90210 (1.23) – Zero Tolerance

Maio 24, 2009

90210-23É noite de baile em Beverly Hills, e o conselho directivo prepara uma campanha de tolerância zero para festas pós baile e juntamente com a polícia prometem actuar com pesados castigos. É altura de mudança para Jen e Naomi, depois de conseguir arrancar o dinheiro do pai, Jen aproveita se da parte da irmã para arranjar a casa dos sonhos de ambas. Liam continua a ser o bad boy típico, mas um sermão de Kelly e Harry pode mudar o rumo da sua história. Este resolve convidar Naomi para ser o seu par, esta fica radiante com a notícia. Já Annie por seu lado resolve aceitar o convite de Charlie, para fazer frente às piadas de Liam. No entanto a noite não corre como esperado e depois de negar o interesse romântico tem de lidar com o Charlie revoltado e vingativo. Dixon e Silver começam os seus preparativos para o baile, um pouco atrapalhados e ansiosos por ser a noite perfeita.

Mas os planos de Dixon em parte saiem furados. Silver e Dixon acabam sendo eleitos reis do baile, mas esta num discurso que faz lembrar a verdadeira Silver acaba recusando o prémio para desilusão de Dixon e admiração de Ethan. No entanto Silver demonstra-se preparada e pronta a voltar para Beverly Hills mas nem isso alegra Dixon. O relacionamento de ambos ultimamente tem mais baixos que altos. Uns dos casais favoritos no inicio da série perdeu muito assim como a personagem de Silver. Ethan é chamado para o acampamento de lacrosse de verão mas depois do discurso de Silver resolve retomar os planos iniciais e recusar a proposta. Depois de alguns episódios ausente Kelly está de volta ao pequeno ecrã e dá de caras com Ryan e Jen.

Tenta alertar Ryan para a verdadeira pessoa que é Jen mas este associando a uma crise de ciúmes resolve não lhe dar ouvidos. A verdeira Jen começa a revelar aos poucos e não é flor que se cheire. O relacionamento de Liam e Naomi parece finalmente engrenar na direcção correcta depois de muitos avanços e recuos o casalinho resolve entrar nos eixos. Mas Liam não parece ser uma pessoa muito estável no que toca a decisões douradoras, e a alegria pode ser sol de pouca dura. No fim temos um Navid que controla até onde pode os nervos para não partir a cara de Ty e uma Adrianna assustado com o facto de as águas terem arrebentado. O nascimento está para breve e ambos os pais, o biológico e o afectivo parece que estarão presentes. Como irá reagir Ty, será que continuará indiferente à criança que ajudou a criar? Um episódio um pouco melhorzinho que os anteriores.

Nota: 8,8


Grey's Anatomy (5.23/24) – Here's To The Future/Now or Never

Maio 24, 2009

greys-finDepois do último episódio de Grey’s a roçar a perfeição as expectativas para uma season final extraordinária eram muitas. E embora as expectativas fossem bastante elevadas depois de uma hora e vinte cinco minutos de episódio a satisfação é total. Grey’s Anatomy terminou da melhor maneira e encerrou a sua 5 temporada deixando muitas incertezas e expectativas para a sexta temporada. Um episódio que nos revelou muitas surpresas, alegrias, desilusões e suspense. Um episódio em que foi fácil emocionarmo-nos, rir-mos e desejar-mos que o fim não chega-se tão depressa. Izzie continua a lutar pela sua vida ao lado do seu marido, uma decisão complicada aproxima-se. Derek e Swender resolvem tentar levar a sua maneira de encarar o cancro avante. Deixando uma Izzie extremamente confusa com as suas opções, retirar o hipotalamo e correr o risco de perder a fala e memória ou rezar para que o IL-2 reduza o cancro antes que este a mate. Izzie recorre a Karev com a esperança de uma decisão mas este recusa-se a ter tal responsabilidade em mãos. Exames são realizados e os resultados não são animadores, Izzie não consegue soletrar as palavras. Meredith acaba por ficar apavorada e pedir a Izzie que não realize a cirurgia nas costas de Derek. Este ao descobrir demonstra-se extremamente desapontado e revoltado com tal atitude. Depois de falar com Derek, Karev volta revoltado ao saber que Izzie optou pelo IL-2. Mas se os exames para a cirurgia não eram animadores uma Alisson à beira da morte veio complicar os pratos da balança.

Izzie acaba por optar pela cirurgia mas recusa-se a ser reanimada. Izzie acorda finalmente e as notícias que pareciam animadoras acabam por ser decpcionantes, Izzie fala mas não retém nada do que apreende. Vemos uma Izzie a repetir de minuto a minuto as mesmas perguntas sem memórias e um Alex desesperado, sem saber como reagir à dura realidade. Temos um caso clínico que acaba por mexer com o destino de uma das personagens mais apagadas nos últimos tempos, trata-se de um soldado recentemente retirado do exército devido a problemas numa perna. O desejo de voltar para servir os seus entes queridos que deixou no Iraque levam-no a desejar cortar uma perna aparentemente saudável. Torres que se opõe à sua decisão acaba por acata-la com a ajuda de Owen. Outra pessoa com quem o caso clínico mexe bastante é O’Malley que resolve alistar-se no exército e partir rumo ao Iraque imediatamente. Bailey passa a ser o centro da atenção do chefe e Arizona que resolvem lutar pela sua atenção. Bailey optou recentemente pela pediatria para desagrado do chefe que agora faz de tudo para não perder o seu braço direito. Uma nova máquina chega ao hospital para fazer as delícias do chefe e Bailey e desespero de Arizona que vê a sua recente pupila a afastar-se da pediatria.

