/9 4.991
9:00 ABC Desperate Housewives 4.4/11 3.5/10 13.40
FOX Family Guy 3.5/9 4.4/13 6.67
CBS Cold Case 2.9/8 1.6/5 12.37
NBC Celebrity Apprentice 2.8/7 1.9/6 8.08
UNI Nuestra Belleza Latina 1.3/3 1.5/5 3.23
CW Movie: Be Cool 0.4/1 0.3/1 1.19
9:30 FOX American Dad 2.8/7 3.4/10 5.442
10:00 NBC Celebrity Apprentice 3.3/9 2.4/7 9.00
ABC Brothers & Sisters 3.1/8 2.3/7 9.22
CBS The Unit 2.4/6 1.6/5 9.89
UNI Quién Tiene la Razón? 0.8/2 0.8/2 2.14

Fonte: TVbyNumbers


Brothers & Sisters (3.21) – S3X

Maio 7, 2009

snapshot20090420172240 Por mais previsível que pareça ser o “S3X”, relacionado a proposta sugestiva feita, consegui desfrutar do começo ao fim mais um excelente episódio de B&S. Norah continua sufocando Julia a respeito de Tommy, principalmente quando descobri que ele ligou avisando que iria voltar para casa, fato que não se concretiza ao final do episódio. Excessivamente preocupada com o bem estar do filho, Norah esqueçe que Julia deve lidar com a situação e que precisa de espaço para resolver tudo. Sempre me divirto com as tentativas frustadas dela mostrar-se “desencanada”, sendo dessa vez escolhida a jardinagem como válvula de escape. O retorno de Roger pode trazer novos ares para ela, ainda mais que este está disposto a tê-la como única mulher em sua vida. Já Kitty e Robert parecem afundar cada vez mais o casamento. Ela se coloca cada vez mais distante e relutante com as aproximações frustadas de Robert. Achei um pouco desesperador  ir ao médico pedir autorização por escrito para fazer “Sex”, é triste saber que ele tem que recorrer a tais recursos e também o fato de Kitty sempre fugir para o parque a procura de Alec, que sem dúvida parece ser muito mais fácil de manter um diálogo do que com seu próprio marido, não precisamos nem adivinhar o rumo que isto tomará daqui pra frente.

Sarah e Kevin proporcionam ótimos momentos individualmente, porém quando estão juntos conseguem trazer uma expressividade cômica fantástica. O momento em que estão fazendo compras e Kevin avista o “HOT CHAD” é hilário, o desespero em se esconder e as piadinhas sujas de Sarah para infernizar o irmão. Ainda mais quando ele veem ao encontro dos dois e beija Kevin publicamente, afinal era o mínimo que ele poderia fazer ao invés de esconder e não aceitar que era gay na época em que namoraram. Situações inusitadas, pois a vinda de Chad traz uma proposta um tanto indiscreta, que também envolve Scotty. Quando os três saem pra jantar, Chad propõe o threesome. A cara do Scotty para o Kevin e vice-versa juntamente com o dilema da curiosidade em aceitar ou não são divertidissimas. Sarah retorna definitivamente a Ojai e se depara com a “Land of Hot Mens”, ainda mais ela uma mulher solteira e que algum tempo não passa um “tempo” com um cara, ficou totalmente nas nuvens, principalmente com Cal, no qual vive momentos quentes no estoque da fábrica.

B&S consegue sempre esse efeito, em momentos que temos vontade de chorar e ajudá-los e em momentos nos quais gargalhamos de suas trapalhadas e situações ridículas, a exemplo de Sarah invadindo o apartamento num momento bem íntimo entre Kevin e Scotty e acaba desabafando naturalmente que fez “Hot Sex” na fábrica, pois afinal ela tinha que conversar com alguém e Kevin sempre foi classificado como o mais promiscuo dos Walkers, então ele é o escolhido. Claro que ele acaba comentando da proposta de Chad, deixando Scotty totalmente ofendido e chateado. Incrível que Sarah se diverti com a história mas depois percebe que foi incoveniente e ajudou a provocar uma situação desnecessária. Apesar da curiosidade inusitada da proposta, vemos que Kevin e Scotty realmente gostam do jeito que as coisas estão entre eles: monogamente tranquilos e apaixonados.

