Prison Break – Quarta Temporada (2008)

Junho 4, 2009

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Prison Break é das séries mais conhecidas mundialmente, com inúmeros fãs em redor do planeta. Como a maioria dos visitantes do Portal de Séries são brasileiros, tenho a total percepção que é, no Brasil, a série com mais fãs logo a seguir a Lost. Em Portugal, as escapadelas da prisão e as fugas de Michael Scofield deixaram de ter bons olhos depois da terceira temporada que foi enormemente (e, por vezes, exageradamente) criticada por aqueles que a viram. Eu apenas conheci Prison Break logo depois de terminar essa mesmo temporada, e ao ver a primeira, achei a série excelente. Contudo, foi já na segunda que a série começou a desiludir-me (eu prefiro a terceira época que a segunda) e foi sem expectativas nenhumas que eu vi ‘Scylla’, o episódio que abriu aquele que estaria destinado a ser o último ano de Michael e companhia.

As audiências ditaram o cancelamento da série e os produtores tiveram, assim, muito tempo para criar um final digno. A história principal da quarta temporada era simples: conseguir, no mais curto espaço de tempo, os cartões que abriam Scylla, o suposto livro negro da companhia. Mas tudo veio revelar-se mais complicado que isso, com algumas mortes e grandes traições pelo meio. Existiam situações completamente forçadas e só depois de reflectirmos um pouco sobre o que vimos, é que percebemos isso. Nem sempre a acção compensa a falta de nexo nas cenas.

Com a introdução de novas personagens, conhecemos Self, uma personagem horrivelmente interpretada por Michael Rapaport. É facto que Prison Break tem excelentes actores, como o Robert Knepper (T-Bag) e o William Fichtner (Mahone) e colocar um actor como o Rapaport numa personagem fixa e tão importante foi ridículo. Mas parece que depois eles perceberam isso e lá tornaram o Self num traidor, o que poderia explicar a falta de convicção com que ele falava com o ‘gang’ dos irmãos. Para terminar a questão das personagens, tivemos o regresso de Sara com uma explicação, no mínimo, simples. Estava à espera de algo mais elaborado, mas prontos, é pegar ou largar!

Como última temporada, este quarto ano convenceu, mas está longe de ter sido melhor que os anteriores. Eu antes de escrever este review estava com uma melhor impressão sobre a série, mas ao olhar de um modo global tudo o que aconteceu, a minha consideração por Prison Break desceu um pouco. Confesso que ainda não vi o The Final Break, nem sei se vou ver (já sei como como tudo aconteceu porque li na Internet), mas o final exibido pela televisão foi satisfatório. Ao contrário de muita gente, achei um desfecho feliz! Prison Break foi brilhante, mas não acabou assim, contudo é uma série com mérito e temos que reconhecê-lo.


Nomeados ao TCA Awards 2009

Junho 4, 2009

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A associação dos críticos norte-americanos, Television Critics Association, divulgou hoje os nomeados do TCA Awards 2009. Entre as séries mais nomeadas, temos The Shield com quatro indicações, enquanto que a segunda temporada de Breaking Bad também conquista algumas pessoas (e não é para menos, pois estou no episódio 2×12 e consegue superar a já grande primeira época). Os vencedores apenas serão divulgados no dia 1 de Agosto e serão escolhidos por, aproximadamente, 200 críticos norte-americanos.

A seguir podem conferir a lista dos nomeados, com as seguintes adições: a verde aqueles que eu queria que ganhasse e a vermelho aqueles que eu acho que vão vencer. Depois, nos comentários, também podem dizer as vossas apostas. As categorias que só tiver só tiver vermelho ou que não tiver nada significa que eu não vi/não tenho opinião formada sobre as novas temporadas destas séries.

