Mental (1.04) – Manic at the Disco

Julho 8, 2009

mental 4Mais uma vez Galleger inicia o episódio ao seu estilo, acabando por dispensar os pintores sem autorização de ninguém, mas mais uma vez tudo em nome da terapia. Jack resolve então dar a oportunidade aos doentes de serem eles próprios a decoram o seu espaço e a sentirem-se úteis. O caso central do episódio diz respeito a um rapaz de 8 anos, Conor, que depois de sofrer um corte na mão é levado pela mãe ao hospital. Conor desliga do mundo, o mundo para ele em determinados momentos resume-se ao mundo dos videojogos. Mas a história sofre uma reviravolta depois da chegada da ama de Conor ao hospital que acaba por revelar outra história acerca do incidente. Conor num dos seus momentos fora de si terá tentando suicidar-se e a mãe ao evitar o acidente acabou por se cortar, tendo mesmo de ser assistida e levado pontos. Mais uma vez, o internamento não é tarefa fácil e começa a luta entre o hospital e os pais, estes encontram-se em negação, recusando aceitar que o filho sofre de um problema psicológico grave necessitando de tratamento, já Galleger quer observar e tentar solucionar o problema de Conor.

O Dr. Carl quis ser muito prestativo desta vez, mas o tiro saiu-lhe pela culatra, depois de tentar ser o intermediário com os pais, resolve tomar o controlo no caso, sobre observação de Galleger para tal chama Conor ao seu escritório. Conor monta uma revolução no escrito de Carl, partindo tudo o que havia a partir perante o olhar gozão de Galleger que se limitou a observar. Temos mais uma chamada de Becky, que desta vez resolve ligar de uma cabine perto da igreja, finalmente temos a possibilidade de ver Becky embora de costas tivemos a primeira visualização desta personagem mistério. Jack resolve então fazer uma pesquisa e visita a todos as igrejas com sinos em Los Angeles em busca de algo que o leve à irmã. Os pais de Conor não baixam os braços e conseguem fazer a ama voltar com a palavra atrás, encurtando o espaço de tempo a Galleger, ao fim das 72 horas terá mesmo de liberar Conor. Mesmo sem a autorização necessária dos pais para realizar um electroencelalograma, Galleger resolve avançar assim mesmo. Mas no caminho para o seu quarto, Conor, acaba por ludibriar o enfermeiro e acaba por fugir. Quando o confronto entre Jack e Ian, o pai de Conor, se previa conflituoso, este acaba por revelar que a mãe também sofria de doença bipolar. A busca por Conor continua depois de todo o hospital onde não é encontrado sinal de Conor, Ian e Jack partem rumo à fabrica de Ian, onde Conor afirmou ter sido mais feliz.

Num final que podia acabar em tragédia, Jack consegue chegar a tempo e fazer Conor vencer o jogo, uma mochila pode ser muito útil. Um episódio em que tivemos para além do caso clínico principal alguns confrontos e revelações. Nora depois da visita da filha e de descobrir um site dela na internet resolve desabafar com Jack revelando que sofreu de mieloma. Depois de uma conversa com a filha as coisas parecem ter melhorado bastante. O outro confronto foi entre Jack e Chloe, um confronto interessante em que Jack acusa Chloe de não ter o que é preciso para ser uma boa médica psiquiátrica. A picardia entre os dois promete ser desenvolvida nos próximos episódios, não me parece que Chloe seja pessoa de cruzar os braços e irá tentar provar a Jack que se enganou redundantemente. Um episódio em que o caso clínico foi bastante interessante e bem construido. No entanto as personagens continuam a não cativar muito, com excepção de Jack, Carl que embora com o seu jeito arrogante consegue trazer juntamente com Jack momentos engraçados, e Chloe que consegue-se destacar relativamente aos restantes pela sua personalidade. Nora conseguiu melhorar um pouco neste episódio com a história da filha. Já Veronica, o seu amante e Artur que ultimamente nem tem aparecido pouco acrescentam à história. E continuo a achar demasiado irritante as testas com os fechos eclairs, não vejo fundamento em tal, 3 a 4 vezes por episódio. Para mim, contudo, o melhor episódio até agora.