greys-finmDerek e Meredith resolvem dar o nó, mas o casamento acaba por ter lugar no próprio hospital em clima de post-its, original no mínimo e achei bastante engraçado o momento. Outro casal que sofre grandes desenvolvimentos neste episódio é Owen e Christina depois de este comunicar a sua decisão de querer voltar, esta reage friamente magoada com essa possibilidade. Este desiste da ideia e resolve ir finalmente visitar a mãe. Christina resolve dar nova oportunidade ao romance entre os dois e ambos reatam a relação depois de uma declaração surpreendente de Christina. Outro casalinho que pretende dar passos em frente é Sloan que resolve convidar Lexie para morar com ele, no entanto a reacção desta não era a esperada, causando algum constrangimento entre o casal, mas proporcionando-nos momentos engraçados. Se uns resolvem os seus problemas outras resolvem colocar um ponto final na relação, isso é o que se passa com Bailey que depois de receber um ultimato de Truck resolve terminar com o seu casamento e permanecer na cirurgia geral.

greys-23Um novo caso clínico chega ao hospital, trata-se de um atropelamento por um autocarro. Um desconhecido resolve ter a acção do dia e colocar-se à frente do autocarro para salvar Amanda. Encontra-se em estado extremamente crítico mas ainda consegue revelar a sua identidade para uma Meredith assustada ao aperceber-se de quem se trata. Nada mais nada menos que O’Malley. A sua situação complica-se e nuns últimos cinco minutos de episódio todo se precipita, O’Malley é levado para o bloco operatório onde luta pela vida. Já Izzie depois de uma discussão com Alex, parece ter recuperado a memória, mas é sol de pouca dura pois após breve comemoração Izzie tem uma paragem cardíaca e Karev contrariando a ordem e o desejo de Izzie começa a reanimação, num momento tenso, marcado pelo suspense até que surge a ordem do chefe que autoriza a reanimação. Os resultados não são os melhores e o episódio termina com uma Izzie e O’Malley mais mortos que vivos. Será esse o final das personagens ou será que ainda há luz ao fundo do túnel? Ficamos a aguardar pela sexta temporada.

Melhor personagem: É dificil optar por uma personagem num episódio em que praticamente todos se destacaram à sua maneira, mas escolho Bailey. Tem a coragem de colocar ponto final numa relação de longa data depois de um ultimato, depois de tanta luta para permanecerem juntos, o casamento chega ao fim e Bailey deixa cair a armadura e desfaz-se em lágrimas. Desiste do seu sonho para cuidar do filho mas não desiste dos seus principios, pois marido que faz ultimatos não merece tal estatuto.

Melhor momento: Não é fácil escolher mas para mim ganha a conversa entre Karev e Izzie antes de esta ir para a operação. É díficil despedirmo-nos das pessoas amadas nem que seja por um breve momento, mas despedir-se sabendo que aquela poderá ser muito bem a última conversa, custa ainda mais. O peso e o medo de uma não reanimação está patente nos olhos e rostos de ambos. Um momento bastante emotivo.

“When denny signed that d.n.r. , you went crazy. Is that what you want?  You want me cutting l-vads? You want to wreck my career? Because i will. I will freakin cut l-vads before i let you. You don’t get to quit. You don’t get to quit on me. Please tear it up, the d.n.r…tear it up”  “Where your eyes are supposed to be right now, I see white sandy beaches…and there’s an ocean behind your head. And there are ghosts wandering in and out. I can’t live like this and I can’t live…if something goes wrong in that surgery, I don’t want any extraordinary measures taken to keep me alive. It’s not what i want. I went crazy when denny signed the d.n.r. because i didn’t understand, I didn’t understand, but now i do.  And i need you to understand. I don’t want you to go crazy, I want you to have a brilliant career, and I hope that I get to be here for that, but if I can’t, I just want to go to the other side. I don’t know what’s there, but it’s gotta be better than hospital beds and tubes down my throat, so please…please don’t cut l-vads. Just…if it comes down to it, just let me go. And right now, kiss me. Please, please just kiss me, and close your eyes, because the beach is so distracting.”

Nota: 10


Lost (Season 6) – Fan Trailer

Maio 24, 2009

Harper's Island (1.06) – Sploosh

Maio 24, 2009

snapshot20090524124336O episódio passado, que foi exibido há duas semanas, já mostrava uma clara melhoria em relação ao começo da série. Ao sexto episódio, Harper’s Island consegue superar o seu antecessor com facilidade, criando o melhor capítulo até agora. Esta série da CBS não é nenhuma obra prima, mas está a cativar-me bastante, talvez mais que qualquer outra pessoa que esteja a vê-la também. Todas as sextas (o episódio é exibidos às quintas no Canadá) eu faço download dessa série, primeiro que qualquer outra (agora também não tem muitas outras, mas prontos) e começo logo a ver o que acontece sem legendas. Resumindo e concluindo o que disse nesse parágrafo, a verdade é que estou viciado.

O final do episódio passado, juntamente com esse, fechou o ciclo do casamento, finalmente! Agora eles sabem que têm um assassino entre eles, assassino esse que continua a confundir-me muito. A montagem das cenas na igreja, com todo o desespero, está magnífica. Katie Cassidy demonstrou neste episódio que é mais que um cara bonita, que sabe representar muito bem. Aliás, isso comprovou-se também em Supernatural com a sua Ruby (muito melhor que a da quarta temporada). A miúda que faz da (estranha) sobrinha da Trish também tem muito jeito para a representação.