Melhor Programa do Ano:

  • “Battlestar Galactica”
  • “Lost”
  • “Mad Men”
  • “Saturday Night Live”
  • “The Shield”

Melhor Série de Comédia:

  • “30 Rock”
  • “The Big Bang Theory”
  • The Daily Show”
  • “How I Met Your Mother”
  • “The Office”

Melhor Série Dramática:

  • “Breaking Bad”
  • “Friday Night Lights”
  • “Lost”
  • “Mad Men”
  • “The Shield”

Melhor Minissérie, Telefilme ou Especial:

  • 2008 Summer Olympic Coverage
  • “24: Redemption”
  • “Generation Kill”
  • “Grey Gardens”
  • “Taking Chance”

Melhor Nova Série:

  • “Fringe”
  • “The Mentalist”
  • “No. 1 Ladies’ Detective Agency”
  • “True Blood”
  • “United States of Tara”

Melhor Actor de Drama:

  • Glenn Close (“Damages”)
  • Bryan Cranston (“Breaking Bad”)
  • Walton Goggins (“The Shield”)
  • Jon Hamm (“Mad Men”)
  • Hugh Laurie (“House”)

Melhor Actor de Comédia:

  • Alec Baldwin (“30 Rock”)
  • Steve Carell (“The Office”)
  • Tina Fey (“30 Rock”)
  • Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”)
  • Jim Parsons (“The Big Bang Theory”)

Prémio Importância Histórica:

  • “ER”
  • “M*A*S*H”
  • “Saturday Night Live”
  • “The Shield”
  • “Star Trek”

Melhor Programa Infantil:

  • “Camp Rock”
  • “The Electric Company”
  • “Nick News”
  • “Sid the Science Kid”
  • “Yo Gabba Gabba”

So You Think You Can Dance (5.04) – Vegas Callbacks #1

Junho 4, 2009

so_you_think_you_can_danceEste é o primeiro reality show que eu me aventuro a escrever reviews semanais. Já tinha pensado em fazer isso com Survivor, mas como no início de 2009 estava cheio de trabalho já para fazer, deixei de lado. A quinta temporada de So You Think You Can Dance é a primeira que eu vejo, por recomendação da Mary Barros, autora dos reviews de Brothers and Sisters, Kyle XY e Greek. Depois das audições em seis cidades diferentes, chegou altura dos melhores serem selecionados para chegarem ao tão ambicioso lugar no Top 20. O facto de ter adorado este episódio é a prova de que não me arrependo de ter seguido o conselho da Mary e começo já a entender a personalidade de cada concorrente. Como todos os reality shows do género, o programa começa a ficar verdadeiramente interessante e bom de se ver depois dessa fase de encontrar os concorrentes. Agora que eles já se conhecem e estão a conviver e lutar uns contra os outros por um lugar apropriado, a história já é diferente!

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Com o final das audições, chega a vez de todos se encontrarem em Las Vegas. O formato do programa agora está diferente, logo os meus comentários já não se vão reger apenas pelas performances dos concorrentes, mas sim por vários temas. Escolhi a emoção porque é algo que fica sempre bem nos programas de competição e caso não houvesse esse tipo de situações, a imagem que os dançarinos mostravam é que a dança era apenas um passatempo e não uma paixão. Esta primeira ronda de eliminações que vai gerar o Top 20 teve, sobretudo, grandes momentos de tensão, principalmente entre os irmãos e irmãs do programa. Contudo, o grande momento do episódio é para a reacção daquele concorrente que teve uma segunda oportunidade (o que está na imagem acima). Confesso que ainda não decorei nomes de ninguém por isso às vezes pode ser difícil expressar-me, mas espero que compreendam tudo aquilo que eu tento dizer. Eles, ao chorarem, abraçarem-se, apoiarem-se uns aos outros só demonstra o quão importante é este programa para a sua vida. É mais quer normal isso acontecer e sem essa vertente, a verdade é que ‘So You Think You Can Dance’ era apenas um concurso de competitividade fria e crua!

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E de onde vem grande parte dessas emoções? É quando alguém é eliminado e não passa para a próxima ronda! Infelizmente, de mais de uma centena de concorrentes, apenas os vinte melhores podem passar para a próxima fase do programa e, com algumas injustiças é verdade, são maioritariamente os melhores a passarem. Aqui já se começa a perceber que não basta ser bom na dança e é necessário muito mais que um bom momento de sapateado ou de acrobacias. É necessário impressionar, inovar e dançar MUITO bem. O quase acabou-se, as segundas oportunidades são escassas e o júri está mais implacável que nunca. Um exemplo disso é quando os concorrentes disseram ‘se ela [uma dançarina que era muito querida pelos colegas] foi eliminada, podemos ser todos’. E essa é mesmo a verdade nua e crua por detrás das eliminações, os nossos favoritos nunca estão a salvo. O objectivo do programa é bem claro: encontrar UMA pessoa que saiba dançar. E para encontrar essa pessoas, outras centenas tiveram que ser deixadas para trás!

