The CW começa a promover 'Melrose Place' e 'The Vampire Diaries'

Julho 21, 2009

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O canal americano que aposta fortemente no público juvenil começa a promover fortemente em duas das sua três novas criações para esta temporada. ‘Melrose Place’, remake de uma série dos anos 90 e ‘The Vampire Diaries’, baseado num livro com o mesmo nome, não devem trazer algo revolucionário na televisão e são duas séries que eu não pretendo ver. Não vou falar mais sobre as mesmas porque isso já vou feito aqui. A seguir pode ver algumas imagens promocionais que foram lançadas pela emissora The CW.


Sexta temporada será a última de 'House'?

Julho 21, 2009

house-futuro=traumaQuando uma série já tem alguns anos de duração e começa a mostrar sinais de desgaste, é normal que se comece a falar do final definitivo da mesma.

Foi isso que aconteceu na mais recente coluna de perguntas e respostas do site E!Online, quando uma fã perguntou se a sexta temporada de House seria a última da série.

Segundo os colaboradores de Kristin dos Santos, não existe ainda nenhum final planeado, palavras próprias do criador e argumentista da série (David Shore). Quando questionado acerca desse assunto, Shore disse:

“Nós ainda não temos falta de ideias para a personagem principal e para os restantes secundários. Enquanto a série estiver interessante, estará ainda em exibição. Não é uma série com um final definitivo, ou seja, não é nada com início, meio e fim.”

E vocês, acham que está na altura da série ter o seu descanso ou continua interessante e merece continuar no ar por mais algum tempo?


Erika Christensen entra para 'Lie To Me'

Julho 21, 2009

erika-christensen03Como não têm surgido muitas notícias acerca desta nova série da FOX, decidi publicar essa, apesar de não conter grandes novidades. A actriz Erika Christensen foi contratada para uma participação no drama ‘Lie To Me’, segundo o Entertainment Weekly.

A actriz, que interpretou Mary Alice Edwards em ‘Six Degrees’, vai fazer o papel de uma estudante de direito que sofre de múltiplas personalidades.

Ela vai aparecer na estreia da nova temporada quando a sua personagens for ter com Lightman (Tim Roth) para pedir ajuda, após vivenciar uma visão psicótica de um assassinato.

Christensen devia estar a filmar Parenthood neste momento, nova série da NBC. Contudo, o tumor cancerígeno de Maura Tierney (a Abby de ER) atrasou a produção por oito semanas. Para mais informações acerca deste assunto, podem ver esta notícia.


CSI ganha novo jogo!

Julho 21, 2009

258ywc6A empresa Ubisoft concordou em desenvolver um novo jogo baseado na série de sucesso americana CSI. Este novo jogo chamar-se-à ‘CSI: Deadly Intent’ e terá como base as história da nona temporada de ‘CSI: Las Vegas’.

Tal como nos jogos anteriores, o jogador terá que encontrar várias evidências até ter pistas suficiente para resolver alguns assassinato, histórias essas que são escritas pelos próprios produtores da série.

No último jogo da série foram introduzidas novas formas de jogar, tais como a possibilidade de ajudar os colegas forenses e ganhar, assim, o seu respeito e levar testemunhas para a sala de interrogatórios, ao mesmo tempo que a mais alta tecnologia criminal estava presente.

O vice presidente da Ubisoft de vendas e marketing nos Estados Unidos (Tony Key) revelou: “CSI: Deadly Intent tem casos intrigantes, gráficos realistas, mudança de personagem que queremos jogar e uma extrema sincronia entre as vozes dos actores e os lábidos que estão nas personagens do jogo. Isso tudo vai providenciar aos fãs uma boa experiência, algo que estão sempre a procurar num jogo baseado numa série de televisão”.

O jogo vai ser vendido para as plataformas Xbox 360, PC, Wii e Nitendo DS neste Outono.

Other Ocean Interactive, que está a cuidar do jogo para DS, disse que esta versão vai incluir casos bizarros adicionais e uma história única que vai fazer com que os jogadores se sintam como as personagens de CSI.

Eu já joguei o ‘CSI: Hard Evidence’, o jogo que foi lançado em 2007 e mais recente até agora. Posso dizer que vale muito a pena, não fartando o jogador e criando um nível de suspense até agradável. Além disso, ao contrário da maioria dos jogos baseados em filmes e séries, não entendia e garanto que se gostares mesmo desse tipo de jogos (procurar pistas, tentar encontrar algo que faça sentido), então vais passar horas à frente do computador.


