One Tree Hill – Sexta Temporada (2008)

Julho 20, 2009

7d13899b-e4c7-47cb-b7c8-4775daa28564one tree hillQuentin Fields was a basketball player. He was also a son. A brother. Somebody’s teammate. Somebody’s friend. I never knew Quentin Fields and I guess now I never will. Did you ever wonder what it would be like if you weren’t you anymore? If you were suddenly gone how would your world react? Whatever you imagined was wrong. There’s nothing romantic about death. Grief is like the ocean: it’s deep and dark and bigger than all of us. And pain is like a thief in the night. Quiet. Persistent. Unfair. Diminished by time and faith and love. I didn’t know Quentin Fields but I’m jealous of him because I see how his absence has affected the people that did know him so I know that he did matter to them. And I know he was loved. People say Quentin Fields was a great basketball player. Graceful. Fluid. Inspiring. They say on a good night it almost seemed as though he could fly. And now he can. (Samantha Walker)

Evolução. Essa é a palavra correcta para descrever o crescimento de One Tree Hill desde há seis anos atrás até hoje. Em 2003 estreou mais uma série adolescente e até ao final da quarta temporada acompanhámos a vida de cinco jovens, os seus dilemas e decisões, amores e desamores, surpresas e desilusões. Após esse tempo do secundário, passaram-se quatro anos e nada era igual: Nathan estava paralítico, Lucas e Peyton separados e a Brooke sentia-se mais só que nunca. Mas apesar dessas mudanças, a quinta temporada não foi fabulosa, parecia que algumas história já estavam mais que gastas e a criatividade dos argumentistas estava no fosso. Felizmente para mim e para todos os fãs, a sexta época serviu como uma forma de redenção, tornando-se na minha favorita de toda a série. Divertida e emotiva são dos adjectivos que facilmente identificam-se com esta época!

Muita gente é fã do casal Lucas e Brooke, mas eu sempre preferi ver ele com a Peyton, personagem essa que eu gosto (ao contrário de 99% das pessoas que vê a série). Acho a Hilarie Burton uma actriz com talento, ao contrário do Chad Michael Murray que, à semelhança de outros actores como o Tom Welling (Clark Kent, Smallville), tem representado cada vez pior ao longo dos anos. O casal Leyton finalmente fica junto e a sua relação acabou por ser bastante satisfatória nesta sexta temporada, mas também já estava na altura de deixarem de engonhar, não é? Como devem saber, eles não voltarão para a já em produção sétima temporada, decisão tomada pelos próprios protagonistas e que gerou alguma polémica nos meses passados. Eu preferia que a série terminasse após a exibição da season finale deste ano, até porque parecia mesmo um final de série.

A Brooke, além de ser a personagem que é interpretada pela actriz mais talentosa e bonita do elenco (Sophia Bush), é aquela que mais cresceu e que mais adulta se tornou. Após a tentativa fracassada de ser mãe na recta final da quinta época, Brooke desenvolve uma relação extraordinária com Sam, uma jovem adolescente que foi abandonada pela mãe. Não sei se é porque a Sophia Bush e a Ashley Rickards são fabulosas nas cenas em que contracenam juntas, mas o facto é que esta foi a minha storyline favorita no meio de todas as que aconteceram. É claro que a morte de Quentin foi uma das melhores ideias que se teve na série, sendo o episódio ‘Get Cape. Wear Cape. Fly.’ o meu favorito. Ainda hoje lembro-me da cena do funeral, ao som dos Civil Twilight, uma das cenas mais emocionantes que alguma vez vi na televisão. Não esquecerei tão cedo a capa do Jamie.

No meio de tantas coisas boas que aconteceram, é difícil apontar tudo. Tenho a perfeita noção que destaque o que mais gostei, mas isso nunca é suficiente para descrever o meu agrado por esta temporada. Contudo, existe uma coisa que não gostei: o episódio escrito pelo Chad Michael Murray. Aliás, para ver esse sexto ano com melhores olhos do que já vejo, prefiro ignorar que alguma fizeram uma coisa tão afastada, em termos de qualidade, dos restantes episódio. Não deixou de ser um episódio divertido, mas não teve a chama que era pedido para essa produção diferente. Por fim, também quero dar destaque ao excelente desempenho de Jackson Brundage, no papel do pequeno Jamie, e de Jaden Harmon, como Andre Fields (irmão de Quentin).