Algo que me agradou bastante em ‘Sploosh’ é o facto de já começarem a encontrar os corpos dos assassinados, como o tio Marty. JD deve ser a personagem mais estranha e com mais segredos na série, então com aquele final, em que vai visitar o homem da cara queimada, faz-me querer ver logo o próximo. Como é que ele sabia que o tio Marty estava naquele local, e se repararmos bem, o morto até que estava bem escondido entre as árvores. Começo a pensar que possa estar dois assassinos aí à solta, estando a trabalhar juntamente.

Por fim, a investigação começa pela mãos do JD, Henry e Abby, de modo a desenterrarem o caixão do Wakefield. Apesar de ter um corpo lá dentro, tenho quase a certeza que não é ele, sendo que o verdadeiro Wakefield está cá fora, tendo como cúmplice algum convidado do casamento. Vamos ver o que os últimos sete episódios têm para mostrar, e pelo vídeo promocional do da próxima semana (que está no fim do review), parece que teremos alguns encontros inesperados… Mal posso esperar!

Já agora, que morte foi aquela do cunhado da Trish? Para mim, foi uma das mais bizarras até agora, principalmente pela filha estar mesmo à frente dele e não se aperceber de nada. E quem pensava que ele era o assassino, pode ir teorizando outra coisa! A storyline dos dois com sotaque por causa do anel acabou por passar despercebida, mas não deixou de ter os seus momentos de graça.

Nota: 9,2


So You Think You Can Dance (5.01) – Auditions #1 and #2

Maio 23, 2009

so_you_think_you_can_danceEste é o primeiro reality show que eu me aventuro a escrever reviews semanais. Já tinha pensado em fazer isso com Survivor, mas como no início de 2009 estava cheio de trabalho já para fazer, deixei de lado. A quinta temporada de So You Think You Can Dance é a primeira que eu vejo, por recomendação da Mary Barros, autora dos reviews de Brothers and Sisters, Kyle XY e Greek. Isso vai funcionar da seguinte forma: em cada artigo semanal que eu publicar, estarão conjuntos de três a quatro pessoas numa fila, onde comentarei as performances abaixo. Também juntamente com as pessoas escolhidas estão asteriscos, que servem para classificar a mesma, sendo que * é horrível e ***** é excelente. Estejam à vontade para comentar as vossas opiniões sobre os candidatos!

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A primeira candidata que está na imagem, como se pôde observar na sua actuação, tinha uma deficiência corporal. O seu principal objectivo era provar que ela, mesmo com as suas dificuldades, consegue dançar. Por acaso achei um pouco injusto o facto de ela não passar, principalmente depois do discurso esperançoso do júri. Os ‘esquisitos’, como foram chamados pelo júri, só sabiam fazer uma coisa: mecher com o corpo com os braços e fazer uns movimentos que qualquer pessoa com elasticidade faz (no caso das pernas). Nada mais que isso! Por fim, o rapaz do sapateado fez uma boa actuação e conseguiu passar. Eu gosto muito de ver e ouvir sapateado por isso gostei particularmente desta performance.

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Uma das principais injustiças deste início de quinta temporada é a separação do dueto que está na primeira das três fotos. Gostei da actuação deles, principalmente toda a agilidade em que ele roda-lhe e esta aguenta-se firme. Foi um grande momento de concentração e bonito de se ver. Quanto aos segundos candidatos da imagem, foram um dos mais polémicos do programa porque dançaram algo que deveria ser feito por um homem e por uma mulher. O júri criticou isso e, provavelmente, deve ter gerado alguma burburinho nos bastidores. A dança não foi má de todo, mas sou obrigado a concordar com o júri quando eles dizem que a valsa foi feita para duas pessoas de sexo oposto. O último dançarino deste segundo bloco serviu mais para divertir do que para dançar, apesar de ter feito umas acrobacias jeitosas, mas nada de muito especial.

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Para o fim foram guardados aqueles que se sairam melhor e pior. Começando por aquela que simplesmente foi fazer figura de parva, não percebo como é que alguém no seu perfeito juízo tem coragem de ir para um programa assistido por milhões de telespectadores só para mostrar a sua falta de dança. O homem do guarda-chuva começou mal mas logo depois ganhou a simpatia do público quando falou sobre o que o objecto significava para ele. Fiquei admirado quando ele passou logo à primeira! O penúltimo concorrente que está na imagem foi, sem qualquer tipo de dúvidas, o melhor das primeiras duas audições. A sua dança frenética estava perfeitamente sintonizada com a música, e até fez uma das júris chorar. Foi brilhante! Por fim, uma das candidatas mais sobrevalorizadas. Eu sei que ela até dançou bem, mas daí até ter que receber todos aqueles elogios do júri? Mas não deixou de ser uma boa actuação.

E para a semana há mais comentários de So You Think You Can Dance!


One Tree Hill (6.23) – Forever And Almost Always

Maio 23, 2009

Amei, amei, amei, em um único episódio eu ri e chorei. Eu digo até que este foi o melhor episódio desta temporada. Todos estavam lindos, a Peyton então, estava maravilhosa vestida de noiva. Eu adorei a cerimônio do casamento, foi linda. O cenário me lembrou muito o casamento de Haley e Nathan. Falando deles os dois estavam muito legais, eu vinha achando as cenas dos dois juntos um pouco sem sal, mas neste 6.23 eles estavam ótimos. Haley muito engraçada com juíza de paz, e depois ela emocionou a todos (incluindo eu) com seu discurso, e Nathan com sua tristeza por não ter sido escolhido pela NBA, quando ele diz “estou cansado de fracassar”, dá um pena dele.

Eu estava com saudades do Julian, então eu achei o máximo o retorno dele. Brooke e ele fazendo ciúmes um pro outro, foi divertido, mas melhor ainda foi Nick Lachey ficar com a ‘falsa’ Brooke no final. Só não achei muito legal a Brooke evitar o Julian novamente. Os demais personagens também estavam ótimos, Jamie falando para Skills “primeiro a nany Deb, depois minha professora…”, Mouth gravando Bruxa de Blair, todos estavam hilários.

Desde os primeiros minutos eu já previ o final, era o melhor desfecho para um episódio tão bom, mas mesmo assim eu não quis acreditar quando realmente aconteceu, aquelas gostas de sangue em cima das pétalas foi horrível, estava tudo tão perfeito para Peyton e Lucas, não era justo. Quando terminou eu fiquei olhando para a tela, como se de repente a história fosse continuar…Vou preparar o coração para a season finale!

Nota: 9,4


Gossip Girl (2.24) – Valley Girls

Maio 23, 2009

nair-timeFinalmente um dos episódios mais esperados da temporada foi ao ar, aquele em que conhecemos um pouco mais da adolescência de Lily Van der Woodsen na agitada Los Angeles dos anos 80. O spin-off pode não ter acontecido – a CW abriu mão de Valley Girls para investir em outras séries –, mas isso não significou um episódio ruim, pois apesar de ser claramente um filler – nos preparando para uma grande season finale –, os acontecimentos ocorridos no flashback foram agitados o bastante para não nos sentirmos entediados até a chegada do grande clímax no final do episódio: o baile de formatura.

O gatilho para Lily voltar seus pensamentos para o passado veio justamente no fim do episódio anterior, quando Rufus sugeriu uma semelhança entre o comportamento de Serena e o de sua mãe ainda na adolescência. Com isso mergulhamos em suas memórias e descobrimos uma Lily Rhodes nem tão diferente assim do que estamos acostumados a ver: uma menina extremamente rica, mimada, fútil e um tanto quanto chata – não que Lily seja tudo isso hoje, porém ficou mais que evidente que desde cedo ela foi instruída a viver a vida dentro das regras da sociedade do Upper East Side.

A história começa justamente em um momento crucial na história de Lily: após ser expulsa do colégio, e ter sido proibida de morar com seu pai, a solução para seus problemas foi buscar por sua irmã, Carol – que se livrara das garras da mãe das meninas, Cece, em uma versão muito mais insuportável que a atual, interpretada por Cynthia Watros (Libby de Lost) –, pois afinal viver com sua mãe seria insuportável. Visitando um lado mais popular da cidade, Lily conhece Owen, um garçom que passa o episódio inteiro estranhando as frescuras e as caretices de Lily, mas que, mesmo assim, sente uma atração por ela. Com isso a história se desenrola até o momento final, onde acabamos conhecendo outro personagem importante de sua história: Keith Van der Woodsen! Exato, o futuro pai de Serena e Eric. Porém ele é muito diferente do que imaginávamos, certo? Extremamente arrogante e prepotente, Keith acaba mandando Lily para trás das grades, o que a faz refletir mais sobre sua vida, confrontar sua mãe e receber o apoio de sua irmã, com a quem passaria a morar daquele momento em diante.

Uma história bem apresentada e até divertida, seria realmente um bom piloto para o spin-off da série. Porém a maneira como ela foi inserida em Gossip Girl gerou algumas incoerências, não acham? Quer dizer, após a jovem Lily ter abdicado de sua vida chique ao lado de sua mãe, como pôde, mesmo assim, ter voltado a ser a velha Lily de sempre? Isso não faz o flashback soar um pouco inútil ao considerarmos que no fim das contas, mesmo com o passar dos anos, ela permaneceu a mesma? O mesmo pode ser dito de Keith Van der Woodsen, de longe o candidato menos apropriado para ser pai de seus futuros filhos. Até mesmo a reconciliação de Lily com sua mãe no presente não soou verdadeira ou mesmo necessária, mais como uma maneira frouxa de ligar os eventos das duas tramas. Até mesmo a cor dos olhos de Lily mudaram com o passar dos anos!

Apesar desses pequenos problemas, volto a dizer que a história até foi bastante divertida, mas serviu apenas de trampolim para o momento que todos mais aguardavam, ou seja, o baile de formatura, onde pudemos realmente ver um conto de fadas se realizando a cada cena de Blair e Nate, com o melhor clímax possível, com Chuck dizendo que armou aquela noite perfeita – e sabotou o plano sujo de Penelope – apenas para ver sua amada feliz. Mais fofo impossível, não é? Com isso acabamos esse excelente episódio, com um grande gancho e clima de despedida no ar. O ensino médio realmente acabou, e a vida adulta de Blair pode começar agora mesmo, bastando que ela aceite a chave em posse de Serena, a mensageira de um convite tentador do gentleman Chuck.

Nota: 9.5


Skins: O Filme? Sim… é possível!

Maio 23, 2009

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Nos últimos dias tem surgido rumores de um possível filme de Skins. Ainda tudo está muito nublado, mas ao que parece, a Film4, produtora cinematográfica da emissora em que é transmitida a série teen (Channel4) já foi contactada sobre isso. Eu confesso que seria bom ter um filme de Skins mas com os antigos personagens, na primeira geração, pois se for para fazer com os actores da terceira temporada, prefiro que deixem isso no papel. A seguir segue-se o artigo publicado no blog do site oficial da série.

Existe um filme de Skins a ser planeado? É muito, muito, mas mesmo muito cedo, contudo a Film4 está em uma conversa preliminar sobre um filme de Skins, o que significa que nada ainda foi acertado tanto pode acontecer como não acontecer. Mas, vamos especular de qualquer forma…

Já temos uma celebridade de Hollywood, o Dev (Patel), e Skins já tem 48 minutos de duração (sem a publicidade); e isso não é suficientemente longo, tendo em conta os comentários dos fãs (o que consideramos como A LEI). Nós conseguimos pensar em quatro filmes que saíram da TV e foram um sucesso, no momento: Os Simpsons, South Park, In the Loop (da hilariante Thick of It, com participação do pai do Sid, Malcolm Tucker) e Sex and the City; mas dois desses foram desenhos animados. E Sex and the City foi uma porcaria.

O que poderia acontecer em Skins: O Filme? E quem participaria? Seria/deveria ser ainda em Bristol? Uma mistura da geração antiga com a da 3ª temporada, ou deveria ter caras conhecidas de Hollywood? Se sim, quem? Por exemplo, poderiam ver a Scarlett Johansson como a Naomi, ou a pequena Miss Lily Loveless é a única capaz para o projecto? Duvidamos que uma série que se orgulha do argumento e é realista trocaria os adolescentes por estrelas de Hollywood de 20 e poucos anos; mas é divertido teorizar.

E vocês, o que acham de um filme de Skins?


Oitava temporada de '24' ganha mais duas contratações

Maio 23, 2009

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As gravações da 8ª temporada de 24 Horas estão previstas para começar em breve, mesmo com a ameaça que ronda o ator Kiefer Sutherland, mas enquanto não se iniciam as filmagens dessa temporada, que se passará na cidade de Nova York, o trabalho dos produtores na busca do elenco que participará da série segue com força total, já que após a contratação do ator Anil Kapoor, do filme “Quem quer ser milionário?”, mais um nome foi confirmado para participar dessa 8ª temporada.

De acordo com o site EW, o ator Chris Diamantopoulos foi contratado para interpretar o personagem Rob Weiss. Diamantopoulos será um ator regular na série e fará o papel do novo Chefe de Gabinete da Presidente Allison Taylor (Cherryl Jones). Ele irá substituir Ethan Kanin (Bob Gunton), que ocupou esse posto durante grande parte dessa 7ª temporada e voltou após os acontecimentos ocorridos com Olivia (Sprague Grayden) no último episódio da temporada.

O último trabalho de Chris Diamantopoulos na televisão foi na “finada” série The Started Wife, interpretando o amigo gay da personagem vivida pela atriz Debra Messing.


Bill Lawrence comenta nova fase de Scrubs

Maio 23, 2009

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Há alguns dias foi noticiado no CineSéries que Scrubs deveria retornar para uma nona temporada – apesar da conclusão da série com o episódio “My Finale” exibido no início do mês. E de fato, Scrubs irá mesmo retornar, só que não contará com a presença constante de seus protagonistas J.D. e Elliot, pois os atores que os interpretam, Zach Braff e Sarah Chalke, assinaram contrato para participarem apenas de 6 episódios cada até o momento.

Com isso surgiu uma imensa dúvida sobre como o show será conduzido, uma vez que a premissa da série é acompanhar as tramas do Sacred Heart através do olhar de J.D. e o personagem ficará ausente a partir de agora. Em busca de maiores esclarecimentos, Michael Ausiello, da EW, foi atrás de Bill Lawrence e conseguiu arrancar algumas frases do criador da série sobre como a “nova” versão de Scrubs deverá ser:

O jeito de conseguir tapar esse buraco [entre a finale e a nona temporada] é pensar que Scrubs terminou. A maneira como eu estou vendo é como Frasier foi para Cheers: será essencialmente um novo show, com alguns personagens de quem as pessoas já gostam.

Aproveitando a oportunidade, Ausiello perguntou se Elliot poderia assumir o lugar de J.D. na série:

Eu chamaria Sarah num piscar de olhos. Mas eu acho que já tem muita coisa acontecendo com a carreira dela no momento. Eu diria que há uma chance de 50% de que ela apareça em alguns episódios. Eu sei que ela estará pelo menos em um ou dois”. Finalizando seus comentários, Lawrence diz algo que supostamente deveria soar reconfortante para os fãs mais temerosos, porém de uma maneira toda exclusiva: “A única coisa que eu posso prometer para as pessoas é que se por acaso for uma m***da, não vai ser uma m***da de um jeito sem graça e bobo, será uma m***da de um jeito grandioso. Será realmente uma m***da.

Mais tranquilos agora?


CW continua a apostar em dramas adolescentes

Maio 23, 2009

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Com a chegada dos upfronts, chegam as novas apostas dos canais. A CW não é diferente, e traz-nos três novos dramas. O canal de Supernatural vem preencher os buracos que se abriram com o cancelamento, de, por exemplo, Privileged ou Reaper, e chegam The Beautiful Life, The Vampire Diaries e Melrose Place. Abaixo segue-se o enredo das três, assim como os vídeos promocionais das mesmas.

The Beautiful Life

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A série que traz Mischa Barton (The OC) de novo a televisão retratará o mundo da moda. Apesar de transparecer ser uma vida cheia de facilidades, cheio de gente sexy, qualquer nova modelo que chegue a profissão aprende uma regra sagrada: o mundo da moda não passa de um mundo inseguro e onde a competição assassina está sempre presente, não se olhando a meios para atingir os fins. Raina Collins, interpretada por Sara Paxton, uma bela estudante, mas com um passado secreto, e Chris Andrews, trazido por Ben Hollingsworth, um, também, bonito rapaz proveniente de Iowa, aprenderam isto da pior maneira. Os dois adolescentes tornam-se amigos, e Raina apresenta a sua “casa” a Chris, a residência de modelos. Após conhecer as bases do mundo da moda, Chris começa a perguntar-se se consegue viver num mundo destes.
O elenco ainda conta com Corbin Bleu, que já participou em High School Musical, a fazer de Isaac, para além da já mencionada Mischa Barton, que fará o papel de Sonja. Teremos ainda Elle Macpherson, com o papel de Claudia, ou Jordan Woolley, como Egan.