Nota: 8,7


Dexter (1.05) – Love American Style [FOX PT]

Julho 8, 2009

Dexter - 3Ao ver o início do episódio, e sem me lembrar de grande coisa dele (o que me lembrava era do final e do que virá a seguir, após aquele olhinho…), no meio do episódio pensei: é desta que apanho o primeiro erro de descontinuidade de Dexter. É agora que vejo que a série não é perfeita. Mas, claro, enganei-me. Já vos vou falar do “erro de continuidade”, mas primeiro vamos a narrativa principal do episódio, a nova vitima do assassino favorito da América (perceberam este pensamento no final da temporada).

O episódio foi focado, principalmente, na necessidade de Dexter se revelar, de não precisar de tentar ser normal. O assassino necessita de espaço próprio, precisa de retirar a máscara, precisa de ser normal. E essa “normalidade” é afectada quando Rita avança para o próximo nível em termos da relação. O problema é que Dexter não tem esse nível, o jogo acaba para Dexter e não existe sequela. Até agora.

Mas já vamos a esse assunto, que parte de outro. Rita avançou para o nível seguinte, e começa a pedir favores a Dexter. A evolução terá algumas conturbações, Dexter não é um conto de fadas (nem neste, nem em qualquer aspecto). Mas a evolução decorre. Então, o novo caso de Dexter é apanhar um dos problemas mais comuns da sociedade americana: a entrada de imigrantes ilegais. A negociação é suja, as mortes são bastantes, e Dexter aponta as baterias ao seu novo alvo: um traficante de pessoas. O jogo decorre, o rato esconde-se, mas a casota é muito grande, e Dexter apanha-o. A surpresa é quando descobre que a sua mulher também se envolve nestes negócios. Saem dois coelhos com uma só cajadada, e sai a Dexter um problema: um olho nada inocente no meio do seu caminho, e não me pareça que seja The Ice Truck Killer naquela mala do carro.

De resto, a relação de Rita e Dexter foi outros dos pontos deste episódio. A retribuição é necessária, La Passion tem de ocorre. Mas Dexter não tem um timing muito perfeito, ou melhor, longe disso. Aquela cena é cinco estrelas. Mas, num acto de amor fingido, Dexter lá fala do sonho que ele tem, o mesmo de Rita (Duas coisas: Dexter irá buscar muitas vezes ideias sobre o amor as suas vítimas/suspeitos. Segunda: não gostam quando Dexter fala a verdade de maneiras tão ambíguas que ninguém o percebe, excepto nós. É preciso ter muita cabeça para arranjar estas falas ambíguas).

Para acabar, falta falar do caso da temporada. The Ice Truck Killer parece que deixou uma prova para trás. Mas vamos falar do episódio direito, do princípio para o fim. Tucci descreve ITK, muito bem descrito para quem sabe quem ele é. Branco, estrutura mediana, nem gordo nem magro, ágil. Lembra-vos alguém? Se calhar estão perto. Mas continuando: o médico lá faz as próteses, atira-se, pelo meio, a meia-irmã de Dexter (vem aí coisa…foi por isso que referi o médico), mas o importante do hospital é referir que Tucci consegue descobrir uma forma de encontrar ITK: rebuçados de mentol. É, desta forma singela, que um sujeito tão perfeccionista será apanhado? Têm de esperar.

E foi assim que se passou quase uma hora. Os episódios de Dexter estão cada vez maiores em dois sentidos: em tempo e em qualidade.

Nota: 9,3


EXCLUSIVO: Segunda temporada de Damages estreia na TVI

Julho 8, 2009

materiadecapa-damagesUma fonte do canal português TVI revelou ao Portal de Séries que a série protagonizada por Glenn Close vai voltar. A segunda temporada de Damages, sendo o título português ‘Sem Escrúpulos’, estreia no dia 16 de Julho, ou seja, vai ser exibida às quintas-feiras. A segunda temporada da série foi exibida no início do ano no FX americano e teve críticas menos positivas que a primeira. Contudo, Damages continua a ser um dos dramas mais bem produzidos da actualidade e apesar de ter ficado desiludido com o que foi mostrado nesse ano, continua a ter um lugar especial na minha lista de séries favoritas.

A segunda série começa com o episódio ‘I Lied, Too’ e vai ao ar às 00h15 (até que não é muito tarde) do dia 16 de Julho. A sinopse está a seguir:

Depois da grande vitória contra o bilionário Arthur Frobisher, Patty decide dar um tempo na sua carreira de advogada, colocando as suas energias na sua nova fundação de caridade. Mas, quando recebe um telefonema de Daniel Purcell, um homem do seu passado, Patty envolve-se num caso que terá repercussões pessoais e profissionais, como ela jamais poderia imaginar.