24 – Sétima Temporada (2009)

Julho 20, 2009

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Sem dúvidas essa 7ª temporada de 24 Horas se tornou no mínimo épica em minha opinião. Toda a expectativa criada durante quase 2 anos de espera, já que a ordem de exibição da temporada foi prejudicada pela greve dos roteiristas, e justamente pelo fato da série ter ficado tanto tempo fora do ar, os produtores estavam bastante receosos pela receptividade que ela teria aos olhos do público, mas todo o tempo de espera foi recompensado com uma das melhores, se não a melhor, temporada de todos os tempos de 24 Horas. Ainda vale ressaltar que o telefilme 24: Redemption foi muito importante para o começo da temporada porque abordou personagens importantes para o começo da trama, como foram o Coronel Dubaku (Hakeem Kae-Kazin) e o General Juma (Tony Todd), que acabaram organizando o maior feito terrorista da história da série até então, que foi a invasão das dependências da Casa Branca e tomar como refém a Presidente Allison Taylor (Cherryl Jones), provocando assim um impacto muito grande nos fãs porque até então, na história dos presidenciáveis de 24 Horas e todos os atos terroristas tomados contra eles, incluindo desde ataque biológicos até mesmo a queda do “Air Force 1”, invadir a Casa Branca foi com certeza o ato mais astuto e relevante que os produtores da série já fizeram até hoje.

Por falar em coisas chocantes, os produtores fizeram um ótimo trabalho em tornar esse o pior dia da vida de Jack Bauer (Kiefer Sutherland). Quando Jack se viu obrigado a voltar para os EUA ele estava disposto a pagar por todos os pecados cometidos durante o período em que trabalhou para a CTU, mas não foi bem isso que aconteceu quando a Agente Renee Walker (Annie Wersching) o chamou para ajudar com uma ameaça terrorista no qual o responsável era seu “falecido melhor amigo” Tony Almeida (Carlos Bernard). Acontece que Tony estava trabalhando, até então disfarçadamente, com Chloe (Mary Lynn Rajskub) e Bill (James Morrison) para evitar que os ataques terroristas organizados naquele dia fizessem mais vitimas e de certa forma conseguiu isso, só que por um preço muito alto para Jack. Nesse dia simplesmente ele descobriu que Tony estava vivo, assistiu a morte de seu amigo Bill durante a invasão à Casa Branca para evitar que Juma conseguisse finalizar seus planos, acabou sendo contaminado por um vírus que seria lançado sobre a população e já bastante debilitado fisicamente ainda teve um reencontro emocionante com Kim (Elisha Cuthbert), que até aquela altura não havia revelado que vivia com seu marido Stephen (Paul Wesley) e que agora Jack era avô da pequena Teri. Sem ter a chance de vê-lo aproveitar desses momentos em família novamente, Kim terminou a temporada bastante disposta a realizar o tratamento para que pudesse salvar a vida de Jack e terem mais uma chance juntos.

Falando em família reunida, infelizmente a família da Presidente Taylor não seguiu o mesmo rumo nessa temporada. Ocupando um cargo que requer bastante de si, ela viu sua família se despedaçar quando seu filho Roger (Eric Lively) morreu devido as investigações sobre os atos obscuros que estavam acontecendo durante a administração de sua mãe. O laudo alegou que Roger cometeu suicídio, mas Henry Taylor (Colm Feore) nunca acreditou nessa versão e sempre buscou a verdade sobre o que aconteceu. Foi por causa disso que ele acabou levando um tiro e preocupou bastante sua esposa e sua filha, a rancorosa e sorrateira Olívia Taylor (Sprague Grayden), que se afastou do convívio de sua família após a morte de Roger e de prejudicar a campanha de sua mãe ainda durante a corrida presidencial, conforme Ethan Kanin (Bob Gunton) revelou durante a temporada. O temperamento e as reais intenções de Olívia começaram a aparecer desde o primeiro reencontro entre ela e Ethan, que para evitar mais problemas para a presidente, e sua amiga pessoal, resolveu deixar o cargo de Chefe de Gabinete, assumido posteriormente por Olívia e que ao fazer isso ela acabou marcando uma série de acontecimentos trágicos para sua família. Bastante ressentida ao ver sua mãe sendo obrigada a perdoar os atos de Jonas Hodges (Jon Voight), o homem responsável pelas ações cometidas pelo grupo de mercenários da Starkwood e que estava disposto até mesmo a atacar seu próprio país para conseguir com que seus objetivos pessoais fossem alcançados. Olívia acabou sendo a responsável por ordenar a morte dele e tentar encobrir sua ligação com tudo isso, mas no final com a ajuda de Ethan e Aaron (Glenn Morshower), a Presidente Taylor não viu alternativa a não ser entregar sua filha para a justiça para assim responder por seus atos, deixando arrasado seu marido pela atitude que ela se viu obrigada a tomar.

