Greek (2.20) – Isn't Bro-mantic

Junho 6, 2009

snapshot20090604234407 Fiquei com bastante expectativa após o desfeixo do último episódio, que foi marcado pela belissima declaração de Jordan. Foi somente uma questão de tempo para ela cair nas graças do adorável Spiter e assim dar uma chance para os dois serem MAIS que amigos. Rusty como era de se esperar, fica ansioso com o primeiro encontro oficial. Parece que neste dia todos da CRU teriam uma incrível noite a dois, todos com excessão de Casey, que iria falar com Max pela internet ou telefone, mas ele estava atolado de trabalho e não pode comparecer. Ela parece  lidar bem com a situação, mas quando Betsy a convida para não deixá-la sozinha, acaba então aceitando e transforma o jantar a dois em um jantar a três. Como senão bastasse “atrapalhar” a noite de Betsy, Rusty e Jordan também estão presentes no mesmo restaurante e por uma coincidência trivial do destino consegue uma mesa ao lado do Love Triangule. Cômico que o restaurante está lotado de casais e todas as mesas parecem estar praticamente juntas. Besty começa a agir de modo estranho com seu namorado e repentinamente deixa a mesa, logo após seu namorado também vai embora, sobrando a “seguradora de velas oficial”  Casey. Para desespero de Rusty, Jordan convida Casey para juntar-se a eles, formando então o novo Love Triangule.  Claro que ele a culpa por ter aruinado sua noite romântica e atrapalhado o momento com Jordan.

Gostei que a história com a sociedade secreta Amphora voltou a aparecer e com ela o relacionamento recém renovado entre Cappie e Evan, mas o passado sempre volta a atrapalhar esses dois, fazendo-os se interessar pela mesma garota. Come on boys, again??!!! . Sentia saudades das citações em Greek,  muito divertido citar Joshua Jackson, Paul Walker e os Skulls and Bones, somente não recordo o nome do filme que eles fizeram. O reitor propõe o último rito de passagem para os novos membros da sociedade, uma espécie de noites de revelações dos ” Deepest Darkest Secrets” de cada um deles. Achei muito engraçado, pois a garota Alexis me lembrou a Felicia dos Looney Tunes, que parecia amar os animais mas no fundo adorava judiar deles. Cada hora ela contava alguma tragédia de sua infância que envolvia algum bichinho de estimação. Resta alguma dúvida se os dois ainda teriam algum interesse por ela?

Casey tenta recompensar Rusty, mas se recompensar é marcar uma atividade noturna na ZBZ com todas as “Pludges”, justamente na mesma noite em que Rusty levaria Jordan para tentar novamente um primeiro encontro. BAD TIMING. Novamente a Big Sister parece se meter na vida do Little Brother. Mesmo tão diferentes, podemos ver que os papéis entre eles trocaram-se, agora é Casey quem fica em casa sem vida social e Rusty que sai e se diverti. Achei muito divertida a cena em que ele veem roubar Jordan da casa e depois decidi devolvê-la, admitindo que também está agindo errado com sua irmã. Gosto quando eles admitem qualidades e defeitos um do outro, mesmo quando Casey diz que não é boa em ficar sozinha, é visível que Rusty entende o que ela diz, pois enquanto ela saia com os amigos, ele ficava em casa com a mãe vendo Joan of Arcadia, que alias rende outro engraçado momento, quando ele entrega o Box completo da série para irmã passar tempo quando estiver sozinha. O que faz de Greek especial é a forma simples e fácil em utilizar as citações sobre outras séries, filmes e hits da atualidade, sem necessariamente parecer um clichê e nem soar com uma provocação.

Nota: 9,0

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Harper's Island (1.08) – Gurgle

Junho 6, 2009

snapshot20090606141034Antes de começar este review, tenho de dar os parabéns à equipa InSubs pela rapidez com que saem as legendas. Basicamente, nós conseguimos ver o episódio primeiro que os americanos (a versão que sai às quintas-feiras é a canadiana) e isso só se deve ao excelente trabalho desenvolvido pelos seis legenders (pelo menos) que fazem, semanalmente, o nosso fim de semana ficar com alguma coisa de jeito para se ver. Mas agora falando sobre o episódio em si: não acharam isso fantástico? Eu achei, e como disse nos reviews passados, este também superou o seu antecessor e acaba por ser o novo melhor episódio até agora.

Com a prisão do JD, a ilha de Harper devia ficar mais calma, visto que ele é o suposto assassino. Contudo, quando Madison é raptada, a saída dos sobreviventes é adiada, pois se alguem for-se embora, a miúda morre. Entretanto, na prisão, alguém (possivelmente o assassino) mata o guarda, mas eu não percebo porquê. Ora se foi o assassino dos convidados do casamento que o matou, qual a razão para isso? Se o JD está a tentar achar o assassino, não havia razão nenhuma para deixá-lo sair, ao menos que o serial killer queira que mais suspeitas caiam sobre ele. Só pode ser isso, e não deixa de ser inteligente da parte dele, pois quando os convidados percebessem que o JD estava já fora da cadeia quando as novas ameaças acontecem, não restaria mais dúvidas que ele era o assassino.

Mas apesar de isso acontecer, parece que no próximo episódio os convidados vão aprender a não confiar em ninguém, visto que com o JD morto, e os homicídios a continuarem, é certo que eles vão pensar noutra pessoa como o assassino. Eu não acredito que o Henry tenha tido coragem de matar o irmão, mas também depende do estado psicológico dele, e convenhamos que depois de todos esses eventos, o noivo não pode estar muito bem da cabeça. Mesmo assim, acho pouco provável que isso tenha acontecido e deve ter sido o próprio assassino que fez aquilo, e o Henry, numa tentativa de ajudar o irmão, deve-se ter enchido de sangue.

Harper’s Island chegou a um momento em que já não enrola mais e existem avanços na narrativa. Se o homicida ainda é desconhecido por todos nós, várias pistas foram sendo deixadas ao longo dos mais recentes episódios. Por exemplo, eu desconfiava que o Xerife podia ser o serial killer, mas depois de ver o ataque que ele sofreu e também aquele em que o colega desfigurado foi morto, tenho a certeza que não é ele. A minha principal suspeita ainda recai sobre o Jimmy, o ex-namorado da Abby, mas mesmo assim fico a pensar como é que as setas foram lançadas se ele estava com a filha do Xerife?!

Nota-se um tom mais obscuro na série, assim como mais doses de suspense. Todas aquelas cenas da casa, com as luzes apagadas, foram bem conseguidas e isso sim, faz lembrar filmes de terror. Muitas perguntas estão a ser colocadas e teremos a resposta nos cinco episódios finais. A que mais me intriga é a relação entre o diário que Wakefield escreveu na prisão com o verdadeiro serial killer. A lista de suspeitos vai diminuindo à medida que as mortes vão ocorrendo e espero que mais pistas sejam dadas antes da grande revelação, mas também quero ser surpreendido. Já é hábito que o assassino nesse tipo de filmes é aquele que estamos menos à espera, e se essa regra se aplicar na série, temos no Cal ou na Chloe dois grandes suspeitos.

Nota: 9,4