The Beautiful Life chega pelas mãos dos produtores executivos Ashton Kutcher, Jason Goldberg, Karey Burke, os três de True Beauty, Mike Kelley e, por último, Carol Barbee, estes dois últimos de Swingtown. Ainda de referir que o piloto foi dirigido por Christian Duguay (Coco Chanel).

The Vampire Diaries

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A série que acompanhará Supernatural às quintas faz, com ela, o bloco de sobrenatural da CW. Nina Dobrev fará de Elena Gilbert, uma bonita e popular estudante, que se começa a ficar fascinada pelo novo aluno da escola, um rapaz cheio de secretismo. Stefan Salvatore tinha razões para se mostrar tão reservado, devido a ser um vampiro. Enquanto Stefan procura viver pacificamente entre os humanos, o seu irmão Damon discorda desta filosofia, concordando mais com a violência. Quando Elena se mete entre os dois irmãos, sendo Damon interpretado por Paul Wesley, que já participou em Cane ou Everwood, e Stefan por Ian Somerhalder, o Boone de Lost, a guerra está aberta na pequena localidade de Mystic Falls na Virginia. Ainda teremos presente Kayla Ewell, que fará de Vicki, Sara Canning no papel de Jenna ou ainda Michael Trevino como Tyler Stratton, entre outros.

A série é baseada na colecção The Vampire Diaries, do escritor L.J.Smith e terá como produtores executivos Kevin Williamson (Dawson’s Creek) , Julie Plec (Kyle XY), Leslie Morgenstein (Gossip Girl) a par de Bog Levy (Gossip Girl). O piloto foi dirigido por Marcos Siega (Dexter).

Melrose Place

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Sendo um remake da homónima dos anos 90, Melrose Place retratará a vida de um grupo que se situa na faixa etária dos vinte anos, que vive num elegante apartamento em Melrose, na cidade dos anjos. Sydney Andrews, interpretada por Laura Leighton, que já participou na série original, com a mesma personagem, é a figura central na vida dos seus inquilinos, principalmente do bonito David Breck, trazido por Shaun Sipos, que já participou em Shark, apesar do seu passado com o Dr.Michael Mancini, pai de David e interpretado por Thomas Calabro, outro actor presente na série anterior. Para além de David, Sydney também se mete na vida da publicitária Ella Simms, sendo interpretada por Katie Cassidy, que já participou em Harper’s Island e, se não basta-se, ainda tem tempo para a vida de Auggie Kirkpatrick, que vem pela mão de Colin Egglesfield, a estudante de medicina Lauren Yung, Stephanie Jacobsen, que já participou em Terminator, e ainda resta tempo para Jonah Miller, a professora Riley Richmond e para Violet Foster, interpretados, respectivamente por Michael Rady (Greek, Swingtown); a bonita Jessica Lucas (90210) e Ashlee Simpson-Wentz. E quando aparece um corpo a flutuar na piscina do condomínio, a polícia chega a conclusão que todos os que vivem em Melrose Place tinham uma razão para cometer o homicídio.

A série tem como produtores executivos Todd Slavkin, Darren Swimmer, que já participaram em Smallville. Para além disso, o piloto tem a aliciante de ter tido como director e produtor executivo Davis Guggenheim, vencedor de um Óscar por An Inconvenient Truth.

Quais das três séries é que te suscitaram interesse? Isso se alguma conseguiu te cativar! Está cada mais óbvio que a programação da CW dirige-se para um público específico: os adolescentes. As suas produções são, basicamente, séries teen e é com alguma pena que se vê Supernatural no meio delas. Abaixo ainda segue-se um último vídeo lançado nos upfronts da CW, vídeo esse que apresenta as três séries de uma só vez.

Sinopses escritas pelo António Guerra e o restante foi elaborado pelo Marco Braga.

Castle (1.10) – A Death in the Family

Maio 23, 2009

castle-1102Sendo a season finale da série, A Death in the Family, para além de fazer (duplamente) jus ao título, trata-se de um resumo do que é Castle. Fogem alguns pormenores, mas o essencial está presente. E por isso temos, se não o melhor, dos melhores episódios da temporada.

Eu já falei das entradas de Castle, e está, apesar de ficar atrás de algumas da temporada, também foi muito boa. Focada nos pormenores, nas pecinhas pequenas que não terão importância para o caso, mas que dão outra perspectiva a ele. Num carro estacionado durante dias na cidade jaz morto um cirurgião plástico de renome

Após um exame, é notório que sofreu tortura e o caso ganha outra dimensão. Aquilo era algo pessoal. Percebemos que o cirurgião andou a trabalhar para o FBI, numa tarefa um pouco perigosa. Mudar a cara de testemunhas chaves em casos contra a máfia é um trabalho bem pago, mas com os seus riscos.

Depois foi a procura da testemunha chave, numa procura um pouco ortodoxa, com a utilização de alguns meios um pouco ilícitos, mas que demonstram que Castle investiga bem para os seus livros. E só assim é possível descobrir o assassino, uma mulher que andava a procura de silenciar a testemunha, a pedido da família da máfia.

Mas para além do caso, Castle não descuida as outras facetas da série. Começando pela familiar, temos a filha a ir ao seu primeiro encontro, e o pai, como qualquer pai preocupado, procurar os antecedentes do par. Mas, como a sua mãe diz, existe tempo para tudo, e que está na altura de dar um pouco de liberdade a sua menina.

Depois temos a faceta humorística. Castle não é daquelas séries que se preocupam com a o caso. Temos várias situações hilariantes, mas ficam para o registo duas. A primeira é a surpresa que o escritor tem programada para o par da sua filha, visível na imagem. A segunda é a parte da metáfora entre os seios e a figura mística do Pai Natal, que deixa corada de vergonha várias séries de humor que por ai andam. Consegue-se manter o espectador divertido, mas nunca distanciando do objectivo principal, o caso.

E depois que dizer do final. Castle decide investigar pelos seus próprios meios o caso da morte da mãe de Kate, e, com a ajuda do melhor patologista forense da cidade, descobre algo que tinha escapado a todos. A Beckett sénior não sofreu uma morte qualquer, mas sim foi assassinada por um serial killer. O terreno está preparado para a segunda temporada, para além de ficar no ar qual será a reacção de Kate.

E assim se conta a história da Season Finale de Castle. A série já faz parte do menu para a próxima temporada, e, claro, já se tornou parte da rotina. Também não é difícil para uma série muito leve, fácil de ver, e nada maçadora. E que venha a segunda temporada.

Nota: 9,3

SEASON FINALE


Flash Foward é a nova aposta para 2009/10

Maio 23, 2009

ff

Antes de mais, desculpem o desabafo, mas finalmente o Portal está online. Vocês não têm ideia o quão trabalhoso foi mudar de servidor, principalmente porque pensava que tinha perdido todos os 1000 posts, o que não deixaria de ser irónico pois nesta mesma semana havia comemorado a data. Mas isso são águas passadas e o que interessa é que estamos de volta e cheios de novidades para este período de férias das principais séries. Além disso, como devem ter reparado, a velocidade do site aumenta consideravelmente!

Flash Foward é uma série dramática que mistura uma componente de ficção científica, algo que não costuma agradar muitos os americanos que vêm televisão aberta. Contudo, esta nova série que estreia em Setembro, no horário concorridas das quintas-feiras (na ABC), tem algo de especial e tal como Fringe na temporada passada, está-se a criar uma certa expectativa em volta da mesma. Adaptado de um livro com o mesmo nome de Robert J. Sawyer’s, Flash Foward narra a história de um grupo de pessoas que, tal como os 7 bilhões de pessoas que estão no planeta, tiveram uma apagão de 2 minutos e 17 segundos em que viram como estaria daqui a seis meses. A grande questão que se põe é ‘se soubesses o que o futuro te reserva, o que farias‘? É isso mesmo que vai ser explorado a fundo nesta série protagonizada por Joseph Fiennes e Sonya Walger (a Penny de Lost).

Elenco: Joseph Fiennes como Mark Benford, John Cho como Demetri Noh, Jack Davenport como Lloyd Simcoe, Sonya Walger como Olivia Benford, Courtney B. Vance como Stan Wedeck, Brian O’Byrne como Aaron Stark, Christine Woods como Janis Hawk, Zachary Knighton como Bryce Varley e Peyton List como Nicole.

A série é da ABC Studios, David S. Goyer é o produtor executivo, director e argumentista, Brannon Braga é produtor executivo e escrevou o piloto. Outros produtores executivos são Marc Guggenheim, Jessika Goyer, Vince Gerardis e Ralph Vicinanza. Guggenheim vai desenvolver a série, juntamente com Goyer.

Fotos Promocionais:

Vídeo Promocional:

Sneak Peek:

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Reaper (2.07) – The Good Soil

Maio 21, 2009

snapshot20090521000100-300x1691Como o tema mais explorado do episódio 2.06 – The Underbelly foram os relacionamentos do trio de amigos, dessa vez o amor foi o que mais se destacou no episódio 2.07 – The Good Soil. Nesse episódio Sam (Bret Harrison) recebeu do Diabo (Ray Wise) a missão de capturar Billy Boyland (Jake Sandvig), que morreu por “cobiçar a mulher do vizinho” e por causa disso foi parar no Inferno. Antes de ser capturado, ele contou que ainda era virgem e queria ter sua primeira vez antes de ser pego, e com a ajuda de Sam, Sock (Tyler Labine) e Ben (Rick Gonzalez) ele foi até um bar onde encontrou Cindy (Claudette Mink), a mesma mulher que ele olhou antes de morrer e que agora se tornou o amor de sua vida. Sam não capturou Billy no recipiente, que nesse episódio era uma “bola de queimada”, e teve a idéia de mandar o corpo de Billy enterrado no cemitério, fato esse que acabou não dando muito certo quando ele recebeu uma notificação de que alguma coisa estava errada e por isso quem acabou furioso foi Morgan (Armie Hammer), que voltou nesse episódio a pedido de seu pai para capturar uma alma, mas como ele não queria muito trabalho resolveu pagar 20 mil dólares à Sam para fazer o serviço e ele levaria todo o crédito.

Depois dessa até o Diabo ficou bravo com ele e para consertar a situação ele mandou o “Finalizador”, um ser maligno e que destrói tudo que estiver em sua frente, mas que não conseguiu destruir Billy porque naquele momento ele tinha acabado de perder sua virgindade. Tudo estava bem, Sam conseguiu deixar Billy livre, o rapaz conseguiu perder sua virgindade e estava pronto para viver feliz para sempre ao lado de Cindy, se não fosse por Morgan surgir e capturar Billy, jogando tudo por água abaixo. Sem muitas esperanças e vendo mais uma de suas tentativas de fazer algo bom falharem, Sam teve uma grata surpresa ao encontrar Alan (Sean Patrick Thomas), já que todos se lembram que no episódio 2.02 – Dirty Sexy Mongol ele conseguiu um trabalho no cemitério para se esconder do Diabo, e agora Sam o encontrou e não deixará essa oportunidade de descobrir como Alan escapou do acordo escapar.

