Heroes – Quarto Volume (2009)

Junho 25, 2009

heroes-downloads-desktop-group-1024x768-04

Após Genesis, Generations, Villains, Heroes teve o seu quarto volume, intitulado Fugitives. Um volume que, como todos os outros, prometeu muito. A máquina de Markting da NBC consegue transformar um sapo num príncipe quanto é para promover a série, mas a série continua um sapo, pois ninguém faz magia.

E, vendo a metamorfose de Heroes desde o inicio, ele começou a ser um príncipe. Mas algo afectou a série, e ela decresceu de qualidade, chegando a parecer-se um sapo nesta temporada. Mas, pensando bem, Heroes não é um sapo, mas os erros que foram cometidos nesta temporada fizeram que essa ideia viesse a minha cabeça e fica-se retida nela. A premissa podia ser excelentemente explorada, mas os erros lembram-me um daqueles jogos de peças. Ao empurrar-se a primeira, tudo as outras começam a cair, uma a outra, e o estrago fica cada vez maior. Como recuperá-lo? Começando o jogo de novo, a partir do zero. Só assim é possível corrigir os erros.

E Tim Kring teve essa afirmação, que a série iria partir do zero. Não partiu, não. Continuou a cair nos mesmos erros, já aqui enunciados. Vendo bem, o que o criador de Heroes queria dizer era que falta uma base nova. A primeira temporada teve uma base, e o resto das temporadas foram construídas a partir daí. O pior é que a base que sustentava a primeira temporada era pequena, e a segunda já andou na corda bamba. A partir daí foi o descalabro. O que resta aos argumentistas é dedicarem alguns episódios desta próxima temporada a fecharem histórias, e passarem só parte da narrativa para uma nova base, construindo a partir aí.

Depois de dar a minha opinião do que se deve seguir no futuro, vamos lá dissecar este quarto volume. Fugitives teve uma entrada fantástica, a de colocar todos os heróis a serem perseguidos. A série trazia de novo um tema interessante, que foi de novo muito mal explorado. O tema foi mudado drasticamente, e a meio do volume o tema principal passou a ser encontrar formas de reunir, de novo, Sylar para o grupo, para atormentar estes, de que a sua fuga. Perdeu-se o rumo, o seu tema foi esquecido, e para isso muito contribuíram a saída de Elle Bishop, que era das personagens mais consistentes da série, a sobrevivência de Hiro, que continua a procura do herói dentro de si que lhe permita salvar de novo o mundo, a introdução de novas personagens, que conseguem ocupar um episódio sem nexo para a narrativa, como é o caso de 1961, a procura de Sylar pelo seu pai, que não deu em nada. Para além disso, a figura de Danko teve uma mudança extrema de personalidade. O actor é excelente, mas a personagem não consegui encontrar um rumo fixo.

Assim, a fuga do tema principal deixou a equipa a nora, culminando num final muito controverso. A fuga deu lugar ao encontro de novo de Sylar e companhia, e a série parece cair de novo no erro. Tem de novo a temporada condicionada, e ainda por cima o mais carismático personagem está preso. A vida parece negra, mas também poderá sair daqui uma solução. Heroes, com Sylar desaparecido, poderá fechar as várias histórias que acompanham a série, reduzir o número de pontas soltas, e depois libertar a fera, para, de novo, atormentar o mundo. Assim, e uma história que está automaticamente fechada é de Nathan. Quando Sylar regressar, é hora de Nathan ir embora. Outra que se pode fechar é a de Suresh. O doutor já pouca falta faz a série. De modo científico isto já não vai lá, por isso não se perde nada com a saída do doutor. Claro que outra era da de Hiro e Ando, mas é esquecer. Heroes terá ainda o asiático, pois assim ganha bastante gente nos países asiáticos, e a NBC não dispensa isso. Angela Petrelli é outra personagem que só está a dar perdas a NBC. A mãe de Peter já deu tudo o que tinha a dar, e, como ela não tem o poder de Claire, podia morrer de velhice. O resto era dar umas pinceladas rápidas. Por a irmã de Angela a morrer num tornado por si criado, e o resto das personagens ainda não fechadas também irem por aí. Depois tínhamos o retorno de Sylar, numa nova perspectiva, e poderíamos aproveitar de novo Heroes.

É esperar que as promessas de Tim Kring sejam concretizadas. Do que dá para perceber, já temos algo que poderá ser uma premonição, a saída de Bryan Fuller da série não advêm nada de bom. Esperemos que me engane, e que a série revitalize.

2e

Anúncios

Actores de Dexter falam português no novo vídeo da FOX. Veja!