Buffy the Vampire Slayer – Quarta Temporada (1999)

Julho 8, 2009

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Buffy e os amigos já salvaram o mundo e a si próprios várias vezes, mas agora eles têm que começar uma vida de estudante nova: a vida universitária. Depois de uma primeira temporada mediana e duas seguintes muito boas, mas nem sempre as mudanças são boas e esta quarta temporada é um exemplo disso. Com grandes altos e baixo, a palavra certa para descrever essa época é ‘diferente’.

A quarta temporada não é a minha favorita, mas tem o episódio melhor episódio dessas quatro primeiras épocas: ‘Hush’ (4.10). Eu já sabia que este episódio tinha sido muito aclamado pela crítica, mas só vendo é que percebemos a genialidade do mesmo. O silêncio que foi imposto às personagens e a caracterização do ‘Gentleman’ fez com que a perfeição atingisse a série numa perfeição antes nunca vista. Uma das minhas cenas favoritas de toda a série está no ‘Hush’ e é aquela (para aqueles que se lembram) em que o Giles explica, por slides, o que se passa ali. O vídeo dessa mesma cena está abaixo e aqueles que nunca viram a série têm aí uma boa oportunidade para perceberem o que estão a perder.

Como nas temporadas passadas, tivemos a introdução de novas personagens e um grande vilão. Riley, que começa com um interesse amoroso de Buffy, torna-se uma personagem importante no decorrer da temporada. Toda a história da Iniciativa e do Adam teve bastantes baixos, mas a forma como foi terminada é simplesmente fenomenal. O episódio pré-finale, em que Buffy e os amigos salvam o mundo mais uma vez, tem um nível de acção estrondoso e mostra o porquê de eu adorar tanto essas batalhas finais entre Buffy e os seus inimigos que parecem ser invencíveis, mas que acabam sempre por serem derrotados.

Por fim, os personagens que já conhecíamos também evoluíram e mudaram. O Xander e a Anya desenvolvem uma relação muito divertida e que nos trás grandes momentos de televisão. A Anya é uma personagem completamente deliciosa e ainda bem que a tornaram regular a partir da quinta temporada. Além dela, outra personagem que merece o crescimento de destaque é o Spike. É impossível não gostar daquelas cenas em que ele está preso na casa do Giles, e na quinta temporada ele está ainda melhor. Willow e Oz acabam por ter algumas complicações na sua relação (ainda bem que o Seth Green saiu do elenco, pois não gostava dele) e ela acaba por ter um relacionamento lésbico com o Tara. Nunca pensei que fosse resultar tão bem como resultou. Já Buffy continua a ter os seus problemas amorosos e a sua vida de Caçadora também já teve dias mais felizes. O Giles e a sua crise de meia idade teve momentos bastante divertidos.

Sinto falta da biblioteca, dos dramas do secundário e de um director Snyder desconfiado, mas isso não quer dizer que a quarta temporada tenha sido má. Como disse no início, gostei mais das anteriores, mas também desfrutei muito dessa. Agora, quando já vou a mais de metade da quinta temporada, uma das mais polémicas pelos fãs, posso dizer que estou a achar a melhor da série até agora, mas isso é conversa para outro artigo. Aproveito a ocasião para dizer que Buffy vai estrear em Agosto na FOX desde o início, logo se nunca viram a série, deviam dar uma oportunidade.


PRIMEIRA-MÃO: FOX prepara especial d'Os Simpson para Agosto

Julho 8, 2009

20No mês de Agosto, vai fazer-se história na FOX em Portugal! ‘Mês Amarelo – 20 Anos com Os Simpson’ é o lema/tagline do mês mais quente do Verão no nosso canal. Para celebrar os 20 anos de ‘Os Simpson’, a FOX veste-se a rigor e emite o primeiríssimo episódio desta que é a mais longa e famosa série de animação da história da televisão. Marque já na sua agenda: dia 06 de Agosto, às 20h40, na FOX.