Nota: 9,6


Grey's Anatomy (5.21) – No Good at Saying Sorry

Maio 7, 2009

greys-21Desde já peço desculpa pelo atraso no review, mas sair cedo e chegar tarde a casa cansa e rouba muito do meu tempo útil para ver e escrever os reviews das séries. Falemos então agora do episódio propriamente dito, achei mais interessante este episódio não que tenha sido muito superior ao último mas talvez as minhas expectativas tenham sido menores e daí não me sinta defraudada com o episódio. Um episódio em que focou algumas das histórias que tinham ficado esquecidas ou em banho-maria umas mais tempo que outras. Comecemos então por Meredith e Lexie que neste episódio tiveram uma visita surpresa, o pai que tinham série problemas com o álcool resolveu tratar-se e pedir desculpa por todos os erros. Lexie aceita facilmente o perdão do pai. Já Meredith, penso que compreensivelmente, acaba por desejar sorte mas não demonstrar qualquer afecto pelo progenitor.

Meredith sempre teve uma relação complicada com o pai, de inexistente Meredith lá se aproximou do pai muito por culpa de Lexie e da mãe desta mas depois de o pai a ter acusado de ser a causa da morte da sua esposa, vai ser complicado para Meredith esquecer os anos de abandono e o episódio que a marcou negativamente. Outra história que foi trazida ao de cima foi o relacionamento conturbado de Owen e Christina, que depois de evitarem o confronto tem finalmente uma conversa emotiva depois do rompimento. Owen está a fazer o tratamento e resolve não submeter Christina aos seus dramas mais pesados tentando afastar-se desta, mas um confronto é inevitável e ocorre uma declaração sem as três palavras habituais. O casal espera por melhores momentos para finalmente retomar a relação tranquilamente. O chefe também desempenha um papel importante no episódio, depois de um caso clínico em que uma menina atira no pai 17 vezes para evitar a violência doméstica e Meredith a defende, o chefe acaba por perder as estribeira e descarregar em Meredith.

Que acaba mesmo por pedir a demissão depois de ir contra a ordem do chefe de se aproximar novamente da menina ou da mão. Meredith depois da visita do pai relembra a dor causada pelo abandono paternal e resolve lutar por um futuro mais saúdavel para a pequena criança acabando por ser bem sucedida quando a mãe anuncia que irá abandonar para sempre o agressor, que milagrosamente depois da intervenção de O’Malley e Owen consegue sobreviver. Meredith e o chefe acabam por fazer as pazes numa conversa bastante emotiva. Falemos agora do tema central dos últimos episódios, a doença de Izzie, que neste episódio recebe a visita da mãe. Izzie tenta mostrar-se forte e despreocupar a mãe, mas as notícias que recebe não são as melhores algumas metástases diminuíram mas surgem novas. Aproximamo-nos da season final que esperemos que seja maravilhosa como os últimos episódios desta temporada para ser o fim perfeito para um temporada em que grey’s retornou aos bons velhos tempos.

Melhor personagem: Meredith, por vezes incompreendida por muitos, acho que todos nós compreendemos a sua posição em relação ao pai e ao caso clínico. Lutou por aquilo que achava correcto indo contra todos correndo o risco de perder o emprego, mas acabou vencendo e salvando uma criança de uma infância sofrida. Quem melhor que ela para saber as consequências futuras.

Melhor momento: Eu achei muito emotiva a conversa entre o chefe e Meredith mas acabo por escolher outro momento emotivo, a “quase” declaração de Owen.