Para terminar, falando em arrasado, vale o destaque que quando Tony reapareceu nessa temporada ele começou como terrorista, depois estava trabalhando para “os mocinhos”, e no final estava agindo “solo” com o objetivo de cumprir sua vingança ainda devido a morte de Michelle (Reyko Aylesworth). Para isso ele se infiltrou em uma organização terrorista com a intenção de algum dia encontrar Alan Wilson (Will Patton), o homem responsável por toda a conspiração que envolvia o governo americano nos últimos anos e que de certa forma também foi o responsável pela morte de Michelle e do Presidente Palmer (Dennis Haysbert). Jack se viu obrigado a não deixar Tony seguir em frente com sua vingança e assim prendeu seu amigo por tudo o que ele fez nesse dia, restando apenas Chloe como sendo a única amiga com quem ele sempre pode contar, mas pelo menos agora ele encontrou na pessoa de Renee uma pessoa com quem ele se assemelha muito com ele em vários sentidos. E para a 8ª temporada eu espero que os produtores mantenham o excelente nível apresentado na última temporada e fazendo com que essa seja mais uma temporada memorável para os fãs.


Skins recicla elenco outra vez!

Julho 20, 2009

VA - Skins The Soundtrack (OST)A quarta temporada ainda nem sequer estreou mas o canal Channel 4, que exibe Skins no seu país de origem, já fala de um quinto ano em Bristol.

À semelhança dos anos anteriores, caso a série ganhe mesmo uma quinta temporada a estrear em 2011, o elenco vai ser todo renovado. Essa é a decisão mais acertada e que já chega tarde, por mim a quarta época poderia ter novas personagens, pois a da segunda geração não convenceram.

Skins volta no início do próximo ano e vai trazer, de novo, as história de Effy, Cook, Freddie, JJ e os restantes amigos na famosa cidade de Bristol. Além disso, a série ainda poderá ganhar um filme independente, tal como anunciado aqui.

E tu, concordas com a renovação do elenco ou tal como eu preferias que isso já tivesse acontecido antes da produção da nova temporada começar?


Internamento de Mischa Barton atrasa 'The Beautiful Life'?

Julho 20, 2009

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O novo drama da CW ‘The Beautiful Life’, que marca a volta de Mischa Barton às séries de televisão, foi adiado em termos de produção após a actriz ter sido internada involuntariamente.

A estrela de ‘The OC, neste momento com 23 anos, foi levada para o centro médico Cedars-Sinai a quarta-feira passada após a polícia chegar à sua casa em Los Angeles devido a um telefonema recebido.

Segundo fonte do site The Hollywood Reporter, o atraso da produção nada tem a ver com a hospitalização de Mischa mas sim porque alguns dos cenários necessários não estão prontos a tempo.

Foi assegurado que a produção pode começar sem ela, mas que Barton irá, certamente, participar no drama. ‘The Beautiful Life’, que é produzida por Ashton Kutcher, gira à volta de um grupo de modelos que vive num apartamento em New York. A produção está agora agendada para 31 de Julho.


Segunda temporada de Survivors será mais negra

Julho 20, 2009

20081126_044television_wZoe Tapper revelou que a nova temporada de Survivors vai ser muito mais negra do que a primeira.

Ao falar com o site Digital Spy, a actriz disse que as filmagens para o segundo ano do drama de ficção científica estão em curso.

“Eu acho – se é que isso é possível – que a série está mais assustadora do que o ano de estreia”, afirmou Tapper. “Eles estão a passar por muito mais nesta vida no novo mundo. Eles são discriminados, estão cansados e estão desesperados por encontrar alguma água e comida. Têm que ficar alerta quando as pessoas ao seu redor começam a ficar inquietas. A história vai reflectir isso é chega a ser sinistro.”

Zoe ainda acrescentou: “Haverá grande quantidade de acção e muita emoção. Eu acho que as pessoas vão ficar mesmo na beira do sofá porque existem cliffhangers brilhantes e um argumento espectacular.”

A actriz que também apareceu na recém cancelada ‘Demons’ estará no próximo drama da BBC: Desperate Romantics. O primeiro episódio vai ao ar amanhã no canal BBC One no Reino Unido.

Podem ainda ler o review da primeira temporada da série aqui.


Dexter (2.01) – It's Alive! [FOX PT]

Julho 20, 2009

DexterApós o final de temporada, Dexter regressa. Começando por dizer o que eu achei desta temporada. Ao contrário de algumas pessoas, eu achei esta temporada melhor que a primeira. Se calhar por já estar adaptado a série, se calhar por que a intervenção de Dexter é bem maior, não sendo um mero espectador, mas sim é o interveniente principal. Esta narrativa podia ficar guardada para depois, mas acho que mostrarem agora é um encadeamento perfeito da lógica. O seu irmão é apanhado, agora é a vez de Dexter ver os seus corpos a serem capturados. E vamos ver o que sai daqui.

38 dias, 16 horas e 12 minutos. Dexter já não ajuda a sociedade a muito tempo. Desde a morte do seu irmão, Dexter não voltou a libertar os seus lobos. Doakes tem muita responsabilidade. O sargento não sai dos calcanhares do assassino favorito da América, o que torna a sua tarefa comunitária mais difícil de se fazer. E Dexter começa-se a ressentir. Claro que Doakes é um ser humano. Não muito normal, mas é. Assim, numa das pausas, Dexter tem a oportunidade de matar, de satisfazer a fome.