Skins – Terceira Temporada (2009)

Julho 21, 2009

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Queria começar este review com uma citação marcante desta nova temporada que estreou em Janeiro de 2009, mas não encontrei nada. E isso porquê? Simplesmente porque o diálogo que era excelente das duas primeiras épocas perdeu-se quando a geração foi substituída. Na minha opinião se fizessem uma série diferente com essas personagens era a melhor opção, ao menos não estragava o nome ‘Skins’ que já foi reconhecido por mim como a melhor série adolescente da actualidade. Neste momento não passa de uma grande desilusão e vão perceber porque através dos factores que apontarei de seguida.

Em primeiro lugar, tal como disse acima, o guião está desprezível. O que antes era um factor que me fazia adorar Skins e devorar os primeiros vinte episódios, agora é pouco mais que uma forma de chocar os telespectadores de uma forma barata. Eu sei que a série retrata a rebeldia adolescente, mas tudo tem limites e a cidade de Bristol não é diferente. Se a ideia dos produtores para esta quarta temporada for continuar a seguir essa vertente, então deixo de ver a série, pois não gostei do rumo que as coisas tomaram. Um exemplo disso é como os pais têm uma relação tão aberta e sem responsabilidade para com os filhos, até cair no ridículo que foi um pai sentir-se atraído pela sua própria filha (episódio 3.02 – Cook).

E se o guião já é mau, os actores não ajudam muito. A primeira geração tinha grandes talentos, mas essa tem alguns elementos bem fracos. Luke Pasqualino no papel de Freddie e as gémeas Prescott são os que mais se destacam pela negativa, apesar de termos surpresas positivas, como a Lisa Backwell e a Lily Loveless, respectivamente Pandora e Naomi. Quanto aos personagens em si, gostei da forma como foi abordada a relação lésbica entre a Naomi e uma das gémeas e também o amor entre a Pandora e o Thomas.

Expectativas para a quarta temporada estão baixas mas mesmo assim tenho medo de me desiludir ainda mais. Preferia estar a acompanhar a vida universitária do antigo elenco do que esses que têm a mania que são rebeldes, mas infelizmente isso não é possível. ‘Skins’ entrou por um caminho nada favorável e vai se insistir muito nisso corre o risco de cair no esquecimento dos fã. Agora resta esperar pela quarta época que estreia em 2010 e, principalmente, pela quinta que vai renovar o elenco. Já deviam era ter feito isso!


Dexter (2.02) – Waiting to Exhale [FOX PT]

Julho 21, 2009

Dexter - 2Esta segunda temporada está a um ritmo já bom. Devido a não ser uma necessidade de conhecer mais profundamente Dexter, as narrativas estão a ganhar muito mais ritmo, podem ser mais trabalhadas, e irá ser uma temporada fantástica.

Acompanhado pelas músicas de Daniel Licht, que são fantásticas e muito bem escolhidas, dando uma para cada situação (quem conhecer a banda sonora, se for ver os títulos, as músicas têm o título de cada situação), este episódio de Dexter mostra-nos um Dexter a deriva, sem saber o que fazer nem o que não fazer, um ser confuso. Algo está mal, algo não resulta na cabeça do Serial Killer, agora denominado Bay Harbor Butcher (BHB).

Quem não parece mal é Little Chino, que decide começar o que Dexter devia estar a fazer: atar as pontas soltas. Quem sofre com isso é Eva Huelva, a única pessoa que poderia apanhar Chino pela morte do seu filho. As oportunidades de apanhar o bandido reduzem-se para a polícia, e as de Dexter, apesar de já estar reduzida, aumenta um bocado.

E Dexter começa a tomar decisões mais ou menos acertadas. Decide atacar Little, matar o bandido, que se safou das garras da polícia. Claro que Chino está a sua espera, e quando Dexter “ataca” (pois aquilo não foi um ataque…Dexter está mesmo frágil, não está controlado, concentrado na sua função) tem uma equipa a sua espera. Mais problemas para o Serial Killer.

Quem não anda a brincar é Deb. A irmã de Dexter ainda sofre com a paixão que teve pelo ITK, e as suas acções denotam isso. Mas são estas acções que conseguem que o gang de Chino seja apanhado, após ameaçar um rapaz com uma pistola.

E Little Chino decide apanhar o “bufo”. O rapaz tem sentença de morte, e Dexter, sendo assassino, percebe isso. E ganha-lhe no jogo. Dexter apanha Chino, mata Chino e despeja-o na corrente do Golfo. O novo cemitério de Dexter.

E já que falamos em cemitério, o antigo de Dexter está a ser violado. BHB sente-se mal, ao sentir as suas mortes a subirem a superfície, a ver os sacos a chegarem. E a preocupação aumenta com a chegada de um especialista: Frank Lundy. Um novo problema para Dexter, agora sem poder cometer erros, e, para além de Frank, tem Doakes a perna. A espada afia-se mais, a parede aproxima-se. Dexter tem de ser mágico, utilizar os seus truques, para conseguir fugir desta situação.

