Mental (1.04) – Manic at the Disco

mental 4Mais uma vez Galleger inicia o episódio ao seu estilo, acabando por dispensar os pintores sem autorização de ninguém, mas mais uma vez tudo em nome da terapia. Jack resolve então dar a oportunidade aos doentes de serem eles próprios a decoram o seu espaço e a sentirem-se úteis. O caso central do episódio diz respeito a um rapaz de 8 anos, Conor, que depois de sofrer um corte na mão é levado pela mãe ao hospital. Conor desliga do mundo, o mundo para ele em determinados momentos resume-se ao mundo dos videojogos. Mas a história sofre uma reviravolta depois da chegada da ama de Conor ao hospital que acaba por revelar outra história acerca do incidente. Conor num dos seus momentos fora de si terá tentando suicidar-se e a mãe ao evitar o acidente acabou por se cortar, tendo mesmo de ser assistida e levado pontos. Mais uma vez, o internamento não é tarefa fácil e começa a luta entre o hospital e os pais, estes encontram-se em negação, recusando aceitar que o filho sofre de um problema psicológico grave necessitando de tratamento, já Galleger quer observar e tentar solucionar o problema de Conor.

O Dr. Carl quis ser muito prestativo desta vez, mas o tiro saiu-lhe pela culatra, depois de tentar ser o intermediário com os pais, resolve tomar o controlo no caso, sobre observação de Galleger para tal chama Conor ao seu escritório. Conor monta uma revolução no escrito de Carl, partindo tudo o que havia a partir perante o olhar gozão de Galleger que se limitou a observar. Temos mais uma chamada de Becky, que desta vez resolve ligar de uma cabine perto da igreja, finalmente temos a possibilidade de ver Becky embora de costas tivemos a primeira visualização desta personagem mistério. Jack resolve então fazer uma pesquisa e visita a todos as igrejas com sinos em Los Angeles em busca de algo que o leve à irmã. Os pais de Conor não baixam os braços e conseguem fazer a ama voltar com a palavra atrás, encurtando o espaço de tempo a Galleger, ao fim das 72 horas terá mesmo de liberar Conor. Mesmo sem a autorização necessária dos pais para realizar um electroencelalograma, Galleger resolve avançar assim mesmo. Mas no caminho para o seu quarto, Conor, acaba por ludibriar o enfermeiro e acaba por fugir. Quando o confronto entre Jack e Ian, o pai de Conor, se previa conflituoso, este acaba por revelar que a mãe também sofria de doença bipolar. A busca por Conor continua depois de todo o hospital onde não é encontrado sinal de Conor, Ian e Jack partem rumo à fabrica de Ian, onde Conor afirmou ter sido mais feliz.

Num final que podia acabar em tragédia, Jack consegue chegar a tempo e fazer Conor vencer o jogo, uma mochila pode ser muito útil. Um episódio em que tivemos para além do caso clínico principal alguns confrontos e revelações. Nora depois da visita da filha e de descobrir um site dela na internet resolve desabafar com Jack revelando que sofreu de mieloma. Depois de uma conversa com a filha as coisas parecem ter melhorado bastante. O outro confronto foi entre Jack e Chloe, um confronto interessante em que Jack acusa Chloe de não ter o que é preciso para ser uma boa médica psiquiátrica. A picardia entre os dois promete ser desenvolvida nos próximos episódios, não me parece que Chloe seja pessoa de cruzar os braços e irá tentar provar a Jack que se enganou redundantemente. Um episódio em que o caso clínico foi bastante interessante e bem construido. No entanto as personagens continuam a não cativar muito, com excepção de Jack, Carl que embora com o seu jeito arrogante consegue trazer juntamente com Jack momentos engraçados, e Chloe que consegue-se destacar relativamente aos restantes pela sua personalidade. Nora conseguiu melhorar um pouco neste episódio com a história da filha. Já Veronica, o seu amante e Artur que ultimamente nem tem aparecido pouco acrescentam à história. E continuo a achar demasiado irritante as testas com os fechos eclairs, não vejo fundamento em tal, 3 a 4 vezes por episódio. Para mim, contudo, o melhor episódio até agora.

Nota: 8,7

0 respostas a Mental (1.04) – Manic at the Disco

  1. Gostei muito desse episódio. Olha, eu já vi um garoto que tinha esse tic nervoso nos dedos por conta da compulsão por games. A partir do 4 ep a série melhora muito!

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