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O terceiro tema que vou dar a minha opinião é a dança em si. Como disse anteriormente, essa é a primeira edição de ‘So You Think You Can Dance’ que eu vejo, logo não sei como é que as coisas se processavam. Achei muito interessante o facto de darem uma noite para um grupo de cinco ou seis pessoas ensaiarem uma coreografia. Sendo que algumas não foram tão boas, outras destacaram-se pela positiva. Essa que está na imagem acima foi uma delas, juntando originalidade a um grande momento de cumplicidade entre os seis que estavam lá presentes. Outra que eu gostei bastante foi uma em que estava aquele homem de cor que não conseguia surpreender a juri com aquela rapariga muito bonita (loira), que mesmo apoiada pelo pai, não conseguiu passar para o Top 20. A tarefa era difícil e alguns foram prejudicados por estarem num grupo onde as suas ideias não eram tão bem aceites, mas concordei na maioria dos comentários do júri. Acho até que eles foram muito justos nas decisões que tomaram durante os vários dias em Las Vegas, até chegar ao Top 32, que ficou conhecido no final deste episódio.

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Ao longo dos novento minutos deste quarto episódio, muitos foram eliminados. Chegar a este posição de estarem entre os trinte e dois melhores deve ser um motivo de orgulho para os competidores. Contudo, para seis rapazes e seis raparigas o sonho acaba hoje, quando for divulgado o Top 20 desta temporada. Estou muito ansioso para saber quem vão ser os integrantes desta lista e ainda bem que a FOX transmite dois episódios por semana, pois aguentar sete dias para saber essa decisão é muito tempo. Quem são os concorrentes que vocês mais torcem que ganhem? Já têm algum favorito? Ainda não tenho ninguém em especial a quem desejo que ganhe o programa, até porque pelo que me disseram, os verdadeiros desafios ainda estão por vir! Eu espero ansiosamente por eles…


Reaper (2.10) – My Brother's Reaper

Junho 4, 2009

snapshot20090604123354Várias coisas importantes aconteceram nesse episódio 2.10 – My Brother’s Reaper e sem dúvidas esse episódio foi marcado pela natureza de alguns personagens. Vou começar falando por Morgan (Armie Hammer), que após perder todas as suas regalias no episódio 2.07 – The Good Soil foi à procura de Sam (Bret Harrison) para matá-lo, mas na verdade ele estava mais desesperado do que bravo, sendo assim Sam o acolheu para ficar um tempo na casa com os rapazes, que também tiveram que se acostumar com a presença de Nina (Jenny Wade), já que no episódio 2.09 – No Reaper Left Behind ela teve seu covil incendiado por Sock (Tyler Labine) e Ben (Rick Gonzalez). Nina se mostrou o tempo todo atraída por Morgan, já que ela sempre gostou de um “bad boy”, e demonstrou isso em diversos momentos, mas a idéia disso foi para convencer Morgan a ir na reunião de demônios, na qual ela fazia parte e era organizada por Tony (Ken Marino) e alguns sobreviventes do antigo grupo rebelde que queria matar o Diabo (Ray Wise), um grupo se reunia ao som de uma cômica sessão de DVDokê para buscar realizar boas ações, como as feitas por Steve (Michael Ian Black) e que o levou aos Céus, sendo assim eles buscavam a “Trilha de Steve”.

O verdadeiro motivo daquela reunião foi revelado a partir do momento que Morgan “encontrou um propósito” que Sam havia dito antes para ele e viu naquela oportunidade a chance perfeita para se reconciliar com seu pai, mas Nina e outros demônios devoraram Morgan como parte do plano de eliminar a “prole do Diabo”, que começou quando atacaram Sam, mas como ele é diferente os planos mudaram e Sam foi poupado. Aliás, a revelação de Nina de que ela tinha matado Morgan trouxe muita alegria para Ben, já que ele estava morrendo de ciúmes daquela situação de ter Morgan na casa e Nina caidinha por ele. A missão passada pelo Diabo nesse episódio era diferente das outras porque nesse caso Sam não tinha que recuperar uma alma que fugiu do Inferno e sim garantir que um humano ainda vivo entregasse sua alma ao Diabo, sendo assim ele foi enviado para ir atrás de Gary (Michael Weaver), um rapaz muito arrogante e que possuía o “Barry Manilow”, um urso polar dado pelo Diabo para assustar as pessoas. Após Gary surgir na reunião de Tony e conversar com Steve através do DVDokê, Gary se arrependeu do acordo e ingressou também na “Trilha de Steve”.