Junho 25, 2009

Dexter_Banner_by_TankeyX

A FOX Portugal está de parabéns, pois conseguiu colocar o Michael C. Hall e a Jennifer Carpenter a falar português para o mais recente vídeo promocional que publicita a exibição das primeiras duas temporadas no canal FOX. De seguida podem ver a press release e o tal vídeo promocional que foi enviado para o meu e-mail esta tarde. Peço que não façam upload do vídeo noutro lugar sem a devida autorização.

‘Dexter’: acompanhe o dia-a-dia do mais famoso serial killer agora na FOX

  • 1.ª e 2.ª temporadas chegam à FOX nos dias 01 e 17 de Julho, respectivamente
  • Crime, drama e mistério numa série de arrepiar protagonizada por Michael C. Hall
  • Vídeos, fotos e conteúdos brevemente em www.fox.pt/dexter

‘Dexter’ chega à FOX, o canal das emoções em série, no mês de Julho! A partir da próxima quarta-feira, dia 01, às 23h50, vai poder acompanhar as aventuras do mais famoso serial killer desde o primeiro episódio. Esta série, uma das mais aclamadas dos Estados Unidos, vai ser emitida no mesmo horário de segunda a sexta-feira; as repetições acontecem ao Sábado (três episódios) e ao Domingo (dois episódios), a partir das 01h20. A 2.ª temporada chega à FOX no dia 17 de Julho e 3.ª temporada no dia 04 de Agosto.

Uma história cheia de reviravoltas sobre um especialista em medicina forense da polícia que passa parte do seu tempo a perseguir assassinos que ultrapassaram os limites da justiça. Mas será este um caminho possível para um serial killer?

Interpretado por Michael C. Hall, Dexter é um personagem complexo cujo código moral e acções talvez sejam chocantes para alguns… e totalmente injustificáveis para outros. Aparentemente, Dexter é um homem bom e charmoso. Durante o dia, ele é um especialista em sangue que trabalha ao lado da equipa da Divisão de Homicídios do Departamento de Polícia de Miami e vai além do seu trabalho para solucionar os assassinatos. Mas o seu trabalho, na verdade, serve para ocultar a sua verdadeira ocupação: a de serial killer, que consiste em matar aqueles que conseguiram escapar à polícia.

Cedo se descobrem as origens do seu comportamento: depois de ficar órfão aos 4 anos e guardar um traumático segredo, Dexter é adoptado por Harry Morgan (James Remar), um polícia que reconhece as suas tendências homicidas e o guia para mudar a sua terrível paixão em dissecar humanos para algo mais construtivo.

Como todos os serial killers, o lado obscuro de Dexter é escondido das pessoas com quem ele passa mais tempo, principalmente daqueles que ele ama. A sua irmã Debra (Jennifer Carpenter), que não desconfia de nada, é uma polícia determinada, que lhe pede constantemente conselhos pessoais e profissionais — desde sobre novos namorados até sobre uma série de mortes de prostitutas. A paixão que tem pela sua adorável namorada Rita (Julie Benz), uma mãe solteira, faz com que ele enfrente a normalidade da vida diária.

Durante o horário comercial, o Dexter “normal” empenha-se enquanto trabalha ao lado do durão sargento Doakes (Erik King), que não faz questão de esconder seu desprezo por ele, da tenente Maria LaGuerta (Lauren Velez), a chefe da divisão de homicídios da polícia, e do detective Angel Batista (David Zayas), que Dexter practicamente considera o seu parceiro e que tem um faro especial para os detalhes dos crimes.

Do criador James Manos Jr. e com John Goldwyn, Sara Colleton, Daniel Cerone, Clyde Philips e James Manos Jr. como produtores executivos, ‘Dexter’ é uma produção da Showtime Networks Inc.

VÍDEO PROMOCIONAL:


Private Practice – Segunda Temporada (2008)

Junho 25, 2009

Privatepracticesegundatemp

Não há dúvidas de que Shonda Rhimes está passando por um forte momento criativo, além de conseguir reerguer com maestria Grey’s Anatomy, que tinha acabado sua quarta temporada bem abaixo da média de suas temporadas anteriores, e desenvolver o projeto de uma nova série  – Inside The Box centrada em um casal de jornalistas -, tivemos também uma excelente surpresa: a segunda temporada de Private Practice.

A série, spin-off de Grey’s Anatomy, estreou em 2007, fechando sua primeira temporada sem nenhuma conclusão, com apenas 9 episódios, por ter sido afetada pela greve dos roteiristas, e, pior, sem ter cativado o público, o que é quesito essencial para o sucesso de qualquer série. Mesmo assim a série ganhou uma segunda chance e não decepcionou. Mudando a forma de abordagem da série, Private Practice atingiu uma maturidade durante a temporada, terminando até com um gancho digno das séries grandes que há tempos estão no ar: nos deixando curiosos para ver o desfeixo das histórias em Setembro.