Mas o seu irmão ainda está presente na sua cabeça. O seu irmão, aquele que o compreendia, ainda está presente na sua cabeça, e não o deixa acabar o trabalho. É a primeira vez que vemos Dexter ressentir-se, não conseguir matar, não conseguir contribuir para o bem da sociedade. A sede de morte está cada vez mais presente, mas o Serial Killer não consegue matar.

Segunda tentativa: Little Chino. Um dos maiores bandidos de Miami, uma montanha para escalar. Mas tudo parece correr mal a Dexter. Little safa-se e parece que a Dexter não terá cura. Mas tudo acaba com o maior choque para Dexter: descobrem os seus corpos. O coração acelera como nunca, Dexter sente-se vulnerável, sente-se vivo. Será este o tónico para a sua recuperação? Parece que sim. O pior é que Doakes está cada vez mais perto. E Dexter não tem assim muito tempo para se escapar.

Quem não escapou foi Paul. O marido de Rita morre na prisão. E esta começa-se a ressentir. Esta narrativa poderá ser importante, ainda mais após o sapato descoberto por Rita.

A narrativa iniciou-se, Dexter está cada vez mais encurralado. Como se safará o Serial Killer agora? O que se sabe é que tem uma testemunha a andar por aí. Little Chino pode ser um problema ainda muito grande para Dexter.

Nota: 9,3


Burn Notice (3.06) – The Hunter

Julho 20, 2009

Burn Notice

Depois de me desiludir no último episódio, The Hunter era o que faltava a Burn Notice. Um episódio a roçar a perfeição. The Hunter, ou melhor, “A Caça” é o título perfeito para este episódio. Uma caça que cai sobre Michael, uma caça feroz, que o põem em risco de morte. E nada melhor que misturar isso com bastantes truques de espião, algumas surpresas e adrenalina que nos consegue acordar, mesmo com poucas horas de sono.

Primeiro vamos despachar já uma situação. O casal WesFi. Já se sabe que aquilo vai dar a algum lado, isso é uma certeza. Para que lado irá é que não sabemos. E também os desenvolvimentos são poucos. Neste episódio só tivemos um treino, o Michael a ficar com umas nódoas negras (bem merecidas) e pouco mais. Claro que vai ser assim que a história se vai desenvolver. A Fiona a atacar mais o coração de Weston, Michael a destroçar o coração da Glenanne. Foi assim até agora, será assim durante algum tempo. Espero estar enganado, mas não me parece muito.

Mas The Hunter não teve tempo para tratar do casal. A vida de Michael tinha a agenda cheia de compromissos, mas um cesto de iogurtes chama-o a atenção. Uma forma de entrar numa agência? Não, e também não me parece que venha já esse convite. A temporada tem de se aguentar até final, e parece que a USA não quer acabar com a sua galinha dos ovos de ouro. E eu não me importo nada. Mas continuando. O convite traz algo na manga. Tom Stickler propõe a Michael uma sociedade. Um inimigo antigo de Michael Westen está atrás dele, e visita Miami, a procura de praias e um pouco mais. E Stickler propõe protecção ao espião da América. Começando por esta personagem estranha. Tom aparece na altura mais conveniente, na altura que Michael está protegido. Algo sairá dali, para além do dinheiro que está a ganhar com o espião.

Claro que Michael tenta descobrir quem é o seu inimigo ucraniano. Para isso visita Beck, desviador de cargas e entregas. Mas tudo se complica quando os ucranianos atacam atempadamente Michael e o raptam, juntamente com Beck. E assim começa a caça. Os dois conseguem fugir e vão para os pântanos de Miami. Com a entrada nos pântanos, começam a chegar as situações complicadas, os truques de espião, até que o inimigo é descoberto. Chechik é o inimigo de Michael, um de muitos, como ele diz. A conversa fica agitada, Beck é ferido, mas tudo se resolve bem. Serviu para ver truques de espião, os pântanos de Miami e ver que Michael não está a salvo. Está temporada promete, se continuarem a apostar não em casos mas sim algo que envolva inimigos de Michael.

Quem surpreendeu foi Madeline. A mais velha dos Westens consegue trazer das melhores cenas do episódio, naquela “entrevista” que faz. É assim que Burn Notice pode inovar, só faltando juntar o irmão mais novo a conversa para o episódio ainda se tornar melhor.

Burn Notice retorna, e logo com episódio em cheio. A caça era o que a série estava a precisar, e a partir daqui esperemos que o comboio, tão bem embalado, não pare. E pelo promo a série promete muito.

Nota: 9,9