Não posso deixar de citar a situação que envolveu Andi (Missy Peregrym) nesse episódio, já que ela não agüentava mais a pressão do trabalho de gerente da Work Bench e viu que não estava mais se divertindo como antes. Sock teve uma idéia de realizar uma “despedida de solteiro” para Ted (Donavon Stinson) dentro da loja e após uma conversa com Andi ela concordou. Contando com algumas “stripers-palhaças”, a festa corria muito bem com todos se divertindo, mas de repente apareceram algumas pessoas da matriz da Work Bench, avisadas por Ted, para constatar as infrações feitas com a festa, e por causa disso Andi acabou sendo retirada da gerencia e assim poderia ter mais tempo para fazer coisas que ela gostava e sentia falta. Dessa forma terminou esse episódio e só posso dizer que esse final de temporada está sensacional, já que o chato do Morgan finalmente morreu e fato esse que não deixou o Diabo nem um pouco triste, Nina está me agradando muito e mostrando cada vez mais ser importante para a história.

Nota: 9,2


Lost: Claire voltará como regular? E como?

Junho 4, 2009

paravionEmilie de Ravin é, sem qualquer sombra de dúvida, uma das melhores actrizes da série. O seu afastamento da quinta temporada foi algo que já se estava à espera depois de ‘There’s No Place Like Home’, final da quarta época, em Maio de 2008. A história da Claire ficou em aberto com o seu desaparecimento após o reencontro com o Christian Shepard (seu pai). Um dos principais mistérios que precisam de ser resolvidos na sexta e última temporada de Lost é exactamente esse, e devemos ter um episódio dedicado a esse assunto.

Ravin voltará como regular, ou seja, estará presente em toda a sexta temporada, isso se não morrer antes do final. A dupla Darlton, os principais argumentistas da série, confirmaram que estão excitados para trazer a Claire de volta e, principalmente, ver como as pessoas vão vivenciar esse regresso. O Doc Jensen, colunista americano, apontou duas teorias que podem explicar o regresso da personagem. Eu pessoalmente prefiro a segunda hipótese.

  1. A primeira é explora outra vez a explosão da bomba Jughead: Juliet mudou o tempo detonando a Jughead e a 6.ª temporada vai mostrar que a Claire está viva na nova linha temporal de Lost.
  2. A segunda vai de encontro ao que vimos em ‘The Incident’ sobre o antagonista de Jacob: considerando a revelação de que John Locke era falso na segunda metade da quinta temporada, talvez na 6.ª época veremos a Claire a sair da floresta sem nenhuma memória do que aconteceu com ela, tal como aconteceu na primeira temporada. Nós e os outros personagens ficaremos com a dúvida na cabeça se ela é a Claire verdadeira ou outra impostora infiltrada, tal como Locke.

Talvez a maior história a explorar na sexta temporada, caso a segunda teoria esteja certa, é saber quem está verdadeiramente morto e quem está vivo. Só espero que não fujam assim tanto da história principal.


Flashpoint (2.13) – Exit Wounds

Junho 4, 2009

flashpoint-213Primeiro pedir desculpa do atraso com que chega este review, mas após uma semana passada conturbada, só hoje consegui lançar-me a escrita. Mas falando do que interessa. Flashpoint sempre foi uma série que consegui manter os níveis de adrenalina mais ou menos constantes. O episódio não é mau, mas para mim falta um clic para que a série consiga aprisionar-me ao computador.

E este episódio teve esse clic. Com o caso com várias frentes, com perseguições atrás de perseguições, com reviravoltas constantes, com muita acção. Se fosse a resumir o episódio diria que foi o que teve mais acção da temporada. Primeiro juntamos gang com um rapaz que fugiu do mundo do crime. Dois opostos que se juntam para formar o caso. Um novo gang tenta incluir-se na área, mas para isso tem de matar um membro do gang rival, TJ. O pior é que sobreviveram testemunhas. E tudo o que são pontas soltas são para atar, por isso Shane começa uma caça ao homem, neste caso Matt.