Para começar o tom bizarro e exageradamente cômico da primeira temporada foi deixado de lado, modificando até mesmo o nome dos episódios, que antes começavam com a fórmula que remetia à comédia Friends, começando sempre com “No qual Addison…”. Além disso, os pacientes, que na primeira temporada pareciam competir para ver quem tinha a doença ou o comportamento mais bizarro, passaram a apresentar verdadeiros dramas, muitas vezes tocantes, que colocaram os médicos da clínica em situações onde a ética médica foi colocada em cheque. Outra mudança se deu na maneira em que os personagens eram explorados. Se antes eram apenas coadjuvantes ao lado da estrela da série Addison (Kate Walsh), nessa segunda temporada tivemos mais tempo para conhecê-los e nos simpatizar com eles, fazendo com que, em determinados momentos, Addison fosse jogada de escanteio pois seus colegas de trabalhos apresentavam histórias muito mais interessantes. Exemplo claro disso é o desenvolvimento do casal Cooper e Charlotte, que conseguiram roubar a cena em seus momentos mais dramáticos, seja quando Cooper defendia ferrenhamente seus pacientes – crianças – contra seus pais irresponsáveis, seja quando Charlotte passou pela dolorosa morte de seu pai, o auge dessa personagem na temporada.

Ainda no terreno dos personagens, podemos dizer que as relações entre eles foram muito melhor exploradas, se assemelhando a Grey’s Anatomy nesse quesito, com redes de relacionamentos cada vez mais complicadas e triângulos amorosos pipocando em vários lugares (Dell – Naomi – Sam, Addison – Noah – Esposa, Pete – Violet – Sheldon) e, finalmente, tivemos novos personagens na história como Kevin – um marco, afinal foi o primeiro namorado sério de Addison desde que a série estreou -, Wyatt – que deixou a série prematuramente pois o ator que o interpretava estava envolvido em outro projeto -, Sheldon – que parece ter dado adeus à série no season finale dessa temporada – e Archer, irmão de Addison que causou o excelente crossover entre Private Practice e Grey’s Anatomy por volta da metade da temporada.

Porém nem tudo são flores, é válido ressaltar que entre tantas coisas boas, também tivemos alguns episódios fillers que evidentemente só estavam ali para nos enrolar, o que acabou levando ao desenvolvimento de histórias repetitivas que já estávamos cansados de ver. Como principais pontos baixos destaco o eterno vai e vem do casal Cooper e Charlotte – em determinado momento o casal perdeu completamente o sentido pois brigava sempre por questões que já pareciam estar resolvidas há tempos -, além de Sam e Naomi que apesar de ensaiar novos caminhos separadamente acabaram a temporada como começaram: ainda lutando para aceitar a separação, quando sempre existe alguém na relação que ainda está a fim do outro, nesse caso foi Sam que terminou a temporada se declarando para Naomi.

Porém, apesar desses pequenos deslizes, a temporada foi muito positiva, ainda mais quando a resposta do público passou a ser maior quando a série passou a ser exibida logo após Grey’s Anatomy, atingindo semanalmente uma média entre 9-11 milhões de telespectadores. E nos deixou ansiosos para conferir o desfeixo dos grandes ganchos, como a resolução sobre o relacionamento de Addison e Noah, o futuro de Naomi e Charlotte – uma assumiu a clínica da outra, e, é claro, o ponto alto do season finale: irá Violet sobreviver ao ataque daquela maluca? Será que o bebê irá sobreviver? Quem será o pai da criança? Infelizmente só nos resta esperar, pois as respostam só devem chegar em Setembro.


Estreias TVP: The L Word (T5) na FOX Life

Junho 25, 2009

lwordA propósito da ‘Sex Parade: a revolução nos canais FOX’ – na qual os canais FOX, FOX Life, FOX Crime, FX e FOX Next emitem uma programação especial orientada para assuntos mais sexuais –, a FOX Life preparou a estreia da 5.ª temporada daquela que é a série mais provocante, irreverente e sensual da ficção televisiva. A série ‘The L Word’, já com uma nomeação para os Primetime Emmy Awards, está de volta ao canal hoje, dia 25 de Junho, pelas 21h50. Amores, traições, mentiras, homossexualidade, sensualidade são os ingredientes principais da história de um grupo de mulheres cosmopolitas e lésbicas que lutam não só pela realização pessoal mas também pela profissional. ‘The L Word’ é uma aclamada série que mistura inteligentemente um pouco de humor com um atractivo, contemporâneo e glamouroso enredo.

A 5.ª temporada abre com algumas intrigas entre as personagens que vão ajudar a manter e a tornar mais densa a trama da série. Jenny (Mia Kirshner) volta das suas férias no México com um bilionário financiador; Shane (Katherine Moenning) começa a sofrer as consequências por falhar nos seus planos de ir viver com Paige (Kristanna Loken); Phyllis (Cybill Shepherd) começa a ter dúvidas repentinas sobre a exclusividade do seu amor com Joyce (Jane Lynch); Helena (Rachel Shelley) vai presa por destruir o gesto de boas-vindas que Catherine (Sandrine Holt) e Bette (Jennifer Beals) prepararam para Jodi (Marlee Matlin).

Nestes novos episódios vamos poder assistir ao retorno das personagens Tasha (Rose Rollins), Jodi (Marlee Matlin) e Phyllis, esta última interpretada pela actriz Cybill Shepherd que volta com o status de actriz convidada. Uma grande novidade vai ser a participação especial de Clementine Ford, a filha de Cybill, no papel de Molly Kroll.

Outras actrizes convidadas são Malaya Rivera Drew e Kate French, que representam, respectivamente, Adele, uma fã do trabalho de Jenny que se torna sua assistente e Niki Stevens, uma ambiciosa e jovem actriz que vai ter o papel principal no filme ‘Lez Girls’.

Dos autores Ilene Chaiken, Kathy Greenberg e Michele Abbott e com Kathy Greenberg, Michele Abbott, Ilene Chaiken, Rose Lam, Steve Golin, Larry Kennar como produtores executives, ‘The L Word’ é uma produção MGM.

Título Original: ‘The L Word’
Género: Drama / Romance
Episódios: 12 episódios de aproximadamente 45 minutos
Autores: Ilene Chaiken, Kathy Greenberg e Michele Abbott
Elenco: Marlee Matlin, Cybill Shepherd, Jennifer Beals, Leisha Hailey, Laurel Holloman, Mia Kirshner, Katherine Moennig, Pam Grier, Rachel Shelley, Daniela Sea, Erin Daniels
Produtores Executivos: Kathy Greenberg, Michele Abbott, Ilene Chaiken, Rose Lam, Steve Golin, Larry Kennar
Produção: MGM
Prémios: Nomeação para um Primetime Emmy Award. Outras 5 vitórias e 20 nomeações.

ESTREIA: Quinta-feira, dia 25 de Junho, às 21h50
Emissão: Quintas-feiras, às 21h50
Repetição: Domingos, às 23h30

Informação cedida pelo grupo FIC


Lost, Dexter e BSG vencem o Saturn Awards 2009

Junho 25, 2009

saturn AwardPara quem não conhece, os Saturn Awards é a entrega de prémios relacionado com várias categorias de terror, fantasia e ficção científica. Todos os anos séries como Lost e Battlestar Galactica vêm o seu mérito ser reconhecido e devo dizer que, particularmente neste ano, achei os vencedores muito justos. Aliás, se não fosse o Adrian Pasdar a vencer como melhor actor secundário (e ultrapassar nomes como Michael Emerson), diria que melhor era impossível. A seguir podem ver os nomeados e os vencedores, estes a negrito e verde.

Melhor série da TV Aberta

Fringe
Heroes
Life on Mars
Lost
Terminator: The Sarah Connor Chronicles
Supernatural

Melhor série por Cabo

Battlestar Galactica
The Closer
Dexter
Leverage
Star Wars: The Clone Wars
True Blood

Exibição na TV

24: Redemption
The Andromeda Strain
Breaking Bad
Jericho
The Last Templar
The Librarian: The Curse of the Judas Chalice

Actor de TV
Bryan Cranston, por “Breaking Bad”
Matthew Fox, por “Lost”
Michael C. Hall, por “Dexter”
Timothy Hutton, por “Leverage”
Edward James Olmos, por “Battlestar Galactica”
Noah Wiley, por “The Librarian: The Curse of the Judas Chalice

Actriz de TV

Lena Headey, por “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”
Jennifer Love Hewitt, por ”Ghost Whisperer”
Evangeline Lilly, por “Lost”
Mary McDonnell, por “Battlestar Galactica”
Anna Paquin, por “True Blood”
Kyra Sedgwick, por “The Closer”
Anna Torv, por “Fringe”

Actor Secundário

Henry Ian Cusick, por “Lost”
Thomas Dekker, por “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”
Michael Emerson, por “Lost”
Josh Holloway, por “Lost”
Adrian Pasdar, por “Heroes”
Milo Ventimiglia, por “Heroes”

Actriz Secundária

Jennifer Carpenter, por “Dexter”
Summer Glau, por “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”
Yunjin Kim, por “Lost”
Elizabeth Mitchell, por “Lost”
Hayden Panettiere , por “Heroes”
Katee Sackhoff, por “Battlestar Galactica”

Actor/Actriz Convidados

Kristen Bell, por “Heroes”
Alan Dale, por “Lost”
Kevin Durand, por “Lost”
Robert Forster, por “Heroes”
Jimmy Smits, por “Dexter”
Sonya Walger, por “Lost”