Outra situação pela qual Dexter terá de fugir é Paul. Este episódio foi muito focado em funeral/cemitérios, e Rita não é excepção. Decide enterrar dignamente o seu ex-marido, e depois começa a trazer a verdadeira história à superfície. E Dexter, sem outra hipótese, escolhe seguir por uma meia-verdade. Admite que tem um vício, e Rita promete ajudar-lhe. E temos mais um problema para o assassino resolver. Curar-se de um vício que não tem, a heroína. O vício que tem é que parece incurável.

Para acabar, temos Dexter a enterrar o seu irmão. A desfazer-se da última coisa que lhe pertence. A primeira coisa que recebeu. A cabeça da Barbie. E assim consegui enterrar um dos seus fantasmas.

Foi um episódio complicado para Dexter. A vida está a mil à hora, e parece que ele não está a acompanhar devidamente.

Nota: 9,1


10 Things I Hate About You (1.02) – I Want You To Want Me

Julho 21, 2009

snapshot20090720182610Após um surpreendente piloto, 10 TYHAY retorna com aquele crucial segundo episódio, que pode vir a marcar ou manchar uma série nova. Confesso que não achei tão bom esse, na verdade achei mediano em relação ao primeiro. Manteve o bom nível ácido de Kat e a dinâmica dela com seu pai, sempre algo bom de apreciar. Porém achei algo muito estranho no desenvolvimento desta personagem na série: Kat mostrasse uma pessoa confusa e curiosa demais pelo enigmático Patrick, parecendo até em alguns momentos ter uma forte “crushcrushcrush” por ele, o que a meu ver torna-se precipitado demais, devido a seu forte temperamento. Bianca por outro lado mantêm a imagem de garotinha em busca do reconhecimento, mesmo sendo o mascote, ela tenta de alguma forma mostrar-se mais eficiente, decidindo então criar uma campanha para arrecadar fundos para os “Super Duper High Tec New Pom-Pom’s” das cheerleaders. Existem tantas coisas mais importante acontecendo pelo mundo afora e tem gente que pensa em pom-poms. Acho Bianca uma personagem muito comum, até mais que a própria do filme, porém gosto de vê-la contracenando com Kat, como no início quando pede ajuda a irmã e essa ironicamente a satiriza dizendo que o primeiro passo é admitir que tem um problema e o segundo é que ela deveria voltar a ser morena.

Cameron é adorável novamente neste segundo, agora ensinando francês a Bianca e indiretamente convidando-a para sair, detalhe tudo isto em francês. O que não sacou logo de cara é que Bianca só estava no modo repeat e não entendia nada do que ele estava falando, mas por um lado ele a ajuda indiretamente com a idéia para a campanha de arrecadação, após entregar uma rosa a ela. Um pouco sem graça a campanha incentivar as pessoas a revelarem os sentimentos a alguém do colégio através de uma rosa vermelha(amor) ou uma amarela(amizade). Concordo que aquele  High School é como o Vietnã e as flores são como os agentes laranjas. Engraçada a perseguição do Troll Pervertido e quando ele aparece pedindo perdão com o olho roxo. Achei desnecessário e parcialmente patético toda a excitação de Kat ao receber a flor, deixando a cena fluir de forma forçada, pois qualquer um perceberia que Patrick estava sentado atrás dela, mesmo ele saindo de lá antes dela virar para trás. Muito similar ao episódio piloto, ela vai confrontá-lo em sua moto, alegando: ” I’m not that girl who gets turn on by the bad boy crap. I’m not sitting in my house scribbling in my diary wondering if you’re a vampire.” Atualmente é muito comum piadinhas com o universo vampiresco, considerando a febre de Twilight e o amor adolescente que desperta na maioria das pessoas.

Apesar das ótimas tiradas e do humor ácido por vezes perverso, esta Kat a princípio parece somente uma adolescente revoltada tentando impor sua verdadeira personalidade, o que difere um pouco da Kat autêntica do filme, que é despretensiosa e com ideais mais convictos, indo contra o universo escolar e todas as futilidades que ele traz consigo. Queria evitar comparações mas elas surgem inevitavelmente ao longo do episódio, fato comprovado é com Patrick, que ainda não teve nenhum momento digno de sua personagem. Também vale prestar atenção no rumo que darão para a obsessão da Mandella Gotic Friend da Kat, que obviamente socou o Troll Pervertido para que este parasse de seguir sua mais nova “amiga”.

Nota: 8,0