“They’re all 3 word sentences so I’d have something to say to you, instead of the three words that are killing me. The three words that you know I feel but I can’t say them, because it would be cruel to say them because I am no good for you. I don’t want to torture you. I don’t want to look at you longingly when I know I can’t be with you. So, yeah, I’m smiling and I’m saying “take care now.” I’m letting you off the hook. I’m trying. I’m trying so hard to let you off the hook. I’m trying to make it right, what I did to you. Can’t you see that? I’m just trying to make it right.”

Take care now people.

Nota: 9,1


House (5.23) – Under My Skin

Maio 7, 2009

house-523Depois da tempestade bem sempre a bonança. House já teve uma grande tempestade durante a temporada, ou melhor, um dilúvio para esta série, que já muito foi comentado. Mas a bonança vem chegando aos poucos. Teve algumas quebras, mas vem chegando. E este episódio é mais um sinal que House está a regressar ao normal, através da anormalidade. Confusos? Eu já explico.

Começando pelo caso. Tem sido um dos problemas desta temporada, um caso que se mantenha interessante. Têm-se tirado alguns coelhos da cartola, mas após cinco temporadas, a série cai cada vez mais na monotonia. Mas os últimos já não são coelhos, já conseguimos ver regularmente um bom caso. House ganhou neste caso com uma transmissão do real, sem artifícios, numa maneira de filmar diferente. A saída da pele relembra-me o episódio final da terceira temporada, em que vemos “as tripas” (para utilizar uma linguagem popular) a sair do paciente. Ver a pele a desfazer-se foi chocante, mas era necessário. O caso da bailarina também foi interessante, para ver que a equipa se vai safando sem House. Foi o único propósito para que este caso seja introduzido, para além de que House sem caso não existe. Mas devido a este aspecto e a sua visão real da realidade, foi dos mais interessantes que andou pela temporada.

Passando para Chase e Cameron, antes de ir para o grande momento da temporada. O casal dos C’s não sabe o que há-de fazer. Tanto avanço e recuo já chateia, e mais um problema surge no casamento entre ambos. Os produtores/argumentistas prometeram dar mais importância as personagens, mas estes avanços e recuos já começam a chatear. Serviu para ver que Cameron ainda não tem o receio que trás da morte do seu primeiro marido e que Chase não compreende. Uma situação que encheu as pontas do episódio, sendo unicamente mencionado no início e no fim.

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E agora lá vamos para o grande momento. Amber continua a fazer das suas, e após passar de pesadelo para sonho, durante o episódio anterior, e ter regressado a ser o pesadelo também no último, House decide retirar o fantasma da sua cabeça. E aqui começa o episódio a desenrolar-se verdadeiramente e vemos que a morte de Kutner não serviu só para que ele fosse ajudar Obama, mas sim serviu para um propósito maior. A chegada de Wilson de novo para ajudar House foi mais um acto amizade, e os dois compinchas foram desbravando caminho por entes todas as possibilidades que a alucinação de Amber traz. Temos um House à House, a levar ao extremo a sua obsessão de liberdade, mas depois o momento que descobre que nem da maneira mais drástica conseguiu é perfeita. Uma salva de palmas (é pouco, mas prontos…o que conta é a intenção) para o britânico Hugh Laurie, não só por esta cena, mas principalmente por esta. Fantástico.

Mas depois de a causa ser descoberta, Wilson sai de cena, e deixa entrar Cuddy. Vicodin era a causa, e numa noite mal dormida, House acaba com o vício. Já vou as incoerências, mas agora estou quase a chegar ao momento esperado. E após a liberdade ser atingida, House consegue ter aquilo que mais queria. Ir para a cama com Cuddy já era muito esperado, e ficamos felizes. Agora as incoerências. House numa noite conseguir fugir dos comprimidos é demasiado forçado, mas também não acho que seja permanente. Depois temos o relacionamento de House e Cuddy. Foi um pouco forçado a utilização daquela cena, mas era necessária para a acção dar um abanão. Foram necessários 109 episódios para que a tensão que existia entre eles fosse liberta.