Tudo converge para o hospital, local onde Derek trabalha e onde tenta salvar Matt da morte. Mas o imprevisível ocorre, quando Shane e o seu gang disparam contra o amor de Derek, que se tinha mantido afastado da vida de gangster durante 2 anos. A vingança ressurge, e o preço é sangue. O caso vai se desenrolando, ficando admirado com uma situação. As peças vão caindo a volta dos dois protagonistas, Derek e Shane. Começa por Matt ser apanhado pela equipa de Ed, e depois cada membro do mini-gang de Shane também o é. Fica um duelo de titãs, que é salvo acima da hora pela unidade. Fica tudo bem quando acaba bem.

De resto, temos o conhecimento dos 5 anos de chefia de Ed e pouco mais para além da cena final, uma cena de final temporada onde temos a demonstração de união da equipa.

E foi um episódio de final temporada. Conseguiram juntar os melhores atributos de Flashpoint, mas mesmo assim não me convenceram. A série é boa mas falta o clic. E o clic tem faltado durante grande parte da temporada. Por isso ficam por aqui os meus comentários a Flashpoint, apesar de ainda faltar sair o comentário da temporada, que ainda publicarei.

Nota: 8,3

SEASON FINALE


Reaper (2.09) – No Reaper Left Behind

Junho 4, 2009

209gO episódio 2.09 – No Reaper Left Behind já começou com más noticias para Sam (Bret Harrison), já que conforme vimos ao final do episódio passado, 2.08 – The Home Stretch, o Diabo (Ray Wise) fez com que o avião onde Alan (Sean Patrick Thomas) estava pousasse em Las Vegas, a cidade dos jogos, e assim Alan se rendeu aos pecados e voltou ao Inferno. Agora Sam buscava alternativas de descobrir mais algum segredo que o ajudasse a sair de seu acordo e a encontrou na figura de Sally (Simone Kessell), uma professora que ensinaria a ele tudo o que precisava saber sobre como dominar o mundo. Foi muito engraçado ver o Diabo todo “caidinho” por Sally e fazendo de Sam seu canal para tentar conquistar a professora, como no momento em que ele comprou um presente para Sally e pediu que Sam entregasse para ela, ou até mesmo quando ele descobriu que Sam estava tentando seduzir Sally e o obrigou a capturá-la, dando a deixa perfeita para no momento exato o Diabo interromper os dois e “salvar” sua amada.

Por falar em amor, tenho que citar que o amor entre pai e filho resiste a qualquer coisa, até mesmo o Inferno. Isso porque vimos que a situação de John Oliver (Andrew Airlie), o pai de Sam, parece ter encontrado uma maneira de ajudar o rapaz, já que ele percebeu que escondido dentro da garagem da casa de Sam não tinha condições de interagir com o mundo, nem mesmo uma ligação virtual com a internet foi capaz de ajudar, e sendo assim ele pediu que Sam o enviasse para o Inferno para que dessa forma ele encontrasse alguma maneira de ajudar seu filho a sair do acordo com o Diabo. Ainda falando de amor, foi ainda mais legal ver que Andi (Missy Peregrym), apesar de ter dado a impressão de ter reatado com Sam ao final do episódio passado, concordou com a idéia de Sam em seduzir Sally para tentar pegar informações que o ajudassem em seu acordo, já que Sam não é um “sedutor nato”, mas após um tempo ela reconheceu que essa situação estava deixando ela extremamente ciumenta, o que deu ainda mais certeza de que os dois ainda se amam.

A situação de Nina (Jenny Wade) e Ben (Rick Gonzalez) após o termino de seu namoro ficou bastante “agressiva e assustadora” no começo, deixando Ben bastante assustado com o que Nina poderia fazer com ele e Sock (Tyler Labine) se envolveu na situação para ajudar seu amigo a manter distancia e ignorando as investidas dela. Foram sustos grandes, como no momento em que ela arrancou o teto do carro de Ben, ou até mesmo quando Nina “entrou nos sonhos” de Sock. No final das contas, Ben e Nina conseguiram se entender e reataram o namoro, mas por conta de um acidente Sock acabou queimando o covil onde ela morava. No mais, esse foi um episódio bem engraçado e deixou uma boa esperança para Sam, já que vimos que seu pai conseguiu chegar ao Inferno e agora ele vai em busca de novidades que possam ajudar em sua luta contra o Diabo e em breve alguma coisa de concreto irá acontecer.

Nota: 9,1