A FOX vai mostrar as origens da família mais amarela do Planeta, através da emissão das três primeiras temporadas durante o mês de Agosto. Para além de poder acompanhar as hilariantes aventuras de ‘Os Simpson’ todos os dias às 20h40 (episódio duplo), a FOX dá-lhe a possibilidade de assistir às maratonas: da 1.ª temporada no Sábado, dia 08 de Agosto; da 2.ª temporada nos dias 15 e 16; e da 3.ª temporada, nos dias 22 (Sábado) e 23 (Domingo), sempre a partir das 09h20. E esta é uma “receita” para replicar nos meses que se seguem… com as temporadas seguintes.

E as celebrações não se ficam por aqui: no mês de Agosto, a FOX vai dar a oportunidade a um espectador assíduo do canal e fã de ‘Os Simpson’ de participar num passatempo que o permitirá embarcar numa emocionante viagem até a um parque temático da Universal Studios: ‘The Simpson Ride’ (nos Estados Unidos da América). Fique atento ao site da FOX – http://www.fox.pt – para saber mais sobre este passatempo.

A família pouco funcional mas mais famosa de Springfield continua, temporada após temporada, a merecer os elogios da crítica e a aumentar a reputação do nome ‘Simpson’, apesar das peripécias indescritíveis que se passam entre (e fora) das quatro paredes do lar. Com este especial vai poder ver e recordar as primeiras vivências da família amarela e testemunhar os inícios do grande sucesso mundial que a série já conquistou.

Já todos sabem que Springfield é a cidade dos Simpson. Homer (Dan Castellanetta) trabalha como inspector de segurança na central de energia nuclear; Marge (Julie Kavner) é a mãe e dona de casa perfeita e a única capaz de manter alguma paz no seio da família; Bart (Nancy Cartwright) é um rapaz endiabrado de 10 anos e um estudante sofrível; a irmã Lisa (Yardley Smith), com oito anos, é inteligente, vegetariana e toca saxofone; a bébe Maggie só tem uma ocupação: chuchar na chupeta.

Os telespectadores também já se habituaram às complexas e universais personagens que habitam Springfield e que aturam os Simpson: Krusty, Grampa, Barney e Mayor Quimby (voz de Dan Castellaneta); Patty e Selma (Julie Kavner); Nelson e Ralph Wiggum (Nancy Cartwright); Moe, Apu, Chefe Wiggum, Professor Frink, Dr. Nick Riviera (Hank Azaria); Mr. Burns; Smithers; Ned Flanders, o director Skinner, o Reverendo Lovejoy e o pivot de telejornal Kent Brockman (Harry Shearer).

‘Os Simpson’ é uma produção da Gracie Films em associação com a Twentieth Century Fox Television. James L.Brooks, Matt Groening e Al Jean são os produtores executivos. A série é distribuída pela Twentieth Century Fox Television Distribution.

Título Original: ‘The Simpsons’

Género: Animação / Comédia

Episódios: 1.ª Temporada: 13 episódios de aproximadamente 30 minutos

2.ª Temporada: 22 episódios de aproximadamente 30 minutos

3.ª Temporada: 23 episódios de aproximadamente 30 minutos

Autor: Matt Groening

Elenco: Dan Castellaneta, Julie Kavner, Nancy Cartwright, Yeardley Smith, Harry Shearer, Hank Azaria, Pamela Hayden, Tress MacNeille, Karl Wiedergott

Produtores Executivos: James L. Brooks, Matt Groening, Sam Simon, Tim Long, Matt Selman

Produção: 20th Century Fox Television

Prémios: Uma nomeação para os Golden Globes. Outras 100 vitórias e 114 nomeações.

Emissão do 1.º Episódio da 1.ª Temporada: Quinta-feira, dia 06 de Agosto, às 20h40

Emissão: Todos os dias, às 20h40 (episódio duplo)

Especiais de Programação (emissão de todos os episódios de cada temporada):

1.ª Temporada: Sábado, dia 08 de Agosto, a partir das 09h20

2.ª Temporada: Sábado, dia 15 de Agosto, a partir das 09h20 + Domingo, dia 16 de Agosto, a partir das 09h20

3.ª Temporada: Sábado, dia 22 de Agosto, a partir 09h20 + Domingo, dia 23 de Agosto, a partir 09h20

Informações enviadas pela FOX Portugal em primeira-mão ao Portal de Séries. É importante lembrar que está a decorrer um passatempo em que pode ganhar a quarta temporada de The Simpsons (e a primeira de Brothers and Sisters), prémio patrocinado pelo grupo FIC.