Foi aqui que House regressou a normalidade. Um House mais simpático, mais empenhado, mais humano. Um House anormal, que regressa a normalidade, pois fica sem Amber na cabeça. E assim se resume um excelente episódio de House, e com um desenvolvimento já há muito esperado. E agora que venha o final de temporada, que depois só teremos de novo o sarcástico médico em Setembro.

Nota: 9,4


Saiba tudo sobre a season finale de Lost

Maio 7, 2009

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Com a exibição de ontem do episódio ‘Follow the Leader’, começa a contagem regressiva para a season finale de Lost que chega na próxima quarta-feira, 13 de Maio, com duas horas de duração. Já vem sendo habitual que as melhores surpresas sejam reservadas para esses 90 minutos de grande qualidade, como Lost nos tem habituado. Para quem não se lembra, na terceira temporada tívemos a bombástica revelação que estávamos a ver flashfowards, enquanto que na quarta descobrimos quem era o morto do caixão e como a ilha se moveu. Agora, a grande questão que se coloca é ‘como é que os produtores vão surpreender assim tanto outra vez?’. A resposta só na próxima semana!

SINOPSE:

Jack quer colocar as coisas em ordem na ilha, mas encontra uma forte resistência daqueles que são próximos dele, enquanto que Locke direcciona Ben para uma dura tarefa. “The Incident” foi escrito pelos produtores de Lost, Damon Lindelof e Carlton Cuse e a direcção ficou a cargo de Jack Bender.

Elenco Convidado:

L. Scott Caldwell como Rose, Sam Anderson como Bernard, John Terry como Christian Shephard, Nestor Carbonell como Richard Alpert, Jeff Fahey como Frank Lapidus, Francois Chau como Dr. Pierre Chang, Patrick Fischler como Phil, Eric Lange como Radzinsky, Zuleikha Robinson como Ilana, Brad William Henke como Bram, Jon Gries como Roger Linus, Alice Evans como jovem Eloise Hawking, Andrea Gabriel como Noor “Nadia” Abed Jaseem, Kevin Chapman como Mitch, Mark Pellegrino como homem #1, Titus Welliver como homem #2, Emily Rae Argenti como jovem Kate, Tanner Maguire como jovem Tom, George Gerdes como Sr. Springer, Agnes Kwak como Tia Soo, Amy Stewart como mãe, Rylee Fansler como jovem Juliet, Savannah Lathem como jovem Rachel (irmã de Juliet), William Makozak como Captão Bird, Daniel James Kunkel como anestesista, Sonya Masinovsky como enfermeira russa, Keegan Boos como jovem Sawyer, Colby French como Tio Doug, John Pete como chefe da prisão, Michael Trisler como padre, Sally Davis como mulher, Adam Bazzi como taxista.

FOTOS PROMOCIONAIS:

VÍDEO PROMOCIONAL:

MUITO ANSIOSOS PELA SEASON FINALE DE ‘LOST’, INTITULADA ‘THE INCIDENT’? O PIOR DISSO TUDO VAI SER ESPERAR MAIS OITO MESES PELA VOLTA DA SÉRIE, PRINCIPALMENTE PORQUE CAMINHAMOS PARA A SEXTA E ÚLTIMA TEMPORADA!


Lost (5.15) – Follow the Leader

Maio 7, 2009

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Às vezes penso como é que a dupla de produtores Darlton consegue surpreender, mesmo depois de 100 episódios em que poucos foram aqueles que desiludiram. Já imaginaram o que seria de Lost nas mãos do Tim Kring (sem ofensa para os fãs de Heroes)? Pois é, seria uma grande ideia desperdiçada pela fraca competência deste, que é mais ou menos o que se passa na séries dos super heróis, pois a premissa de Heroes é bastante interessante e podia-se criar história verdadeiramente fantásticas, como aconteceu na primeira temporada.

