Mental (1.01/02) – Pilot/A Beautiful Delusion

mental-1Nada melhor do que uma entrada em grande para marcar território, Jack G. entrou em grande na série ao ser apresentado à sua equipa nada mais nada menos que completamente nu. Uma entrada em grande para um psiquiatra com métodos pouco convencionais, capaz de espantar e surpreender muita gente. No seu primeiro episódio Jack Gallegher tem pela frente um paciente talentoso mas que sofre de delírios e forte agitação levando a irmã a colocar a hipótese de o internar definitivamente. Jack Gallegher opõe-se veemente a tal cenário, reclamando as 72 horas de observação a que por lei tem direito. O tempo passa e o problema continua por solucionar, Jack tenta encontrar coisas do passado de Vincent que o levem a ter tal comportamento e que tenham despoletado a falha na medicação. Para tal Jack não hesita em invadir propriedade alheia em busca de respostas para o problema que tem em mãos. Mais uma vez criando um problema para a directora do hospital resolver, a irmã desiste de fazer queixa caso o irmão seja liberado imediatamente.

Mas Gallegher já deu para perceber é persistente e não desiste facilmente dos seus casos, e insiste em ficar com o resto de tempo que lhe falta. Numa reunião para a apresentação mais formal que a inicial de Jack Gallegher, este resolve mais uma vez surpreender e chamar alguns dos pacientes para intervirem na reunião que servia também para discutir o que fazer relativamente a Vicent. A opinião geral seria iniciar o coquetel de medicamentos já tomados por Vincent deixar estabiliza-lo e libera-lo, mas isso deixaria Vincent sem o seu talento nato de pintar. Jack não concorda e decide estabiliza-lo e utilizar um novo coquetel de medicamentos sem Vincent ter de optar pela família ou a pintura. Para além de Vincent também nos foi apresentado um novo paciente, Emerson que sofre de um amor incondicional por gatos que o leva a congela-los aquando da sua morte. Um episódio que para estreia não foi mau, mas podia ter sido muito melhor, a série tem potencial e embora seja semelhante em muitos aspectos a House como trata de assuntos diferentes pode ser que a série consiga vingar.

Nota: 8,1

mental-2No segundo episódio de mental,  Gallegher aposta mais uma vez nos seus métodos pouco convencionais desta vez resolve organizar uma corrida a três pernas entre os médicos e os pacientes, Gallegher adianta que não se trata de um pedido, impondo a sua autoridade. Quanto ao caso clínico central é nos apresentado um casal fora do comum. Casaram-se em Veneza e passado um mês já esperavam o primeiro filho, no entanto a gravidez não correu bem. Actualmente Melissa acredita que espera um novo bébé, tem todos os sintomas possíveis, barriga, níveis de hormonas elevadas, contracções, só que há um problema não existe bébé nenhum. Melissa é então internado na ala psiquiátrica com a desculpa de não existerem vagas na ala da obstetrícia. O marido é nada mais nada menos que o seu próprio médico. Se inicialmente se pensava que o problema se encontra em Melissa, rapidamente Gallegher se apercebe que se trata da “Folie a Deux”, ou seja Rainier acreditou que Melissa estava realmente esperando um filho fazendo-a acreditar também.

Quando Melissa descobre a verdade, receia que o marido só esteja casado com ela devido à sua juventude e possibilidade de engravidar. Gallegher mais uma vez resolve a questão simulando uma cesariana em que convida Rainier a ser ele a fazer a incisão. Quando parecia que este a iria fazer acaba por desistir dizendo que não a pode magoar e que ama Melissa. Um episódio mais interessante que o primeiro, devo dizer que acho bastante interessante a maneira como apresentam os pacientes aparecendo a sua ficha com a foto e problema, por outro lado acho bastante irritante aparecer por episódio várias vezes a imagem de marca da série. Uma situação que ficou em aberto nestes dois episódios foi a identidade de Becky, Rebecca que continua a ligar para Jack sem falar e neste segundo episódio deixa mesmo uma encomenda na recepção do hospital, será irmã, mulher? Teremos de esperar para ver.

Nota: 8,5

0 respostas a Mental (1.01/02) – Pilot/A Beautiful Delusion

  1. João diz:

    Como é dito no review por vezes, a série parece-se muito com House mas aborda temas diferentes e interessantes.

    Não é nenhuma obra-prima mas é agradável de acompanhar🙂

  2. Por acaso não vou acompanhar porque gosto muito pouco desse tipo de séries, mas a verdade é que ela, principalmente na Internet, está a conseguir ter algum sucesso, apesar de críticas menos favoráveis.

  3. Assisti somente o primeiro e não me animei muito a continuar..Talvez dê uma chance a série, mas não será neste momento!!!

  4. O primeiro não é assim grande coisa, mas como é Verão e há poucas para acompanhar, dá para preencher espaços mortos. O segundo é um caso a ver-se, pois o caso (que foi apresentado no final do piloto) interessou-me.

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