Além dos problemas com Morgan, Sam ainda tentou aproveitar para reconquistar Andi (Missy Peregrym), mas ela não está muito disposta a dar uma nova chance para Sam nesse momento. Tenho que destacar também a participação de Ben e Nina (Jenny Wade), que para comemorar 2 meses de namoro resolveu dar de presente para ele um vôo pela cidade, mas Ben o problema é que ele tinha medo de altura e não se sentia à vontade até conversar com uma psicoterapeuta que lhe disse que enfrentar seus medos era a melhor maneira de melhorar seu relacionamento, só que para enfrentar esse medo de altura ele precisou de um “empurrãozinho” de Nina que acabou dando certo no final. Quem acabou levando outros tipos de “empurrões” foi Sock, que nesse episódio ainda contava com a presença de Judy (Marilyn Norry) e Morris (Hiro Kanagawa) e resolveu se aproximar mais do pai de Kristen (Eriko Tamura) para revelar que ele e sua filha estavam namorando, fato esse que obviamente não acabou muito bem. Como Kristen sempre teve medo da reação de seu pai, ela aproveitou para fazer as malas e embarcar rumo ao Japão para continuar seus estudos, deixando um Sock bem triste para trás, justamente agora que eles estavam se entendendo melhor. Foi isso que consegui destacar de melhor desse episódio, que parecia terminar da pior maneira para Sam, sem namorada e sem esperança de ver sua situação melhorar até encontrar novamente Alan, que naquele momento é tudo o que ele tem para ajudar a escapar também de seu acordo com o Diabo, conforme veremos nos próximos episódios.

Nota: 9,0


24 (7.20) – 03am-04am

Maio 21, 2009

7x20_jackhodges-300x1691O limite físico enfrentado por Jack (Kiefer Sutherland) nas últimas horas se tornaram cada vez mais evidentes, conforme vimos no episódio 7.20 – 03am-04am. Primeiro porque ele não consegue mais passar muito tempo sem usar os medicamentos dados pela Dr. Macer (Christina Chang) para mascarar os sintomas da exposição sofrida por ele e devido a isso seu comportamento, que já vinha sofrendo algumas mudanças e com a traição de Tony (Carlos Bernard) ficou ainda mais alterado, nesse episódio mostrou mais uma faceta quando ele deliberadamente gritou com Janis (Janeane Garofalo) quando ela questionava a reativação dos sistemas da UCT. Naquele momento Chloe (Mary Lynn-Rajskub), que já estava em seu hotel ao lado de Morris (Carlo Rota) e seu filho Prescott (Cap Gordon) e voltou nesse episódio para cuidar dos protocolos do sistema, percebeu que alguma coisa estava errada com Jack, já que ele falou duas vezes que quem havia dado a ordem foi o falecido Presidente Palmer quando na verdade foi a Presidente Taylor (Cherryl Jones).

Por falar na Presidente Taylor, nesse episódio ela enfrentou mais um dilema moral com Olívia (Sprague Grayden) quando o assunto em questão era o acordo prometido para que Jonas Hodges (Jon Voight) dissesse os nomes dos envolvidos na tão falada “conspiração maior”, já que tudo o que ele havia feito no comando da Starkwood naquele dia se tratava “de uma pequena engrenagem que fazia parte de uma grande máquina”, conforme o próprio havia dito. Juntamente com Tim Woods (Frank John Hughes), a Presidente Taylor achou melhor concordar com o acordo de proteção para Hodges e sua família, algo que Olívia não concordava principalmente por tudo o que fez naquele dia e também pela morte de seu irmão Roger, mas a situação em que a presidente estava a forçou a realizar esse acordo. Ao desabafar com Aaron (Glenn Morshower), Olívia sem querer diz que queria Hodges morto e com isso ela teve a idéia de ligar para Martin Collier (Leland Orser), um consultor político que poderia ajudá-la a “cuidar de um problema”, só aí já pode ver que com tamanha raiva que ela estava sentindo de Hodges, coisa boa não será.

Outro ponto que podemos destacar é que finalmente vimos que Hodges dizia a verdade sobre o grande grupo de pessoas que estava por trás desses ataques aos EUA. Conforme Jack havia dito, ele usou Chloe e Bill (James Morrison) como iscas para conseguir colocar as mãos nas armas biológicas e entregá-las a esse grupo. Após matar Galvez (Gabriel Casseus), Tony entrega o cilindro para Cara (Amy Price-Francis), que precisou mediar uma reunião com os demais membros dessa conspiração composta por 12 pessoas, incluindo Alan Wilson (Will Patton), que foi quem convenceu os outros membros mais receosos de que esse momento certo para atacar o país. A idéia do grupo era atacar o país em simultaneamente em várias cidades e plantar indícios que células terroristas muçulmanas levariam a culpa.

Com essa idéia em mente, Cara escolheu como possível responsável pelo ataque Jibraan Al-Zarian (Omid Abtahi), que se encaixava no perfil para ser o autor da liberação do vírus Príon. Após Tony e seus homens invadirem a casa de Jibraan e fazer seu irmão Hamid (Rafi Gavron) como refém, ele não deixou alternativa a não ser fazer com que Jibraan faça o que ele mandar. E foi dessa forma que terminou o episódio, com destaque especial para a cena em que novamente vemos a logo da UCT em 24 Horas, uma entrada perfeita para a reativação do órgão que retornará na 8ª temporada da série, e agora nos resta saber qual será o alvo determinado por Alan Wilson para planeja lançar o ataque e se Jack conseguirá impedir que isso aconteça antes que mais pessoas inocentes morram.

Nota: 9,2