Finalmente temos um episódio em que tanto desenvolvem a história de 1977, como a de 2007. Primeiro vou começar a falar da mais antiga, que aconteceu em duas vertentes diferentes, uma envolvendo o plano de Jack e outra a explorar o destino de Sawyer e Juliet. Como seria de esperar, e como bom líder que Jack aprendeu a ser na ilha, o plano de Faraday não foi deitado fora e depois de captura (juntamente com Kate), Jack começa a explicar tudo a Eloise. Esta, confiante do que este está a dizer, concorda em levá-los à bomba de hidrogénio, de modo a detoná-la!

snapshot20090507145808Adorei a conversa que o casal teve na tenda enquanto esperava pela mãe de Daniel. É interessante ver que o Jack, ao tentar fazer o bem, só está a fazer mal. Se formos analisar bem, aquilo que a Kate disse sobre as coisas positivas que eles tiveram, é a mais pura das verdades. A Rose curou-se, assim como o Locke e o Charlie do seu vício das drogas, o Mr. Eko teve a sua redenção, a Claire experimentou o sentimento da maternidade, a Kate conseguiu, finalmente, a sua liberdade e o Jack tornou-se no herói daquelas pessoas. A ilha trouxe-lhes mortes e tristezas, mas é o lugar abençoado que fez com que eles se conhecessem. Resumindo e concluindo, desta vez apoio a Kate e creio que o Jack está a fazer aquilo que vai ser mais prejudicial para todos.

Quem também o acompanha é Sayid, que tinha estado desaparecido desde o episódio 5.10 (‘He’s Our You’) e o Richard Alpert, que também está presente em 2007. A Kate desiste de acompanhar o homem que a protegeu durante 108 dias e vai ao encontro da Vila Dharma, mesmo sabendo que pode morrer. É nessa mesma vila que temos a evacuação, após uma divertida conversa entre o Dr. Chang e o trio desastroso. Contudo, foi ao dizer a verdade ao Dr. Pierre que estes conseguiram salvar Sawyer e Juliet (incrível a capacidade de interpretação da Elizabeth Mitchell), pelo menos por enquanto. Agora resta saber é como o triângulo amoroso vai conseguir sair do submarino, se ele já está a andar e de certeza absoluta que ele vai chegar ao exterior (pois vai a Charlotte e o Miles no mesmo).

snapshot20090507145817Trinta anos mais tarde, também na ilha, temos um Locke diferente do habitual, pronto para colocar o seu plano em prática. Antes de ir à procura de Jacob, Locke pede a Alpert que vá dizer-lhe que este precisa de sair e morrer fora da ilha, conseguindo explicar mais um mistério que foi apresentado no início desta temporada. Após isso, a procura de Jacob promete trazer grandes revelações no final da temporada que vai ao ar na próxima quarta-feira. Não é que o Locke, além de levar todas as pessoas dos Outros, ainda tem o maravilhoso plano de matar o todo poderoso da ilha? Ou será esse um mero plano dele para se vingar de Ben?

Perguntas e mais perguntas serão respondidas na season finale da próxima semana, com duas horas de duração, como já vem sendo habitual nas temporadas passadas. Toda a gente que vê Lost sabe que é no final de cada época que a série ainda se eleva para um nível mais alto do que habitual, conseguindo surpreender ano após ano. No blog da Kristin dos Santos, uma das colunistas mais informadas dos Estados Unidos, temos o seguinte depoimento, que vai de certeza arrebentar com as vossas cabeças.

SPOILER: Espera por outro final que vai mudar tudo. Baseado nos rumores que ouvimos sobre o que vai acontecer, talvez vás te encontrar a fazer a seguinte pergunta a ti mesmo: como é que eles podem continuar a fazer a série depois deste final?

Para finalizar, e quase de certeza que concordam comigo, não é excelente poder explorar território desconhecido da ilha, como aquela entrada e o próprio túnel em si?

Nota: 9,7

E agora podem ver o vídeo promocional (confesso que estava mais ansioso, hoje de manhã, para ver o vídeo do que ver o episódio ‘Follow the Leader’) de ‘The Incident’, cujo um artigo especial, como já saiu para Smallville e Fringe, vai ser lançado ainda hoje: